Remake de Convenção das Bruxas tem trailer revelado

A aventura de fantasia Convenção das Bruxas, do diretor Robert Zemeckis, teve o trailer divulgado. O longa, que estreia em breve nos cinemas brasileiros, traz às telonas a amada história do escritor Roald Dahl, com um novo senso de humor. Zemeckis conta com uma equipe de cineastas renomados nessa aventura de fantasia. Em resumo, são Alfonso Cuarón, Guillermo del Toro e Kenya Barris. O elenco conta com nomes de peso como Anne Hathaway, Octavia Spencer, Stanley Tucci, Kristin Chenoweth e Chris Rock, além do estreante Jahzir Kadeem Bruno. Sobre o filme Convenção das Bruxas Reimaginando a adorada história de Dahl para uma audiência moderna, o filme visualmente inovador de Zemeckis conta a história sombria, divertida e comovente de um jovem órfão (Bruno) que, no final de 1967, vai morar com sua adorável avó (Spencer) na cidade rural de Demopolis, no Alabama. Quando a dupla encontra algumas bruxas ilusoriamente glamorosas, mas completamente diabólicas, a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um exuberante resort à beira-mar. Lamentavelmente, eles chegam ao local exatamente ao mesmo tempo em que a Grande Rainha Bruxa (Hathaway) reúne suas colegas de todo o planeta – disfarçadas – para realizar seus planos nefastos.
Free Guy – Assumindo o Controle ganha novo trailer

Free Guy – Assumindo o Controle teve o seu segundo trailer revelado nesta segunda-feira (5). A comédia de aventura, estrelada por Ryan Reynolds (Deadpool), tem Shawn Levy na direção (trilogia Uma Noite no Museu, Stranger Things). Apresentando novas imagens o trailer mostra um pouco mais da história de Guy e seu mundo fora de controle. Free Guy é co-estrelada por Jodie Comer (Killing Eve), Lil Rel Howery (Corra), Taika Waititi (Vingadores: Ultimato), Joe Keery (Stranger Things) e Utkarsh Ambudkar (Mulan). O filme conta a história de um caixa de banco solitário que descobre que é, na verdade, o personagem secundário de um game chamado Free City. O longa tem previsão de estreia para dezembro de 2020.
Miley Cyrus cantará Pearl Jam, Cardigans e Britney Spears em acústico

A MTV divulgou nesta segunda-feira (5) que Miley Cyrus está confirmada no próximo Acústico. Miley Cyrus Backyard Sessions acontece no dia 16 de outubro, às 20h30, na MTV. Diretamente de seu quintal, em Los Angeles, Cyrus subirá ao palco para apresentar um cover original de Gimme More de Britney Spears, assim como covers de canções de Pearl Jam, The Cardigans e muito mais. Os fãs terão lugar garantido na primeira fila enquanto Cyrus apresenta versões simples e acústicas dos sucessos que definem sua carreira, incluindo seu último single Midnight Sky. Desde sua estreia em 1989, o Acústico MTV apresentou performances inesquecíveis de artistas, como Jay-Z, Nirvana, Bob Dylan, Bon Jovi, Bruce Springsteen, Adele, Pearl Jam. Recentemente, a MTV lançou o Acústico MTV em Casa para coincidir com o lançamento de #JuntosADistância, campanha voltada para as redes sociais. Em resumo, tem como objetivo educar os jovens sobre a importância do distanciamento social a fim de nivelar a curva do Covid-19. Serviço – Acústico MTV: Miley Cyrus Backyard SessionsExibição: 16 de outubro, sexta-feira, às 20h30, na MTV.
Entrevista | Surra – “Tem muito mais shopping e balada do que espaço para bandas de rock”

