Johnny Monster revela mais uma faixa inédita: O Tempo Não Erra Jamais

Seguindo o anúncio do relançamento de seu primeiro álbum solo, Johnny Monster compartilhou o single O Tempo Não Erra Jamais. Assim como A Estrada, primeiro single lançado, a nova faixa também é inédita. Em resumo, ela integra o lado B de Solstício de Inverno, estreia de Johnny. Embalada por guitarras, a canção é uma balada inspirada nos sons de Neil Young e The Cure, e faz referência à Ecstasy Of Gold, de Ennio Morricone. Solstício de Inverno Reloaded marca os 11 anos de carreira solo de Johnny, que primeiro lançou Solstício de Inverno virtualmente em 2009. Com shows de lançamento no Sesc Pompéia e Prata da Casa, o acesso ao álbum ficou limitado à plataforma SoundCloud. Para a reedição do disco, o artista preparou grandes novidades, como nova tracklist, nova capa e faixas bônus. “O álbum tem uma importância grande para mim, por ser o primeiro”, conta Johnny Monster. “Estava com muito material acumulado, então fui com tudo para esse primeiro”.

Pelé 80 anos: Rodrigo y Gabriela lançam single com o Rei do Futebol

Rei do Futebol, Pelé sempre foi louco por música e composição, mas nunca falava sobre isso. Diz ele, porque “não queria que o público fizesse a comparação entre Pelé compositor e Pelé futebolista. Isso teria sido uma grande injustiça – no futebol, meu talento foi um presente de Deus, a música é apenas para me divertir”. Hoje, aniversário de 80 anos do maior atleta do século 20, Rodrigo y Gabriela apresentam o single Acredita no Véio (Listen to the Old Man). A surpresa, no entanto, é a participação do próprio Pelé. Sobre a parceira, Rodrigo y Gabriela acrescentam: “somos ambos grandes fãs de futebol. Quando crescemos na Cidade do México, ouvimos muitas histórias sobre Pelé e a lendária Seleção Brasileira que triunfou na Copa do Mundo de 1970 em nossa terra natal. Imagine nossa surpresa e alegria ao descobrir que Pelé não só é o maior jogador de futebol de todos os tempos, mas também é um cantor e compositor muito talentoso? É uma grande honra para nós colaborar com Pelé por ocasião do seu 80º aniversário”. Essa música começou quando Rodrigo y Gabriela foram convidados pelo produtor mexicano Jorge Berlanga para contribuir com uma canção para um tributo a Armando Manzanero. Paixão pelo futebol e Pelé Ao descobrir que Rod & Gab são fanáticos por futebol, Jorge comentou que era um bom amigo do Rei, e perguntou se eles teriam interesse em trabalhar em uma música juntos. Rapidamente a música fluía entre São Paulo e Ixtapa, no México. Acredita no Véio foi escrita originalmente por Pelé em 2005, quando trabalhava com sua parceira regular, a jazzista e arranjadora brasileira Ruria Duprat. Ela é mais conhecida por seu trabalho com as estrelas do jazz Diana Krall, Randy Brecker e Ron Carter. Sobre a própria música, o Rei mandou o recado pela assessoria de imprensa: “escrevi essa porque quando jogava no Santos, o treinador falava que quando a gente perdia era nossa culpa, mas quando ganhávamos era a macumba que ajudou. A música brinca com isso – é claro, macumba não ganha nenhum jogo”.

Entrevista | Fantastic Negrito – “Não preciso que ninguém fale que minha vida importa”

