Coala Festival fecha lineup com o anúncio de BK’, Rachel Reis, Nego Bala e Chico Chico com Juliana Linhares

Assim que o Coala Festival anunciou as datas de 2022, os seus organizadores definiram o retorno ao Memorial da América Latina, em São Paulo, como a maior edição da sua história. Nem mesmo os ingressos quase esgotados fizeram com que o evento diminuísse o ritmo ou então não se esforçasse por apresentar um line-up 10/10. Agora, mais quatro atrações se juntam à programação e completam a lista de shows de 17 e 18 de setembro. No sábado (17), que já conta com Gal Costa (com a participação de Tim Bernardes e Rubel), Alceu Valença, Ana Frango Elétrico e Bala Desejo, confirma também BK’ e Rachel Reis. E, no domingo (18), entram Nego Bala, Chico Chico com Juliana Linhares, mesma data de Maria Bethânia, Rodrigo Amarante, Black Alien e Marina Sena. Em breve, a programação de DJs também será revelada. “Acho que com o anúncio dessas quatro atrações, muita gente vai achar que todas as novidades da edição 2022 já estão na rua. Mas ainda tem bastante coisa por vir e não me refiro apenas à programação de DJs, que é algo que sempre prestamos atenção. O Coala adora um se…”, comenta Gabriel Andrade, sócio-fundador e curador do evento. Os ingressos para o Coala Festival 2022 estão disponíveis no site Total Acesso. Além de ingressos avulsos, restam algumas poucas unidades do passe coalático, que garante a entrada nos dois dias de evento. ServiçoCoala Festival 2022Data: 17 e 18 de setembroLocal: Memorial da América LatinaIngressos (lote 10): Passe Coalático (para dois dias): R$450 Ingresso avulso – SábadoMeia: R$270 Solidário: R$325 Inteira: R$540 Ingresso avulso – Domingo Meia: R$ 270 Solidário: R$ 325 Inteira: R$540 Link de vendas Tipos de Ingressos Passe Coalático: Válido para os dois dias do Coala FSTVL 2022 Inteira: Válido apenas para o dia escolhido Meia-entrada: Válido apenas para o dia escolhido (obrigatória a apresentação do documento comprobatório ao direito a meia-entrada na entrada no evento). Ingresso Solidário: Válido apenas para o dia escolhido (obrigatória a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento)
O Teatro Mágico lança o álbum “Luzente”; ouça!

