Após o sucesso do EP PSYCHIC FILE III, que apresentou os singles “Gelato” e “Reflection”, o boygroup japonês PSYCHIC FEVER inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento de “SWISH DAT.”. A faixa marca uma fase ainda mais ambiciosa do grupo, que vem consolidando sua presença fora do Japão ao unir performance, identidade visual forte e uma sonoridade que dialoga com o pop global. Formado por KOKORO, WEESA, TSURUGI, RYOGA, REN, JIMMY e RYUSHIN, o grupo integra o coletivo EXILE TRIBE, sob a gestão da LDH JAPAN.
Em entrevista ao Blog N’ Roll, o PSYCHIC FEVER falou sobre o conceito por trás do novo single “SWISH DAT.”, o impacto do EP PSYCHIC FILE III na maturidade artística do grupo e os efeitos da primeira turnê pelos Estados Unidos na construção de uma carreira cada vez mais global, além da forte conexão que vem sendo criada com o público brasileiro por meio das redes sociais.
“SWISH DAT.” vem após o lançamento de PSYCHIC FILE III. O que vocês queriam expressar artisticamente com esse single em relação aos lançamentos anteriores?
TSURUGI:
Nós focamos em expressar um senso de Japão. Essa música incorpora os pontos fortes do J-pop, e acreditamos que expressar a identidade japonesa pode se tornar uma ponte que conecta o Japão ao resto do mundo.
KOKORO:
Como a música também é o tema de abertura do drama Masked NINJA Akakage, gravamos imaginando o mundo e a atmosfera da série. Espero que as pessoas consigam sentir a química entre o drama e o estilo único do PSYCHIC FEVER.
A música também é tema da série Masked NINJA Akakage. Como foi adaptar a identidade do grupo a uma narrativa ligada ao universo ninja?
RYOGA:
Senti que os conceitos associados aos ninjas, como velocidade, precisão e foco, combinam muito com o estilo de performance do PSYCHIC FEVER. Ao respeitar essa visão de mundo e combiná-la com um som moderno e nossa própria energia, acredito que conseguimos unir naturalmente o universo do drama com a identidade do grupo.
JIMMY:
Por ser uma música tema, foi empolgante nos desafiarmos em um gênero um pouco diferente do que costumamos fazer. Ao cantar, tentei entrar totalmente no personagem e criar uma atmosfera que combinasse com o drama, mas ainda expressando isso de uma forma que fosse fiel ao PSYCHIC FEVER.
PSYCHIC FILE III, com “Gelato” e “Reflection”, teve uma forte repercussão internacional. O que esse EP representou em termos de maturidade do grupo?
REN:
Com PSYCHIC FILE III, buscamos novamente um novo som para o PSYCHIC FEVER. Durante o processo de gravação, aprendemos novas formas de transmitir emoções e de nos expressar, e isso acabou se tornando uma experiência muito significativa para nós.
WEESA:
Se não continuarmos crescendo a cada lançamento, até mesmo nossos fãs mais dedicados podem acabar se cansando. Em vez de pensar em “maturidade”, encaramos cada projeto com a mentalidade de evoluir constantemente e seguir avançando.
A primeira turnê pelos Estados Unidos foi um marco importante? O que mais surpreendeu vocês na reação do público americano?
TSURUGI:
Quando fomos a Dallas, no Texas, muitas pessoas apareceram no show usando chapéus de cowboy. Isso me deixou muito feliz.
RYUSHIN:
Visitamos muitos lugares pela primeira vez, então estávamos sinceramente preocupados com o público. Mas muitos fãs locais compareceram e cantaram quase todas as nossas músicas. Cada show se tornou uma memória inesquecível.
Depois de se apresentarem pela Europa, América do Norte e Ásia, vocês sentem que o PSYCHIC FEVER já atua como um grupo verdadeiramente global?
KOKORO:
Não quero me dar por satisfeito com onde estamos agora. Sinto fortemente que queremos conhecer ainda mais pessoas em ainda mais lugares. Vamos continuar buscando o que nos define e estou muito motivado a levar nossa música e nossos shows para o mundo inteiro.
WEESA:
Tivemos a sorte de visitar muitos países, mas queremos que nossa música alcance ainda mais pessoas. Quero continuar trabalhando duro para que mais ouvintes ao redor do mundo descubram e se conectem com nossas músicas.
