Adult Swim na CCXP terá celebração de Rick e Morty

Os jovens adultos que não perdem um episódio de animação já podem comemorar. A CCXP Worlds terá um painel da Warner Channel com Adult Swim, incluindo as séries Rick e Morty, Genndy Tartakovsky’s Primal e Lazor Wulf. A sessão será realizada domingo (6), dentro do megapainel da WarnerMedia, a partir das 15h (horário de Brasília), na plataforma da CCXP Worlds. Em resumo, o painel será uma celebração global de Rick e Morty, com a presença de Dan Harmon, Chris Parnell, Sarah Chalke e Spencer Grammar. Eles vão vivenciar alguns dos melhores momentos da 4ª temporada. Eles ainda tornarão a experiência ainda mais completa respondendo perguntas dos fãs de todo o mundo. Outras atrações Será possível ainda descobrir a magia e os bastidores da criação do maravilhoso e horripilante “homem épico das cavernas”, da série Genndy Tartakovsky’s Primal, com seu criador e diretor de arte vencedores do Emmy, Genndy Tartakovsky e Scott Wills. A série, que estreia na Warner Channel em dezembro, é uma pintura que ganha vida apenas com música e imagens gráficas para contar a história de dois aliados improváveis, enquanto eles navegam por um mundo traiçoeiro. Depois de se unirem em tragédias, eles parecem se tornar a única esperança um do outro para sobreviver contra um inimigo comum. Para finalizar as atrações de Adult Swim haverá uma exibição de Lazor Wulf. A série de comédia animada, criada por Henry Bonsu, fala sobre como encontrar sua força interior para “comprar seu próprio cereal, não morrer, e a arte da fraude”. Aliás, a CCXP Worlds acontecerá na sexta (4), sábado (5) e domingo (6) em uma plataforma exclusiva para esta edição do festival.
Série baseada em O Senhor dos Anéis anuncia novos atores

O Amazon Studios anunciou nesta quinta-feira (3) 20 novos nomes que farão parte do elenco da série baseada em O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien. Aliás, os atores já vão juntar-se ao elenco previamente anunciados, atualmente em filmagens na Nova Zelândia. Os novos nomes incluem Cynthia Addai-Robinson, Maxim Baldry, Ian Blackburn, Kip Chapman, Anthony Crum, Maxine Cunliffe, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Thenitha Jayasundera, Fabian McCallum, Simon Merrells, Geoff Morrell, Peter Mullan, Lloyd Owen, Augustus Prew, Peter Tait, Alex Tarrant, Leon Wadham, Ben Walker e Sara Zwangobani. Blackburn, Chapman, Crum, Cunliffe, Tait, Tarrant e Wadham são da Nova Zelândia, enquanto o restante do elenco advém da Austrália, Sri Lanka, Reino Unido e Estados Unidos. Os showrunners e produtores executivos J.D. Payne e Patrick McKay comentaram as escolhas do elenco. “O mundo que J.R.R. Tolkien criou é épico, diverso e cheio de emoção. Esses artistas extraordinariamente talentosos, vindos de todo o mundo, representam o culminar de uma busca de vários anos para encontrar talentos únicos que possam trazer aquele mundo à vida novamente”. Em resumo, a adaptação para série irá explorar novas histórias anteriores ao O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, de J.R.R. Tolkien.
Andy Garcia é a estrela em painel de O Poderoso Chefão na CCXP

A Paramount Pictures confirmou mais uma atração para sexta-feira (4), primeiro dia da CCXP Worlds. Andy Garcia participa de um painel especial de O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone. O longa é uma nova versão do último filme da trilogia O Poderoso Chefão. Em suma, estreou na tela grande nesta quinta-feira (3). O longa foi remasterizado e conta com novas cenas e desfechos para alguns personagens. No evento virtual, Andy Garcia vai relembrar o filme que marcou sua carreira e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Vincent Mancini, sobrinho de Michael Corleone (Al Pacino). O painel também irá discutir a relevância da trilogia para o cinema, inspirada no Best Seller de Mario Puzo, que possui fãs apaixonados de todas as gerações. O público ainda poderá assistir a uma mensagem especial do diretor Francis Ford Coppola sobre o Director´s cut de O Poderoso Chefão – Parte III. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por CCXP (@ccxpoficial)
Duelo de gigantes: Trolls 2 nos cinemas, Mulan no Disney+

