Larissa Luz ressignifica deusa Afrodite no EP Deusa Dulov Vol. 1

Desconstruir e reconstruir Afrodite sob o olhar de uma mulher preta é a proposta principal de Larissa Luz em Deusa Dulov Vol. 1, EP que chegou às plataformas digitais nesta sexta (28). Junto dele, serão disponibilizados visualizers exclusivos no dia 4 de fevereiro, no canal de YouTube da cantora. Com pitadas de deboche e combinando ritmos que vão desde o pagodão baiano, de sua terra natal, Salvador, até o dancehall e o dub, estilos musicais jamaicanos, Larissa joga luz em uma faceta sua que é pouco conhecida pelo público. “Um traço forte de minha personalidade que as pessoas veem pouco, mas que tenho tentando trazer mais à tona, é o humor. Costumo fazer graça com a vida, acho que é uma forma de encarar com um tanto mais de leveza as adversidades que ela nos impõe”, explica a artista, que também reforça a sua participação na criação visual da obra, tanto na capa quanto no videoclipe. “A construção dessa narrativa perpassa pelo entendimento de que fortalecer a autoestima e cultuar o amor próprio é essencial para que a gente se disponha a viver uma relação saudável com outra pessoa. Pretendo repensar por onde passa a nossa construção do amor próprio para que a gente possa achar caminhos de fortalecimento da nossa autoestima”, conta a cantora. Músicas que versam sobre situações corriqueiras, recorrentes no enredo de quem está tentando estabelecer vínculos afetivos são vestidas em uma roupagem divertida e leve. Na sensual Afrodate (Dreadlov), lançada previamente como single, Larissa canta um romance afrocentrado. Cupido Erê, por sua vez, faz um paralelo entre um anjo e um erê, figura das religiões de matriz africana conhecida por ser brincalhona, em uma sátira bem humorada dos desafios enfrentados durante a busca por um relacionamento amoroso. TBT fala, de forma bem-humorada, sobre “recaídas” de um relacionamento. A faixa Montanha Russa apresenta uma letra sensual em que a artista versa sobre uma paixão intensa. Por fim, encerrando o EP, em Brinco Só, Larissa canta o autoconhecimento embutido na busca individual pelo prazer. O EP conta com produção de Tropkillaz, canções feitas em parceria com Coruja BC1 e duas das faixas também foram compostas por Bruno Zambelli, multiartista que assina a direção visual do trabalho. Com essa equipe de peso, Larissa aglutina diferentes referências musicais cuja combinação valoriza o trabalho em grupo. “Gosto de trabalhar assim, como um time mesmo, que se envolve mais inteiramente na criação”, comenta Larissa.

Prada é a pedida para os fãs de trap; ouça novo single de Luck

Luck lançou o single Prada, nesta sexta-feira (28), acompanhado com videoclipe. Frequentador de batalhas de rap, o músico traz uma track que chega com diversas referências gringas, entre eles Iann Dior, que costuma mesclar um pouco do rock com suas batidas. A letra de Prada, que traz um tom melancólico e foi criada em um momento de crise amorosa do artista, se mescla ao beat alto astral produzido por Drakoz e NK, responsáveis pela mixagem e masterização da música. Luck se arrisca no trap e bebe da fonte rock em sua nova trajetória na música. Figura conhecida no meio, o baiano Luis Cardoso é multitalentos e agora explora o universo fonográfico. O artista conta com quatro outros singles lançados. Sua personalidade musical e artística o fazem buscar por seu mergulho em um estilo próprio. Há dois anos começou a produzir e montou um estúdio em sua própria casa, onde criou seus primeiros sons autorais. Estrela das redes sociais, seu canal no YouTube conta com mais de 300 mil seguidores. Desde fevereiro de 2017 tem atuação frequente e em ascensão nas redes sociais e na internet como um todo. Atualmente vive em Belo Horizonte, mas nasceu e passou a infância no estado da Bahia. Há dois anos passou a investir na carreira de músico.

