Entrevista | Chase Atlantic – “O trap é o mais popular em todo o planeta”

O trio australiano de trap Chase Atlantic já acumula mais de meio bilhão de streams e se posiciona como um dos nomes mais empolgantes da atualidade. O single mais recente, Ohmami, mostra que Mitchel Cave, Clinton Cave e Christian Anthony não estão dispostos a abrir mão do trap, R&B e o alternativo psicodélico característicos. “É o tipo de música que permite que você se sinta vivo. Ainda, ao mesmo tempo, fornece uma fuga da realidade. Mesmo que seja apenas momentaneamente, você pode sentir o efeito da música persistente em sua mente como drogas audíveis”, comenta a banda. Mitchel, Clinton e Christian conversaram com o Blog n’ Roll, via Zoom, para comentar um pouco sobre a expectativa em torno da volta aos palcos, single novo, além de uma possível vinda ao Brasil. Confira abaixo. Entre este mês e novembro, vocês farão uma turnê grande por Estados Unidos e México. São os primeiros shows pós pandemia? Como está a expectativa de vocês? Christian: Nós fizemos algumas lives, mas essa será a primeira vez que voltaremos a estar em frente ao público. Clinton: Acho que será incrível. Christian: Acho que são dois anos de jornada. Internamente e emocional com alguns lançamentos. Acho que também as pessoas foram reprimidas por dois anos para saírem de novo e fazerem o que sabem de melhor. Mitchel: Também é a hora de eu voltar a ficar em forma (risos). Clinton: Essas pessoas compraram ingressos e elas realmente querem sair e ir no nosso show. Finalmente estamos tocando em espaços com tamanhos decentes para grandes públicos. Estamos com grandes expectativas. No início do ano, vocês divulgaram o álbum Beauty in Death. Ohmami, o último single, é uma prévia de um próximo álbum cheio? Mitchel: Eu não falaria em um novo álbum ainda. Nós acabamos de lançar essas músicas… Está tudo ainda bagunçado. Estamos fazendo as últimas músicas e produzindo tudo sozinhos. É um processo que mostramos. É um sinal que em breve lançaremos mais músicas no futuro, mas não necessariamente um álbum. Christian: tem um single que lançaremos em breve, a gente nunca para. Clinton: Nesse momento estamos em uma onda de focar nos singles. Acho que devemos lançar no máximo um álbum por ano, porque conta uma história. Você faz somente uma tour por ano. Mas nós fazemos tudo sozinhos. O que trouxeram de influência para fazer Ohmami? E o que motivou o Chase Atlantic a escrever essa música? Mitchel: Então, o Christian e nós tivemos a ideia de fazer uma base instrumental latina com influências espanholas. Era para ser uma batida dance hall como uma afrobeat… Mas pensamos que não queríamos apenas colocar isso no som do Chase Atlantic. Portanto, ele (Christian) fez um instrumental incrível e depois trabalhamos mais um pouco… Eu escrevi e nós demos o nome na mesma noite. Nós ligamos para o Chris e mantivemos alguns dos vocais e fizemos umas improvisações na gravação porque achamos que ficou legal. Chris: Eu acidentalmente mudei os vocais e mudei completamente o fluxo. Oh Jesus! Ficou meio caótico. Clinton: Acrescentamos algumas guitarras. Adorei o fato de que a mudança criou uma nova música. Nós temos fãs maravilhosos pelo mundo. É incrível ter fãs no Brasil, em várias regiões, como Sul, Centro e diferentes outros lugares, como na Austrália. Beauty in Death foi gravado em seu home studio. Ohmami marcou o retorno de vocês ao estúdio usual em Los Angeles. Pretendem retornar para ele nas próximas gravações? Chris: Sim, há dois anos temos dois estúdios. Eu acho que o único benefício de diferentes estúdios é que você tem que ir ao trabalho. Agora, a gente não precisa ir a um grande estúdio e gastar dinheiro. Muitos artistas sofrem com a pressão de manter a qualidade e as vendas dos sucessores do primeiro álbum cheio. Isso foi um problema para o Chase Atlantic? Mitchel: O melhor de fazer foi o terceiro álbum, quando Christian e eu já tínhamos experiência. No primeiro, ficamos apavorados pensando no que o público iria achar. Mas, para nós, não pensamos que o primeiro e o segundo álbum foram os melhores. Pensamos no futuro. Nós ficamos mais experientes. Por que o trap ganhou tanta força no mundo? O que você acredita