A disputa do streaming contra o cinema ganhou mais um capítulo importante. Nesta quinta-feira (3), a animação Trolls 2 chega aos principais cinemas, enquanto o live-action de Mulan é a atração da plataforma Disney+ amanhã. Anteriormente, as duas produções foram apresentadas como estrelas da Universal e Disney, respectivamente, na CCXP 2019. Agora, exatamente um ano depois, elas rivalizam pela atenção do público. Cada uma em sua plataforma. Muita coisa mudou no mundo desde a última CCXP, ambos os filmes já vazaram para o público em sites de torrent, mas a expectativa ainda é muito grande. Trolls 2 é mais indicado para as crianças, mas funciona muito bem pela trilha nostálgica também. Fato esse que pode agradar os pais. O live-action de Mulan é mais denso, mas as belas imagens e coreografias podem alcançar outros públicos. Mas vamos aos filmes. Primeiramente, o início de Trolls 2 é um medley com várias músicas marcantes adaptadas ao universo dos personagens. A lista inclui Cindy Lauper, Scorpions, Ozzy Osbourne, Daft Punk, Justin Timberlake (que também interpreta novamente o Tronco), entre tantos outros. Impossível um começo tão apaixonante como esse não prender a sua atenção. Posteriormente, Poppy (Anna Kendrick), a líder dos trolls, descobre que existem outros mundos, cada um com um gênero musical diferente, como rock, funk, tecno, clássico e até sertanejo. Quando surge uma ameaça inesperada, ela e seus amigos terão de unir todos os trolls para salvar o mundo da música. Trolls 2 consegue ser ainda mais interessante que o primeiro filme, lançado há quatro anos. Mulan Quem assistiu a animação e chega com a nostalgia lá em cima, pode ficar um pouco decepcionado com o live-action. Remake mais caro da Disney, Mulan perdeu todo o humor do desenho, deixando personagens icônicos como o dragão Mushu e o grilo da sorte fora da história. Todavia, as músicas também são ausências sentidas. No entanto, se você assistir Mulan sem a expectativa por encontrar uma cópia perfeita da animação, pode ter boas surpresas. O filme é uma linda homenagem à cultura chinesa, baseia-se na lenda de Mulan. Além disso, as imagens são lindas, tal como as cenas de combate, muito bem coreografadas. Também é importante ressaltar que a mensagem feminista de Mulan ficou ainda mais evidente no live-action. Na animação, a personagem já era uma pessoa muito à frente do seu tempo. Legal que ampliaram isso no live-action. Hua Mulan (Liu Yifei) é a filha mais velha de um honrado guerreiro. Quando o Imperador da China emite um decreto que um homem de cada família deve servir no exército imperial, Mulan decide tomar o lugar de seu pai, que está doente. Posteriormente, assumindo a identidade de Hua Jun, ela se disfarça de homem para combater os invasores que estão atacando sua nação.
Crítica | 10 Horas Para o Natal – filme natalino com DNA nacional

