Vídeos: Pappa Jack, Taboo, Adriana Calcanhotto, Mahmundi, El Paco e ZéVitor

Pappa Jack – Renascer A intensidade da faixa de abertura do EP O Mundo Inteiro em Uma Noite, da banda carioca Pappa Jack, ganhou novos contornos em forma de clipe. O quarteto transforma Renascer, uma canção sobre quedas e recomeços, em uma performance visceral. Um chamado a não se deixar abater pelas circunstâncias adversas, Renascer traz uma importante mensagem de resiliência em tempos de crise – em sintonia com um contexto de incertezas que o mundo vive atualmente. Mahmundi – Nós de Fronte, Nova TV e Sem Medo A cantora, compositora e produtora Mahmundi disponibilizou em seu canal no YouTube os vídeos de Nós de Fronte, Nova TV e Sem Medo.  Os vídeos fazem parte da inusitada e graciosa versão de seu mais recente trabalho, Mundo Novo. Gravado em sua casa, em São Paulo, Mahmundi reinterpreta todas as canções do álbum. Adriana Calcanhotto – Futuros Amantes O álbum Margem, lançado em 2018 por Adriana Calcanhotto, encerrou a chamada trilogia do mar da artista. Portanto, nada mais honesto que terminar um ciclo com um álbum ao vivo. O registro audiovisual do espetáculo, intitulado Margem, finda a viagem, traz canções dos outros dois álbuns, Maritmo (1998) e Maré (2008), além de novas interpretações exclusivas, como a deste primeiro single, Futuros Amantes, canção de Chico Buarque (1993). Futuros Amantes e a canção irmã Os ilhéus se encontram no palco, em Margem, e em sequência. “É dos momentos mais fortes do show, para mim, no sentido do quanto uma canção pode exigir de nós em termos da nossa capacidade de rendição à beleza. Será que um dia Copacabana será a nova Atlântida? Chico Buarque e Antonio Cicero é quem sabem”, afirma a cantora. Taboo – Meia-vida Enquanto revela canções que integrarão seu primeiro disco de estúdio, a banda Taboo convida a refletir sobre a vulnerabilidade social e a cegueira opcional de muitos diante da miséria alheia. Em Meia-vida, seu novo clipe e single, o grupo mineiro propõe um diálogo entre privilegiado e sem-privilégios sobre o que nos torna iguais e, ao mesmo tempo, tão diferentes. El Paco – Chumbo O ponto central é que a mensagem seja mais forte que o mensageiro. Em seu primeiro lançamento, Chumbo, El Paco apresenta uma música com estética diferenciada, com elementos do trap e letra melódica. Sem esconder a inspiração no seriado Dark, o ambiente da música transporta o ouvinte para um ambiente sombrio. “A música surgiu literalmente de um sonho, toda poesia da letra é construída com o pesar desse sonho ter acabado, do momento que despertei. Aí acabamos traduzindo isso em uma linguagem dentro do clipe que mostra esse percurso até o despertar”, conta El Paco. ZéVitor – Bagunça e Baderna O cantor e compositor ZéVitor lançou nas plataformas digitais o single Bagunça e Baderna, que chegou acompanhado de clipe animado criado por Lucas Paixão. Bagunça e Baderna é a quinta faixa do novo álbum de ZéVitor, Ressignificar, que será lançado em 27 de outubro. O disco conta com as colaborações de Kamaitachi (Bruxa) e Konai (Castelo de Areia) e um dueto com Fagner (Versos Ardentes).

Jequitibás, a grata surpresa psicodélica e garageira de São Paulo

Logos nos primeiros riffs da faixa de abertura, Metamorfose, já dá para perceber a potência sonora e a química da Jequitibás, de São Paulo. A banda desponta como um reforço promissor para o novo rock brasileiro. Quando conhecemos a história de Zé Gonçalves Filho (guitarra e vocal), Guto Gonzalez (bateria e vocal) e Sóstenes Matusalem (baixo) fica claro que há muito tempo eles estão se preparando para este momento. Os três integrantes já tocavam juntos na banda UDJC, mas o destino fez que aquele grupo se desfizesse e que das cinzas os remanescentes formassem a Jequitibás. Para gravar o álbum de estreia, se isolaram no estúdio Canto da Coruja, em Piracaia, no interior de São Paulo. Ao lado do produtor Ricardo Prado, registaram em menos de uma semana as sete músicas que compõem o repertório. É sempre uma tarefa árdua definir o som de uma banda e com a Jequitibás não é diferente. Basta perguntar aos próprios integrantes e as respostas virão de rock psicodélico a rock’n’roll ácido, de grunge a classic rock, e por aí vai. Tire suas conclusões e aprecie a estreia dessa ótima banda. Surpresa mais que agradável!