Atração da segunda edição do Juntos Pela Vila Gilda 2, que acontece em dezembro, o guitarrista norte-americano Fantastic Negrito é um dos nomes mais expressivos do blues contemporâneo mundial. Nas últimas quatro edições do Grammy, faturou duas vezes o prêmio de melhor álbum de blues contemporâneo: The Last Days of Oakland (2017) e Please Don’t Be Dead (2019). O mais recente capítulo dessa discografia é Have You Lost Your Mind Yet?, lançado em agosto. E como já era de se esperar, Fantastic Negrito segue impressionando com um repertório eclético, envolvente e cheio de técnica. Em entrevista para o Blog n’ Roll, Fantastic Negrito falou sobre o novo álbum, influências, black lives matter e a participação no Juntos Pela Vila Gilda 2. O que você trouxe de influências para compor esse álbum? Eu gosto de me manter informado quando faço meus álbuns. Have You Lost Your Mind Yet? já tem um nome esquisito por conta disso. Eu gosto de fazer comentários sociais. Quando eu comecei, tocando nas ruas, era exatamente isso que fazia. Escrevia sobre o que estava acontecendo ao meu redor. Por isso, o álbum fala das situações atuais do mundo, com esse movimento de extrema direita que vem ganhando força. Tocar sobre essas coisas é algo perigoso, mas é muito bonito ao mesmo tempo. Mostra a força da música. Você perdeu a cabeça muitas vezes enquanto compunha o disco? Quando eu estava escrevendo Have You Lost Your Mind Yet?, fiquei um pouco maluco (risos). E não tem problema nenhum quando isso acontece. Faz parte, somos humanos. Nós, afro-americanos, passamos por muitos desafios. Sempre vivemos dramas que não são novos. E toda essa situação se tornou um novo desafio. Por isso, temos que superar tudo isso para sairmos mais fortes como sociedade. Have You Lost Your Mind Yet? não é um disco de blues. Transita em várias vertentes e traz uma mensagem muito importante sobre saúde mental. Como foi a criação dele? Sempre que faço um álbum, e esse é o meu terceiro, tento fazer algo bem diferente do anterior. Mesmo que tenha sido um sucesso. Eu preciso fazer algo diferente e ótimo ao mesmo tempo. Nesse álbum, trabalhei com alguns vizinhos e amigos que têm um órgão. Coloquei aquilo no estúdio com eles e decidi trabalhar em cima desse elemento. Além disso, decidi abordar a questão da saúde mental. Li muito sobre os desafios de cuidar da saúde mental, especialmente em 2020, com a internet e essa proliferação de informações falsas na política, tanto na esquerda quanto na direita. Por isso, o álbum é associado a isso. E, musicalmente, coloquei blues, hip hop, jazz… ah, o blues está em tudo, cara. Eu ouço em todo lugar. Esse álbum é para te fazer ter bons momentos e celebrar, apesar de tudo. Nós nos medicamos com música. Resumindo, o álbum traz essa questão dos problemas de saúde mental causados pelas crises globais e pela internet. Como surgiu essa parceria com o E-40? Eu sempre fui fã do E40, e o conheci quando lancei meu primeiro álbum, em 2016. Ele é um ótimo artista, muito inovador e original. Ele lançou uma música chamada Capitain Save a Hoe há 25 anos, e o chamei para ajustarmos a ideia de sua música para algo voltado para a saúde mental. Por isso, criamos a Searching for Capitain Save a Hoe. Fala sobre temas importantes. Qual é a sua opinião sobre o fortalecimento do Black Lives Matter? Primeiramente, eu sou um homem crescido, e não preciso que ninguém fale que minha vida importa. Eu sempre soube disso. Segundo: esse movimento foi criado porque não houve resposta para a brutalidade policial, que dizimou a vida de afro-americanos. Por isso, agradeço a todos que apoiam o movimento e dão voz ao assunto. A execução de afro-americanos por policiais precisava dessa reação. Se houver esse tipo de reação sempre que essas mortes acontecerem, teremos ferramentas para a polícia mudar sua abordagem. O caso do George Floyd, por exemplo, foi uma clara execução. Não é esse o trabalho da polícia. A polícia é uma agência do Estado que tem de servir e proteger as pessoas. Eles não são juízes para saírem julgando e executando pessoas na rua. Você participará do Juntos Pela Vila Gilda 2 e conheceu a comunidade por meio de um vídeo institucional. Qual mensagem você gostaria de passar para os moradores do Dique da Vila Gilda? Quero dizer aos meus irmãos, irmãs, família e amigos da Vila Gilda, que estou com vocês. E vocês estão comigo. Juntos podemos achar um caminho e uma voz para que, esperançosamente, nós encontremos uma resposta para combater essa opressão. Quero que saibam que meu coração, meu espírito e minha alma estão com vocês no meu novo álbum Have You Lost Your Mind Yet? Quero que toquem o mais alto possível para ecoar pela vizinhança e espalhar positividade. Ouça o último álbum de Fantastic Negrito