Sem shows por conta da pandemia, o Surra decidiu passar grande parte do ano no estúdio. Dessa experiência surgiram várias ideias. A primeira delas é o EP 100% Surra – Expropriando Sua Fábrica, com homenagens às bandas da Baixada Santista, local de origem do Surra. São quatro faixas com significados marcantes para os integrantes: Little Boy (Sociedade Armada), Laje (Summersaco), Simpatia Pela Vingança (Larusso) e Total Destruição (Vulcano). O que os integrantes do Surra disseram sobre as escolhas? Little Boy – Sociedade Armada “A primeira escolhida foi a música Little Boy, do Sociedade Armada, banda icônica do hardcore praiano, com letras muito contundentes que, inclusive, servem de grande inspiração para nós. Nesse caso aqui, a música trata do maior atentado terrorista da história, as bombas atômicas lançadas contra o Japão no final da Segunda Guerra Mundial”. Laje – Summersaco “Em seguida temos Laje, do conjunto de Praia Grande Summersaco. Poucos sabem, mas essa cidade vizinha de Santos já teve algumas das melhores bandas do cenário extremo. Além do Summersaco tivemos também o Entendeu? E graças a esse pessoal, nós tocamos nossos primeiros shows fora de Santos e abrimos nossa cabeça para sons e ideias diferentes. Mais ainda, fica aqui nossa homenagem para o nosso amigo Itzac, guitarra e vocal da Summersaco, falecido em 2019″. Simpatia Pela Vingança – Larusso “Não poderíamos deixar de destacar também o Larusso, banda que foi muito influente para nós no começo de nossa trajetória no underground. Na época em que éramos adolescentes e começamos a tocar thrash, o Larusso era uma referência no crossover santista, com várias pessoas que depois iriam se tornar grandes amigas e parceiras na formação da banda. Em um período de pouco público, eventos com cotas de ingressos e o auge do “pop punk”, esse pessoal nos mostrou qual era o caminho”. Total Destruição – Vulcano “Para arrematar, temos um tributo ao grande Vulcano, uma das principais bandas que já saíram da Baixada para o mundo. Total Destruição é um hino do metal brasileiro e, para nos ajudar a afiar esse AÇO, nós tivemos o auxílio de Mauricio Nogueira (ex-Krisiun, Torture Squad e Matanza) nos solos de guitarra e do vocal da destruidora Cacau Pinheiro”. Qual é a principal característica do hardcore/punk na Baixada Santista? E por que seguimos com bandas expressivas ininterruptamente desde o fim dos anos 1980? Victor: Acredito que, por mais que sejam estilos e concepções diferentes, a Baixada Santista sempre teve bandas que deram a cara a tapa e saíram tocando por aí. Acho que a formação de músicos na cidade sempre foi um fator muito importante, e essa “passada de bastão” de geração para geração, mesmo que informalmente. Uma banda sempre serviu de exemplo para outra. Eu me preocupo com a situação atual. Não temos mais espaços para som ao vivo na cidade e acredito que essa renovação está correndo sério perigo de parar por aqui… Leeo: A Baixada Santista, principalmente Santos, mudou muito nos anos 2000 e 2010. Tem muito mais shopping e balada do que espaço para bandas de rock. Faz uns anos que a gente vem improvisando com shows em botecos que cedem um espacinho para os eventos ou nos próprios estúdios de ensaio. Nos últimos anos, apesar das bandas seguirem representando bem a região, o cenário ficou mais esvaziado. O que mudou? O que pode ser feito para melhorar? Victor: Como disse, acho que o fato de não ter um “rolê”, um espaço de convivência para as bandas tocarem e conviverem juntas atrapalha bastante. Outro fator, acredito que seja uma característica da própria cidade. É muito difícil os jovens que se formam nas escolas ficarem em Santos, por pura falta de perspectiva. As pessoas vão embora e nunca mais voltam… Falando da curadoria dos homenageados no EP, podemos dizer que essas são as bandas que mais influenciaram o Surra, dentre os nomes da região? Victor: Acho que as influências das bandas daqui são muitas, essas são algumas delas. Na nossa geração nós tivemos lugares importantes como o Praia Sport Bar, o Studio G, e a própria existência da Enseada FM nos anos 1990, que impulsionou muito a cena das bandas daqui. Inclusive ainda temos a ideia de fazer outras edições dessa ideia, com mais covers. Guilherme: Infelizmente muitas bandas que curtimos e gostaríamos de homenagear ficaram de fora. Quem sabe não cabe até uma segunda edição desse EP com outras influências. O Surra já tem outros planos em mente. O que você pode adiantar sobre isso? Guilherme: O que podemos adiantar é que ainda esse ano liberaremos um EP com cinco faixas inéditas. Leeo: Sim! E esse EP vai ser lançado num formato físico especial! Lives, drive-in ou só shows presenciais com a vacina? Qual é a relação da Surra nesse sentido? Victor: Nós estamos esperando chegar a vacina para poder voltar para a estrada. Por enquanto, estamos enfurnados no estúdio gravando o máximo de material possível. Guilherme: Acho que pelo estilo do Surra e pela interação com o público ser, hoje, algo que faz parte do show, não faz muito sentido para nós esses formatos adaptados de show.
Corey Taylor lança primeiro álbum solo; Ouça CMFT

