Bad Religion comemora 40 anos com shows para cada década

Os 40 anos do Bad Religion serão comemorados com uma série de eventos online transmitidos via streaming e divididos em quatro episódios filmados no lendário The Roxy, em Los Angeles, Califórnia. É um para cada década. Anteriormente, por conta do distanciamento social causado pela pandemia do covid-19, o Bad Religion não pôde realizar a turnê que marcaria suas quatro décadas de dedicação ao punk rock. Surgiu então Decades, onde cada um dos quatro capítulos incluirá performances ao vivo, entrevistas exclusivas e a cobertura dos bastidores da gravação. “Posso falar por toda a banda quando digo que ficamos muito desapontados por não podermos fazer uma turnê este ano… Decades permitirá que novos fãs, bem como aqueles que estavam lá no início, tenham uma visão rica de toda a nossa carreira e testemunhem as mudanças na composição em cada estágio de nossa evolução”, contou Greg Graffin, vocalista da banda. O Bad Religion também participará de um chat ao vivo a cada início de episódio. E tem mais! Se você quiser mergulhar fundo na história da banda e saber ainda mais sobre esses 40 anos, Do What You Want – A História do Bad Religion é a biografia lançada em português, que traz tudo o que você sempre quis saber sobre um dos nomes mais importantes do punk/ hardcore americano. Programação por décadas Década de 1980 No episódio de estreia a banda tocará músicas de discos clássicos como How Could Hell Be Any Worse, Suffer e No Control, além de participar de uma conversa sobre como era ser punk em um mundo dominado pelo Pacman, o presidente Reagan e pelos pastores evangélicos na TV. Década de 1990 Neste episódio o Bad Religion conversará sobre as dores do crescimento e as lições aprendidas durante uma década de discos importantíssimos como Against The Grain, Generator, Recipe For Hate, Stranger Than Fiction, The Grey Race e No Substance, que transformaram a banda em uma das mais influentes do nosso tempo. Década de 2000 No setlist, sucessos do The New America, The Process of Belief, The Empire Strikes First, New Maps of Hell. Posteriormente, rolará conversa sobre a chegada do novo milênio. Década de 2010 No episódio final, o Bad Religion tocará músicas de discos mais recentes, como The Dissent of Man, True North e Age Of Unreason, que não ganhou turnê por conta da pandemia, mas que agora ganhará versões ao vivo. Nesse capítulo a banda também falará sobre todo o legado acumulado durante esses 40 anos. Ingressos Decades será um especial contendo quatro episódios individuais com ingressos vendidos no valor de US$ 40. No entanto, cada capítulo também pode ser comprado e assistido separadamente pelo valor de US$ 15 cada um. Ademais, os ingressos já estão à venda. Todavia, os episódios permanecerão à venda até o final da série e disponíveis até 17h (horário de Brasília) do dia 5 de janeiro. Cada um dos episódios estreará sempre às 19h (horário de Brasília)– 12 de dezembro: Bad Religion, os anos 1980;– 19 de dezembro: Bad Religion, os anos 1990;– 26 de dezembro: Bad Religion, os anos 2000;– 2 de janeiro: Bad Religion, os anos 2010;
Zendaya está confirmada no painel da HBO na CCXP Worlds

A CCXP Worlds e a HBO confirmam a presença de Zendaya no lineup do festival, que acontece neste fim de semana. Ganhadora do Emmy de melhor atriz em série dramática por sua atuação em Euphoria, a superestrela multimídia estará no painel no Thunder Arena, no domingo (6), ao lado do criador, roteirista e produtor executivo da série, Sam Levinson. O cantor, compositor e produtor musical Labrinth, que assina a trilha sonora original de Euphoria, marca presença com um show gravado exclusivamente para o evento. Zendaya e Sam Levinson vão falar da produção, que tem a segunda temporada confirmada, e comentam o episódio especial de Euphoria, no qual Rue (Zendaya) celebra o Natal depois de ter sido abandonada por Jules na estação de trem e ter uma recaída. Escrito e dirigido pelo criador da série, Sam Levinson, o novo episódio Trouble Don’t Last Always (Os problemas não duram para sempre) também é estrelado por Colman Domingo, que atuou na primeira temporada. O cantor inglês Labrinth fecha o bloco de Euphoria com um show inédito, gravado em Londres especialmente para o festival digital. O show será posteriormente disponibilizado no catálogo da HBO GO. O painel de Euphoria seguirá o de His Dark Materials, que terá a presença dos protagonistas Dafne Keen e Amir Wilson abrindo a participação da HBO na CCXP Worlds e falando da segunda temporada, que estreou no último dia 16 e tem novos episódios todas as segundas-feira, às 23h, na HBO. Outras atrações Batwoman, série exibida pela HBO, também estará presente no evento entre os super-heróis da DC. Javicia Leslie, a atriz que interpreta a heroína de Batwoman na segunda temporada, levará os fãs a um tour pelos bastidores da série. A nova temporada tem estreia confirmada em 2021. As atrações da HBO estarão no megapainel que reunirá pela primeira vez diferentes divisões da WarnerMedia: HBO, Warner Bros. Pictures, Warner Bros. Home Entertainment, Warner Bros. Television, Warner Bros. Consumer Products, Warner Channel, Warner Bros. Games, DC, Cartoon Network, Adult Swim e Particular Crowd. O megapainel será realizado no domingo (6), a partir das 15h, no portal da CCXP Worlds.
