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Com o SQUID, os usuários podem acompanhar notícias em seus smartphones sobre as categorias que acham interessantes. É possível escolher notícias de todos os tipos de tópicos, como política, economia, últimas notícias ou entretenimento. Os leitores do Blog N’ Roll, por exemplo, podem escolher a categoria “Filmes e Música” para ler nossas notícias. Os tópicos sempre podem ser selecionados para aparecer na tela principal do usuário. O aplicativo coleta as últimas notícias de um grande número de fontes de notícias e as exibe na página inicial de notícias do usuário. Dessa forma, os usuários do SQUID sempre têm uma visão geral das últimas notícias no bolso. Além de acompanhar as notícias, os usuários do SQUID também podem compartilhar artigos com seus amigos e personalizá-los com desenhos ou adesivos digitais. Dessa forma, eles se tornam seu próprio editor. O SQUID pode ser baixado gratuitamente na App Store, Google Play Store e Huawei AppGallery. SQUID App é fornecedor de notícias nos smartphones Huawei O SQUID é parceiro de conteúdo para o feed de notícias no Assistant e Navegador Huawei em todos os países da América Latina. Os usuários irão receber um feed com notícias de vários tópicos e fontes diferentes. O Navegador Huawei e Assistant Huawei já estão disponíveis para download na Huawei AppGallery. “Estamos muito entusiasmados pelo fato da Huawei nos ter escolhido como parceiros para oferecer aos seus usuários conteúdo de notícias mais interessantes. Nosso objetivo é inspirar a geração de Millennials a ler um jornalismo de maior qualidade e, ao mesmo, tempo ajudando os editores a direcionar mais tráfego para suas plataformas digitais e também mais receita”. Johan Othelius, CEO & Fundador do SQUID App O objetivo do SQUID App é oferecer aos Millennials um acesso amigável e interessante a um conteúdo de notícias relevante, disponível em 29 idiomas e com fontes confiáveis.
Entrevista | Charlie Starr (Blackberry Smoke) – “O sul que eu cresci tem uma bela cultura”

A região Sul dos Estados Unidos historicamente é lembrada pelo modelo da grande propriedade de terras e da monocultura. Ao contrário do que vigorou no Norte, o trabalho escravo com negros prevaleceu por lá. E isso explica muito da desigualdade presente na terra de republicanos e democratas até hoje. No entanto, a música sempre foi um fator muito positivo. O Blackberry Smoke chama a atenção para isso com o recém lançado álbum You Hear Georgia. Celebrando seu vigésimo aniversário como grupo este ano, Blackberry Smoke continua a incorporar o rico legado musical da Geórgia com sua nova gravação, honrando o povo, os lugares e os sons de seu estado natal. Com a parceria do produtor Dave Cobb (Chris Stapleton), amigo de Geórgia, You Hear Georgia faz homenagem ao profundo respeito da banda por suas raízes. “Não é muito sobre amar a Georgia, mas sobre a opinião que as pessoas têm de quem é do Sul dos EUA. É uma música feita para que as pessoas nos entendam. Nós amamos Georgia, tanto que nunca pensamos em mudar para Los Angeles ou Nova York. O Sul que cresci tem uma bela cultura, ótimas música, uma comida muito boa e pessoas incríveis”, comenta o vocalista e guitarrista Charlie Starr. “Não julgue um livro pela capa. Você não pode acreditar em tudo que lê. Essa é a mensagem da música”. Charlie Starr, vocalista e guitarrista do Blackberry Smoke Sem problemas com rótulos Questionado se o rótulo de southern rock incomoda, Starr disse não ter problemas em receber rótulos. “Eu não acho que isso nos incomode. Poder colocar rótulos nas coisas parece deixar as pessoas mais confortáveis para entender conceitos. Isso não incomoda a gente, ainda mais se as pessoas nos colocam como uma banda de southern rock por sermos livres. Porque todas as bandas do Sul, dos anos 1970, eram completamente diferentes, mas sempre livres em seus estilos”. O vocalista conta que o álbum é “sobre a vida”. Starr cita o single Ain’t The Same como uma das histórias marcantes transformadas em canções. “Essa é muito especial. É inspirada em um amigo meu que sofre de estresse pós-traumático. Ele passou por coisas muito difíceis, e isso me fez refletir sobre como