The Kills reúne raridades em Little Bastards, que chega em dezembro

O The Kills compilou uma série extraordinária de lados B e raridades no álbum Little Bastards, que será lançado em 11 de dezembro. As canções variam dos primeiros singles de 7 “da banda entre 2002 e 2009. Todo o material foi remasterizado para ser lançado em LP duplo, CD e digital. A compilação inclui uma demo nunca antes lançada de Raise Me, da era Midnight Boom (2008-2009). Alison Mosshart e Jamie Hince produziram e dirigiram um vídeo para essa música. O título do álbum é um comentário irônico sobre o destino negligente dessas gravações: em muitos casos nascidos no momento para preencher as faixas bônus em singles em CD, eles esmaeceram junto com o formato de lançamento exigido para sua criação. Além disso, Little Bastard foi o apelido carinhoso que o The Kills deu à bateria eletrônica que permitiu sua existência como uma banda de dois integrantes.

Com músicos do Muse, Jet e Blur, The Jaded Hearts Club debuta com sons da Motown

O supergrupo The Jaded Hearts Club, enfim, lançou o seu debute. Após uma longa expectativa por um disco cheio, You’ve Always Been Here já está disponível nas principais plataformas de streaming. São 11 releituras de alto nível de artistas clássicos da Motown, com destaque para I Put A Spell On You, Love’s Gone Bad, Reach Out I’ll Be There e Nobody But Me. Nem todas funcionam de forma tão especial, mas o registro cumpre bem sua função. The Jaded Hearts Club inclui em sua linha de frente: Miles Kane (The Last Shadow Puppets) e Nic Cester (Jet), os guitarristas Graham Coxon (Blur) e Jamie Davis, além de Matt Bellamy (Muse) no baixo e o baterista Sean Payne (The Zutons). O curioso é a forma como esse supergrupo surgiu. Amigo de Coxon, Davis queria montar uma banda de covers do Beatles para o seu aniversário. Então decidiu convidar músicos britânicos que estavam morando em Los Angeles para o acompanhar. Logo no segundo show da carreira, em janeiro de 2018, The Jaded Hearts Club foi a trilha do desfile de moda de Stella McCartney. Na plateia, Quincy Jones, Katy Perry, James Corden e Ringo Starr aguardavam ansiosamente. E se isso não fosse o bastante, Paul McCartney subiu ao palco e conduziu a banda em I Saw Her Standing There e Helter Skelter. A partir desse momento mágico na vida de todos os integrantes, o The Jaded Hearts Club virou uma realidade. Tocou em vários festivais, eventos beneficentes e expandiu o repertório para outros clássicos do rock britânico dos anos 1960. “Nós simplesmente amamos a história de como o norte da Inglaterra se apaixonou pela música soul americana, mesmo depois que ela parou de ter sucessos e de usar essa música como trilha sonora para uma boa noitada”, comenta Davis. Ouça álbum

McFly dá amostra reflexiva de novo álbum; Ouça Tonight Is The Night

Depois do sucesso do aclamado single Happiness, o McFly dá aos fãs outra amostra do próximo álbum com o lançamento de Tonight Is The Night, já disponível em todas as plataformas digitais. Ademais, a canção também ganhou um videoclipe. Tonight Is The Night é uma faixa mais melancólica e reflexiva. Após se apresentar no Britain’s Got Talent no horário nobre da ITV, o grupo está recebendo um apoio incrível da TV inglesa e norte-americana. Também está confirmado um ITV1 Prime time Mcfly Special, no dia 14 de novembro – um dia depois do lançamento do álbum.