Álbuns novos: Vedoví, Pedro Mann, Siso e Velhas Virgens

Vedoví – Vedoví Após revelar os singles Mamãe me explicou, Maiores rivais e Dia de Dentista como capítulos de uma mesma história, Vedoví apresentou o conceito do projeto como um todo em seu álbum de estreia. Em resumo, o trabalho autointitulado faz uma mescla de referências de hip hop e rock, beats e guitarras, unidos a um vocal rasgado que destila problemas sociais e raciais que ressoam no Brasil. Embora esta não seja sua estreia solo – Vedoví lançou dois álbuns sob o nome de Lucas Rangel: Penoso (2017) e Músicas Infantis Seríssimas (2018) -, o artista surge com o frescor de um olhar renovado. Pedro Mann – Salineiras Pedro Mann faz um retorno às suas origens ao mesmo tempo que dá um passo adiante no seu mais novo disco, Salineiras. O cantor e compositor carioca remonta às canções pessoais de sua estreia, O Mundo Mora Logo Ali (2013), e constrói sobre a maturidade sonora de Cidade Copacabana (2016) para criar um trabalho onde as letras intimistas, de grande entrega e vulnerabilidade, são embaladas por instrumentos acústicos em arranjos sofisiticados. “Salineiras é um disco muito íntimo e autoral, oito canções muito pessoais que foram registradas do jeitinho que sempre quis – com cordas, sopros e uma banda maravilhosa. Nunca consegui separar minhas vivências pessoais da minha arte e Salineiras vem curando algumas feridas antigas, tem alguma coisa que descansa, que decanta. É também sobre delicadeza, sobre um processo de amadurecimento importante pra mim, uma jornada interna de navegar além pra depois voltar para casa”. Siso – Siso Com um senso agudo para melodias pop, Siso ressurgiu novamente inventivo e ainda mais atrevido em seu novo álbum, homônimo. Em Siso, todavia, o convite é para a pista de dança para expurgar demônios, celebrar amores possíveis e provocar tiranos. A gente sempre tá voltando de algum lugar/ E na volta o caminho mostra onde é pra chegar. Siso O trecho de Depois do Fim da Guerra dá o tom do álbum, que passeia por atmosferas sonoras de David Bowie, La Roux e St. Vincent. Uma mistura intuitiva de synthpop, new wave, technopop, electro, freestyle, funk melody, reggaeton e afropop que resulta no afeto vibrante que Siso quer trazer. Velhas Virgens – O Bar me Chama Atração do primeiro Juntos Pela Vila Gilda, a banda Velhas Virgens lançou, recentemente, o álbum O Bar Me Chama. São dez músicas que remetem ao rock dos anos 1970, mas sem perder as características conhecidas da banda. O álbum abre com Mazzaroppi Blues, primeira música instrumental da banda, com riff e melodia composta para gaita. Em suma, é um arranjo entre a surf music misturada ao rock’a’billy com pegada bem dançante. Em seguida vem O Bar Me Chama, tocada no Juntos Pela Vila Gilda, típico blues das Velhas Virgens, bem-humorada, chamando todos para a festa, com refrão grudento. Ademais, para os apaixonados por classic rock, é possível perceber claras influências de Rolling Stones, Cream, Lynyrd Skynyrd nas demais faixas.
