daBossa, duo formado por Danilo Cutrim e Jean Charnaux, lança o single “Dilúvio”

Depois da tempestade, sempre vem a bonança, já diria o ditado popular. E é esse sentimento de esperança que o duo daBossa pretende despertar no público com o lançamento do single Dilúvio. Aliás, o som já está em todas as plataformas de streaming. Com tom intimista e melancólico, no formato voz e violão, Danilo Cutrim e Jean Charnaux apresentam uma canção que, da melodia à poesia dos acordes, proporciona um alívio não só aos ouvidos, mas para a mente de quem escuta. “No ano passado eu estava em casa, meio deprê com a situação toda. Muita gente morrendo de covid-19, queimadas no Pantanal, um prognóstico sombrio. Então peguei o violão e comecei a fazer a primeira parte da melodia. Mostrei para o Jean e, no intervalo de 15 a 20 minutos, ele já estava na minha casa com o violão tocando a primeira parte. A gente se sentou e começou a fazer a letra juntos. É uma música triste, mas que traz esperança” , comenta Danilo. “Eu sugeri que a música fosse gravada no formato voz e violão porque acredito que ela assim revela um tom intimista e mais sincero, ainda mais nesse momento difícil que estamos passando. A gente se encontrou para compor e tudo fluiu de imediato. O Danilo colocou a personalidade dele na música e eu também coloquei a minha, no violão. Acho que essa transição em conjunto é muito prazerosa. A letra colore bem esse momento, bem sugestiva, aberta. Ela possibilita muitas interpretações”, completa Jean. O daBossa Em resumo, o projeto daBossa foi criado em 2019 pelo cantor, compositor e guitarrista Danilo Cutrim, ex-integrante da banda de rock Forfun e ainda em atividade com o trio Braza, e Jean Charnaux, compositor, instrumentista e arranjador, que já se apresentou ao lado de João Bosco, Fátima Guedes, Leila Pinheiro, Zé Paulo Becker entre outros. A conexão musical e a sintonia entre as personalidades dos músicos sempre foram tão fortes, que, assim como um processo natural e inevitável, passaram a compor juntos quase que diariamente. Todavia, em menos de um mês, produziram e gravaram, Um Dois, o álbum de estreia, ainda em 2019. 2021 já começou com o planejamento de diversos singles ao longo do ano, unindo todo background da dupla e suas diferentes bagagens. O primeiro deles, Dilúvio, dá a largada reafirmando a proposta do daBossa de misturar samba e bossa nova, reflexão com celebração.

Revelação do R&B, Maggioli lança primeiro single autoral “Após”

Se tem clima melhor do que um belo romance para o feriado prolongado, ainda não conhecemos! Mas Maggioli já garantiu a trilha sonora para todos os apaixonados. Em resumo, a cantora e compositora de apenas 22 anos, divulgou seu primeiro single inédito, Após. Maggioli dá o pontapé em sua carreira musical com muita atitude e uma voz doce que conquista ao mesmo tempo que impacta pela potência. Após é o início de sua identidade musical com letra romântica e melodia inspirada no R&B clássico dos Estados Unidos. “A letra eu fiz no meio de um relacionamento, estava inspirada e me peguei escrevendo sobre isso, sobre o que estava sentindo. Pela força que eu acredito que a letra tenha, Após é simples, não é construída dentro de uma superprodução melódica com vários elementos, o que também é um diferencial do som que vem sendo produzido no mercado hoje, sabe? A proposta foi que a música fosse simples, mas sem deixar de ser eficiente no seu papel de atingir as pessoas”, conta Maggi, como já foi apelidada. O clipe engloba perfeitamente esse conceito minimalista. O jogo de câmeras mostra a cantora descobrindo o amor de forma pura e natural, tão natural que seu par romântico é seu próprio namorado, combinação que garante beijos apaixonados e verdadeiros. Quem é Maggioli Nasceu Amanda, mas floresceu Maggi. Essa é a melhor forma de descrever a artista forte, doce, imponente e delicada que é Maggioli. O início de seu contato com a música é bem comum: a igreja. Amanda se apaixonou pelas levadas de soul, blues, jazz, R&B, neo-soul- gêneros que embasaram o gospel norte americano-, mas foi Maggioli que fez dessas referências uma sonoridade única. Com apenas 13 anos, a paulistana já mostrou seu talento com violão. De lá para cá foi uma verdadeira autodidata, entendeu seus alcances vocais, seus tons confortáveis e a melhor forma de dar vida e voz às canções que escreve. Seu estilo musical? Não resta dúvidas, ela veio tomar seu lugar no R&B brasileiro que, apesar de estar se desenvolvendo, ainda sente carência de uma representante. Tendo como referência as grandes divas como Alicia Keys, Beyoncé, Mariah Carey, Maggi tem muita voz, emoção e atitude para mostrar nas canções e palcos. Agora, Amanda, de 22 anos, dá lugar de vez para Maggioli e se prepara para iniciar verdadeiramente a sua carreira na música. Posteriormente, ele virá com lançamentos em junho e julho.