Singles: Mama Feet, Marcelo Falcão, Caramelows, Noise Under Control e Amsterdan

Caramelows – Pote de Cores Um grupo paulista, uma cantora de Moçambique, uma homenagem ao pagode baiano e uma gravação em Lisboa. Foi a partir dessas conexões que surgiu Pote de Cores, novo single dos Caramelows que conta com a participação da cantora Selma Uamusse. A faixa ganhou também um vídeo igualmente colorido. Para dar vida à ideia da música, Caramelows trabalha novamente com a artista Laura do Lago, que assinou também seu recente clipe para Siente el Calor, mais uma colaboração internacional – com a rapper espanhola Indee. Marcelo Falcão e Cynthia Luz – Sexta-Feira Depois de lançar o primeiro álbum solo, Viver, em fevereiro de 2019, e estrear o show da turnê homônima em agosto do mesmo ano, excursionando por todo o Brasil, Marcelo Falcão divulgou o segundo single de 2020, com grandes expoentes da nova geração do rap. Após perceber, nas próprias redes sociais, a renovação do público com o resultado de streamings, Marcelo Falcão procurou pessoas que mais se reverenciavam a obra dele e fez o convite. Assim, surgiram o single com Felipe Ret, Louco para Voltar, lançado em julho passado, e agora é a vez de Cynthia Luz, com Sexta-Feira. Mama Feet – Unfinished Business O Mama Feet continua a todo vapor. Unfinished Business é o terceiro single do próximo disco da banda carioca, mas o primeiro completamente produzido durante a pandemia. Mais uma vez o grupo trouxe ousadia no clipe, que foi produzido pelo baixista da banda, Tynho. A temática karaokê nasceu da saudade que os integrantes sentem do bar preferido deles, da vontade gigante de ligar pros amigos e dizer “bora na Marlene hoje!”. O bar da Marlene é o Nevada Bar, na Tijuca, no Rio de Janeiro). Amsterdan – Gafanhotos O turbilhão de sensações diante do que acontece no mundo enquanto vivemos isolados em nós mesmos é o ponto de partida para Gafanhotos, single inédito da banda carioca Amsterdan e que ganha também um clipe. O vídeo traz uma visão intimista sobre o quanto o mundo externo impacta a saúde mental e reflete sobre os acontecimentos dos últimos seis meses dentro de uma perspectiva pessoal. Noise Under Control – A Fuga Trazendo a luta para superar o bullying, a banda carioca Noise Under Control faz do grito dos excluídos uma mistura de fúria e pressão no single A Fuga. Destaque da cena de rock do Rio de Janeiro, Noise Under Control antecipa seu disco Caixa dos Esquecidos com este single. Em resumo, narra uma série de violências físicas e psicológicas embaladas por imagens do que tornou um destaque da banda: sua apresentação ao vivo.

Artistas se despedem de Eddie Van Halen nas redes

A morte do guitarrista e fundador do Van Halen, Eddie Van Halen, entristeceu o mundo roqueiro nesta terça-feira (6). Vítima das complicações de um câncer, o músico sai de cena aos 65 anos, mas deixa um legado imensurável para todos os fãs e apaixonados por música. Nas redes sociais, muitas bandas e artistas se despediram do guitarrista com lindas mensagens. Aerosmith Rest In Peace @eddievanhalen You will be missed! #Legend pic.twitter.com/A2dpG41dbS — Aerosmith (@Aerosmith) October 6, 2020 Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers Oh man, bless his beautiful creative heart. I love you Eddie Van Halen, an LA boy, a true rocker. I hope you jam with Jimi tonight. Break through to the other side my brother. ❤️❤️❤️ https://t.co/XpcTlPJq9A — Flea (@flea333) October 6, 2020 “Eu amo você, Eddie Van Halen, um garoto de Los Angeles, um verdadeiro roqueiro. Eu espero que você toque com o Jimi hoje à noite. Boa passagem para o outro lado, meu irmão”. Billy Idol Rest in peace guitar legend Eddie Van Halen. 💔 We will miss you. #fuckcancer @eddievanhalen #eddievanhalen pic.twitter.com/S4vnN3tyWc — Billy Idol (@BillyIdol) October 6, 2020 “Descanse em paz, lenda da guitarra. Nós vamos sentir sua falta”. Gene Simmons, músico e fundador do Kiss “Meu coração está partido. Eddie não era apenas um deus da guitarra, mas uma alma genuinamente bonita. Descanse em paz, Eddie!” Tommy Thayer, músico do Kiss “Tão triste ouvir isso”. Fred Sablan, baixista de Marilyn Manson “Descanse em paz um dos melhores de todos os tempos”.