ser essencial nessa popularidade? Mitchel: Começamos a ouvir muito hip hop no começo. Chris: Acho que em 2011 e 2012, as pessoas começaram a ficar enjoadas de ouvir o mesmo tipo de músicas. Tudo parecia igual. Pessoas ficaram desiludidas. Havia um pouco de revolta demonstrada na mídia, era um enorme contraste e as pessoas se voltaram para a música da cultura popular. Acho que definitivamente veio para ficar. Mitchel: Na verdade veio por causa dos nossos produtores. Eles identificam os tipos de público. A gente queria fazer pop music, que era mais divertido, algo mais mainstream, onde a cultura estava naquele ponto. Isso foi antes, quando o rap e o hip hop eram os gêneros mais populares. Aliás, agora o trap é o mais popular em todo o planeta. Chris: Eu que venho da Austrália posso dizer que sempre ouvíamos hip hop nas estações de rádios. Vocês acompanham o cenário musical do Brasil? Chris: Eu gostaria de saber mais sobre o Brasil, mas temos estado muito ocupados. Eu adoraria conhecer mais e colaborar com os artistas brasileiros no futuro. Nós teríamos que ouvir as músicas, tenho certeza que existem artistas fantásticos. Se eu tocasse no Rock In Rio, antes dos shows, eu passaria o dia conhecendo o maior número de músicos brasileiros. O Chase Atlantic já teve shows anunciados no Brasil, mas foram adiados em função da pandemia. Como está a expectativa de vocês para os próximos meses? Chris: Com certeza vamos tocar no Brasil em 2022. O público brasileiro é incrível, sempre ouvimos coisas muito positivas sobre o público daí. É uma plateia muito apaixonada. Por fim, é isso que espero comprovar quando estiver aí. *Entrevista / Tradução por Christina Amorim e Isabela Amorim
Entrevista | Beren Olivia – “Acho fácil escrever sobre as experiências dos outros”

Sensação do pop britânico, a cantora Beren Olivia, de 22 anos, lançou recentemente o seu EP de estreia, Early Hours of The AM. Com cinco canções, incluindo duas novidades que não foram reveladas anteriormente, Beren viu as outras três faixas desse trabalho alcançarem 5 milhões de streams em um ano. Aliás, tal fato chamou a atenção da BBC Radio 1, MTV e outros veículos especializados no Reino Unido. Antes mesmo de iniciar a carreira profissional, Beren Olivia chegou a ser nadadora profissional. Hoje, deixou o esporte de lado, mas assumiu mais uma paixão além da música: quer ser atriz. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Beren Olivia comentou sobre o EP de estreia, início da carreira e os futuros planos. Confira abaixo. Como e quando você iniciou sua carreira na música? Quais artistas que você gosta de ouvir e te inspiram nos seus trabalhos? Sempre tinha música tocando na minha casa. Era uma casa muito barulhenta. Todo mundo cantando o tempo todo. Eu fui criada com artistas como P!nk, Christina Aguilera, Avril Lavigne, Alanis Morissette, Dave Matthews Band. Aliás, meu pai amava Dave Matthews Band. Eu estava constantemente cercada pela música e comecei a compor. Compor foi o que veio antes para mim. Cantar veio depois com um ponto de vista mais confiante. A partir do momento que eu comecei a ganhar mais confiança, cantando na frente das pessoas, poemas começaram a virar canções, peguei uma guitarra para mim e tudo aconteceu. Assim, lancei o meu primeiro álbum. O EP Early Hours of The AM teve um grande impacto no mundo. Como foi para você ter suas músicas com números tão expressivos de streams? É uma loucura! Os fãs estão entrando em contato, me mandando mensagens online… É realmente muito louco como uma música que escrevi no meu quarto com os meus amigos está sendo tocada agora e as pessoas do outro lado do mundo sabem a letra… Isso é a coisa mais maluca. Você era nadadora profissional antes de lançar o teu primeiro EP. O que motivou essa mudança? Eu assisti as Olimpíadas, eu sempre assisto natação… É algo que eu amo. Eu era uma daquelas crianças que falava sim para tudo. Tipo, eu não tinha na minha cabeça fazer apenas uma única coisa pelo resto da minha vida. Então comecei a nadar e uma vez que senti que conquistei tudo o que queria, segui em frente. Amei cada minuto disso… Beren Olivia, sua carreira também teve um momento como atriz, certo? É algo que você pretende