Dance Gavin Dance lança single e clipe “Synergy”

Um dos destaques do post-hardcore mundial, a banda californiana Dance Gavin Dance lançou o single Synergy. A faixa, que ganhou um bem-humorado clipe, conta com a participação de Rob Damiani (Don Broco) e está disponível em todas as plataformas. “Esperamos que o público curta muito essa nova música. Ela apresenta todos os componentes necessários para uma faixa da Dance Gavin Dance, com guitarras épicas, melodias de grudar da cabeça e batidas grooveadas”, conta o baterista Matt Mingus. Em seu primeiro lançamento desde Afterburner, seu nono álbum de estúdio, a banda consolida como membro oficial o guitarrista convidado e queridinho dos fãs Andrew Wells. A Dance Gavin Dance é um fenômeno com mais de 1,35 bilhão de audições pelo mundo e 1,2 milhão de álbuns vendidos nos EUA. Em meio a uma longa turnê pela América do Norte, a banda prepara novidades.
Billy Crocanty diverte e bota pra dançar em Verão Frito

Depois do EP de estreia Pessoas Fritas e uma série de clipes, Billy Crocanty está de volta com um novo EP. Projeto de Vicente Coelho (Biltre), Billy segue evoluindo sua sonoridade entre o pop e a música brasileira. Aliás, com muito humor e a visão política, a nostalgia e o futurismo. O EP Verão Frito é um misto de sua malandragem e suingue com novas estéticas sonoras, passando pelo brega e piseiro, além da vibração “pissaicou” que os fãs mais biltres reconhecerão. Entre sintetizadores e convidados especiais, Billy Crocanty fortalece sua voz de autor, assinando a produção musical do trabalho ao lado de Pedro Tiê. Reunindo parceiros novos e antigos – como Arthur Ferreira (seu companheiro de banda Biltre), Luísa Arraes (com quem divide vocais e assina a composição de A Hora de Brilhar) e Daniel Chaudon (também autor e cantor em É Q Nós 2), Verão Frito abraça o calor e se joga na irreverência, sem perder referência. As inspirações vieram dos amores, da família, das lembranças, como um grande círculo afetivo. “Eu não quero me acomodar musicalmente. Minha gaveta de músicas estava lotada e o Billy é uma forma de eu sair da toca e do processo coletivo que é a banda (Biltre), para tentar outras viagens. Bebê Gigante, por exemplo, é música de gaveta de 15 anos atrás, eu nunca abria essas gavetas. Cantar uma música antiga dessa em mim é reconectar com a liberdade artística. Tô na fase de abrir mais abas”, declara Billy Crocanty. O EP é um lançamento do selo MangoLab, já disponível nas principais plataformas de música.
Michael Bublé lança Higher, primeiro álbum em três anos

O cantor Michael Bublé lançou o álbum Higher, na última sexta-feira. A produção veio acompanhada do videoclipe da faixa homônima. Aliás, para celebrar a chegada do projeto, o lançamento aconteceu diretamente do espaço, por meio de uma pequena aeronave personalizada “MB” criada pela empresa britânica Sent Into Space, e enviada ao canal oficial do artista no Youtube. “Este é um sonho realizado. Sempre fui fascinado pelo espaço. Derek Hough dirigiu o clipe e é um dos seres humanos mais talentosos da América nesse momento. Eu sinto que fiz o melhor disco da minha carreira, e pareceu certo exibir esse clipe do lugar mais alto possível”, comenta Bublé. Mesclando faixas inéditas, releituras e parcerias com grandes nomes, o álbum Higher é o primeiro trabalho de estúdio do artista nos últimos três anos. Com produção de Greg Wells e Bob Rock e colaboração de Alen Chand, Jason ‘Spicy G’ Goldman e Paul McCartney, que produziu com Bublé a releitura da música My Valentine, o álbum conta ainda com um dueto com Willie Nelson, uma versão do clássico de Bob Dylan, Make You Fell My Love, três músicas inéditas e uma versão de tirar o fôlego de Smile, acompanhada por um coral gospel. Sobre o novo projeto, Bublé revela um pouco mais sobre como foi o processo de criação: “Desta vez eu me abri totalmente para tentar coisas novas. Eu mergulhei fundo durante o trabalho e me cerquei dos melhores e mais imaginativos profissionais da música do planeta. Quando eu estava compondo com Ryan Tedder e Greg Wells, gravando três músicas num único dia acompanhado do meu parceiro Bob Rok e mais 40 músicos incríveis no estúdio em que eu não pisei por 15 meses, dançando, rindo e chorando quando uma música saía simplesmente perfeita, foi mágico. E parecia que o universo estava conspirando para me oferecer esse momento depois de 20 anos de carreira. Eu nunca fiquei tão empolgado em finalizar um álbum”.
Placebo lança álbum Never Let Me Go; ouça!