Singles novos: Nort Moscow, NoPorn, The Tropical Riders e Sandyalê

Nort Moscow – A Onda A banda de rock alternativo paranaense Nort Moscow lançou o terceiro single do ano, A Onda, com uma mensagem pertinente e metafórica nos tempos atuais: não deixe a onda te levar. O som passa uma mensagem positiva e cheia de esperança pra combater a frustração de não ter conseguido realizar algo planejado, seja devido à ansiedade ou autosabotagem. O refrão é um grito e ao mesmo tempo um respiro, dizendo que tudo vai ficar bem. Uma mensagem de não desistir no caminho, que está tudo bem termos dias ruins, mas que não devemos nos abalar e continuar a caminhada. A Nort Moscow está na ativa desde 2014 e trabalha com referências de Foo Fighters e de nomes nacionais, como menores atos e Zander, mas tudo embalado em uma forte marca autoral. NoPorn – Circuit Break “Seu mundo vai acabar”. A frase que Liana Padilha canta em Circuit Break, novo single do NoPorn, parece profética, no entanto, faz todo o sentido no momento atual que o mundo atravessa. E toda essa atmosfera está no clipe da faixa, que tem a direção da dupla de artistas audiovisuais cariocas, Duda Casoni e Anthonio Andreazza, nomes por trás do estúdio DUTO. The Tropical Riders – Vagabondo Ciclos precisam ser fechados para seguirmos em frente. E é pensando nisso que a The Tropical Riders (SP) lançou o single Vagabondo, finalizando a divulgação do EP Desert Love (2019). Última faixa do compacto, é nesta melodia que o duo torna explícita a sua identidade musical. Em uma letra que fala sobre a auto idolatria, a música hoje é a mais popular dos músicos nos streamings. “O EP todo possui uma temática visual oitentista, pois é algo que achamos que combina com a banda no geral. A ideia inicial era fazer um clipe tradicional, porém, com a pandemia, foi necessário readequar essa ideia para que pudéssemos lançar algo que marcasse esse encerramento de ciclo, mas de forma segura”, explica o vocalista e guitarrista, Gale Fernandez. A The Tropical Riders é formada por Leo Possani (bateria) e Gale Fernandez (voz e guitarra). Além do EP Desert Love, a banda traz na sua discografia o debute Tapes from the Deep Sea (2018) e Miami Sin (2019). Entre as influências do duo estão Jack White, Royal Blood e Death from Above. E ainda, Ty Segall, Thee Oh Sees, Ron Gallo, entre outros. Sandyalê – Sua “É uma canção que exalta o amor, a paixão, a descoberta, é uma declaração”, revela a cantora sergipana Sandyalê sobre a nova música Sua. Numa atmosfera pop psicodélica, a letra retrata todas as formas de amor, mas também sobre receio. “Fala também do medo de se entregar, de aceitar um novo romance”, completa a artista, hoje um dos nomes em ascensão do pop contemporâneo. De acordo com Sandyalê, Sua saiu como um poema, escrito de uma vez só, que acabou virando música. “Foi uma daquelas coisas que vêm na mente e você sente vontade de escrever sem parar. Tudo muito recente, dava para sentir o cheiro e o sabor das coisas, acabou virando um registro para reviver o momento”, relata. A cantora revela que teve dificuldades para finalizar a música, mas com a contribuição de Dudu Prudente, Pedro Lião e Marcelo de Lamare sob a produção musical de Felipe Rodarte, a letra ficou mais delicada, envolvente e sensual, com direito a sussurros no pé do ouvido. “É pra ouvir juntinho do seu amado ou da sua amada. Ou de ambos”, brinca Sandyalê.