Steven Wilson libera remix de “Personal Shopper”, feito por Nile Rodgers

Personal Shopper é um tour de Elton John pela música eletrônica. A faixa é o coração do sexto álbum de Steven Wilson. Agora, o single foi remixado pelo poderoso Nile Rodgers, que adiciona uma guitarra rítmica e acrescenta formas completamente novas na faixa, combinando com facilidade o estilo de Nova York com o electro-pop europeu. Steven Wilson falou sobre a música. “Você provavelmente vai poder dizer, pelo Personal Shopper, que eu cresci ouvindo muita música disco, incluindo as clássicas obras-primas do Chic. Então, é uma emoção absoluta ter Nile carimbando meu som de maneira lendária”. Aliás, a versão original de Personal Shopper está no repertório do álbum The Future Bites, lançado com grande aclamação em janeiro deste ano. Todavia, a segunda série de podcasts de Steven Wilson e Tim Bowness, The Album Years, está atualmente disponível em todos os serviços de streaming. Em resumo, cada episódio revisita um ano diferente e fala dos lançamentos dos álbuns que ajudaram a moldar os hábitos de escuta de Steven e Tim. Como diz o slogan, “a música é finita, as opiniões são infinitas”.

Caverjets pede impeachment do boçal e do general em Genocidas

Contra tudo e todos no que diz respeito ao descaso do governo federal ante à pandemia da covid-19, o Caverjets tem a resposta em Genocidas. Em síntese, derrubar os dois figurões boçais da presidência. Com rock n’ roll e verve do punk, a banda carioca entrega mais uma música política e divertida. Aliás, é o quinto single do disco O Manifesto Caverjetico. Em resumo, Genocidas é repleta de frases irônicas e de críticas escancaradas contra um Brasil desgovernado e isolado de todo o mundo por mazelas políticas. Xandão do Rock, o vocalista e baixista, comenta sobre a Genocidas. “A música é uma crítica a tudo que está ocorrendo no Brasil e à própria eficácia do mecanismo constitucional do impeachment, pois, ocorrendo esse, vamos trocar um genocida por outro. Bolsonaro, o genocida boçal, pelo Mourão, o genocida general”. Se a letra é inspirada na “história da humanidade”, a sonoridade de Genocidas, todavia, tem arranjos inspirados em Ratos de Porão, Surra, Brujeria e nos clássicos Black Flag e Sex Pistols. “Tentamos nos prender nos fundamentos do punk rock em termos de arranjo por ser uma música de protesto contra o regime fascista que estamos vivendo”, destaca o vocalista. Aliás, a postura política da Caverjets é bastante clara: esquerda libertaria, antiproibicionista e contra o conservadorismo da teocracia que está se instalando na nação. “O que expressamos através de nossas músicas é que todos têm direito à liberdade. E o papel do Estado é de garantir e não restringir, como acontece na nossa nação corrompida”.

Discografia Municipal: Fairy Tales, do Harry

No quinto episódio da nossa série, Mari Rodrigues e Wladimyr Cruz falam com Roberto Verta, nome forte do showbiz major brasileiro, mas que aqui assume a persona de produtor e tecladista do Harry, um dos grupos mais avant-garde que Santos já pariu. Em resumo, Wlad e Mari conversam com Verta sobre Fairy Tales, álbum full do Harry, lançado nos anos 1980. Aliás, o disco é um marco para a música eletrônica e não ortodoxa brasileira. A série tem apoio da Lei Adir Blanc de fomento a cultura, do site Blog n’ Roll e do Santa Portal. Portanto, são nesses sites, além das plataformas musicais (Spotify, Deezer, Amazon Music), que você encontra semanalmente um novo episódio da série, sempre às terças-feiras.

Com produção infinita, The Bombers revela EP O Abismo

Pandemia alguma vai parar a produção criativa do The Bombers. A banda santista radicada em São Paulo revelou, nesta sexta-feira (2), o terceiro EP do projeto mensal. O Abismo, disponível exclusivamente no Bandcamp, traz mais quatro sons do grupo. Além da faixa-título, que tem um refrão marcante e chicletão, O Abismo traz as músicas Lua Vazia e Help Me. A primeira conta com a participação da incrível Letty, enquanto a segunda é um resgaste dos sets antigos da banda. Lua Vazia ainda fecha o EP com uma versão mais noise. Curioso ressaltar que Help Me traz um medley de Orgasmatron, do Motörhead, com o ex-guitarrista do The Bombers, Wagner Tick, matando a saudade do vocal mais headbanger. Anteriormente, o The Bombers divulgou os EPs A Morte (fevereiro) e Não Vencer Não é Perder (março). Em resumo, a ideia da banda é seguir com os lançamentos mensais até o fim do ano. Posteriormente, um álbum cheio com as melhores desses sons será disponibilizado nas plataformas de streaming. Aliás, a ideia de soltar seus trabalhos no Bandcamp é uma forma de valorizar os artistas. Cansados das regras esquisitas do Spotify, que remunera muito mal os artistas, o Bombers encontrou seu lugar seguro na plataforma mais friendly aos artistas independentes. Clique aqui para ouvir.

