Muse anuncia álbum para agosto e libera single; ouça Compliance

A banda de rock inglês Muse vai lançar seu super aguardado nono álbum de estúdio, Will Of The People, em 26 de agosto via Warner Records – com distribuição Warner Music Brasil. O primeiro single, Compliance, foi liberado nesta quinta-feira (17). Ouça abaixo. Sobre o álbum, o vocalista do Muse, Matt Bellamy diz: “Will Of The People foi criado em Londres e Los Angeles e é influenciado pela crescente incerteza e instabilidade no mundo; Uma pandemia, novas guerras na Europa, protestos e revoltas em massa, uma insurreição ilegal, a inconsistência da democracia no Ocidente, a ascensão do autoritarismo, incêndios e desastres naturais e a desestabilização da ordem global estão todos retratados em Will Of The People. Essa tem sido uma preocupação e um medo para todos nós conforme o império do Ocidente e o mundo natural, que nos alimentou por tanto tempo, estão realmente ameaçados. Esse álbum é uma navegação pessoal sobre esses medos e a preocupação sobre o que vem depois”. Com Muse sendo Muse, não há predominância de nenhum gênero singular. A faixa título do álbum, Will Of The People, traz provocações em tom de brincadeira a um glam-rock distópico ao mesmo tempo que não há nenhuma inocência e pureza para as texturas eletrônicas nostálgicas de Verona. De um impacto visceral em Won’t Stand Down ao tingido de uma atmosfera industrial e de riffs de granito pesados em Kill Or Be Killed ou o raio de luz de Euphoria, o álbum se conclui com o frenético final do brutalmente sincero We Are Fucking Fucked“. Sobre o novo single da banda, Compliance, Bellamy afirma que é “sobre se submeter às regras do autoritarismo e reassegurar inverdades para ser aceito em um grupo”. “Gangues, governos, demagogos, algoritmos das mídias sociais e religiões nos seduzem durante tempos de vulnerabilidade, criando regras arbitrárias e distorcendo ideias para nós cumprirmos. Eles nos vendem mitos confortantes, nos contando que somente eles podem explicar a realidade enquanto simultaneamente diminuem nossa liberdade, autonomia e pensamento independente. Nós não somos somente coagidos mas também pastoreados, assustados e impostos a produzir um diário ‘dois minutos de ódio’ contra um grupo de sua escolha e nos cegarmos para nossa voz interna de razão e compaixão. Eles só precisam da nossa Compliance (complacência)”. Tracklist de “Will of the People” Will Of The People Compliance Liberation Won’t Stand Down Ghosts (How Can I Move On) You Make Me Feel Like It’s Halloween Kill Or Be Killed Verona Euphoria We Are Fucking Fucked

Lollapalooza anuncia The Libertines e Two Feet; veja o que mudou

Agendado para os dias 25, 26 e 27 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o Lollapalooza Brasil anunciou duas alterações em sua programação. No sábado (26), às 16h55, o Two Feet (projeto do músico americano Zachary William “Bill” Dess) sobe ao palco Budweiser. No domingo (27), a novidade é o show do The Libertines, que vem celebrando os 20 anos do disco Up The Bracket – e também se apresenta no palco Budweiser às 18h05. Two Feet e The Libertines substituem King Gizzard & the Lizard Wizard e Jane’s Addiction, respectivamente, que cancelaram as suas participações na América do Sul, incluindo o show do Lolla BR por motivos que fogem do controle dos artistas e do evento, relacionados à covid-19. Com o cancelamento da vinda do King Gizzard & the Lizard Wizard ao Brasil, a programação das Lolla Parties também passa por alteração. No dia 23 de março, no Cine Joia, em São Paulo, o quinteto americano de hardcore Turnstile será o responsável pela abertura da programação dos sideshows oficiais do festival. Os ingressos previamente adquiridos para a apresentação do King Gizzard & the Lizard Wizard serão cancelados e, em breve, um e-mail será enviado para todos os compradores com as orientações e política de ingressos. As vendas para a noite com a nova atração iniciam na quarta-feira (16), às 14h, no site da Tickets For Fun. Vale lembrar que está mantida a Lolla Parties com as bandas A Day To Remember e Alexisonfire, no dia 24 de março, na Audio, em São Paulo. Os ingressos para esta data já estão esgotados. Confira abaixo como ficou a programação