Entrevista | Tiê – “Já tenho outras músicas pra lançar logo mais”

A quarentena levou muita gente a fazer reflexões sobre a vida e os próximos caminhos a seguir. Com a cantora paulistana Tiê não foi diferente. O período abriu novas perspectivas sobre o tempo e a vida. E foi a partir dessa experiência que gravou Kudra, um álbum de seis faixas inéditas, lançado no início do mês. O próprio processo de criação do álbum foi completamente inédito na carreira de Tiê. “Foi uma coisa bem de familiar, de ficar num estúdio na casa do meu namorado, só com pessoas que estavam quarentando com a gente. Então, o meu técnico de som, que é o melhor amigo do meu vizinho, o Flávio (Juliano), que também tocou, fez parceria em algumas músicas, além das meninas participando da semana de gravação”. No último sábado (17), Tiê fez uma live no seu canal no YouTube para divulgar Kudra. O evento contou com uma apresentação audiovisual sensorial, com direção de Anna Penteado e fotografia de Fernando Moraes, que abraça as músicas do disco e, após a exibição, a cantora e compositora entrou ao vivo para um bate-papo com os fãs e espectadores. O álbum de Tiê Tiê conta que Kudra tem diversos significados importantes, por isso que decidiu batizar o álbum dessa forma. “Veio de uma das músicas. É um nome que quer dizer amor, tem uma origem árabe, e é também uma cidade na Índia, nome de família, enfim, uma soma de mistérios desse nome. Então achei que valia para um disco, que é diferente, mais curto, tem essa coisa de ser familiar, achei que seria um nome místico”. A música a qual se refere, Kudra, fecha o álbum e conta com a participação especial de Amora, sua caçula. “Foi maravilhoso gravar com ela. Como minhas filhas passaram todo esse tempo comigo, acompanharam o processo, trouxe ainda mais significado para o disco”, reflete a cantora. Participações especiais O álbum traz nomes interessantes na produção e participações especiais, como André Whoong, Gianni Salles, Adriano Cintra, Filipe Catto e a santista Dani Vellocet, que colaborou na letra da canção Estranhos, que traz uma reflexão sobre o reencontro e readaptação, das possibilidades de estranhamentos. “É uma amiga minha, ela não participa do disco cantando, mas uma das músicas a gente fez juntas. Ela é uma letrista muito boa, uma cantora incrível, tem um trabalho autoral muito bom também. Então, achei maravilhoso que tenha entrado essa canção”. Para quem sentiu falta de mais faixas inéditas, Tiê adianta que já tem outras canções preparadas para lançar em breve. “A gente fica muito preso também a receitas e padrões que podem fazer sucesso ou não, mas acho que não funciona pra todo mundo. O que funciona para os grandes artistas, não funciona para os médios, não funciona para os pequenos. Então, não tem porque muita gente seguir alguns formatos assim. Senti que essas músicas fazem sentido, esse agrupamento, e também já tenho outras músicas pra lançar logo mais”. Tiê afirma que o álbum tem a intenção de “ser um abraço, um carinho”. “Minha função como artista é de acalantar, emocionar. Não é nem de entreter e divertir as pessoas, ou mesmo falar de política. Mesmo que eu fale de política, faço isso nos meus posts. Mas a minha música tem essa intenção, esse talento, esse dom, ela serve mesmo para acalantar e abraçar as pessoas”.

Titãs, Laura Jane Grace, Black Pumas e Get Up Kids lideram grande festival

Laura Jane Grace em show.

