Aclamado livro de Florence Welch chega ao Brasil via DarkSide Books

O aclamado Inútil Magia, livro de Florence Welch, vocalista da banda britânica Florence + the Machine, é um dos grandes destaques de agosto na DarkSide Books. Inútil Magia reúne letras de músicas, poesias e sermões inéditos no Brasil, além de fotos, obras de arte, anotações manuscritas, playlists, desenhos e sketches da própria Florence Welch — autora e vocalista da banda Florence + the Machine. Sagrado e transformador, Inútil Magia chegou em uma edição luxuosa e bilíngue, que mantém a tipografia original da autora, respeitando o trabalho artístico e mágico de uma compositora singular. Ficha técnica: Autora – Florence Welch Gênero – Não Ficção Especificações – 336 páginas, 17 x 22 cm, 500 g, capa dura Preço – R$ 129,90

Hollywood Undead lança seu oitavo álbum de estúdio, “Hotel Kalifornia”

A Hollywood Undead lança seu oitavo álbum de estúdio. Hotel Kalifornia é um pesado e reflexivo trabalho sobre as desigualdades sociais no estado natal da banda, a Califórnia. “Estávamos em um mundo de merda”, reflete Johnny 3 Tears. “As oportunidades para o fracasso eram muito maiores que as de sucesso, com traficantes e gangues. Fizemos algo especial juntos por causa de todas as dores que vieram de todas as nossas experiências”. “Hotel Kalifornia me traz de volta a uma época em que tudo o que importava era a música”, completa J-Dog. Fazendo uma mescla de rap, hard rock e alternativo, a banda é formada também pelos MCs Charlie Scene, Funny Man e Danny. Iniciada em 2005, a Hollywood Undead já é um dos nomes mais consolidados de sua cena. Seu álbum de estreia, Swan Songs (2008), chegou ao disco de platina.

Chaos in Bloom, novo álbum do Goo Good Dolls, já está entre nós

O Goo Goo Dolls lançou nesta sexta-feira (12) seu 13º álbum de estúdio, Chaos in Bloom, via Warner Records – uma distribuição nacional Warner Music Brasil. O projeto chega para marcar o primeiro álbum do grupo produzido pelo vocalista John Rzeznik e encontra a banda de quase quatro décadas em um momento de constante evolução. Composto por dez faixas, Chaos in Bloom é rico em sarcasmo mordaz, refrões prontos para o estádio e o tipo de composição afiada que levou o grupo a se tornar um dos nomes de rock alternativo mais influentes de todos os tempos.

Slipknot anuncia álbum The End, So Far e revela single The Dying Song (Time To Sing)

O Slipknot anunciou detalhes do novo álbum, The End, So Far, que será lançado em 30 de setembro pela Roadrunner Records – uma distribuição nacional Warner Music Brasil. Hoje a banda compartilhou o single The Dying Song (Time To Sing), que está disponível em todas as plataformas digitais com um videoclipe no canal do Slipknot no YouTube. Dirigido pelo próprio M. Shawn ‘clown’ Crahan, o vídeo The Dying Song (Time To Sing), e a própria faixa, mostram uma das bandas mais populares e profundamente enigmáticas do mundo incansavelmente traçando novos caminhos à medida que continuam a redefinir, revitalizar e reimaginar o escopo do rock. Falando sobre o próximo álbum, Crahan afirmou: “nova música, nova arte e novos começos. Prepare-se para o fim”. Produzido por Slipknot e Joe Barresi, The End, So Far está disponível para pré-venda com várias variantes de vinil disponíveis aqui – a versão vinil não tem venda direta confirmada para o Brasil, apenas importação. The End, So Far inclui o single surpresa de 2021 da banda, The Chapeltown Rag, e segue o amplamente celebrado álbum de 2019, We Are Not Your Kind, que marcou o terceiro número um consecutivo do Slipknot na Billboard 200. Confira The Dying Song (Time To Sing) abaixo

Panic! At The Disco lança “Middle Of a Breakup” e anuncia álbum

A banda Panic! At The Disco lançou nesta quarta (20) o single Middle of a Breakup. A música foi produzida e escrita por Brendon Urie junto com Jake Sinclair e Mike Viola. O vídeo dirigido por Brendan Walter (High Hopes) já está disponível. Middle of a Breakup segue o lançamento de Viva Las Vengeance, a faixa título do sétimo projeto da banda, que será lançado dia 19 de agosto pela Fueled by Ramen/DCD2 Records – uma distribuição nacional Warner Music Brasil. O novo álbum já tem venda física confirmada para o Brasil – informações extras e pré-venda serão disponibilizadas em breve. Viva Las Vengeance marcou a banda como a terceira música #1 no Billboard Alternative Airplay Charts, sendo a música mais rápida a subir para #1 em mais de um ano. A banda está doando 1 dólar de cada ingresso vendido da próxima turnê Viva Las Vengeance para Fundação Higher Hopes, mantida pelos músicos. A fundação anunciou que trabalhará com Everytown, SisterSong e GLSEN para distribuir o dinheiro na esperança de promover cada uma de suas missões. Além disso, a Live Nation também estará igualando a doação de toda a turnê, dólar por dólar. Confira o videoclipe de Middle of A Breakup abaixo