Rolling Stones anuncia turnê comemorativa dos 60 anos na Europa; confira datas

Ninguém para o Rolling Stones. A lendária banda anunciou nesta segunda-feira (14) uma nova turnê na Europa. Intitulada Sixty, a excursão marca a celebração dos 60 anos de carreira. Serão também os primeiros shows sem Charlie Watts no Velho Continente. A turnê no verão europeu inclui dois shows no BST Hyde Park de Londres, além da primeira apresentação da banda em Liverpool desde os anos 1960. A pré-venda dos ingressos começa nesta quarta-feira (16), às 10h, horário de Londres. Os códigos de pré-venda serão enviados por e-mail para todos os inscritos no site do Stones nesta terça-feira (15). A venda geral começa na sexta-feira (18). Confira abaixo as datas da turnê comemorativa dos 60 anos de carreira do Rolling Stones JUNHO 01 – Estádio Wanda Metropolitano – MADRID, ESPANHA 05 – Estádio Olímpico – MUNIQUE, ALEMANHA 09 – Estádio Anfield – LIVERPOOL, Reino Unido 13 – Johan Cruijff ArenA – AMSTERDÃ, PAÍSES BAIXOS 17 – Estádio Wankdorf – BERN, SUÍÇA 21 – Estádio San Siro – MILÃO, ITÁLIA 25 – BST Hyde Park – LONDRES, Reino Unido JULHO 03 – BST Hyde Park – LONDRES, Reino Unido 11 – Estádio King Baudouin – BRUXELAS, BÉLGICA 15 – Estádio Ernst Happel – VIENA, ÁUSTRIA 19 – Estádio Groupama – LYON, FRANÇA 23 – Hipódromo ParisLongchamp – PARIS, FRANÇA 27 – Veltins-Arena – GELSENKIRCHEN, ALEMANHA 31 – Friends Arena – ESTOCOLMO, SUÉCIA

Atração do Lolla, Alexisonfire anuncia álbum Otherness; ouça primeiro single

O Alexisonfire acaba de anunciar Otherness, o primeiro álbum completo em mais de 13 anos. Otherness será lançado em 24 de junho pela Dine Alone Records. O álbum apresenta dez novas faixas incluindo o explosivo primeiro single, Sweet Dreams Of Otherness. O álbum é produzido pela AOF e mixado pelo punk Jonah Falco (Fucked Up, Career Suicide). “Esta música veio em grande parte da cabeça de Dallas, mas ao longo da escrita deste álbum, tornou-se mais uma declaração de missão para a banda. É sobre desempenho e abraçar uma nova confiança encontrada num estado de peculiaridade”, comenta George Pettit. O vídeo de Sweet Dreams Of Otherness dirigido pelo inimitável ator/diretor Jay Baruchel (Goon) está disponível no canal Alexisonfire no Youtube. Os fãs podem se inscrever para receber lembretes para ver a estreia ao lado da banda, que se juntará aos fãs de todo o mundo em conversas nos momentos que antecedem a estreia. Otherness é o disco mais coeso e auto-realizado da banda até hoje. Para aqueles que precisam de uma atualização, a AOF lançou quatro álbuns de estúdio de enorme sucesso, todos com certificação Music Canada Platinum: Alexisonfire (2002), Watch Out (2004), Crisis (2006), Old Crows / Young Cardinals (2009). A mistura do clássico Alexisonfire e texturas recém-descobertas de Sweet Dreams of Otherness tornou-se um roteiro para o resto do álbum. O cativante cantor Dallas Green; a atitude pesada de Wade MacNeil; o rugido pesado de George Pettit; tudo ancorado por uma mistura de vulnerabilidade, confiança, iconoclastia e imprudência comemorativa. À medida que cada música do Alexisonfire se expande e se contrai persistentemente, o baixista Chris Steele e o baterista Jordan Hasting permanecem incrivelmente firmes, presos em grooves implacáveis. O Alexisonfire produziu Otherness sozinho em cerca de uma semana. Eles mantiveram um “assunto de família”, trabalhando em estreita colaboração com pessoas que estão com eles há anos. A escrita ocorreu no clube Dine Alone Records. O álbum inclui órgão, teclados, guitarras elétricas do colaborador de longa data de Green, Matt Kelly. Jill Zimmerman e Darren “Jeter” Magierowski (que também é primo de Steele) fizeram engenharia no Jukasa Recording Studio. “A grande diferença é o espaço em que estamos. Estávamos todos muito empolgados em fazer um disco, e foi uma pausa para o que estava acontecendo no mundo. Parecia que a vida poderia ser bela”, diz MacNeil. “Nós apoiamos um ao outro. Todo mundo estava de tão bom humor. Foi um prazer poder fazer isso de novo.” Lista de faixas de Otherness 01. Committed to the Con 02. Sweet Dreams of Otherness 03. Sans Soleil 04. Conditional Love 05. Blue Spade 06. Dark Night of the Soul 07. Mistaken Information 08. Survivor’s Guilt 09. Reverse the Curse 10. World Stops Turning