Tecnologia, solidão e alienação em novo single da Scalene; ouça Discórdia

Apresentando o caos como ferramenta possível para mudanças pragmáticas, o Scalene conceitua o single Discórdia. A faixa, que chega às plataformas de streaming pelo slap, selo da Som Livre, teve seu rascunho iniciado ainda durante a confecção do último trabalho de estúdio da banda, o álbum Respiro (2019). Como uma característica inerente ao trio formado por Gustavo Bertoni (vocal), Tomás Bertoni (guitarra) e Lucas Furtado (baixo), o processo criativo é uma constante busca por referências plurais e por diferentes elementos em seu som. Quem iniciou a composição do single foi Gustavo Bertoni. A letra estabelece um tripé temático entre tecnologia, solidão e alienação. “A tecnologia faz a gente se conectar com bastante informação e pessoas, só que isso acaba não suprindo as necessidades e, sim, gerando solidão. Então, essas bolhas nas quais a gente vive são reflexo da alienação criada pelos algoritmos, tudo fomentado pela tecnologia”, discorre Tomás Bertoni sobre a letra que também contou com uma associação feita por Lucas Furtado, conectando a ideia ao discordianismo, religião que cultua a Deusa Éris e propõe a discórdia como forma de questionar dogmas. “Usamos essa referência como uma camada extra de profundidade dentro da letra”, explica o baixista. Para amarrar toda a narrativa, o Scalene também utiliza artifícios visuais que buscam refletir sobre o presente distópico vivido, como na capa do single. Já, musicalmente, o hip hop foi uma das fontes de referência, mesclado com traços de stoner rock, subgênero já explorado pelo grupo em trabalhos anteriores, além de retomar o uso de sintetizadores. “Às vezes, resgatamos certos elementos ou exploramos novas características sonoras — nosso próximo álbum é um ótimo equilíbrio entre isso. Tratamos mais de falar sobre se sustentar nessa eterna ponte do que sobre chegar ao outro lado”, pontua Gustavo sobre a nova fase do Scalene, que pretende dar mergulhos mais profundos, sem necessariamente propor conclusões. Até o momento, já foram apresentados o som explosivo de Febril, seguido do single duplo Névoa e Tantra, que integram a tracklist do quinto disco de estúdio, com lançamento previsto para o primeiro semestre.

Carol Biazin assume novas facetas em “Garota Infernal”

A cantora Carol Biazin já iniciou 2022 com os dois pés na porta. Mostrando o porquê já é considerada um dos maiores nomes do pop nacional, a cantora apresenta sua primeira novidade do ano. Trazendo uma mistura de trap e pop, a cantora lançou Garota Infernal, single que está disponível em todos os apps de música e YouTube. Mais madura, confiante e sexy, Garota Infernal fala sobre a história de um relacionamento aberto. Composta pela ruiva e produzida pelos Los Brasileiros, coletivo responsável pelo sucesso de nomes como Anitta, Ludmilla e Vitão, a canção foi concebida para sonorizar a abertura de um reality show de uma importante emissora de televisão, mas acabou sendo gravada pela cantora. “Diferente de outras tantas que já lancei, essa canção não é autobiográfica. Na verdade, essa canção era para ser abertura de um importante reality show de pegação, mas acabei me apaixonando pela canção e resolvi lançar”. Aliás, influenciada por nomes como Doja Cat e Nathy Peluso, Carol conta que Garota Infernal é o single ponto de partida para começar explorar suas intenções vocais, novas sonoridades e mostrar seu lado mais sexy. “Já faz um tempo que quero explorar extensões vocais em minhas músicas, mostrar meu lado mais sexy e confiante. Aproveitei também para explorar novas sonoridades e misturar o trap com pop. Me senti muito confortável em fazer isso a partir deste single”. Garota Infernal tem clipe dirigido por Mlk Brutal O clipe dirigido por Mlk Brutal – que já trabalhou com nomes como Marina Sena & Luísa Sonza – traz Biazin em uma faceta provocante e dona de si. Com uma linguagem Tik Tok, o vídeo traz a diva provocando várias personagens após serem enfeitiçadas por um chá alucinógeno em meio a ambientes psicodélicos. Beijo na boca é o que não falta na produção que contou com ajuda da ruiva em sua roteirização. “Esse é de longe um dos clipes que eu mais gosto. Tive a oportunidade de auxiliar na criação do roteiro e traz elementos visuais e um lado mais ‘autoconfiante’ que queria explorar faz tempo. Espero que meus fãs curtam tanto quanto eu”, comenta Carol. Por fim, sobre o futuro, Carol Biazin promete muitas músicas e surpresas. Em resumo, a diva contou que em breve fará um ‘camping’ de composição ao lado da TAG Music – escritório indicado ao Grammy Latino 2021 com Mulheres Não Choram de Ivete Sangalo e Emicida – e do coletivo Los Brasileiros – que também já trabalhou com nomes como o rapper Projota, Maneva e Luccas Carlos. “Esse ano vai ser de muito trabalho. Além do DVD gravado em dezembro do ano passado e que deve sair neste ano, também faremos um camping de composição com os mais importantes nomes da música pop. Vamos reunir o máximo de produtores e compositores que conversem com o pop e o trap para encontrarmos músicas para meu repertório. Devemos ter uns seis singles durante o ano”, finaliza.