Axl falha, mas Guns n’ Roses faz show memorável em Londres

Nos anos 1990, Axl Rose ficou marcado pela falta de comprometimento com o público. Atrasar duas ou três horas o início de um show do Guns n’ Roses era algo muito comum. Isso, felizmente, mudou nos últimos anos. Mas, para o meu azar, fui premiado com algo raro na atual fase da banda. Na sexta (1), no lindo e moderno estádio do Tottenham Hotspur, na região norte de Londres, Axl Rose teve uma crise de ansiedade por conta de problemas na voz e atrasou toda a programação.  Em resumo, foram duas horas de atraso na abertura dos portões, cancelamento da apresentação do lendário Michael Monroe, além de um set reduzido de Gary Clark Jr.  O guitarrista norte-americano, no entanto, não se abalou. Entrou muito tranquilo, sem correria, falando pouco, mas entregando uma boa amostra de seu último disco de estúdio, This Land, de 2019, que ganhou os grammys de melhor disco de blues contemporâneo, além de melhor música de rock e melhor performance de rock com a faixa-título.  O set com seis faixas foi muito bem recebido pelos fãs do Guns n’ Roses, que aproveitaram para fazer registros com os celulares. Em função do problema na abertura dos portões, a pista só foi ficar cheia na última canção do set, Low Down Rolling Stone. O show do Guns Ainda com o céu claro, sol e frio característico de Londres, o Guns n’ Roses subiu ao palco disposto a entregar o melhor de si. É impressionante como Duff e Slash parecem não envelhecer nunca. Continuam em alto nível mesmo após décadas de serviços prestados. Axl Rose, no entanto, não estava numa tarde boa. Demonstrou insegurança com a voz desde o início do show. Logo após Mr Brownstone, segunda canção do set, o vocalista perguntou se o som estava bom. Com o feedback negativo de alguns fãs, já reclamou com alguém da equipe técnica.  Voltou na sequência para Chinese Democracy, Welcome to the Jungle, Slither (cover do Velvet Revolver) e Better. Em Estranged, o problema técnico voltou a ficar mais perceptível. Aliás, Axl precisou parar sua execução no meio para recomeçar a música. Da parte dos fãs, apoio incondicional. Muitos aplausos e gritos de incentivo para levantar o ídolo. E o apoio foi fundamental para Axl se mostrar mais seguro desse ponto em diante. Live and Let Die (cover do Wings), Double Talkin’ Jive, Reckless Life e Rocket Queen foram tocadas e cantadas pelo público em uníssono.  Na sequência foi a vez de Duff assumir os vocais. Sempre com ótimas escolhas de clássicos do punk rock, o baixista escolheu I Wanna Be Your Dog, do The Stooges. Com Axl de volta ao posto central, o Guns tocou duas das canções mais recentes do seu repertório: Absurd e Hard Skool, que não conseguiram a mesma comoção das mais antigas. Em Civil War, que sempre soa épica nas apresentações, Axl prestou um lindo tributo para a Ucrânia, que vem sendo vítima de uma guerra promovida pela Rússia. Bandeiras e imagens pró Ucrânia foram mostradas no telão. Com o Reino Unido apoiando em peso a Ucrânia no conflito, o retorno dos fãs também foi massivo. Logo depois, Slash assumiu o protagonismo. Entrou com o seu poderoso solo, sempre extremamente técnico, e emendou com uma versão de Born Under a Bad Sign, de Albert King, já com a presença dos demais integrantes.  Axl retornou em Sweet Child o’ Mine, que teve a companhia da cantora Carrie Underwood. Vencedora da quarta temporada do programa American Idol e um dos maiores nomes do country contemporâneo, ela mostrou muita desenvoltura no palco. Prova disso é que voltou no fim do show para cantar Paradise City. Antes de Paradise City, porém, o Guns ainda distribuiu mais alguns hits: November Rain, Knockin’ on Heaven’s Door (Bob Dylan) e Nightrain. Fez uma rápida pausa antes do bis e voltou com uma breve introdução de Blackbird, dos Beatles, antes de tocar Patience. Com o público em pé, em todos os setores do moderno estádio, veio o ápice do show com Paradise City.  Por fim, vale destacar que se o início foi acidentado, o meio e fim do show do Guns mostraram toda a potência de uma das melhores bandas de todos os tempos. Setlist – GUNS Intro It’s So Easy Mr. Brownstone Chinese Democracy Welcome to the Jungle Slither (Velvet Revolver cover) Better Estranged Live and Let Die (Wings cover) Double Talkin’ Jive Reckless Life Rocket Queen I Wanna Be Your Dog (The Stooges cover) Absurd Hard Skool Civil War Slash Guitar Solo Sweet Child o’ Mine (com Carrie Underwood) November Rain Knockin’ on Heaven’s Door (Bob Dylan cover) Nightrain BIS Patience Paradise City (com Carrie Underwood)