Ouça The Melting of the Sun, segunda prévia do novo álbum de St. Vincent

A cantora, compositora e multi-instrumentista St. Vincent disponibilizou nas plataformas digitais a música The Melting Of The Sun. A faixa é o segundo single apresentado do aguardado álbum Daddy’s Home, produzido pela cantora e o produtor pop Jack Antonoff. Aliás, os fãs da cantora já podem começar a contagem regressiva, pois o disco será lançado em 14 de maio. A pré-venda do álbum já está disponível. “Fui inspirada pelos discos clássicos dos anos 1970. Stevie, Sly, Stones, Steely Dan, Chords, Groove. Os dias em que a harmonia e o ritmo sofisticados não soavam inebriantes – apenas soavam e eram bons. Muita guitarra. Mas sons quentes, não distorção e caos. Esperançosamente, uma mudança que ninguém verá chegando”, disse a cantora. Anteriormente, em março, St. Vincent já havia apresentado a canção Pay Your Way In Pain, faixa que abrirá o disco, que trará ao todo 11 faixas. Em resumo, a música soa como o resultado de viajantes do tempo do futuro que reservaram uma sessão do Electric Lady, no início dos anos 1970. Conteudo, dirigido por Bill Benz, o clipe oficial de Pay Your Way In Pain abre o mundo visual de Daddy’s Home, um mundo no qual a artista mais progressiva de uma época se joga voluntariamente em uma toca de coelho durante um show de variedades da TV. St. Vincent começou a escrever as músicas para o compilado no final do ano de 2019, bem no período em que seu pai foi solto da cadeia, após nove anos de prisão. Em português, o título do disco significa “papai está em casa”. Ademais, este será o sexto álbum da cantora, que revelará a faceta mais recente de uma artista em constante evolução. Confira a tracklist completa de “Daddy’s Home” Pay Your Way In Pain Down And Out Downtown Daddy’s Home Live In the Dream The Melting Of The Sun The Laughing Man Down Somebody Like Me My Baby Wants A Baby …At The Holiday Party Candy Darling

Segunda parte de projeto de Amy Winehouse na BBC chega ao streaming

A segunda parte do projeto Amy Winehouse At The BBC, de Amy Winehouse, chegou às plataformas de streaming nesta sexta-feira (2). Em resumo, traz as músicas Take The Box, gravada durante o Mercury Prize em 2004, Rehab e Just Friends. Aliás, o álbum completo tem lançamento previsto para 7 de maio. Em síntese, é uma coleção de muitas performances notáveis por indiscutivelmente uma das maiores e mais genuínas artista a surgir na música britânica em décadas. Pela primeira vez, este lançamento atualizado oferece versões apenas de áudio das canções apresentadas em A Tribute To Amy Winehouse de Jools Holland e BBC One Sessions Live at Porchester Hall, sendo que grande parte dessas faixas é inédita nos serviços de música digital. Ademais, o álbum ainda inclui as primeiras sessões de Amy na BBC Radio. São músicas de suas primeiras apresentações na TV, bem como joias inéditas, raridades e covers exclusivos. Também há espaço para versões ao vivo de canções clássicas dos álbuns Frank e Back To Black. Anteriormente, a primeira parte trouxe Stronger Than Me, Tears Dry On Their Own e You Know I’m No Good. Muitas das canções presentes em At The BBC podem ser encontradas no YouTube ou na plataforma de vídeos da BBC. São apresentações memoráveis da cantora.

Keane revela preciosidade com o álbum “Live at Largo”, gravado em 2008

Nesta sexta-feira (2), o Keane liberou um presente para os fãs, o álbum ao vivo Live At Largo, recentemente mixado pelo baixista Jesse Quin. Em resumo, um registro para matar saudade dos clássicos repaginados. Gravado originalmente em 2008, o disco conta com dez faixas do show acústico intimista da banda em um dos clubes mais lendários de Los Angeles. Aliás, Jon Brion, que produziu You Haven’t Told Me Anything on Perfect Symmetry, juntou-se à banda no palco para uma noite inesquecível de música. Posteriormente, depois de assistir às fitas por anos, o Keane finalmente decidiu lançar, pela primeira vez, as gravações como um presente para seus fãs.