Quadrinista Camilo Solano revela EP Canções Cansadas

Quadrinista de destaque no cenário nacional, Camilo Solano mostrou o seu lado musical nas duas faixas que integram o EP Canções Cansadas. Em resumo, o projeto reúne músicos de renome – como integrantes da banda Caramelows – e combina um instrumental refinado guiado pelos produtores Eder Araujo e Eduardo Chuffa com letras que vão da melancolia ao êxtase, da indiferença à esperança. Camilo Solano transforma em música as inseguranças e incertezas dos tempos atuais. A crise sanitária trouxe à tona sentimentos conflitantes para muitos, e o artista escolheu dar vazão a esses anseios ao revelar ao público seu lado menos conhecido até então: o de músico. “Em horas assim / Me sinto desolado / Quase no fundo do poço / O corpo sua um suor gelado de nervoso”, canta em Tanto Faz. No lado B do EP, surge o otimismo: “Antes de chover / O vento me faz perceber / Que o tempo vai mudar / E tudo vai passar”, ele entoa em Vento Venta. “Compus essas músicas durante a pandemia de covid-19 e elas são o reflexo desse cansaço, dessa exaustão que foi e está sendo viver esse momento. Principalmente se você for brasileiro. O Brasil era o país mais ansioso do mundo antes da pandemia. Tenho certeza que agora, nem vale mais a pena contar. Temos que lutar a todo instante e fazer um esforço enorme para tentar se movimentar, por menor que seja esse deslocamento, temos que tentar nos mover pra frente. Pra frente do que queremos, pra cima de quem te desrespeita ou desrespeita o próximo. Escrever e tocar essas músicas são uma espécie de celebração. São músicas sobre essa ansiedade. Às vezes melancólica, às vezes frenética. Agora tanto faz, vento venta novos ventos. E vamos à luta!”, convida. Estreia musical de Camilo Solano Este é o primeiro lançamento musical de Camilo Solano após uma série de canções compostas para sua HQ Semilunar, lançada em 2017. Mas a música está presente em sua vida desde o início. Filho de pai músico e radialista e mãe que cantava Caetano Veloso para a barriga em sua gestação, Camilo cresceu cercado de arte, cultura e histórias. A trilha sonora da casa ia de sambas antigos a Beatles, Jovem Guarda e música negra americana, sem deixar de lado os maiores nomes da MPB. Posteriormente, na adolescência, veio a paixão pelo punk dos Ramones, misturando com Frankie Valli & the Four Seasons até chegar nas interseções do blues com o samba. Formado em Design, seu trabalho de conclusão de curso foi a primeira HQ: Inspiração – Deixa entrar Sol nesse porão lhe rendeu duas indicações ao Troféu HQ MIX como Novo Talento Desenhista e Novo Talento Roteirista. Lançou independentemente o gibi Desengano, que teve o prefácio escrito por Robert Crumb, o maior autor dos quadrinhos underground dos EUA, que também é músico e fez a capa do disco Cheap Thrills, de Janis Joplin. Seu primeiro trabalho com editora foi Semilunar, que saiu pela Balão Editorial e com esta obra foi finalista do Prêmio Jabuti. Publicou o Fio do Vento pela editora Veneta e depois foi convidado a criar sua própria versão do personagem Cascão, da Maurício de Sousa Produções. Aliás, disso nasceu Temporal, HQ escrita e desenhada pelo autor, oferecendo seu olhar sobre o menino que não gosta de banho da Turma da Mônica. Com esse título, ganhou o Troféu HQ MIX. Elogiado por Emicida Lançou a pequena e poderosa HQ Solzinho – que, pelas palavras de Emicida, “é uma das coisas mais lindas que já li na minha vida”. No final de 2021 lançou Cidade Pequenina pela editora Pipoca & Nanquim. Aliás, nela, ao lado do seu irmão Aldo Solano, reuniram várias histórias sobre cidades do interior, causos e contos que ouviram ou vivenciaram. Este, mais uma vez, teve o prefácio escrito por Robert Crumb, que é seu padrinho na nona arte. Também em 2020 e 2021, lançou algumas músicas em suas redes sociais e canal do YouTube, sempre com um tom intimista e sincero. Dessa incursão sonora surgiu Canções Cansadas, composições sobre uma ansiedade e esgotamento emocional que se ancoram na arte para seguir em frente. Com o trabalho, Camilo busca unir forças e se reerguer, se reconhecer e enfrentar. Procura sempre ser otimista e intenso. Essa candura e sinceridade são o fio condutor do trabalho de Camilo Solano até aqui – seja na música, seja nos quadrinhos. Em forma de gibi ou de canção, suas criações são frutos de um processo de encontro do artista consigo mesmo. E desse mergulho e exposição, surge uma relação forte com as inseguranças e ansiedades de quem está do outro lado da tela ou da página. Da conexão, faz-se a arte. Por fim, o EP Canções Cansadas foi viabilizado pelo edital da Lei Aldir Blanc de São Manuel – 2021, e já está disponível nas principais plataformas de música.