O aguardado novo álbum do grupo O Teatro Mágico chegou nesta sexta (18) às plataformas digitais. Luzente marca a volta de um dos nomes mais icônicos da cena musical brasileira deste século após um hiato de cinco anos. Formado por Fernando Anitelli em 2003, O Teatro Mágico sempre teve vocação para o entretenimento. A fama veio de suas performances inigualáveis, que uniam música, circo e teatro. Através de incontáveis turnês e lançamentos constantes, ganharam o direito de reivindicar seu lugar no panteão do pop nacional e conquistaram uma grande e devotada base de fãs. Porém, na última meia década, o grupo se manteve afastado dos palcos e estúdios. “Foi um período de muitas reflexões e conversas que nos deram uma nova perspectiva. Durante esse tempo fizemos questão de, mesmo à distância, manter contato com nosso público, até que em determinado momento sentimos que já era hora de voltar” – comentou Anitelli. Conhecendo a velocidade de evolução do mercado musical e cientes de que ficaram fora do circuito talvez por tempo demais, Fernando Anitelli e sua trupe sabiam que uma boa dose de renovação no som d’O Teatro Mágico seria fundamental para que pudessem se manter relevantes. Dessa forma, começaram a trabalhar nas novas composições de seu sétimo registro de estúdio. No meio do caminho surgiu a pergunta: como inovar sem se distanciar das raízes musicais que sempre definiram o grupo? A resposta foi encontrada nos velhos arquivos de Anitelli. Foi de lá que ele resgatou alguns esboços outrora esquecidos, mas com muito potencial. Assim surgiu, por exemplo, Instalação, que foi lançada como single e, logo depois, ganhou um videoclipe. “Nós estávamos trabalhando no repertório do novo álbum, começamos a revirar nossos arquivos e encontramos o esboço de Instalação. Danilo Souza e eu então lapidamos e finalizamos essa canção, que fala sobre um momento de amor dentro da revolução. Ela possui o DNA do antigo O Teatro Mágico, mas com uma abordagem mais pop, moderna e dançante. E é isso que o público vai encontrar no álbum. Estamos abrindo uma nova era!”, disse ele. Para completar a lista foram incluídas duas canções de compositores “forasteiros”: Laço, música do pernambucano Igor de Carvalho e Anti-herói, da banda carioca Motel 11-11. O álbum ainda traz algumas participações especiais, como da cantora Nô Stopa, do rapper paulista Renan Inquérito e do parceiro de longa data da trupe Gustavo Anitelli, entre outros. Gravado no Rootsans Studios (SP), Luzente foi produzido por Daniel Santiago e Fernando Anitelli. A dupla de produtores desfrutou da expertise do ganhador de dois Grammys Latino, o engenheiro de som Rodrigo ‘Roots” Sanches, que cuidou da mixagem e masterização das 11 faixas. Segundo Santiago, Rodrigo foi peça-chave para que chegassem a essa nova e versátil sonoridade: “Foi a primeira vez que O Teatro Mágico trabalhou com ele e ficamos muito felizes com o resultado. O Rodrigo é um engenheiro do mais alto nível, que consegue tirar um som limpo, com timbres quentes e pesados. Sem falar que ele contribuiu bastante com ideias sempre bem colocadas”. Luzente é um projeto realizado com recursos do ProAC – Programa de Ação Cultural e Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.
Lagarto Rei amplifica experimentos e peso no primeiro full, Mundo Flutuante

O duo fluminense Lagarto Rei, já conhecido na cena experimental psicodélica por singles que sempre trazem peso, chega ao primeiro álbum full, Mundo Flutuante. O lançamento nas principais plataformas de streaming é pelo selo Abraxas Records. Mundo Flutuante contém seis faixas, gravado ao vivo no dia 11 de dezembro de 2018, no antigo Machina (Rio de Janeiro). Foi quase quatro anos de cuidados minuciosos na masterização e mixagem do material, que apresenta complexas camadas e texturas, entre ambiências e riffs. A Lagarto Rei, Robert William (baixo) e Lívio Medeiros (bateria), sintetiza o que se pode esperar na audição de Mundo Flutuante: “Vem com um peso estratosférico, mas também muita introspecção em massivas faixas meditativas”. A música do Lagarto Rei, ainda mais explícita em Mundo Flutuante, é sobre imersão e catarse. O disco é cíclico e propõe uma audição de faixa a faixa numa dinâmica de surpresas, momentos introspectivos e explosões. O peso contém elementos e groove do stoner rock, doom, kraut rock e psicodelia, mas sempre envolvido por ambiências e atmosferas.
Com o single Verso de Céu, Nath Rodrigues começa a trilhar o caminho em direção ao novo álbum