Vocalista do Slipknot e Stone Sour, Corey Taylor, enfim, lançou o aguardado álbum solo de estreia, CMFT. Entre os destaques estão os singles Culture Head, HWY 666, CMFT Must Be Stopped (feat. Tech N9ne & Kid Bookie) e Black Eyes Blue. Taylor alcançou a posição de número um do chart “Hard Rock Songrwriters” da Billboard, seguindo a estreia sem precedentes de Black Eyes Blue e CMFT Must Be Stopped (feat. Tech N9ne & Kid Bookie), esse último, inclusive, chegou à marca de 3 milhões de visualizações no YouTube. Na semana passada, Taylor divulgou Culture Head durante a transmissão do WWE NXT, iluminando ainda uma outra faceta de CMFT. CMFT é um projeto muito aguardado por Taylor, com faixas recém-escritas ao lado de algumas que datam da adolescência do artista. Gravado no Hideout Studio, em Las Vegas, Estados Unidos, com produção assinada por Jay Ruston, o álbum conta ainda com a banda Christian Martucci (guitarra), Zach Throne (guitarra), Jason Christopher (baixo) e Dustin Robert (bateria) — CMFT traça um roteiro selvagem e emocionante por meio da psique musical de Taylor.
Dirty Projectors chega ao quarto EP em 2020: Earth Crisis

Após homenagear João Gilberto com Super João, o Dirty Projectors lançou Earth Crisis, a penúltima parcela no ciclo de cinco EPs que a banda vem lançando ao longo de 2020. A música de Earth Crisis tem uma história por trás. Em 2007, o Dirty Projectors lançou Rise Above, uma releitura do álbum Damaged (1981), do Black Flag. Posteriormente, Dave Longstreth continuou trabalhando no material, produzindo arranjos das canções para quinteto de sopros e quarteto de cordas. Em fevereiro de 2008, Chris Taylor (Grizzly Bear) gravou esses arranjos na igreja de Greenpoint, Brooklyn, onde gravaram partes de Yellow House e Veckatimest. Contou ainda com Sam Hillmer (Zs, Diamond Terrifier) da vanguarda de Nova York na condução. Pouco depois da sessão, o Projectors embarcou em uma turnê de três meses; quando eles começaram a respirar, Dave se distraiu escrevendo Bitte Orca e nunca terminou a orquestral Rise Above. Quando Dave encontrou as gravações perdidas em um HD antigo no ano passado, começou a reformulá-las – com looping, pitch-shifting, desconstruindo – e recriando as colagens orquestrais resultantes com novas melodias vocais. “Para mim parecia um processo ecológico: reciclar, fazer uma nova vida a partir do velho”, diz ele. A vez de Kristin Slipp Essas colagens formam um terreno harmônico para a vocalista e tecladista de Dirty Projectors, Kristin Slipp, ocupar o centro do palco com seu forte soprano. A criação do Earth Crisis emergiu da metáfora do processo musical – reciclagem, reutilização de materiais – e seu título chegou acidentalmente, um aceno divertido para as lendas do hardcore e para o material de origem, Rise Above. A partir daqui, temas de colapso ambiental e eco distopia se apresentam organicamente nas letras que Slipp e Longstreth escreveram em colaboração. Documentário do Dirty Projectors O EP Earth Crisis chegou com um curta-metragem impressionante de mesmo nome escrito e dirigido pelo amigo e colaborador Isaiah Saxon, do Encyclopedia Pictura. O Encyclopedia Pictura é um estúdio de cinema e animação com sede em Los Angeles cujas paixões incluem jardinagem, vilas, amizade e observação científica. O curta-metragem Earth Crisis apresenta uma mistura especial de medley das canções do EP e conta a história comovente de uma mulher idosa sozinha no deserto ártico. Com a música inspirada por J Dilla tanto quanto Igor Stravinsky, o modo de Earth Crisis é uma forma artística composta. Enquanto escreviam as letras, Kristin Slipp e Dave Longstreth consideraram uma reescrita do século 21 da sinfonia épica de Gustav Mahler, Das Lied von der Erde (A Canção da Terra). Em 20 de novembro, a sequência diversa e dinâmica de EPs do Dirty Projectors lançada em 2020 culminará em uma antologia de vinte músicas intitulada 5EPs. Com cada parte liderada pela voz de um membro diferente da banda, 5EPs marca o crescimento, a transição e o poder comunitário do grupo. Até o momento, a guitarrista Maia Friedman comandou o folk do Windows Open, a tecladista e percussionista Felicia Douglass comandou o soul super-future Flight Tower. Ademais, Dave Longstreth fez uma homenagem a João Gilberto no Super João, e agora Kristin Slipp traz seu entusiasmo e surreal soprano para Earth Crisis.
Wiz Khalifa libera versão deluxe de The Saga of Wiz Khalifa