Thomas Roth abre 2022 dando sequência ao seu projeto musical Ouro Velho

“Não enxergo este projeto como um recomeço ou um resumo da ópera. E, sim, como mais uma etapa, mais um andar neste prédio que imagino ser ainda maior e mais alto”, sintetiza Thomas Roth sobre Ouro Velho, projeto do cantor, compositor, produtor musical e publicitário que ganha novos capítulos em 2022. Com a intenção de compartilhar canções inéditas e regravações que compõem sua trajetória artística, o músico, carioca de nascimento e paulistano de coração, conceitua o experimento musical semanal que, até o momento, conta com 17 faixas disponibilizadas nas plataformas de streaming e em seu canal de YouTube, a caminho das 52 canções que ao final celebram sua carreira. Em janeiro, Canção de Verão, eternizada pelo grupo Roupa Nova, teve novos contornos na voz de Thomas Roth, com feat da dupla Scatolove, sendo seguida das faixas Tempo de ser feliz e Milagre do amor com participação da dupla Rod Hanna. A inédita Deixa eu ser teu Sol chegou nesta quinta-feira (27), para completar as novidades do mês. “Esta é uma das canções em que admito mais uma vez minha fragilidade. Eu, definitivamente, cansei desses grilhões que nos aprisionam: ter que vencer, ser invencível, infalível, ter que ter sucesso, etc. Cansei disso e aprendi há muito tempo que tenho limitações, defeitos e cometo erros. A faixa, apesar de ser uma música de amor, fala essencialmente sobre isso”, discorre Thomas sobre a inédita composição Deixa eu ser teu Sol, que nasce para explorar suas facetas estéticas-musicais, mostrando sua facilidade em caminhar no passado, presente e futuro de diversas maneiras ao longo do projeto. O quarto mês de Ouro Velho teve início com a regravação de Canção de Verão, uma parceria com o compositor Luiz Guedes, que na atual versão traz a contribuição dos músicos Léo Ramos, vocalista e guitarrista da Supercombo, e Isa Salles – que juntos formam a dupla Scatolove. Já Milagre do Amor, originalmente criada com a colaboração de Guedes, desta vez chega na voz de Thomas para propor sentimentos de esperança, expectativa de sonhos e enaltecimento do amor, temáticas cada vez mais em ebulição no cenário atual. Tempo de ser Feliz foi a primeira música inédita do ciclo verão de Ouro Velho. Composta por Thomas e Teco Fuchs, a sua letra conversa com outras do projeto, lançadas anteriormente em 2021, como Tudo que eu quero e Bons Tempos. “Eu amei o astral de Tempo de ser Feliz, a sua harmonia e melodia e, imediatamente, o tema veio à minha mente. É o poder das canções de nos impregnar com suas emoções e tudo o que vem junto. As lembranças de momentos de paz, de amor, de carinho, de família, momentos singelos e únicos. Acho que tinha um pouco de cansaço da pandemia, da tristeza, da dor que sentíamos já ao final de 2020″, relembra Thomas sobre a décima quinta faixa do projeto que segue sendo pautado por diferentes gêneros e estilos musicais, bem como diversas gerações, tudo em nome da divulgação da arte que permeia os 52 anos de carreira do músico.