Eddie Van Halen morre aos 65 anos, vítima de câncer

O lendário guitarrista Eddie Van Halen morreu aos 65 anos, vítima das complicações de um câncer de garganta, contra o qual lutou nos últimos anos. A triste notícia foi confirmada por Wolf, filho e baixista do Van Halen desde 2006. No Twitter, Wolf prestou uma homenagem ao pai e falou da dor que está sentindo com a perda. Eddie Van Halen foi um dos maiores nomes da história do rock. “Não acredito que estou tendo que escrever isso, mas meu pai, Edward Lodewijk Van Halen, perdeu sua longa e árdua batalha contra o câncer essa manhã. Ele era o melhor pai que eu poderia pedir para ter. Cada momento que eu compartilhei com ele dentro e fora do palco foi um presente. Meu coração está partido e eu não acho que me recuperarei completamente dessa perda”. Vida e obra de Eddie Van Halen Eddie Van Halen nasceu Edward Lodewijk Van Halen em 26 de janeiro de 1955, em Nijmegen, na Holanda, onde passou seus primeiros anos. Seu pai, Jan Van Halen, nascido em 1920, era um músico talentoso de saxofone e clarinete. A mãe de Eddie era Eugenia Van Beers, que nasceu na Indonésia, em 1914. A família se mudou para os EUA em 1962 e se estabeleceu perto de outros membros da família em Pasadena, na Califórnia, onde Eddie e seu irmão estudaram no ensino fundamental. Eddie e seu irmão, Alex Van Halen (1952), tiveram aulas de piano desde cedo. E ambos se tornaram pianistas talentosos. A influência do piano foi claramente a base da carreira musical dos dois. Influências A invasão do movimento rock britânico no final dos anos 1960 hipnotizou os irmãos. Logo, eles abandonaram seus pianos e começaram a tocar bateria e violão. Inicialmente, Eddie era o baterista, Alex o guitarrista. No entanto, logo na sequência, eles trocaram de instrumentos, uma jogada inteligente porque Alex se tornou melhor na bateria do que Eddie, e a proeza e fama de Eddie como guitarrista de rock é uma história que dispensa comentários. Guitarristas de hard rock, como Eric Clapton e Jimmie Page, influenciaram o desenvolvimento de Eddie no instrumento. Entretanto, o líder do Van Halen foi considerado por muitos especialistas como o pioneiro do “Modern Rock and Roll Show”, no qual o guitarrista geralmente é o músico mais proeminente. Eddie também recebeu crédito por ser o guitarrista mais imitado de sua geração. Um importante reconhecimento que Eddie recebeu foi ser eleito o melhor guitarrista de rock durante o período de 1979-1983 pela influente revista Guitar Players. Em 2013, a revista Guitar World nomeou Eddie o Melhor Guitarrista de Todos os Tempos. Eddie Van Halen não apenas foi um dos melhores guitarristas de sua época, mas também esteve ativamente envolvido no desenvolvimento da guitarra elétrica. Guitarras projetadas Durante sua carreira, ele tocou em guitarras personalizadas que foram projetadas e / ou construídas por ele. Como resultado de sua habilidade no design de guitarras, ele se envolveu ativamente com as guitarras Kramer na década de 1980. Mais tarde, Eddie se mudou para a Ernie Ball Company, na qual criou sua própria linha de guitarras. Posteriormente, em meados dos anos 1990, ele mudou de fabricante e trabalhou com a Peavey. Mais tarde, se envolveu com a Fender Musical Instruments (FMIC), uma divisão da Charvell. Com a FMIC Eddie desenvolveu sua própria linha de marca chamada “EVH”. Crescimento com o Van Halen A ascensão de Eddie ao ápice de sua carreira foi, obviamente, realizada através da banda Van Halen. Em resumo, Eddie e Alex começaram a tocar em clubes locais na área de Los Angeles, com outros membros da banda, é claro, sob o nome de Mammoth no início dos anos 1970. Lembre-se de que naquela época eles eram apenas adolescentes. A qualidade da música, todavia, foi rapidamente notada por outros. Em 1974, os dois irmãos se juntaram a David Lee Roth, um “cantor de metal” que havia se apresentado com outras bandas na área de Los Angeles. Roth tinha uma experiência considerável em gerenciamento de banda e reconheceu o talento de Eddie. Naquela época, Michael Anthony também se juntou à banda como baixista. Como já havia outra banda Mammoth em Los Angeles, Roth propôs mudar o nome de sua banda para Van Halen. Naquela época, Eddie começou a empregar uma nova abordagem de tocar guitarra chamada de técnica “tap de duas mãos”, uma técnica que se tornou a marca registrada de Eddie e logo foi copiada por outros músicos. Com sua velocidade incrível e fraseado popular, Eddie rapidamente se tornou o melhor guitarrista da cena musical de Los Angeles. E o Van Halen ganhou projeção nacional. Apoio de Gene Simmons, do Kiss Em 1976, Gene Simmons, do Kiss, compareceu a um show do Van Halen e os ajudou a produzir uma demo. Eventualmente, a Warner Brothers conseguiu uma cópia da demo e, em 1977, assinou um contrato com a banda. Essa parceria resultou em uma série de álbuns multi-platina e turnês esgotadas. A banda se tornou nacional e logo internacional. Sem dúvida, no final dos anos 1970, Van Halen era a banda de rock and roll mais popular nos Estados Unidos e no exterior. Em 1985 houve um desentendimento entre David Lee Roth e os irmãos Van Halen. Roth saiu e foi substituído por Sammy Hagar. A mudança não afetou a popularidade da banda, indicando claramente que Eddie tinha o poder de atração dominante de todos os integrantes da banda. Nos anos posteriores, Sammy Hagar foi substituído por Gary Cherone e, a certa altura, Roth voltou para algumas apresentações. A vida pessoal de Eddie e seus problemas afetaram bastante a atuação da banda. O legado, no entanto, jamais será esquecido. Obrigado por tudo, Eddie Van Halen! Abaixo uma homenagem feita pelo ilustrador e chargista Marcelo Padron, cinco anos atrás.