explorar mais? Na verdade, o que eu queria era atuar, eu não cantava. Entrei para o musical da escola depois da natação. Após os treinos, eu tinha todo esse tempo livre e não sabia o que fazer porque não tinha que treinar ou fazer qualquer coisa. Então entrei no musical da escola para desenvolver minha carreira de atriz e peguei um papel que me exigia cantar. Aliás, essa foi a primeira vez que cantei na frente de outras pessoas e isso se tornou alguma coisa. Para ser honesta, eu não sabia que podia cantar assim. Então tudo meio que fez sentido e aconteceu naturalmente… Atuar é algo que ainda quero muito. Adoraria estar em filmes. A faixa-título do seu EP fala sobre a sensação de pós término de uma relação. É algo que você vivenciou? É sim.. Tem algo incrível em estar em uma sessão de escrita… encontrei pessoas que agora se tornaram meus amigos mais próximos. Compus essa canção com dois grandes amigos. São pessoas que trabalhei tão de perto e toda vez era como estar em uma sessão de terapia. São pessoas que me entendem completamente. Às vezes, se eu não sei como me expressar com alguma especificamente, eles terminam a frase para mim. E falam perfeitamente. Foi uma experiência incrível. Nem todas as músicas são minhas experiências… Acho fácil escrever sobre as experiências dos outros. Eu não tenho certeza do motivo. Se o meu irmão mais novo me conta algo que ele está passando, meus amigos pelo telefone comigo, eu vou escrever sobre essas experiências também. Meio que vou por todas essas direções. O Reino Unido sempre teve um cenário musical pulsante. Onde você se encaixa nesse mix de gêneros? Essa é uma ótima pergunta. E para ser sincera, sinto que não tem mais gêneros, ou pelo menos como costumava ser. Agora tudo é tão misturado, e eu adoro. Acho que se eu tivesse que colocar um selo nele, seria guitar-pop, pop-punk-guitar-pop. Você aprendeu a tocar guitarra muito nova, aos 13 anos, pretende explorar isso nos seus trabalhos? Ou o objetivo é focar mais nas composições e vocal? Acho que mais tarde… porque me expresso mais facilmente escrevendo e cantando. Acho que a guitarra, eu aprendi a base, então consigo me apoiar quando toco fora, em um café ou outro lugar. Então foi por isso que aprendi a tocar. Queria que você me falasse um pouco sobre como foi trabalhar com a produção do Dylan Bauld. Eu sou uma das maiores fãs da Halsey. Ela é uma das minhas maiores inspirações. E o Dylan trabalhou bastante com a Halsey, fez bastante pela música dela. Então meu empresário conseguiu um horário pelo Zoom para que pudesse falar sobre música com ele, e no fim do papo, implorei para ele produzir meu próximo single. Graças a Deus ele disse sim. Mas deve ter pensando que era uma esquisitona. Aliás, na verdade, eu não o conheci pessoalmente. Foi tudo pelo Facetime e pelo Zoom. Isso é muito louco. Eu, na verdade, vou em novembro para Los Angeles para conhecê-lo pessoalmente. Mas foi ótimo trabalhar com ele. Acho muito raro encontrar pessoas que te entendam musicalmente tão cedo na sua carreira. Eu fui muito sortuda de tê-lo. *Entrevista e tradução por Isabela Amorim e Christina Amorim
Zander e Teco Martins fazem feat inédito e lançam “Algo Que Não Machuque”

A banda Zander lançou mais um capítulo de seu novo disco que chegará às plataformas digitais nos próximos meses. Algo Que Não Machuque está disponível em todas as plataformas digitais. Lançando um single mensal desde o começo do ano, o grupo já mostrou guitarras afiadas e vocais poderosos aliados às participações de nomes como Lucas Silveira (Fresno), Popoto (Raça) e agora nos traz mais um feat. Dessa vez, Gabriel Zander e sua trupe se juntaram a Teco Martins (Rancore, carreira solo, Sala Espacial) e, juntos, os dois aparecem na inédita Algo Que Não Machuque. A canção fala sobre o veganismo, tema comum aos dois músicos, e o faz de forma a estimular o pensamento a respeito do assunto, bem como sobre as consequências do consumo de carne, alimentos de origem animal, impacto ambiental, sociedade e mais. Com um refrão forte, o Zander faz bonito ao estimular uma discussão necessária através de música, vinda com baixos, guitarras e baterias poderosas e um verdadeiro dueto de gigantes aos microfones.