Nascida em Sabará, região metropolitana de Belo Horizonte, Nath Rodrigues é cantora, compositora, multi-instrumentista, educadora musical e investigadora das artes cênicas. A mineira, que acumula um álbum de estúdio e alguns singles na bagagem e carrega influências de cantoras como Mayra Andrade, Xênia França e Bruna Mendez, agora, se prepara para lançar o seu segundo disco, intitulado Fio, previsto para ainda este semestre. Verso de Céu, uma composição em parceria com a também musicista Táskia Ferraz, é a primeira faixa revelada desse novo trabalho e faz um brinde ao xote, ritmo musical dançante que percorre os forrós pelo país. “Essa catarse corporal é um pouco do que o nosso tempo tem pedido”, afirma Nath. A música chegou na noite de quinta-feira (17) às plataformas de streaming, acompanhada de um visualizer em seu canal de YouTube. “A Táskia me apresentou um trechinho dessa canção e me sugeriu que a completasse. Ouvindo a harmonia e também o ritmo, que já era um xote, fiquei com vontade de contar uma história, de tramar um enredo e de criar imagens. É minha forma favorita de criar”, revela Nath Rodrigues. Para construir a crônica de Verso de Céu, ela escolheu como personagem Idalina, figura simbólica nos cânticos de capoeira. “Idalina é uma mulher encantada, é do corre, é festiva, é um pouco de mim e das pessoas que convivo, principalmente mulheres”, explica a cantora. Seguindo a ideia do produtor musical CIDO, Nath incorporou ao arranjo da canção um saxofone tenor. “Eu adorei a ideia. Acho que deu um refresco super lúdico no arranjo, bem alinhado com esse propósito de criar história e imagens”, conta a artista. E é essa melodia que embala Idalina a descobrir os encantos da cidade ao longo da faixa. Esse single é o primeiro lançamento de Fio, segundo disco-solo de Nath Rodrigues, que sucede o álbum Fractal (2019), responsável pelo debute da cantora. “Ainda que eu não tenha planejado conscientemente, Verso de Céu é o fio conector entre os dois álbuns. Ela abre as portas para apresentar como as referências do meu último trabalho se transformaram e propuseram coisas novas”, finaliza.
A Partícula, segundo single do novo álbum de Alexandre Nero, chega às plataformas de streaming

Depois da contundente Nossa Senhora de Copacabana, canção que fala das contradições de um bairro síntese do Brasil de hoje, o segundo single do novo álbum de Alexandre Nero vai na direção oposta. Do macro ao micro. Do olhar pra fora ao mergulho pra dentro. A Partícula, disponível nas plataformas de streaming, é a primeira parceria de Nero com o cantor e compositor carioca João Cavalcanti. Uma delicada declaração de amor sobre um universo que os dois compositores conhecem bem. “A partícula de A Partícula nasceu de uma melodia que me veio de supetão. Coisa rara pra mim. Costumam ser um parto demorado e doloroso. Saí cantando, fui pro violão e encontrei uma harmonia que me agradasse: gravei no celular e guardei por um bom tempo”, conta Alexandre Nero. “Achei a melodia tão bonita que queria um parceiro especial. João Cavalcanti é uma pessoa especial. Um grande artista, um grande homem e um grande pai. Eu, pai recente, queria fazer uma canção aos meus filhos. A letra do João chegou pronta e certeira. Conforme o tempo foi passando, e quanto mais eu cantava, fui descobrindo o meu pai ali, também. E assim percebi que não é apenas uma canção de um pai para um filho, mas de vários antepassados que se entrelaçam”, pontua. Para João Cavalcanti, a experiência da parceria com Nero, que já havia participado de projetos do artista carioca, foi emocionante. “A melodia de A Partícula veio pronta e eu fiquei imediatamente comovido. Tem aquela coisa magnética de ser, a um só tempo, melancólica e redentora. O assunto da paternidade já tinha sido sugerido e fez todo o sentido – compartilhávamos, Nero e eu, dessa latência. Adorei fazer a letra, adorei virar parceiro desse artista (que já era meu parceiro em outras aventuras, mas não em canção) e fiquei exultante com o resultado”, retribui João.
Gui Schwab e Jonavo lançam composição dedicada ao Pantanal