ele enfrentou os problemas. E eu sei que muitas pessoas passam por isso, mas não conseguem ajuda e precisam tentar lidar sozinhos com os problemas. Ainda bem que existem muitas organizações que ajudam soldados que sofrem com isso. Foi daí que veio a ideia da música”. Diferentemente de muitas bandas, o Blackberry Smoke não teve grandes empecilhos para manter a produção intacta durante a pandemia. “Nós decidimos gravar em um local onde todos fossem se sentir confortáveis. E fizemos isso em um estúdio em Nashville. Foi bem tranquilo manter o distanciamento um do outro”. Sem Brasil, mas com shows nos EUA Agora, com a situação da pandemia já controlada no país, Starr celebra a possibilidade de excursionar pelos Estados Unidos. “Isso vai ser um desafio, mas nós temos feito shows. Estamos tocando em diversos estados dos EUA que já estão liberados. Muitas pessoas estão sendo vacinadas, os números estão caindo, e os públicos vão aumentando”. Starr, que cita Exile On Main St, do Rolling Stones, Physical Graffiti, do Led Zeppelin, e Rocks, do Aerosmith, como os grandes álbuns de sua vida, afirma que gosta de ir atrás de artistas novos. “Gosto bastante das novas coisas, mas não curto pop. Um dos artistas que costumo ouvir é Jason Isbell. É difícil dizer, porque tem muita música nova que não me chama atenção, mas meus filhos adoram. Eu amo música boa”. Muito mais do que uma banda de rock, o Blackberry Smoke também mantém uma pegada social ao longo da carreira. Em resumo, a banda arrecadou cerca de US$500 mil em prol de pesquisas sobre câncer infantil. “É importante ajudar quando se pode, não importa quem você seja. Nos encontramos em uma posição em que podemos ajudar. Tem uma organização de caridade que nós ajudamos, que trabalha com pesquisa para cuidar de crianças com câncer. A ideia veio de um membro da banda, que enfrentou uma situação dessas com a filha. E todos da banda entenderam que era uma boa causa, então passamos a doar o dinheiro que ganhamos com nosso meet and greet ao longo dos anos para essa instituição”. *Entrevista, transcrição e texto por Caíque Stiva e Lucas Krempel
Monstro Discos lança crowdfunding para viabilizar festival online

Impossibilitada há mais de 400 dias de promover eventos como o Goiânia Noise Festival ou o mensal Cidade Rock, em decorrência da pandemia, a Monstro Discos resolveu apostar num financiamento coletivo para viabilizar um festival online. O Goiânia Rock City 2021 será entre os dias 16 e 18 de julho. Em resumo, reunirá cerca de 12 bandas em shows transmitidos ao vivo, direto do Martim Cererê. O objetivo é manter a cena rock viva e ainda ajudar os artistas e fornecedores, bem como dar diversão ao público. O evento marca ainda o lançamento de mais uma edição da coletânea Goiânia Rock City, que a gravadora goiana tem lançado desde 2005. Dessa vez a compilação reúne 14 bandas goianas. Entre elas estão Black Drawing Chalks, Riso do Abismo, Desert Crows, Bad Distortion, Blowdrivers, Rural Killers e Burning Rage. Aliás, a grande novidade é também o formato dessa edição. Em suma, vem em uma charmosa e clássica fita K7, que tem voltado a despertar interesse entre os amantes de música. Histórico do Goiânia Rock City O projeto Goiânia Rock City, da Monstro Discos, começou em 2005. Na época, o selo lançou um CD que apresentava Réu e Condenado, Valentina, The Rockefellers, Vó Delmira, Shakemakers, Seven, Johnny Suxxx e Sangue Seco. Logo depois, em 2008, saiu a segunda edição da coletânea com Black Drawing Chalks, Bang Bang Babies, Hellbenders, Diego de Moraes, Motherfish, Mugo, Señores. Posteriormente, a terceira edição (2015) trouxe The Galo Power, Dry, Cherry Devil, Space Truck, Two Wolves, Damn Stoned Birds e Off a Cliff. Por fim, a quarta edição da coletânea Goiânia Rock City foi lançada em 2019, em dois CDs que reuniram 23 bandas goianas, como Rural Killers, Desert Crows, Gregor, Cabaré de Eliete, Quandefé, GASP, Melodizzy, Bad Distortion, Distorce, Blowdrivers, Black Lines, União Clandestina e muito mais. Para contribuir com a produção do festival e ainda ganhar brindes como fita K7, camisetas ou CDs das edições passadas da coletânea, basta acessar o link do Catarse e escolher o valor da sua doação.