Filmes de Natal sempre foram bem recebidos pelo público brasileiro. Mas a produção local de comédias natalinas não é tão forte quanto nos Estados Unidos. No entanto, 10 Horas Para o Natal chega aos cinemas nesta quinta-feira (3) justamente para mudar esse cenário. Em 10 Horas Para o Natal, Marcos Henrique (Luis Lobianco) é pai de Julia, de 11 anos (Giulia Benite), Miguel, de 9 (Pedro Miranda), e Bia, de 7 (Lorena Queiroz), três crianças espertas e apaixonadas pelas festas de fim de ano da família Silva. Divertido e engraçado, Marcos Henrique é ex-marido de Sônia (Karina Ramil), médica obstetra que está sempre reclamando do seu jeito preguiçoso. Inconformados com as noites de Natal sem graça que passam na casa da tia desde que os pais se separaram, os irmãos bolam um plano para tentar reunir os pais nas festas de fim de ano. Mas para isso eles terão que organizar eles mesmos o Natal da família e ainda enfrentar um vilão, que está contra eles e não perdoa nem criancinhas: o tempo. É que só faltam 10 horas para o Natal! O trio, que vive brigando por tudo, percebe que vai ter que se unir se quiser fazer o plano dar certo. Eles então decretam uma trégua e partem sozinhos para a rua mais movimentada de São Paulo, a 25 de Março, considerada o maior centro comercial a céu aberto da América Latina. Referências natalinas Muitas referências são evidentes no longa. Na hora que Marcos Henrique e os filhos vão comprar o patins voador, por exemplo, a luta com os outros clientes da loja lembra bastante Um Herói de Brinquedo (1996), com Arnold Schwarzenegger, no qual o ex-governador da Califórnia interpreta um pai desesperado em busca do boneco Turbo-Man. A relação de Julia, a filha mais velha, com um morador de rua nos remete ao clássico Esqueceram de Mim. Vai dizer que não lembrou da encantadora de pombos? E, quem tiver uma boa bagagem de filmes natalinos, certamente encontrará muito mais. O roteiro de Bia Crespo e Flávia Guimarães, no entanto, não é apenas uma homenagem aos clássicos de Natal. A obra consegue entreter, divertir e ser original, principalmente no que se refere aos desfechos. Que 10 Horas Para o Natal estimule mais a produção de outros filmes natalinos no Brasil. Temos demanda grande e sabemos produzir muito bem nesse gênero. Está aí um bom exemplo.
CCXP: Jessica Chastain, Penélope Cruz e Fan BingBing confirmadas

A Diamond Films Brasil e a Galeria Distribuidora participam da CCXP Worlds com um painel especial para os fãs de cinema. No sábado (5), às 19h, As Agentes 355 Jessica Chastain, Penélope Cruz e Fan BingBing tomam conta do Thunder Arena para falar sobre o filme. Logo em seguida, é a vez da entrevista com a atriz Carla Diaz e os roteiristas Ilana Casoy e Raphael Montes. Em suma, eles falam sobre os filmes A Menina Que Matou Os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais. Os longas são baseados nos autos do processo e contam o caso Richthofen por meio de dois pontos de vista. Aliás, a transmissão do painel Diamond | Galeria com essas e outras novidades será online e gratuita nos canais oficiais da CCXP Worlds. As empresas terão ainda uma masterclass no palco Creators & Cosplay Universe sobre a concepção dos dois filmes. Em resumo, a masterclass na CCXP Worlds será ministrada pelos roteiristas em conjunto com Mauricio Eça, diretor dos longas.
Curta Santos 2020 divulga selecionados para Mostra de Videoclipe Caiçara

A direção do Curta Santos – Festival de Cinema de Santos anunciou a lista dos dezselecionados da mostra Videoclipe Caiçara para a 18ª edição do festival. Aliás, vale lembrar que o Curta Santos acontece entre os dias 14 e 20 de dezembro, pela primeira vez em formato online. Ainda nesta semana serão também divulgadas as obras selecionadas para as mostras Olhar Caiçara e Olhar Brasilis. Vale destacar a boa presença de artistas de rap na lista. Anteriormente, o rock dominava a relação. Todavia, perdeu espaço para outros gêneros.
Augusto Pakko canta sobre ter sangue frio para enfrentar racismo