O Placebo lançou na última sexta (25) o álbum Never Let Me Go. A espera de quase uma década por um novo álbum completo da banda acabou. A empolgação com Never Let Me Go atingiu um ápice nos últimos meses, quando a banda provocava curiosidade com Beautiful James e Surrounded By Spies. Try Better Next Time e Happy Birthday In The Sky vieram na sequência. Cada single ofereceu um vislumbre único do que vem pesando nas mentes da banda desde seu último lançamento. Considerando temas de responsabilidade pessoal, saturação de tecnologia, mortalidade e o verdadeiro lugar da humanidade no mundo, Brian Molko e Stefan Olsdal evocam um mundo que encara duras realidades de frente.
Supervão e Miri Brock fazem love trap entre a bossa e indie em Celebridades

Expoentes da cena indie gaúcha para todo o país, Supervão e Miri Brock somam forças em uma faixa climática sobre amor próprio, encontrar autoestima a partir disso e se tornar protagonista do filme de sua própria vida. Celebridades une o vocal intenso da cantora com o flow cortante do grupo em um love trap com violão de bossa nova e guitarra de indie rock. Isso surge na descrição de um estilo de vida que se expressa através da moda (a calça Saint Tropez é citada), do cheiro (que tem a essência de um perfume Dior), do imaginário (como fica sugerido no verso “tu é minha Ferrari”) e do modo de amar (como é descrito em “escondo, mas te amo”, em “te dou perdido às vezes, te sinto longe às vezes, te quero tanto às vezes”). Celebridades é um encontro de dois dos principais nomes do cenário independente do sul do país. Supervão é um duo brasileiro de indie pop eletrônico formado em 2016 por Mario Arruda e Leonardo Serafini. O grupo já lançou três EPs, Lua Degradê (2016), TMJNT (2017) e Depois do Fim do Mundo (2020), e o seu primeiro álbum, Faz Party (2019), com patrocínio da Natura Musical, além de diversos singles com videoclipes que garantiram sua inserção na cena musical independente nacional. Já Miri Brock é um nome em ascensão no pop nacional. A pluralidade sonora e de amores habita a musicalidade da cantora desde seu primeiro single, o bem recebido Me Diz O Que É. A estreia solo vem na esteira de uma carreira de mais de 10 anos dedicados à música. De Santa Maria (RS), atuou e se destacou como vocalista na banda Louis & Anas (posteriormente rebatizada apenas como Louis), mesclando referências do soul, da disco music e do R&B. Agora, Miri está pronta para uma nova fase, oferecendo um olhar moderno e sob a perspectiva feminina e feminista sobre os amores fluidos. No início de 2022, a artista revelou o single e clipe Corre Amor. Dando prosseguimento a um ano cheio de novidades, Miri e Supervão colaboram nesta canção que contempla as personalidades de ambos os projetos.
Viper anuncia Timeless, seu primeiro álbum de inéditas em 15 anos