Chal revitaliza seu rock rural com a música Sinto Muito

Como uma grande e gentil árvore que observa preocupada o concreto e as máquinas tomar espaço do verde dos campos, sem qualquer permissão e respeito, o músico goiano de rock rural Chal pondera a felicidade por um instante em Sinto Muito, canção inédita que chega às plataformas digitais via Toca Discos. Em resumo, Sinto Muito, produzida por Felipe Rodarte na Toca do Bandido, é uma reflexão sóbria e poética sobre a aspereza de um Brasil mal ajustado, cambaleante entre sua pluralidade e riquezas, não raramente sufocadas pelo retrocesso. Nesta canção, Chal aposta na cadência do violão folk rock e órgãos psicodélicos ao fundo. As expressivas vocalizações de seu canto potente tem desde o lamento do blues até a carga emotiva do cancioneiro popular brasileiro. Contudo, uma música em que cada palavra importa e escancara uma urgência por tempos melhores. Afinal, é uma composição de muitas verdades para Chal, que traz memórias afetivas a Sinto Muito que também aborda sobre o contraste do campo e da metrópole. Rememora os tempos de garoto, quando viajava de ônibus pelo interior de Goiás a Brasília, e via, de ponta a ponta, a capital federal e as cidades satélites crescerem sem preocupação com o meio ambiente, tamanho o desmatamento dos campos para emergir metrópoles. E ecoa uma frase dita pelo seu pai, a qual Chal usa como um mantra: “Só vou morrer quando plantar um milhão de árvores”. O Céu Sobre a Cabeça ecoa O produtor Rodarte comenta sobre Sinto Muito. “Mostra Chal mais simples numa música com produção menos rebuscada para, propositalmente, soar direta”. A canção teve direção artística de Constança Scofield. Aliás, Sinto Muito é a primeira de três faixas de Chal lança uma a uma ao longo deste ano. Em suma, são faixas remanescentes do último álbum, O Céu Sobre a Cabeça, indicado ao Grammy Latino em Melhor álbum de Rock ou música alternativa em 2019. Chal na HBO Não aprendi dizer adeus, versão de Chal para a música de Leandro e Leonardo, está confirmada na trilha sonora da série nacional Os Ausentes. A produção estreia em julho na HBO Max. A voz de Chal na teledramaturgia não é novidade. Anteriormente, em 2018, A vida continua foi tema dos personagens Nicolau e Adriana na novela O Outro Lado do Paraíso (Rede Globo). Posteriormente, Foi tudo culpa do Amor (composição de Odair José) esteve na trilha sonora da série Rotas do Ódio (Universal TV). Enquanto as músicas Sabiá e Paraíso tocaram no Tempo da Terra (programa sobre biomas conduzido por Leonardo Boff) do Canal Futura.
Velhas Virgens lança versão punk rock de Chico Buarque

O Velhas Virgens lançou uma regravação de uma canção de Chico Buarque de 1974 cheia de lendas ao seu redor. Jorge Maravilha foi gravada pelas Velhas em 1998, para o CD Sr Sucesso (lançado em 1999, nas bancas), mas acabou não entrando no disco. Então, o grupo recuperou a canção, remasterizou e, enfim, lançou. O que era um samba-rock na voz do Chico virou um punk rock cheio de guitarras com as Velhas. “A história da música já merecia um filme. Chico Buarque, para escapar da censura, assume o pseudônimo de Julinho da Adelaide, manda a letra da música, entre vários versos românticos, para a Polícia Federal. Com a aprovação e sem a obrigação de gravar tudo o que foi aprovado, escolheu o que queria da letra e, em 1974, saiu no projeto de Jads Macalé intitulado Banquete dos Mendigos, gravado no concerto em homenagem aos 25 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, justifica a banda. Alguns acreditavam que a música teria sido feita para filha do ex-presidente General Geisel por causa do verso “você não gosta de mim, mas sua filha gosta”. Chico, no entanto, deu sua versão dos fatos. “Aconteceu de eu ser detido por agentes de segurança (do Dops), e no elevador o cara pedir autógrafo para a filha dele. Claro que não era o delegado, mas aquele contínuo de delegado”. Versão bem própria Histórias a parte, a música virou um rock na versão das Velhas Virgens com interpretação bem pessoal e muito humor. Hoje sabemos que cometemos alguns erros na letra da música, mas acho que o Chico há de nos perdoar, no final dos anos 1980 não era tão fácil achar as letras corretas. Paulão, entretanto, insiste que não errou e sim mudou de propósito algumas palavras da letra original só para poder alardear que fez uma letra em parceria com Chico Buarque. E durma-se com um barulho destes. Os vocais agressivos e cheios de sarcasmos de Paulão de Carvalho dão o tom da música enquanto as guitarras fazem uma parede sonora punk rock. A batera e baixo fazem uma cozinha de linhas bem definidas, indo direto ao ponto. Um rock sem firulas, pra bater cabeça, que termina com uma citação ao AC/DC.