Blake Rose divulga EP de estreia, A World Gone By

O músico e compositor Blake Rose lançou seu EP de estreia, A World Gone By, pela AWAL Recordings. A produção com sete faixas traz singles lançados anteriormente, como Casanova, Movie e Ordinary People, bem como a atual faixa em foco Rollerblades. Falando sobre o novo EP, Blake fez uma revelação. “Meu EP de estreia, A World Gone By, é um projeto de amadurecimento para mim. Ele toca em minhas experiências até agora com a infância, amor, trauma e crescimento na era das mídias sociais. Eu coloco meu coração e alma nisso e espero que gostem”. Aliás, A World Gone By chega junto com um videoclipe oficial de Rollerblades, que foi dirigido por Brent Campanelli e filmado em Veneza. Falando sobre o vídeo, Blake explica que Rollerblades é sobre como nossa digestão atual das mídias sociais pode nos causar uma percepção distorcida e negativa da realidade que não podemos evitar. Em um ano, Blake Rose deixou de se apresentar nas ruas de Perth para virar um dos mais empolgantes artistas dos últimos anos. Ele surgiu aos holofotes em 2019 com sua estreia Hotel Room, que o Spotify divulgou no New Music Friday. Por fim, com a faixa seguinte, Lost, causou ainda mais agitação.
Assista Movimento Contínuo, o novo videoclipe de Os Roucos

Na última quarta-feira (6), Os Roucos, formado por Noel Rouco (guitarra e voz), Rodrigo Luminatti (baixo e voz) e Guto Gonzalez (bateria), lançou o terceiro single, desde a estreia do trio em 2020. Movimento Contínuo traz como uma nova característica, a presença de dois vocais, que deve aparecer com mais frequência no trabalho do grupo. As músicas lançadas anteriormente pela banda, Enlouqueci! e Cat In The Window, eram cantadas apenas por Noel. “Nessa faixa quem assume a maior parte da primeira voz é o Rodrigo, e eu passo a entrar mais a partir do refrão, onde as vozes se alternam. Isso deu uma dinâmica interessantíssima pro som e é algo a ser explorado”, afirma o guitarrista. Noel revela ainda que a faixa carrega influências do rock nacional e do post punk dos anos 80, além do rock alternativo brasileiro dos anos 2000, época em que Noel fazia parte da banda Rock Rocket e Rodrigo da Motores, duas conhecidas da cena independente da capital paulista. “Movimento Contínuo foi inspirada por um sentimento misto de frustração e ansiedade causada pela pandemia, e ao mesmo tempo pela expectativa e necessidade de se reinventar nesse período. É uma música que surgiu da inquietação e reflete também um momento de inspiração e amizade entre os membros”. Movimento Contínuo vem acompanhado de um videoclipe, dirigido por Raul Machado e Yuri Alexei, que mistura diversas referências dos anos 70 e 80. “Dividimos o clipe em 3 figurinos: Um baseado no filme Warriors – Os Selvagens da Noite, que é um clássico da filmografia roqueira underground, misturado com o Laranja Mecânica; o 2º teve como referência o visual de bandas punks dos anos 80, de regatas rasgadas, coletes e cintos com espigão; e o 3º, algo mais anos 80 ‘elegante’, como alguns clipes do Tears For Fears. Achamos que deu uma mistura boa e versátil para a estética do clipe”, conta Luminatti. A faixa foi produzida e masterizada pelo baterista Guto Gonzalez. “Foi a primeira produção para Os Roucos em minha nova casa, o estúdio Canto da Coruja. Por isso, é um marco também para mim”, comemora o músico. Movimento Contínuo fará parte do álbum de estreia da banda, previsto para o primeiro trimestre de 2022.