Reconhecido como um dos pioneiros do rock pesado no Brasil, o Viper está de volta com um álbum que traz 11 canções inéditas e o estilo que consagrou a banda no país e no exterior. Timeless, lançamento do selo Wikimetal, sai em 13 de julho. O primeiro single do disco, Under the Sun, chega às plataformas em 8 de abril. Timeless é produzido por Mauricio Cersosimo, que já trabalhou com nomes como Paul McCartney e Avril Lavigne, entre dezenas de vencedores e indicados ao Grammy. Ele produziu também To Live Again: VIPER Live in São Paulo, álbum/DVD ao vivo gravado na turnê em que Andre Matos voltou para a banda, em 2013, além do single The Spreading Soul Forever (2020). Timeless conta com pré-produção de Val Santos. O Viper é formado por Leandro Caçoilo (vocais), Felipe Machado e Kiko Shred (guitarras), Pit Passarell (baixo e vocais) e Guilherme Martin (bateria). A banda está em turnê pelo Brasil, desfilando seu repertório de clássicos que incluem Living for the Night, Rebel Maniac e To Live Again, entre outras. Depois de uma temporada no Norte e Nordeste, o Viper marca datas nas regiões Sul e Sudeste. O novo show do Viper foi elaborado para agradar em cheio aos fãs de todas as gerações. Com produção da TC7, ele será baseado nas lendárias turnês da banda pelo Japão e Europa, nos anos 1990. A diferença é que serão acrescentadas novidades do novo álbum, que serão tocadas pela primeira vez ao vivo. O repertório vai contar com sucessos das primeiras fases da banda, os álbuns Soldiers of Sunrise e Theatre of Fate, gravados com o vocalista Andre Matos, mas também com diversas canções gravadas com Pit Passarell nos vocais, presentes nos álbuns Evolution e Coma Rage. Com uma hora e meia de duração, o novo show do Viper deve ser um dos grandes destaques no país dessa nova fase de retomada das apresentações presenciais.
The Drums faz show único no Brasil nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira (31) o selo e produtora Balaclava Records traz ao país a banda norte-americana The Drums para show único no Brasil. A apresentação acontecerá na Audio, em São Paulo, na Barra Funda. A banda formada no Brooklyn, Nova Iorque, rapidamente se tornou ícone indie da década passada com seus dois primeiros e aclamados álbuns, The Drums (2010) e Portamento (2011). Os ingressos estão à venda no site da Ticket 360. Com uma sonoridade post-punk e o new wave e famosa por remeter a grupos oitentistas como The Smiths, Joy Division e The Wake, a banda liderada pelo vocalista Jonathan Pierce passeia pelo indie pop e bebe na fonte do rock alternativo. O grupo comemora sua ótima fase, em turnê de dez anos de seu segundo disco, com sucessos como I Don’t Know How To Love, Days e o grande hit Money, canção que em 2021 voltou a popularizar graças ao TikTok, onde viralizou com mais de 500 mil vídeos compartilhados. Além disso, o grupo promete incluir músicas que marcaram sua trajetória, como Let’s Go Surfing, Down By The Water e Me And The Moon. O lançamento mais recente do The Drums é o excelente álbum Mommy Don’t Spank Me, de 2021. Essa é a quarta passagem do grupo pelo Brasil, que já se apresentou em casas de shows como Cine Joia e no festival Planeta Terra. Serviço Balaclava apresenta: The Drums (EUA) em São Paulo31 de março – quintaA partir de R$ 130Audio ClubAv. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda
HENRI lança single Coração de Plástico e anuncia primeiro álbum solo