Trio stoner carioca Muladhara estreia com o EP Bender

O trio stoner carioca Muladhara acaba de lançar o EP de estreia, Bender, com quatro faixas potentes que intercalam densas viagens instrumentais com vocais potentes. O EP contém o single Pangea, já antecipado pela Abraxas em abril, além de três faixas ainda inéditas do grupo. Aliás, todas as músicas foram gravadas ao vivo no estúdio ForestLab, no Rio de Janeiro, com o produtor Lisciel Franco. Todavia, o trabalho contou com a ajuda de equipamentos que o próprio Lisciel construiu à mão. Tendo começado como uma banda instrumental, as jams são as principais fontes de criação da Muladhara. A faixa de abertura, Bender of the Spine, retrata bem essa transição da banda para a inclusão das vozes sobre as camadas instrumentais criadas. “De um riff que surgiu no sonho [do Chico (guitarrista)], surgiram muitas ideias diferentes e fomos montando o ‘quebra-cabeça’, que deu espaço pra uma melodia de voz depois de muito instrumental pesado e progressivo. A letra da música surgiu depois que pensamos no nome. A ideia do nome Bender of the Spine veio da intenção que sentíamos no instrumental, um som pesado capaz de dobrar a coluna”, contam. Ademais, o Muladhara conta com Francisco Carvalho, Daniel Blanco e Maezaka na formação. Aliás, traz na bagagem a abertura do show da banda sueca Asteroid no Rio de Janeiro, em dezembro de 2019.
Nightwish apresenta experiência inédita para divulgar novo álbum

A banda finlandesa Nightwish está prestes a dar início a Human. :II: Nature. – World Tour, com uma super experiência interativa intitulada An Evening with Nightwish In a Virtual World, que acontece na sexta-feira (28) e sábado (29). Em resumo, o grupo se apresentará em uma taverna chamada The Islanders Arms, construída em um mundo virtual por duas noites. Em ambas as ocasiões, os fãs experimentarão uma performance inesquecível, conferindo, com exclusividade, as principais músicas do último álbum Human. :II: Nature. pela primeira vez ao vivo. Esses dois shows terão seus próprios setlists ligeiramente diferenciados. Para aguçar ainda mais a curiosidade do público, os músicos lançaram recentemente dois teasers revelando um pouco dessa experiência. Os ingressos e pacotes VIPs continuam à venda no site do Nightwish. O pacote VIP inclui uma sessão virtual com baixista escolhido para a Human. :II: Nature. tour, entre outras vantagens. A identidade do músico será revelada na sessão virtual ao vivo incluída no pacote VIP na sexta-feira. Serviço Sexta-feira, 28 de maio – Europa: 8pm CEST / 7pm BST – duração aproximada: 90min. Os eventos ao vivo acontecerão via Burst. A gravação do show ficará disponível até 48 horas após o evento para todos os portadores de ingressos. Sábado, 29 de maio: América do Norte e Sul: 8pm ET (UTC-4) / 5pm PT (UTC -7) / 9pm BRT (UTC-3) / 7pm CST (UTC -5) /Europa: Domingo, dia de maio – 2am CEST / 1am BST – duração aproximada: 90min. Os eventos ao vivo acontecerão via Burst. A gravação do show ficará disponível até 48 horas após o evento para todos os portadores de ingressos. Preços por noite a partir de 35 € (+ taxa de conveniência 1 €) inclui direito a assistir ao show de sexta-feira ou sábado gravação do show ficará disponível até 48h após o término da apresentação Ingresso para as duas noites a partir de 45 € (+ taxa de conveniência 1 €) inclui direito de assistir aos dois shows gravação do show ficará disponível até 48h após o término da apresentação VIP World a partir de 79 € (+ taxa de conveniência 1 €) inclui ingresso para os shows, sessão virtual com o baixista da Human. :II: Nature. Tour antes da apresentação. inclui direito de assistir os dois shows gravação do show ficará disponível até 48h após o término da apresentação para clientes de todo o Mundo VIP World upgrade a partir de 49 € (+ taxa de conveniência 1 €) inclui sessão virtual com baixista da Human. :II: Nature. Tour antes da apresentação ingresso para o show deve ser adquirido separadamente para clientes de todo o Mundo