Autoramas lança álbum “Autointitulado” e disponibiliza clipe de “No Dope”

O novo álbum da banda de rock Autoramas chegou em todas as plataformas digitais nesta quinta-feira (27) e tem produção musical dividida por Gabriel Thomaz com Alê Zastrás e Jairo Fajersztajn. “Autointitulado é o melhor título que um disco do Autoramas poderia ter: ‘Auto+intitulado‘. Como não pensamos nisso antes?”, dispara Gabriel. “Esse é um disco de sobrevivência: no tempo, no lugar e nas condições que estamos vivendo. Passamos dramaticamente pela crise, pelo covid, nos adaptamos a tudo sem nunca parar de produzir, sempre pensando no trabalho, na música e no que o Autoramas sempre significou”, diz o vocalista. Seu lançamento estava previsto para 2020, mas não pôde nem ser gravado por conta da pandemia do covid-19. O baixista Jairo, diante dos protocolos de saúde e de funcionamento do mundo da música tomou uma grande atitude e montou na sua casa em Itatiba, interior de São Paulo, um estúdio para a gravação do álbum, batizado agora de Estúdio Vegetal. “Lá pudemos tirar o atraso e registrar as ideias. Reunimos todos os nossos equipamentos vintage ou modernos pela primeira vez. E dá-lhe Eko, Farfisa, Mosrite, Ludwig, Giannini, Theremin Óptico EFX, Tremolo MG, Vibratoramas e muito mais”, completa Gabriel. “Depois de tudo ensaiado, chamamos o talentoso Ale Zastras – que já tinha, antes da pandemia, gravado duas músicas que estão no disco e recomeçamos. Érika estava na Chapada Diamantina se recuperando do covid e gravou suas vozes por lá no Virgun’s Studio,” explica o guitarrista. Em 2021 a banda lançou seu primeiro single A Cara do Brasil. A faixa que traz parceria com Rodrigo Lima, do Dead Fish, também ganhou videoclipe e já causou impacto com sua letra direta e verdadeira. Aliás, nas letras temos o que o Autoramas sempre foi, mas tudo a ver com os tempos atuais. “A vida fica dura sem amaciante” (Estupefaciante), “O que te conforta também vicia” (No Dope), “Querer que o mundo desapareça” (Nóias Normais), “Às vezes parece que eu vivo o mesmo dia todos os dias” (Dia da Marmota), “O tempo apressado pediu ao tempo estressado um pouco mais de tempo pra conseguir pensar” (Sem Tempo). Na sequência foram lançados a balada Eu Tive uma Visão, uma parceria entre Gabriel e Érika Martins, Sem Tempo também com participação do Rodrigo Lima (Dead Fish), Dia da Marmota e Nóias Normais”. Autointitulado é o nono álbum do Autoramas. Totalmente em forma, mantendo sua assinatura. Prontos para cair na estrada, nosso habitat natural. E loucos pra finalmente encontrar os amigos que frequentaram intensamente nossas lives, festinhas, redes sociais e plataformas digitais durante toda essa pandemia. O projeto gráfico do álbum é de Gustavo Cruzeiro, que já havia trabalhado com a banda em capas de singles. Autointitulado sai no Brasil pelo selo Maxilar, com distribuição da Ditto Music Brasil, na Europa e Japão pela Soundflat Records. A pré-venda da versão em vinil do álbum começa no início de fevereiro, fazendo parte do Clube da Vinil Brasil. A banda de rock criada em 1998, atualmente tem na formação, Gabriel Thomaz (voz e guitarra), Érika Martins (voz, miniguitarra, órgão, percussão e theremin óptico), Fábio Lima (bateria) e Jairo Fajersztain (baixo).