EPs novos: Gaê, Junoplast Cave, Daparte e Hotelo

Gaê – Só – A Dois O artista brasiliense Gaê lançou o EP Só – A Dois, que compila faixas produzidas durante a pandemia em período de isolamento social. Com quatro faixas, o cantor e compositor expressa, em cada uma delas, um sentimento que pode ser despertado ao nos relacionarmos com perdas e mudanças. Como, por exemplo, o espanto, presente em Ao Avesso; rancor em Esquinas; memória em Dava e, por fim, em O Último Dia – único cover do trabalho – canção de Paulinho Moska que ganhou voz e videoclipe estrelado por Gaê, nos movimenta para a ação. Compostas antes da pandemia, as canções tinham um final diferente previsto: seriam guardadas para um segundo álbum, onde o artista falaria sobre a experiência do diagnóstico e de viver com o HIV, descoberto há 10 anos. Então, antecipou este processo para dialogar com o público, em um momento mais do que necessário, enquanto vivemos uma pandemia. Junoplast Cave – How To Stop Bad Thoughts A banda de rock paraense Junoplast Cave lançou o quarto e último single, In my head, do seu EP de estreia, How To Stop Bad Thoughts. Em suma, o EP inteiro está disponível para o público. Ademais, o projeto foi realizado em outubro de 2019, na One Produtora, em São Paulo. O processo de composição, gravação e pós-produção demorou cerca de um ano para ser finalizado. A banda é formada por Matheus Brevis (vocalista e sintetizadores); Ruann Magno (guitarra, sintetizadores e backing vocal); Arthur Cunha (contra baixo, sintetizadores e backing vocal) e Daniel Furtado (bateria). Daparte – Como Não se Lembram Vivendo um momento de liberdade criativa durante os tempos de distanciamento social, Juliano Alvarenga (voz e guitarra), João Ferreira (voz e guitarra), Bernardo Cipriano (voz e teclado), Túlio Lima (voz e baixo) e Daniel Crase (bateria), decidiram adiar o lançamento do novo álbum para 2020 e aproveitaram para lançar Como Não Se Lembram, um EP escrito e gravado na Sonasterio durante a pandemia de Covid-19. O isolamento trouxe um momento intenso e introspectivo para a Daparte. O EP Como Não Se Lembram externaliza esses sentimentos e representa uma ruptura momentânea daquele momento pré-pandemia, de euforia, festas e shows, para o momento pandêmico de reflexão, compreensão, incertezas e esperança. “As músicas não falam explicitamente sobre pandemia, elas falam sobre a gente na pandemia, sobre sentimentos de fuga, lugares diferentes, o tempo passando”, conta João Ferreira, vocalista da Daparte. Hotelo – Início A Hotelo iniciou um projeto junto à Sony Music: Início, Meio e Fim, no qual canta as diferentes fases de um relacionamento. O primeiro EP, Início, vem com três músicas: Sorte, com participação de Di Ferrero; Conto as Horas, que também chega com clipe; e Eu Te …. Como é o costume do grupo formado por Deco Martins (voz), Conrado Banks (baixo/backing vocals), Julinho Pettermann (guitarra/ backing vocals) e Tito Caviglia (guitarra), o álbum foi pensado com um conceito. “A gente gosta bastante de álbum temático. Vimos que deu muito certo com Mapa Astral. Percebemos que para este disco tínhamos um monte de música de amor. Então são quatro pro início do relacionamento amoroso, aquele frio na barriga, quando recebe mensagem e fica sorrindo à toa”, conta o grupo.
Vídeos novos: Letters Into Eternity, Carabobina e Anderson Botega

Letters Into Eternity – Who I Am A banda Letters Into Eternity divulgou o videoclipe da música Who I Am. Com produção de Felipe Nothen, Tiago Schmidt e Diego Bordignon, o clipe foi gravado em Caxias do Sul, Porto Alegre e Los Angeles (EUA). Who I Am é o quinto single da Letters Into Eternity. Aliás, o primeiro lançado em 2020. Ademais, a música conta com a produção, mixagem e masterização de Marcelo Braga com coprodução de Felipe Nothen, e produção vocal de Renato Osório. A edição ficou a cargo de Mateus Oliveira. Sobre o tema da canção e os desafios de produzir um clipe à distância, o guitarrista e produtor, Felipe Nothen, diz: “a música fala sobre uma pessoa que tem um sonho, que busca e luta por isso. E ao mesmo tempo tem pessoas próximas a ela que tentam derrubá-la, tentam fazê-la desistir, mas no fundo são apenas pessoas amarguradas por terem desistido. Então pra elas é horrível ver alguém sendo mais forte do que elas foram. Mesmo com a distância, eu tive a ideia de fazer o vídeo e gravamos cada um de uma cidade, depois trabalhei para dar um tom de unidade na edição”. Enquanto divulga o videoclipe, a Letters Into Eternity já prepara seu próximo single, que deve ser lançado em dezembro. Posteriormente, em 2021, a banda promete lançar um EP ainda no primeiro semestre. Carabobina – Deixa de Rodear A dupla Alejandra Luciani e Raphael Vaz apresenta o primeiro clipe do Carabobina. Dirigido por Gabriel Rolim, aka Rollinos, o vídeo mostra a intimidade do casal que acaba de lançar seu disco de estreia, homônimo, lançado mundialmente pelo selo norte-americano OAR. Deixa de Rodear foi gravado no apartamento em que eles moravam em São Paulo, na mesma semana que eles se mudaram, num 2020 turbulento onde muitas coisas foram deixadas para trás, inclusive os cabelos de Fefel. Anderson Botega – Podium Com uma “pegada” rock e técnica apurada, o guitarrista santista Anderson Botega lançou o videoclipe do single Podium. Influenciado por grandes guitarristas do rock mundial, como Jimi Hendrix, Slash, Joe Satriani, Steve Vai, Jimmy Page e David Gilmour, Botega tem um objetivo com o lançamento do single: o de valorizar o rock instrumental. “Foi um processo natural. Gosto muito de tocar, estudar e, muitas vezes, improvisando na guitarra vêm muitas ideias e temas. No caso específico da Podium, ela partiu de um pedido para uma trilha de um evento musical que teve na cidade de Santos ano passado, o Wallbike Rocks. Gravei duas músicas e toquei elas no evento, a Podium e a Downhill, esta última foi o tema da propaganda do evento”, conta.