Desde a morte de George Floyd por forças policiais em Mineápolis, nos Estados Unidos, em maio último, a luta contra o racismo ganhou força no mundo todo. Mas o racismo em si ainda está muito longe de ser exterminado. Casos como de Floyd e João Alberto, no Carrefour de Porto Alegre, acontecem diariamente no Brasil. Quase sempre na periferia, onde não há câmeras, muito menos apelo popular nas redes sociais. O rapper Augusto Pakko, de 23 anos, morador do Ilhéu Baixo, na Zona Noroeste, sabe bem o que é ser preto e viver sob esse perigo constante apenas pela cor que tem. Seu novo single, Moncler, em parceria com o Trap da Quebrada, usa a marca de roupa de inverno como analogia para o “sangue frio que é preciso ter para sobreviver nas ruas”. “A Moncler é uma marca de luxo, conhecida pela jaqueta puffer, para quem pratica esqui. E usei o conceito que é preciso ter sangue frio para tudo que estamos à mercê de acontecer para nós que somos pretos e periféricos. É narrando essa vivência com esse conceito que consegui unir moda e vivência”. Videoclipe A faixa veio acompanhada de um videoclipe, que foi gravado na Vila Olímpia, em São Paulo, e no Saboó, em Santos. “Traz todo esse conceito à tona, além de narrar a vivência de um jovem preto periférico”, comenta Pakko sobre a produção audiovisual. Em pouco mais de um ano, Pakko já lançou seis singles, três feats com outros artistas e a recente colaboração com o Trap da Quebrada. Posteriormente, em 2021, ele pretende lançar a primeira mix tape. “Ainda não posso falar sobre os sons”. Os singles #Blacklivesmatter, Jesus Era Preto e 1038 ajudaram a impulsionar a carreira de Pakko, que chegou a ser incluído em uma playlist do ator, cantor e ex-BBB Babu Santana. Em suma, a ideia era apresentar artistas negros em evidência no Brasil. O reconhecimento, no entanto, acontece em São Paulo e outras grandes cidades, não no município de origem do rapper. “Santos não é o lugar onde sou mais escutado. Em São Paulo, por exemplo, tenho muito mais público. Não sei se a galera daqui valoriza os artistas locais”, comenta. Bastante engajado, Pakko teve um cuidado especial na hora de lançar #Blacklivesmatter. O lançamento aconteceu num dia 23, às 20h23. Em resumo, o número carrega uma simbologia triste: a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil.
Gal Costa brinda fãs com duetos com Seu Jorge e Zé Ibarra

Na última sexta-feira (27), mais dois singles do novo álbum de Gal Costa ganharam as plataformas digitais. Em resumo, eles dão sequência ao projeto de lançá-los aos pares até a edição dos formatos físicos, em fevereiro de 2021, pela gravadora Biscoito Fino. Depois de Rodrigo Amarante e Zeca Veloso, as novidades trazem colaborações de Seu Jorge e Zé Ibarra, em canções de Caetano Veloso e Luiz Melodia. O projeto, que tem o título provisório de Gal 75, traz dez artistas relendo clássicos gravados por Gal ao longo dos 55 anos de carreira. Em ordem alfabética, são eles Criolo, Rubel, Rodrigo Amarante, Seu Jorge, Silva, Tim Bernardes, Zé Ibarra e Zeca Veloso; o português António Zambujo e o uruguaio Jorge Drexler completam a lista. Todavia, Juventude Transviada, clássico do repertório de Luiz Melodia lançado no álbum Gal Tropical (1979), ganha dueto com Seu Jorge. “No momento em que decidimos ter essa canção no projeto, pensamos que seria fundamental convidar um artista que tivesse um entendimento profundo não apenas da obra, mas também da persona de Luiz Melodia. A imagem de Seu Jorge surgiu imediatamente em nossas cabeças. Mesmo antes de lembrarmos dos dois em Casa de Areia, o filme de Andrucha Waddington, em que Seu Jorge e Melodia interpretaram o mesmo personagem, em idades diferentes. Tudo fez mais sentido”, conta Marcus Preto, idealizador do projeto. Meu Bem Meu Mal Com Zé Ibarra, Gal regravou Meu Bem Meu Mal, de Caetano, originalmente incluída em Fantasia (1981). Filho de mãe chilena e pai carioca de origem baiana, Ibarra é vocalista, tecladista e um dos compositores da banda Dônica. Pela voz de Zé Ibarra, Gal se apaixonou quando o ouviu ao lado de Milton Nascimento no show da turnê Clube da Esquina (2019), no qual cantava com Bituca em boa parte das canções. Ademais, Ibarra assume o piano da gravação que co-produziu com Felipe Pacheco Ventura e Marcus Preto. Sobre Gal, Zé Ibarra escreveu: “Me lembro como se fosse hoje eu conhecendo pela primeira vez a terra da minha avó. Pra mim, menino do Rio, chegar naquela ilha, naquele lugar tão pé na terra, cajueiro no quintal, já seria por si só um acontecimento memorável. Mas me lembro, acima de tudo, do meu pai tirando da mala e colocando no aparelho de som um vinil que ele tinha levado do Rio para que ouvíssemos juntos. O vinil era Gal canta Caymmi e foram naqueles cinco dias de muita praia, muita moqueca e muita rede, que conheci a Gal. Agora, 20 anos depois dos dias em que talvez eu tenha vivido o maior êxtase estético da minha vida, estamos eu e ela, a grande protagonista da minha vida musical, gravando um fonograma juntos”.