Gui Schwab e Jonavo (leia-se Jônavo) são parte da seara de músicos brasileiros que cultivaram o talento do canto, da composição e da execução de múltiplos instrumentos. Os artistas se conheceram em 2014, quando ambos faziam parte de bandas com uma musicalidade em comum: o pop rural (ou, como também é chamado por aí, o folk pop brasileiro). O gênero que mistura rock com pop, MPB com folk, misturou também Rio de Janeiro com Mato Grosso do Sul. E foi a partir desta afinidade que eles se reaproximaram em 2020, em meio à pandemia, para começar a colher canções. Resultado deste reencontro, Só no Pantanal é uma das composições dos dois escolhidas para selar a união entre um violeiro fluminense e um violonista sul-mato-grossense, espaços que ocupam de forma inusitada e curiosa. Ademais, é o segundo single do álbum Respirar, que Schwab lançará no segundo semestre. Nas vozes de Gui e Jonavo, a faixa poderá ser conferida no dia 18 de março, em todas as plataformas de streaming, nos perfis dos dois artistas. “A viola é um instrumento muito típico da região onde Jonavo foi criado, enquanto o violão é um instrumento mais urbano, é mais normal para um músico do Rio de Janeiro. No entanto, descobri nele um grande violonista enquanto eu sempre estive atento ao som dos violeiros pantaneiros para poder reproduzir essa sonoridade”, conta Schwab, que sempre teve uma queda forte pelo mundo rural e encontrou no novo amigo um grande parceiro de composição. Só no Pantanal começou a ser composta por Jonavo em 2020, diante das terríveis queimadas que assolaram o bioma sul-americano. O cantor, compositor, violonista e bandolinista que, até então, nunca tinha composto um chamamé – estilo musical tradicional de sua região – se viu inspirado pelas tristes cenas transmitidas pela TV. De forma despretensiosa, rabiscou as primeiras palavras lembrando de suas experiências descendo o Rio Paraguai rumo à Serra do Amolar. Com um esboço de melodia gravada com uma guitarra desplugada, enviou o rascunho em seguida para o amigo. “Me mudei para São Paulo dez anos atrás sem querer carregar o estigma de artista regional. Meu trabalho foi baseado no folk. Aprendi a tocar músicas da minha terra morando fora e, numa turnê pelos Estados Unidos, confirmei a máxima do (escritor Leon) Tolstói em que ele diz que, se você quer ser universal, fale da tua aldeia: quando toquei um chamamé, todo mundo me enxergou. Na pandemia, voltei para Campo Grande e senti uma enorme reconexão com minha terra”, diz Jonavo.
Jão abrirá show de Maroon 5 em São Paulo

No dia 5 de abril, o cantor Jão abrirá o show do Maroon 5 em São Paulo, no estádio Allianz Parque. A apresentação é a primeira das duas datas que a banda fará no Brasil, sendo a segunda no dia 6 em Porto Alegre no Centro de Eventos FIERGS. Sua atual turnê, PIRATA, que teve início no último dia 12 no Vivo Rio, vem esgotando data atrás de data, e a confirmação dele como o ato de abertura do Maroon 5 é mais uma das provas de sua grandeza, de seu sucesso, e que ele é definitivamente, o maior nome do pop masculino nacional da atualidade. Jão sobe aos palcos do Allianz às 20h, uma hora antes do show do Maroon 5, e tem tudo para ser mais um grande passo para sua carreira. Seu último clipe lançado, para a música Idiota, conta com mais de 11 milhões de visualizações no YouTube e o álbum PIRATA passou das 100 milhões de plays no Spotify.
Liam Gallagher anuncia álbum de live histórica Down By The River Thames