Gorillaz + Elton John = impossível isso dar errado

The Pink Phanton com colaboração de Elton John & 6LACK é o mais recente episódio de Song Machine, que mostra o Gorillaz acompanhado de uma combinação do talento único de Elton John – como você nunca o viu antes! – e do rapper de Atlanta 6LACK. “Damon me procurou e me pediu para fazer alguma coisa e a maneira como a faixa ficou é ótima. Eu estavam em estúdio, em Londres, e ele estava do outro lado, em Devon, mas, mesmo remotamente, foi um processo muito engajador e criativo. Eu sempre amei o Damon porque ele engloba tantos tipos diferentes de música. Ele coloca a mão em tantas coisas e, embora tenha conquistado tanto, nunca fica parado criativamente. Está constantemente avançando e abraçando o novo, o que é admirável e raro. Ele está sempre trabalhando – sempre fazendo alguma coisa”, elogiou Elton John. O pianista também ressaltou todo o trabalho de pesquisa de Damon. “Ele fez tanto para promover a música de todo o mundo, da África, da China, que as pessoas não tinham ouvido antes e eu realmente admiro isso. Sempre fui um fã do Gorillaz de qualquer maneira, então, quando ele me pediu para fazer uma faixa do Gorillaz – foi óbvio. Estou muito, muito feliz por isso ter acontecido”. O vocalista do Gorillaz, 2D, adicionou: “obrigado por ser tão generoso conosco, Mr. Elton Sir John, com o seu tempo e genialidade, e obrigado também por aqueles doces dinamarqueses que você trouxe, e por fazer algumas das melhores músicas de todos os tempos”. A coleção completa de Song Machine: Season One ficará disponível no dia 23 de outubro. E nos dias 12 e 13 de dezembro, está programada a apresentação Song Machine Live, um show ao vivo, que será o único ao vivo do Gorillaz neste ano.