Imagine Dragons surpreende fãs com single Bones; ouça!

Na sequência de Enemy, que está entre as músicas mais ouvidas do mundo desde o ano passado, o Imagine Dragons lançou o single Bones, a primeira faixa de seu próximo lançamento, Mercury – Act 2. Com uma letra que reflete sobre a vida e a morte, a música explode com um refrão contagiante, marca registrada da banda. Bones é um reflexo da minha constante obsessão com o caráter definitivo e a fragilidade da vida”, diz Dan Reynolds, vocalista do Imagine Dragons. “Estou sempre em busca de alguma evidência que me convença de que há mais por vir – que a vida é verdadeiramente eterna em algum sentido. Tendo ainda que descobrir isso, tento pelo menos sonhar como seria conquistar a morte em uma canção”. A música foi produzida pela dupla sueca Mattman & Robin, que também está por trás de Enemy e outras duas faixas do álbum Mercury – Act 1.

Com apresentação de Ozzy e Sharon Osbourne, Yungblud lança The Funeral

Grande nome do cenário britânico atual, Yungblud lançou o single The Funeral. A faixa é acompanhada por um vídeo apresentando os lendários Ozzy & Sharon Osbourne. “Eu passei muito tempo nos últimos 18 meses lutando com quem eu realmente quero ser. Honestamente, tenho me sentido um pouco hipócrita ultimamente. Passei os últimos quatro anos dizendo às pessoas para não se desculparem e para não se importarem com o que os outros pensam e percebi que era algo que eu precisava dizer a mim mesmo. Senti muita pressão, muita insegurança, me questionei muito. Mas, então, escrevi esta canção e ela destilou para o que seria a próxima fase da minha vida, e não apenas a minha carreira”, disse Yungblud. “A letra é literalmente uma lista sobre tudo que me sinto inseguro, porque se você se identifica com o que não gosta em si mesmo e aceita, ninguém pode dizer nada que você já não tenha dito a si mesmo. Você fica como se fosse à prova de balas. Essa música é sobre possuir essas inseguranças e simplesmente ser destemido. É sobre o ego, a morte, o renascimento e dançar sob seu túmulo. Convidando todos para se juntar a você, mas se você estiver por conta própria e for o único que está dançando – tudo bem também. Para esta nova música, eu me olhei no espelho e disse ‘você não vai durar para sempre, como quer ser lembrado? E se você fosse atropelado por um carro amanhã e pudesse cantar mais uma coisa antes de se tornar comida de verme, seria essa música?’ Na verdade, a resposta é sim. Eu a levaria para o meu túmulo”. Confira abaixo o videoclipe de The Funeral