Como a assinatura de um contrato global com a Warner Music Group e a 10K Projects muda a estratégia internacional de vocês?
RYOGA:
Esse contrato global ampliou muito nossa perspectiva e as formas de entregar nossa música. Tanto na produção quanto na divulgação, estamos tomando decisões pensando em um público global. Parece que agora estamos em um ambiente onde podemos realmente testar até onde o PSYCHIC FEVER pode chegar.
JIMMY:
Definitivamente passamos a criar nossa música com uma mentalidade muito mais global. Temos recebido muitas oportunidades de nos apresentar em eventos internacionais e turnês mundiais, e estamos colocando muita energia na produção do próximo álbum para continuar expandindo nossa base de fãs.
O grupo mistura vocais, rap e dança com forte influência do pop dos anos 2000. Como vocês equilibram essas referências com uma identidade atual?
RYOGA:
As melodias marcantes e os grooves do pop dos anos 2000 fazem parte das nossas raízes. Em vez de simplesmente recriá-los, buscamos mesclar essas influências com uma sensibilidade moderna. Acreditamos que sentir nostalgia e frescor ao mesmo tempo é o que torna o PSYCHIC FEVER único.
JIMMY:
Somos muito cuidadosos para não apenas copiar o passado. Queremos que o som carregue claramente a cor do PSYCHIC FEVER. Também nos preocupamos em preservar a individualidade dos sete membros, trabalhando de perto com a equipe em tudo, das letras aos detalhes da performance.
“Just Like Dat feat. JP THE WAVY” teve números expressivos em streaming e no TikTok. Como vocês veem o papel das redes sociais no crescimento do grupo?
TSURUGI:
Por meio das plataformas de streaming e do TikTok, conseguimos nos conectar com pessoas do mundo todo. Acima de tudo, poder nos conectar com fãs do Brasil nos deixa muito felizes. Essas plataformas são extremamente importantes na cena musical atual e ajudam muitas pessoas a descobrirem nossa música.
RYUSHIN:
As redes sociais são essenciais porque permitem que nossa música alcance pessoas que talvez nunca tivessem nos conhecido. Mesmo em lugares onde ainda não conseguimos ir fisicamente, conseguimos nos comunicar com fãs do mundo todo.
O Brasil tem um público muito engajado com o pop e a cultura asiática. Vocês reconhecem essa conexão e têm planos específicos para os fãs brasileiros?
REN:
Recebemos muitos comentários de pessoas do Brasil nas redes sociais, e isso realmente nos dá vontade de visitar o país o quanto antes. Ainda não fomos, mas quero conhecer a cultura e me apresentar para o público brasileiro.
KOKORO:
Vejo muitas reações de fãs do Brasil nas redes sociais, e isso me deixa muito feliz. Reconhecemos o Brasil como um lugar que definitivamente queremos visitar no futuro.
Existe a possibilidade de shows no Brasil ou colaborações com artistas latino-americanos no futuro?
RYOGA:
Com certeza gostaríamos de encarar esse desafio. Somos muito atraídos pela música e pela energia da América Latina, especialmente do Brasil. Somos inspirados por artistas como Anitta, Iza, Jão e Any Gabrielly, e também gostaríamos muito que o DJ Alok fizesse um remix de uma de nossas músicas.
WEESA:
Quero muito me apresentar ao vivo no Brasil. Também escuto bastante artistas latino-americanos e adoraria vivenciar a cena musical local de perto.
Ao completar três anos de carreira, quais foram os maiores aprendizados do PSYCHIC FEVER até agora?
TSURUGI:
Valorizar a si mesmo e expressar quem você realmente é.
RYOGA:
A importância de continuar e de ser um time.
REN:
O palco é onde sentimos que mais brilhamos.
JIMMY:
Nunca desistir.
KOKORO:
A presença dos fãs, o ForEVER.
RYUSHIN:
A importância das conexões.
WEESA:
Aprendi muito com nossas apresentações ao vivo e com o contato com diferentes culturas.
Olhando para o futuro, o que vocês querem que o público global entenda sobre quem é o PSYCHIC FEVER além da música?
KOKORO:
Queremos ser um grupo de sete integrantes que desperte interesse e curiosidade em pessoas do mundo todo.
JIMMY:
Cada um dos sete membros tem uma história diferente, e é isso que dá sentido ao PSYCHIC FEVER. Queremos continuar espalhando energia positiva e encarando novos desafios.