Freedom – The Wolves Within é a segunda amostra do novo álbum da Epica

O gigante do metal sinfônico Epica anunciou recentemente o lançamento de seu novo álbum, Omega, para 26 de fevereiro de 2021 via Nuclear Blast. Em suma, é o primeiro álbum de estúdio da banda em cinco anos. Anteriormente, Simone Simons e companhia já haviam revelado o videoclipe de Abyss of Time, primeiro single do álbum. Agora, todavia, o grupo apresenta mais uma produção audiovisual de Omega. Aliás, a faixa escolhida é Freedom – The Wolves Within. Sobretudo, o guitarrista Mark Jansen comentou um pouco sobre a nova canção de trabalho da Epica. Em resumo, ele faz uma analogia para deixar a proposta mais clara. “Freedom foi baseada em um conto antigo de uma briga entre dois lobos. Um sábio senhor está discutindo sobre a vida com seu neto. Ele diz ao menino há uma luta acontecendo dentro de mim entre dois lobos. Um lobo é mau, ele incorpora raiva, inveja, tristeza, arrependimento, ganância, arrogância, culpa, ressentimento, mentiras, falso orgulho, superioridade e ego. O outro lobo é bom, alegre, pacífico e incorpora amor, esperança, serenidade, humildade, bondade, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé. Todos nós temos a mesma luta acontecendo dentro de nós e o resultado dessa batalha irá refletir no mundo afora”. Ademais, sobre a reação do menino, Jansen complementa. “O menino fica curioso e pergunta ao seu avô qual lobo irá ganhar? O senhor apenas responde o que você alimentar mais. O que queremos ser e o que queremos refletir no mundo depende de qual lobo nós alimentamos e do nível de controle que temos sobre os nossos lobos. Somos capazes de controlá-los ou eles que irão nos controlar?”.
40 anos sem Cartola: confira as músicas mais marcantes

Cartola nos deixou há 40 anos, no dia 30 de novembro de 1980. Cantor, compositor, poeta e violonista, ele nasceu no Rio de Janeiro como Angenor de Oliveira. Ganhou o apelido na juventude por usar um chapéu-coco e foi um dos fundadores da escola de samba Estação Primeira de Mangueira. Em homenagem ao artista, que faz parte da história do samba, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) fez um levantamento sobre as suas obras musicais. As Rosas Não Falam e O Mundo é um Moinho se destacam no estudo do Ecad como as primeiras músicas do ranking das mais gravadas até hoje e das mais tocadas nos últimos cinco anos nos principais segmentos de execução pública. Entre os intérpretes que mais escolheram as suas canções para gravar, a liderança do ranking ficou com o cantor e compositor Elton Medeiros, que faleceu no ano passado. Logo em seguida, a lista conta com nomes como Ney Matogrosso, Nelson Sargento e Teresa Cristina. O músico tem 149 canções e 109 gravações cadastradas no banco de dados do Ecad. Nos últimos cinco anos, mais de 80% dos rendimentos em direitos autorais pela execução pública de música destinados a ele foram referentes aos segmentos de Música ao Vivo, Show e TV. É importante ressaltar que seus herdeiros continuam recebendo os direitos autorais pela execução pública de suas músicas. Esse pagamento é assegurado por 70 anos após a morte do autor (ou do último autor, em caso de parcerias), conforme determina a lei do direito autoral (9.610/98). Ranking das músicas de autoria própria mais tocadas nos últimos cinco anos Lugar Música Autores 1 As rosas não falam Própria 2 O