Feminility, de Pilar, chega às plataformas de streaming; ouça

A cantora Pilar lançou em todas as plataformas digitais o single Feminility. A faixa faz parte do EP Confluir e ganhou sua versão visual no seu mais novo projeto, o Ascenda, esse teatro musical emocionante, e profundo, que contém 19 faixas ao todo. Feminility tem como fio condutor a força feminina, que conecta a rainha do reggae Marina Peralta e Pilar em um misto de salsa e MPB embaladas por metais envolventes, resgatando a ancestralidade latina enaltecendo conquistas femininas. Com letra em espanhol e português, transita pacificamente entre a rivalidade das línguas e traz uma perspectiva internacional de garra e resistência das mulheres que se opõe ao patriarcado, na esperança de juntos construirmos um mundo igualitário e justo independente de gênero. A música é arranjada pelo tecladista Adriano Magoo, mixada pelo multi-ganhador de Grammy Luis Paulo Serafim, e masterizada em L.A. por Brandon Duffey. Distribuído pela Warner Music Brasil desde 26 de julho, o conteúdo está sendo lançado de forma fragmentada. Estruturado em 3 atos, contendo 6, 7 e 6 faixas respectivamente, o projeto terá sua conclusão no dia 12 de outubro. Tendo como cenário a histórica Casa das Caldeiras em São Paulo, ao longo de três atos, Pilar percorre um jornada pessoal e universal, que se inicia com a tentativa de pertencimento, passa pela desconstrução de valores para culminar com o reencontro de sua essência. O roteiro foi idealizado pela própria cantora e co-escrito em parceria com a diretora Alice Hellmann, já a direção de fotografia recebeu o olhar lúdico de Felipe Morozini, drama luminoso por Oliveira Azul, animações e conteúdos visuais pela VJ Grazzi, captação e edição Libérta Films.
Liam Gallagher anuncia álbum C’mon You Know e show gigante em Knebworth

Liam Gallagher anunciou seu terceiro álbum solo C’mon You Know e um retorno grandioso a Knebworth em 2022. Até o momento só a capa do disco foi revelada. Um single deve ser liberado em breve. Contudo, o novo registro em estúdio só chega em 27 de maio de 2022. Em entrevista ao The Chris Moyles Show, Liam Gallagher falou sobre as faixas favoritas dele no álbum. “O próximo single se chamará Better Days e é cheio de sol. E depois tem outro, I Wish I Had More Power, e é dedicado a Noel. Sim, é uma musiquinha atrevida, mas é adorável”. O ex-vocalista do Oasis se apresentará em Knebworth no próximo ano para comemorar o 25º aniversário dos shows ao ar livre marcantes do Oasis, em agosto de 1996. Aliás, as apresentações foram tema de documentário lançado recentemente nos cinemas e no Paramount+. Em resumo, será o maior show solo de sua carreira, no Knebworth Park, em 4 de junho de 2022, com ingressos programados para começarem a ser vendidos às 10h da próxima sexta-feira (8). Aliás, Kasabian, Michael Kiwanuka, Fat White Family e Goat Girl também tocarão no mesmo dia. “Estou ansioso para anunciar que em 4 de junho de 2022 tocarei em Knebworth Park”, disse Gallagher em um comunicado sobre o show. “Vai ser bíblico. C’mon You Know. LG x ”
My Universe, parceria do Coldplay com o BTS, ganha videoclipe moderninho

O Coldplay divulgou nesta quinta-feira (30) o videoclipe para o recém-lançado single My Universe, colaboração com os sul-coreanos do BTS. Conduzido pelo renomado diretor Dave Meyers – que também assinou a direção do clipe de Higher Power, primeiro single do próximo álbum dos ingleses, o vídeo de My Universe se passa na distante galáxia de Spheres onde a música é proibida, mas, BTS, Coldplay e um super grupo de alienígenas, chamados Supernova 7, se unem por meio de um holograma para desafiar esta proibição. A canção faz parte do novo álbum do Coldplay, Music Of The Spheres, que chega em 15 de outubro em todas as plataformas digitais e também no formato físico. A pré-venda já está disponível. Desde a sexta-feira em que foi lançada, My Universe já atingiu a marca de 100 milhões de streams e escalou charts de venda e de transmissão por todo o mundo. Apenas no Brasil, são mais de 3 milhões de plays na faixa contabilizados em todas as plataformas digitais. Além de My Universe e Higher Power, o Coldplay também revelou outro single, Coloratura. Descrita no recente anúncio de lançamento do álbum da banda como uma faixa maior que um single, a faixa é uma emocionante e épica jornada espacial, da qual constam nomes ligados a esse universo que vão desde Galileu a Oumuamua e Betelgeuse.