Florence + The Machine revela My Love e dá detalhes do novo álbum

Florence + the Machine compartilhou detalhes de seu quinto álbum de estúdio, Dance Fever, que será lançado no dia 13 de maio. O anúncio vem com seu novo single, My Love, que estreia ao lado de um vídeo da aclamada diretora Autumn de Wilde. Dance Fever foi gravado predominantemente em Londres durante o período da pandemia, em antecipação à reabertura do mundo. O álbum evoca o que Florence mais sentiu falta no meio do lockdown – discotecas, dançar nos festivais, estar no meio do turbilhão do movimento e da convivência – e a esperança dos reencontros que virão. É o álbum que traz de volta o melhor de Florence – como no festival Boudicca encabeçado pela banda, empunhando hinos como uma espada flamejante. Pouco antes da pandemia, Florence se tornou fascinada pela choreomania, um fenômeno renascentista no qual grupos de pessoas – às vezes milhares – dançavam descontroladamente ao ponto da exaustão, colapso e morte. A imagem repercutiu em Florence, que estava em turnê ininterrupta há mais de uma década, e o lockdown parecia estranhamente premonitório. A imagem, o conceito de dança e a choreomania permaneceram centrais enquanto Florence tecia suas próprias experiências de dança – uma disciplina a que ela recorreu nos primeiros dias de sobriedade – com os elementos folclóricos de um pânico moral da Idade Média. Em tempos recentes de torpor e confinamento, a dança oferecia propulsão, energia e uma maneira de olhar a música de uma forma mais coreográfica. Começando, como sempre, armada com um caderno de poemas e ideias, Florence tinha acabado de chegar a Nova York, em março de 2020, para começar a gravar o disco com Jack Antonoff quando o covid-19 a forçou para um retiro em Londres. Trancada em casa, as canções começaram a se transformar, com referências ao dance, folk, Iggy Pop dos anos 70, trilhas folclóricas saudosas à la Lucinda Williams ou Emmylou Harris e muito mais. Uma vez de volta a Londres, My Love foi uma faixa em particular que se transfigurou de uma entidade para outra com a ajuda de Dave Bayley, da Glass Animals. Welch tinha escrito a canção em sua cozinha como um “pequeno poema triste”, e quando ela a gravou acusticamente simplesmente não parecia funcionar. Bayley sugeriu o uso de sintetizadores e isso se expandiu com uma energia que enche cômodos e reverbera no peito. Com o amor de Dave pelos sintetizadores e o fascínio de Florence por todas as coisas góticas e assustadoras, uma espécie de som “Nick Cave at the club” começou a emergir para moldar o disco. Liricamente, ela se inspirou nas trágicas heroínas da arte pré-Rafaelita, a ficção gótica de Carmen Maria Machado e Julia Armfield, a onda visceral dos filmes de terror folclórico The Wicker Man e The Witch to Midsommar. Produzido por Florence Welch, Jack Antonoff e Dave Bayley, Dance Fever é um álbum que vê Florence no auge de seus poderes, entrando em um autoconhecimento plenamente realizado, brincando com sua própria persona autocriada e com ideias de identidade, masculina e feminina, redentora, comemorativa, entrando plenamente em seu lugar no panteão icônico. My Love segue os recém-apresentados King e Heaven is Here, ambos lançados com vídeos feitos por Autumn de Wilde e coreografados por Ryan Heffington.

A alegria está de volta! Ouça o novo álbum de Bryan Adams

A alegria como foco, o tempo como cura e a estrada como destino marcam o novo álbum do cantor e compositor Bryan Adams. Com forte pegada roqueira, So Happy It Hurts é o décimo quinto trabalho de estúdio do ícone canadense. Este é um lançamento BMG que chega junto de um clipe para a faixa Always Have, Always Will. “Quando percebi que talvez nunca mais sairíamos em turnê devido à pandemia, comecei a reunir todos os esboços e ideias de músicas que fui escrevendo em pedaços de papéis, recibos e porta-copos, juntei-os no meu laptop e fiz um álbum”, conta Bryan. Em suas décadas de serviço à música, Bryan Adams conseguiu liderar as paradas de sucesso em mais de 40 países. Ele acumula em sua carreira 3 indicações ao Oscar, 5 ao Globo de Ouro, um Grammy, um AMA e uma estrela na calçada da fama de Hollywood. “A pandemia e o lockdown nos fizeram pensar que de um momento para outro o que temos como rotineiro e confortável pode mudar. De uma hora pra outra, ninguém conseguia pular no carro e ir embora por aí”, diz Adams. “O álbum aborda muitas das coisas efêmeras da vida que são realmente o segredo da felicidade, o mais importante, a conexão humana”, resume.