Bryan Adams antecipa álbum com balada Never Gonna Rain

O cantor e guitarrista Bryan Adams lançou o single e clipe Never Gonna Rain, que estará em seu novo álbum de estúdio, So Happy It Hurts. Em resumo, o ícone canadense traz nessa faixa as melodias e emoções que marcam sua discografia para falar das feridas que o tempo ajudará a curar. “O otimista por definição é alguém que continua esperando o melhor, mesmo diante do pior. Vivendo no momento, em vez de ter medo. Transformando os negativos em positivos. Pegando a chuva e transformando em uma benção”, diz Adams, que já revelou outros três singles: a faixa-título, Kick Ass e On The Road. Todavia, em suas décadas de serviço à música, Bryan Adams conseguiu liderar as paradas de sucesso em mais de 40 países. Prestes a lançar seu 15° álbum de estúdio, ele acumula em sua carreira três indicações ao Oscar, cinco ao Globo de Ouro, um Grammy, um AMA e uma estrela na calçada da fama de Hollywood. Além da música, ele se consolidou como um fotógrafo de renome internacional, como na edição deste ano do conceituado calendário Pirelli. Aliás, o álbum So Happy it Hurts já está em pré-venda e será lançado no dia 11 de março de 2022. Assista ao videoclipe de Never Gonna Rain

Slam Dunk, na Inglaterra, anuncia lineup de peso para fãs de punk, hardcore e metalcore

O Slam Dunk Festival, que acontece nos dias 3 e 4 de junho, em duas cidades britânicas, está com um lineup para deixar qualquer fã de punk, hardcore, ska, emo e metalcore com o queixo caído. A programação bem eclética traz nomes como Sum 41, Dropkick Murphys, Neck Deep, Alexisonfire, The Interrupters, The Mighty Mighty Bosstones, The Used, The Vandals, Pennywise e Hot Water Music. Mas não para por aí: The Story So Far, The Wonder Years, The Bronx, The Flatliners e Motion City Soundtrack também estão escalados. A lista completa está no pôster abaixo. Mas fique atento no “plus many more!”. O que mais será que vem por aí? O Rancid estava cotado, mas não participará. O Slam Dunk acontece no dia 3 de junho, no Leeds Temple Newsam, e no dia 4, no Hatfield House. A programação é a mesma nos dois dias. Quem quiser curtir essa dobradinha paga £165.00 (R$ 1.220) no ingresso. Já quem optar por apenas um dos dias, paga £93.50 (R$ 692). Anteriormente, o nosso correspondente em Londres, Roberto Gasparro, acompanhou uma edição do Slam Dunk. O evento em Hatfield contou com nomes como Alkaline Trio, Anti-Flag, Frank Turner, Nofx, The Skints, Snuff, Buster Shuffle, Capdown, The Baboon Show, The Skints, Zebrahead, entre outros.