mundo é um moinho Própria 3 O sol nascerá Elton Medeiros/Cartola 4 Alvorada Hermínio Bello de Carvalho/Cartola/Carlos Cachaça 5 Tive sim Própria 6 Corra e olhe o céu Dalmo Castello/Cartola 7 Sala de recepção Própria 8 Acontece Própria 9 Ao amanhecer Própria 10 Disfarça e chora Dalmo Castello/Cartola 11 Peito vazio Elton Medeiros/Cartola 12 Minha Própria 13 Cordas de aço Própria 14 Amor proibido Própria 15 Sim… Cartola/Oswaldo Martins 16 Preciso me encontrar Própria 17 Ensaboa Própria 18 Não quero mais amar a ninguém Cartola/Carlos Cachaça/Zé da Zilda 19 Autonomia Própria 20 Chega de demanda Própria Músicas mais gravadas por outros intérpretes Posição Música 1 As rosas não falam 2 O mundo é um moinho 3 Acontece 4 O sol nascerá 5 Alvorada 6 Cordas de aço 7 Tive sim 8 Corra e olhe o céu 9 Peito vazio 10 Disfarça e chora 11 Autonomia 12 Sim… 13 Amor proibido 14 Não quero mais amar a ninguém 15 Sala de recepção 16 Divina dama 17 Ensaboa 18 Basta de clamares inocência 19 Ciência e arte 20 Quem me vê sorrindo Intérpretes que mais gravaram músicas de Cartola Posição Intérprete 1 Elton Medeiros 2 Ney Matogrosso 3 Nelson Sargento 4 Teresa Cristina 5 Márcia 6 Beth Carvalho 7 Leny Andrade 8 Eveline 9 Paulo Malaguti 10 Rita Peixoto 11 Soraya Ravenle 12 Rose Maia 13 Gilson Peranzzetta 14 Alcione 15 Paulinho da Viola 16 Muri Costa 17 Zeca Pagodinho 18 Álvaro Fernando 19 Nelson Gonçalves 20 Vanessa Falabella
Irmãos Russo, diretores de Vingadores: Ultimato, confirmados na CCXP Worlds

A CCXP Worlds, em uma parceria com o site americano Collider, anunciou a participação dos Irmãos Russo em um painel no Thunder Arena. Os dois diretores de Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato vão participar de uma entrevista exclusiva com o editor-chefe do Collider, Steven Weintraub, na qual contarão seus novos projetos desde o fim da saga mais famosa do mundo dos super-heróis nos cinemas. Em 2020, a CCXP Worlds acontece nos dias 4, 5 e 6 de dezembro de forma totalmente virtual. Para outras informações e o line-up já divulgado, acesse o site da CCXP. No entanto, desde o fim da chamada Saga do Infinito no universo Marvel, os fãs passaram a se perguntar quais seriam os próximos trabalhos dos irmãos. Todavia, a resposta veio pouco tempo depois. Em resumo, Anthony e Joe Russo escreveram o filme Resgate, estrelado por Chris Hemsworth e exibido no Netflix. Próximos projetos dos Irmãos Russo Joe e Antony Russo também têm outros dois trabalhos com elencos de peso para serem lançados em plataformas de streaming. Cherry, que traz Tom Holland interpretando o personagem principal, tem previsão de estreia em 2021 na AppleTV+. Baseado no livro escrito por Nico Walker, Cherry conta a trajetória improvável de um jovem pobre de Ohio que encontra o amor de sua vida. Infelizmente, uma série de péssimas decisões e eventos em sua vida o deixam muito próximo de perdê-la. Já o próximo projeto dos irmãos Russo, The Grey Man, da Netflix, conta com Ryan Gosling e Chris Evans no elenco e é uma adaptação da série de livros homônima escrita por Mark Greaney. No painel, os Irmãos Russo falarão sobre esses projetos e também discutirão o que está por vir, incluindo levar os fãs para casa em Cleveland. Além de serem diretores da maior bilheteria do cinema – Vingadores: Ultimato, que arrecadou US$2,79 bilhões – Joe e Antony Russo são responsáveis por Arrested Development.