Com trabalhos paralelos na cena independente, como o duo de indie pop Carpechill e a banda Corte Aberto que teve seu EP produzido por Chuck Hipolitho, HENRI anunciou seu primeiro álbum em carreira solo. Alter ego de Thiago Henrique Vasques, o nome artístico nasceu ainda nos projetos paralelos do músico, nascido em Santos e radicado em São Paulo. HENRI deu o start em seu projeto solo no período da quarentena, quando – no mood “bedroom pop” – produziu e gravou um EP contendo cinco faixas, intitulado Músicas de Gaveta. O EP teve masterização de Joe Irente, que a partir daí estreitou uma parceria com o músico que culminaria na produção musical de seu álbum Secreto Amor. Com referências distintas, HENRI voltado para o pop e o indie rock, e Joe Irente para a vertente da música eletrônica experimental, artista e produtor encontraram no new wave seu elo comum. Revisitando composições antigas de HENRI, Coração de Plástico foi a primeira faixa escolhida para trabalharem juntos e que acabou por ditar toda a estética do álbum. De acordo com HENRI, a demo soava parecido com Two Door Cinema Club: “um indie pop genérico, mas com boas melodias e refrões cativantes”. Com o trabalho de produção musical, a faixa ganhou ares de new wave. “Apesar da escolha por sons analógicos, sintetizadores monofônicos e drum machines que remetem à estética synth pop, o new wave está na junção de todos os elementos, os variados ritmos rolando ao mesmo tempo, percussões como bongo, guitarra e violão… a estrutura da música tem como referência Talking Heads”, diz o produtor Joe Irente. A letra de Coração de Plástico aborda como tema central relacionamentos entorpecidos por conflitos internos potencializados pela fugacidade do dia a dia, própria da vida pós-moderna. “A música reflete o fracasso do homem moderno em lidar com a velocidade das coisas e o peso da vida adulta, trazendo percalços e dificuldades nas relações amorosas em que vive”, revela HENRI. Dirigido por Jessica Crusco e Fernanda Degolin que formam dupla e assinam suas produções audiovisuais como The Mysterious, com fotografia de Leo Ramires, roteiro e edição do próprio artista – que trabalha com audiovisual em paralelo à carreira musical – o videoclipe subverte a real intenção da letra da música, que trata de uma relação amorosa. Já o clipe transmite outra mensagem através de uma alegoria, que é o nascimento da sua persona como músico. “O videoclipe fala sobre as dificuldades em ser um artista independente, misturado com as inseguranças que assombram todo o artista, seria a motivação pela escolha, mas tudo se mistura também com o questionamento: como se preparar para ser um artista pop hoje em dia?”, conta HENRI. Assista ao videoclipe de Coração de Plástico
Plebe Rude lança lyric video de A Quieta Desolação; ouça!

Na última sexta-feira (25), os veteranos da Plebe Rude lançaram mais um single da série Evolução, um trabalho temático, divido em duas etapas, que narra o desenvolvimento do homem desde os primórdios. A faixa A Quieta Desolação faz parte do Evolução, Volume 2 e conta com a participação da cantora mirim Ana Carolina Floriano, que participou recentemente do programa The Voice Kids. A artista de 13 anos já havia feito uma parceria com a Plebe Rude na canção Nova Fronteira do álbum Evolução, Volume 1, lançado em 2019. “Sentimos que a voz dela casou perfeitamente com as músicas. Foi o diretor de Evolução, O Musical, cuja produção fora interrompida pela pandemia, Jarbas Homem de Mello, que indicou vários nomes e nos encantamos com a Ana Carolina Floriano”, revela o vocalista Philippe Seabra. Seabra, que é o autor de A Quieta Desolação diz que a faixa aparece no musical Evolução no episódio 10 do segundo volume. “É o momento quando o Homo sapiens, já bastante evoluído, olha para o céu e vê o espaço, a começar pela lua, como alternativa à terra, já que este não soube cuidar. A música foi inspirada nas primeiras palavras do segundo homem na lua, o companheiro de Neil Armstrong, Buzz Aldrin, quando teve a sua chance de pisar na lua naquele momento em 1969 tão marcante para a humanidade. Ele falou ‘Linda vista, magnifica desolação’”, conta o músico, que ainda produziu a faixa, mixada por Kyle Kelso e masterizada por Guto Gonzalez. O single ganhou um lyric video assinado por Fernando Dalvi, responsável também pela arte de capa de A Quieta Desolação. A Plebe Rude ainda tem alguns planos para este ano, e a volta definitiva aos palcos é um deles. “Queremos voltar a estrada depois desses dois anos de pandemia, lançar o volume 2 de Evolução e preparar um DVD ao vivo acústico”.