Dejair Benjamim, fundador Tchandala, lança EP solo No Rio dos Siris

Inquieto musicalmente. É assim que se define Dejair Benjamim, vocalista e fundador da banda de heavy metal Tchandala. Natural de Sergipe, ela decidiu fundir a música e a história do estado em seu primeiro trabalho solo, o Benjamim Saga. Aliás, o lançamento de No Rio dos Siris nasceu de uma conversa com o amigo e doutor em História, Hermeson Pidele. As quatro músicas do EP falam do encontro entre europeus portugueses e indígenas autóctones no Novo Mundo, no território no qual hoje localiza-se o estado de Sergipe, bem como a vida dos habitantes originais, o contato após a chegada dos europeus e seus desdobramentos e a guerra que se sucedeu, que resultou no extermínio dos grupos indígenas. O nome da obra é baseado na nomenclatura de Sergipe, que é originado da antiga língua tupi através da junção das palavras siri (siri), ‘y (rio) e pe (em), que significa “No Rio dos Siris”, referindo-se ao Rio Sergipe. Lançado pelo selo Preá Records, o EP conta com quatro músicas: Serigy, A Palavra e a Espada, Pacto de Sangue e O Retorno. Colaboraram ainda Cuper, Deo Miranda e Tchandala. “Sou um admirador e curioso da história de Sergipe e a música é um dos mais poderosos veículos de aprendizado que existe. Então, por que não fundir tudo isso?” explica o músico. Ademais, com referências dentro do rock e do heavy metal, passando por vertentes do thrash, hard rock, death metal, o projeto tem uma banda exclusiva para este EP. Em resumo, Dejair Benjamim no vocal, o guitarrista/produtor Marcos Cupertino, além do guitarrista Rafael Moraes e o violeiro Deo Miranda.
Acidental estreia com álbum introspectivo; ouça!

Objetos Arremessados Pela Janela, álbum de estreia da banda Acidental, já está entre nós. Em resumo, o disco traz nove belas e introspectivas canções sobre a vida e nosso percurso na terra. Aliás, o trabalho chega ao mundo via Hearts Bleed Blue (HBB) em disco de vinil, CD e também nas principais plataformas digitais. O vocalista e guitarrista da banda, Alexandre Machado, é impossível falar deste trabalho sem mencionar Paulo Senoni, produtor do disco. “O Paulo fez as músicas chegarem bem mais longe, transformou canções que poderiam passar despercebidas em obras que me representam como um todo. A gente fez as gravações sem seguir uma referência, seguindo as nossas próprias ideias. Acredito realmente que fizemos um grande trabalho”. Antes mesmo do lançamento, o Acidental já havia divulgado dois videoclipes deste álbum. O primeiro, dirigido por Gil Gonçalves, foi de uma versão de Mesmo Que Mude, dos gaúchos da Bidê ou Balde, que contou com cenas cotidianas emotivas. Enquanto o segundo vídeo foi do single inédito E agora eu preciso, que contou com uma produção cinematográfica assinada pelo diretor Cleverson Cassanelli. O álbum, que traz influências que vão de Clube da Esquina e Guilherme Arantes a Kent e Flaming Lips, conta com a participação dos músicos Joe Gomes (ex-Pitty) e Luiz Gadelha (Talma & Gadelha) na faixa Nada Demais e Deny Bonfante (Perpetual Dreams) em Palíndromo.