Liam Gallagher anunciou o álbum ao vivo Down By The River Thames, gravação da live que o músico fez em dezembro de 2020, em uma embarcação pelo Rio Tâmisa, em Londres. O disco chega em vinil, CD, cassete e serviços de streaming em 27 de maio. Em síntese, a apresentação, que rolou durante o auge das restrições no combate ao coronavírus no Reino Unido, traz um repertório muito especial, que mescla a carreira solo de Liam com clássicos do Oasis. “Então aqui está, o show que eles disseram que nunca poderíamos fazer! Como estávamos confinados, entediados e deprimidos, o rock ‘n’ roll veio para salvar o dia mais uma vez”, disse Liam em comunicado à imprensa. O eterno vocalista do Oasis continuou: “Foi uma noite e um show top e está registrado aqui para que todos possam desfrutar”. Além do disco ao vivo, Liam também prepara seu terceiro álbum de estúdio, C’mon You Know, que será lançado em 27 de maio. Por fim, o vocalista do Oasis fará grandes shows nos próximos meses. Em resumo, serão duas noites históricas em Knebworth, na Inglaterra, com ingressos esgotados, outro show marcante em Glasgow, na Escócia, além de duas apresentações no Brasil. Veja a tracklist completa de Down By The River Thames abaixo ‘Hello’ ‘Wall Of Glass’ ‘Halo’ ‘Shockwave’ ‘Columbia’ ‘Fade Away’ ‘Why Me? Why Not.’ ‘Greedy Soul’ ‘The River’ ‘Once’ ‘Morning Glory’ ‘Cigarettes & Alcohol’ ‘Headshrinker’ ‘Supersonic’ ‘Champagne Supernova’ ‘All You’re Dreaming Of’
Muse anuncia álbum para agosto e libera single; ouça Compliance

A banda de rock inglês Muse vai lançar seu super aguardado nono álbum de estúdio, Will Of The People, em 26 de agosto via Warner Records – com distribuição Warner Music Brasil. O primeiro single, Compliance, foi liberado nesta quinta-feira (17). Ouça abaixo. Sobre o álbum, o vocalista do Muse, Matt Bellamy diz: “Will Of The People foi criado em Londres e Los Angeles e é influenciado pela crescente incerteza e instabilidade no mundo; Uma pandemia, novas guerras na Europa, protestos e revoltas em massa, uma insurreição ilegal, a inconsistência da democracia no Ocidente, a ascensão do autoritarismo, incêndios e desastres naturais e a desestabilização da ordem global estão todos retratados em Will Of The People. Essa tem sido uma preocupação e um medo para todos nós conforme o império do Ocidente e o mundo natural, que nos alimentou por tanto tempo, estão realmente ameaçados. Esse álbum é uma navegação pessoal sobre esses medos e a preocupação sobre o que vem depois”. Com Muse sendo Muse, não há predominância de nenhum gênero singular. A faixa título do álbum, Will Of The People, traz provocações em tom de brincadeira a um glam-rock distópico ao mesmo tempo que não há nenhuma inocência e pureza para as texturas eletrônicas nostálgicas de Verona. De um impacto visceral em Won’t Stand Down ao tingido de uma atmosfera industrial e de riffs de granito pesados em Kill Or Be Killed ou o raio de luz de Euphoria, o álbum se conclui com o frenético final do brutalmente sincero We Are Fucking Fucked“. Sobre o novo single da banda, Compliance, Bellamy afirma que é “sobre se submeter às regras do autoritarismo e reassegurar inverdades para ser aceito em um grupo”. “Gangues, governos, demagogos, algoritmos das mídias sociais e religiões nos seduzem durante tempos de vulnerabilidade, criando regras arbitrárias e distorcendo ideias para nós cumprirmos. Eles nos vendem mitos confortantes, nos contando que somente eles podem explicar a realidade enquanto simultaneamente diminuem nossa liberdade, autonomia e pensamento independente. Nós não somos somente coagidos mas também pastoreados, assustados e impostos a produzir um diário ‘dois minutos de ódio’ contra um grupo de sua escolha e nos cegarmos para nossa voz interna de razão e compaixão. Eles só precisam da nossa Compliance (complacência)”. Tracklist de “Will of the People” Will Of The People Compliance Liberation Won’t Stand Down Ghosts (How Can I Move On) You Make Me Feel Like It’s Halloween Kill Or Be Killed Verona Euphoria We Are Fucking Fucked