Titãs, Laura Jane Grace (Against Me!), Black Pumas e The Get Up Kids são algumas das principais atrações de um grande festival online que vai rolar no dia 24 de outubro, a partir das 15h. O evento é uma parceria entre a Vans, o site Tenho Mais Discos Que Amigos! e a produtora Powerline. A programação inclui ainda Tuyo, Sebastianismos, Luê, LaBaq, Romero Ferro, Potyguara Bardo, Colligere, Zander e muito mais. Diversidade e doações Além de ter como princípio central escalar bandas e artistas que representam diversos gêneros musicais, origens e comunidades, o festival Vans Apresenta: Tenho Mais Discos Que Amigos! e Powerline também nasceu com a vontade de apoiar quem mais precisa, por isso irá fomentar doações a dois projetos durante a sua transmissão. Um deles é a Casa Florescer, centro de acolhimento especial para mulheres transexuais e travestis em situação de vulnerabilidade social. Através das doações, a Casa promove acolhimento, atendimento social e psicológico, educação, vínculos familiares e reinserção no mercado de trabalho atualmente a 30 mulheres. O outro é a Território da Solidariedade, campanha de ajuda solidária organizada pelas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIS) do Centro de São Paulo que visa atender às famílias impossibilitadas de comprar alimentos, materiais de limpeza e itens de higiene, cujas situações financeiras se agravaram por conta do isolamento social exigido pela covid-19. As doações serão feitas através de um QR Code que estará na tela durante a transmissão das apresentações ao lado de outra imagem que terá link com lojas de merch oficial das bandas. Assim, os fãs também poderão comprar itens de suas bandas favoritas e ajudá-las nesse período tão difícil. Pílulas Um diferencial do festival se dá através de pílulas que serão transmitidas entre os blocos do evento, recebendo convidados para discutir a respeito dos mais variados assuntos pertinentes ao mundo e à sociedade brasileira em 2020. Estão escalados João Gordo e Vivi Torrico para falar sobre o Solidariedade Vegan, projeto de marmitas veganas beneficentes do casal; Loud e Load, responsáveis pelo projeto Rap em Quadrinhos; Felipe Gonzalez e Leandro Carbonato, produtores da Difusa Fronteira e da Powerline; Tony Aiex, fundador e editor-chefe do Tenho Mais Discos Que Amigos! e Chaene Da Gama, baixista da banda brasileira Black Pantera, também atração do festival. A artista plástica Aline Krupkoski participará através de um vídeo em time-lapse, mostrando a criação de um quadro em homenagem à Laura Jane Grace, uma das principais atrações do evento. Sideshows Outro atrativo do festival será a publicação de “sideshows” no IGTV. Com participações de dez nomes do line-up, a ideia aqui é publicar um vídeo exclusivo por dia na semana que antecede o festival (a partir do dia 19/10), e na semana que sucede o festival (26/10). De segunda a sexta-feira, os perfis do TMDQA! (@tmdqa) e Powerline (@agenciapowerline) no Instagram irão compartilhar um vídeo que não será exibido no festival como material bônus desses artistas. Realização O festival será realizado no canal oficial do Tenho Mais Discos Que Amigos! no YouTube e na fanpage do portal no Facebook a partir das 15 horas do dia 24 de Outubro de 2020. As performances foram pré-gravadas com os músicos e artistas seguindo todas as recomendações da OMS por conta do Coronavírus. Serviço Vans Apresenta: Festival Tenho Mais Discos Que Amigos! e PowerlineData: 24/10/2020Local: YouTube, Facebook, Instagram ( @tmdqa / @agenciapowerline) – Tenho Mais Discos Que Amigos! Atrações: Titãs, Laura Jane Grace, Taking Back Sunday, The Get Up Kids, Ego Kill Talent, Tuyo, Romero Ferro, Ju Strassacapa, Black Pumas, Potyguara Bardo, Camila Zasoul, Violet Soda, Black Pantera, Sebastianismos feat. Malfeitona, Amen Jr., Hypnotic Brass Ensemble, E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, Plutão Já Foi Planeta, Deb And The Mentals, Zander, Radical Karma, Black Days, Ekena, Colligere, LaBaq, Ali Barter, Putz, BABY (Luê + Mateo) e Chicano Batman.