Lifeforms quebra hiato de sete anos sem inéditas do Angels & Airwaves

Depois de sete anos, o Angels & Airwaves está de volta com álbum novo de estúdio. Lifeforms chegou ao streaming na última sexta-feira (24). São dez faixas que abordam relações interpessoais em sons fortemente influenciados por artistas dos anos 1980. O disco abre com Timebomb, canção que Tom DeLonge disse, em comunicado à imprensa, ser especial “porque representa o equivalente emocional de um dispositivo armado prestes a explodir”. “Acho que todos podem se identificar com a pressão da vida que está pesando sobre o coração de um jovem adolescente”. Aliás, sobre o álbum, DeLonge considera Lifeforms o resultado de um longo processo de concretização de sua visão artística. “Levei muito tempo para apresentar minha arte da maneira que imaginava há mais de uma década. O Lifeforms é a primeira parte do que eu vi que poderia ser possível então”. Anteriormente, o Angels & Airwaves compartilhou outros quatro singles: Euphoria, Restless Souls, Losing My Mind e Spellbound. Em resumo, Lifeforms é o sexto álbum da carreira da banda do ex-vocalista e guitarrista do blink-182. Ademais, chega sete anos após The Dream Walker, lançado em 2014. Turnê Lifeforms pelos EUA Por fim, o Angels & Airwaves inicia uma turnê nesta quarta-feira (29), pelos Estados Unidos. Posteriormente, em 2022, embarca para a Europa. Confira as datas abaixo. 09/29 – Riverside, CA @ Riverside Municipal Auditorium 09/30 – San Fransisco, CA @ The Warfield 10/02 – Troutdale, OR @ Edgefield Concerts 10/03 – Seattle, WA @ Showbox SoDo 10/05 – Salt Lake City, UT @ The Union Event Center 10/06 – Denver, CO @ Fillmore Auditorium 10/08 – Minneapolis, MN @ Skyway Theatre 10/09 – Chicago, IL @ Radius Chicago 10/10 – Detroit, MI @ The Fillmore Detroit 10/12 – Newport, KY @ PromoWest Pavilion at Ovation 10/13 – Nashville, TN @ Marathon Music Works 10/15 – Oxon Hill, MD @ The Theatre at MGM National Harbor 10/17 – Sayreville, NJ @ Starland Ballroom 10/19 – Philadelphia, PA @ Franklin Music Hall 10/20 – Boston, MA @ House Of Blues Boston 10/22 – Pittsburgh, PA @ Stage AE 10/23 – New York City, NY @ Hammerstein Ballroom 10/24 – Norfolk, VA @ The Norva 10/26 – St. Petersburg, FL @ Jannus Live 10/27 – Orlando, FL @ Hard Rock Live 10/28 – Atlanta, GA @ Tabernacle 10/30 – Dallas, TX @ South Side Ballroom 10/31 – Austin, TX @ ACL Live at The Moody Theatre 11/01 – Houston, TX @ House of Blues Houston 11/03 – Phoenix, AZ @ The Van Buren 11/05 – Los Angeles, CA @ Hollywood Palladium 11/06 – Los Angeles, CA @ Hollywood Palladium 11/07 – San Diego, CA @ SOMA Europa 3/10/22 – Leeds, UK @O2 Academy Leeds 3/11/22 – Birmingham, UK @ O2 Academy Birmingham 3/12/22 – Manchester, UK @ Manchester Academy 3/13/22 – Glasgow, UK @ 02 Academy 3/15/22 – Nottingham, UK @ Rock City 3/16/22 – Bristol, UK @ O2 Academy Bristol 3/17/22 – London, UK @ O2 Forum Kentish Town 3/18/22 – London, UK @ O2 Forum Kentish Town 3/20/22 – Paris, FR @ Trianon 3/22/22 – Munich, GM @ TONHALLE 3/23/22 – Berlin, GM @ Huxleys Neue Welt 3/25/22 – Köln, GM @ E-Werk 3/27/22 – Hannover, GM @ Capitol Hannover