O rapper Wiz Khalifa divulgou nesta sexta-feira (2) a versão deluxe do EP The Saga Of Wiz Khalifa: Deluxe Edition, disponível em todas as plataformas digitais. The Saga Of Wiz Khalifa: Deluxe Edition inclui o single POV (Feat. Rubi Rose), que ganhou um videoclipe. Lançado em 20 de abril, em referência à estigmatizda hora 4:20, The Saga Of Wiz Khalifa já conta com mais de 175 milhões de streams globais. Além disso, inclui colaborações de Megan Thee Stallion, Ty Dolla $ign, Mustard, Quavo, and Logic. Anteriormente, Wiz Khalifa revelou outros três singles: Still Wiz, Bammer (Feat. Mustard) e Contact (Feat. Tyga). Como se não fosse suficiente, no último mês, Wiz celebrou o próprio aniversário com a premiere de Big Pimpin‘, mixtape com 17 faixas inéditas. Conta com colaborações de Curren$y, Ytiet, Bootsyano, Young Deji, Sosamann, Chevy Woods, Saxlrose, and Narissa. Além disso, o vídeo oficial para o reggaeton sucesso de Amenazzy x Wiz Khalifa x Myke Towers, Jalapeño Remix, estreou no YouTube e, desde o lançamento, conquistou mais de 12 milhões de visualizações. Ademais, a série infinita de novas músicas inclui os lançamentos de verão com o artista jamaicano indicado ao Grammy Protoje com A Vibe (Feat. Wiz Khalifa), e a parceria com Cheat Codes, No Time (Feat. Wiz Khalifa & PRINCE$$ ROSIE).
Laura Jane Grace surpreende fãs com o álbum Stay Alive

A vocalista do Against Me!, Laura Jane Grace, surpreendeu os fãs com um álbum surpresa nesta quinta-feira (1). Em Stay Alive, ela não tem a companhia da banda The Devouring Mothers, mas tem a parceria com o produtor Steve Albini, o único que a acompanhou no estúdio em Chicago. São 14 canções com temas bem reflexivos, desabafos e ansiedades em um mundo pandêmico. A sonoridade, apesar de acústica, é pesada em muitos momentos. Laura Jane Grace é incrível em vários momentos. É punk rock na viola. Em um desses momentos, Laura fala sobre a saudade de viajar, citando Portugal nominalmente, em The Calendar Song. A postura anti-Trump segue intacta. Em Hanging Tree, são várias cutucadas no atual e, se tudo correr bem, futuro ex-presidente dos Estados Unidos. “Você não pode confiar em um homem com cabelo assim. Muito engano, sem autoconsciência”, canta logo no início da faixa. Em resumo, é impossível não se identificar com o que Laura Jane canta em Stay Alive. É um retrato perfeito dos tempos caóticos que vivemos. Seja pelo o aumento da intolerância e da ascensão de políticos doentes ou pelas angústias e ansiedades geradas pela pandemia. Stay Alive não é uma superprodução, mas certamente é um dos álbuns mais interessantes para ouvir nesta semana. Laura Jane Grace surpreendeu da melhor forma possível.
Corey Taylor estreia álbum solo com live; Brasileiros têm desconto

Depois da estreia de Black Eyes Blue, segundo single do álbum solo CMFT, Corey Taylor promove a live Forum Or Against ‘Em, nesta sexta-feira (2) para marcar a estreia do projeto. Em resumo, o artista apresentará, pela primeira vez, as músicas de CMFT. Os ingressos para acompanhar o show já estão à venda. Eles custam US$ 21,00. Os fãs brasileiros, no entanto, têm US$ 10,00 de desconto. Para aproveitar, basta acessar o site promocional e incluir o cupom “CMFTBRA”.