King Princess revela inédita Only Time Makes It Human

O King Princess compartilhou nesta sexta-feira (16) uma nova faixa, Only Time Makes It Human, produzida por ela e por Mike Malchicoff e coproduzida por Mark Ronson. A faixa chega junto com um clipe dirigido por Quinn Wilson, com um avatar de King Princess criado pelo artista 3D Pastelae. Além disso, novos materiais de merchandising estão disponíveis no site oficial de King Princess − os fãs podem obter a calcinha e a regata icônicas que a artista usa no vídeo e uma série de outros itens novos. Em 2019, seu álbum de estreia, Cheap Queen, foi lançado pela Zelig Records/Columbia Records, de Mark Ronson, e foi muito aclamado pela crítica. Além disso, ela já se apresentou no Saturday Night Live e no The Late Show with Stephen Colbert. Nascida e criada no Brooklyn, Nova York, King Princess é uma vocalista, multi-instrumentista e compositora. Seu single de estreia de 2018, uma ode a histórias queer não contadas, intitulado 1950, tornou-se um sucesso da noite para o dia. Em resumo, foram mais de 300 milhões de streams até o momento e alcançando o status de platina nos Estados Unidos e na Austrália.

Preparado no Airbnb, novo álbum do The Vamps tá no ar

O The Vamps está de volta com Cherry Blossom. O nome do álbum é um reflexo do tema renascimento que o permeia. E é um renascimento da banda. Lançado nesta sexta-feira (16), é seu álbum mais pessoal e plenamente desenvolvido até agora. Liderado pela arrasadora Married in Vegas, o álbum foi auxiliado pelo descanso forçado, com a banda tendo tempo e espaço para planejar meticulosamente o que eles exatamente queriam dizer. “Antes, estávamos apenas fazendo coisas na estrada. Estava funcionando e e adorávamos, mas precisávamos de tempo para ficar entediados. Esta é a primeira vez que estou tão entediado que comecei a tentar coisas que nunca fiz antes”, explica o cantor, compositor e produtor Brad Simpson. The Vamps nos AirBnbs No verão passado, insatisfeitos com os resultados das primeiras sessões, eles reservaram alguns AirBnbs e simplesmente começaram a tocar como banda. “Acabamos descartando todas as primeiras músicas e começando de novo”, diz McVey. “O verão passado foi o verdadeiro momento de grande avanço para nós. Nós escrevemos uma música chamada Part of Me em uma das sessões do AirBnb e foi aí que pensamos oh merda, vamos fazer um álbum inteiro assim”. Essa música imediatamente definiu o padrão para o resto do álbum, como Simpson explica: “Nós descobrimos para onde queríamos ir em termos de nossas próprias aspirações. Também tivemos tempo para fazer isso. Nós pensamos: ‘se podemos fazer isso, então não devemos nos contentar com nada menos do que isso’”. Esse sentimento se reflete na letra de Better: “não vou me contentar com menos do que o melhor, podemos fazer melhor do que isso“. Essas sessões também serviram como um futuro para a banda. Tendo uma década de carreira, e agora em seu quinto álbum, eles tiveram que fazer um balanço. “Quando você está em turnê, é muito reativo e você não está necessariamente mergulhando fundo em seus relacionamentos como uma banda”, diz Simpson.

The Bombers libera videoclipe de Ardendo em Chamas

A banda santista The Bombers lançou nesta sexta-feira (16) o videoclipe de Ardendo em Chamas, primeiro single do EP Bumerangue. O registro em estúdio, que será lançado pelo selo Craic Dealer Records em parceria com a Bode Preto Produções e com apoio da D’Outro Lado Merchs, chega na próxima sexta (24). Com uma letra que aborda a forma encontrada pela banda para lidar com a angustia causada pela ansiedade, Ardendo em Chamas, foi criada à distância. “Essa coisa de criar uma composição, sem nos encontrarmos, foi uma coisa nova para nós. Então quis aproveitar essa oportunidade para compartilhar com as pessoas, na forma de música, nossos truques para lidar com toda essa loucura que vem sendo 2020”, disse Matheus Krempel, vocalista e guitarrista da banda. O clipe foi gravado em Cubatão pelo diretor Rodiney Assunção, do documentário Califórnia Brasileira – O Hardcore Punk em Santos 1991–1999, em parceria com Wladimyr Cruz. O vídeo mostra a banda tocando ao ar livre, em uma estação trem abandonada, enquanto o vocalista corre atrasado para se juntar aos outros integrantes.