Charli XCX anuncia Crash e libera primeiro single; ouça New Shapes

A cantora Charli XCX anunciou nesta quinta-feira (4) Crash, o novo álbum de estúdio, que chega em 18 de março de 2022 e já está disponível para pré-venda. Este é o quinto disco da artista. Aliás, para aquecer os fãs, a artista lançou New Shapes com feats. de Caroline Polachek e Christine and The Queens. Por fim, anunciou também uma turnê pela Europa e América do Norte, com ingressos disponíveis para pré-venda a partir do próximo dia 10. O anúncio de Crash segue o lançamento de seu último single, Good Ones, uma faixa que sinaliza um novo capítulo na vida da artista, no qual ela assume “tudo aquilo que uma figura representativa do pop tem para oferecer no mundo de hoje: celebridade, obsessão e hits globais”, nas próprias palavras dela. Em resumo, Charli XCX chamou um incrível grupo de colaboradores e produtores para participar de Crash. “Eu os trouxe e usei meus poderes de femme fatale, assim como uma série de palavras macabras e maldições”, se diverte a artista. Alguns deles incluem A. G. Cook, George Daniel, Deaton Chris Anthony, Lotus IV, Caroline Polachek, Christine and the Queens, Oscar Holter, Digital Farm Animals, Rina Sawayama, Ian Kirkpatrik, Jason Evigan, Justin Raisen, Ariel Rechtshaid, Ilya, Oneohtrix Point Never, Jon Shave e Mike Wise. “Eles vão continuar trancados no meu porão para sempre”, completa.
Plataforma de streaming discovery+ chega ao Brasil na terça-feira

A partir da próxima terça-feira (9), o discovery+ chega ao Brasil e a Claro é a única operadora parceira do streaming no lançamento do serviço. A Claro e a programadora vão oferecer, em primeira mão, o conteúdo completo da plataforma de streaming com acesso liberado e sem custos para os clientes da Claro, dos serviços móvel pós-pago, banda larga e da TV por assinatura, até o dia 8 de dezembro. O serviço estará disponível a um custo mensal de R$ 21,90 e, durante o mês de lançamento, clientes da operadora contarão com uma condição exclusiva, com acesso gratuito ao streaming por até um ano na contratação de um dos planos participantes de Banda Larga, Celular ou TV por assinatura. Os clientes do Claro box tv ainda poderão contar com o discovery+ disponível diretamente na sua TV pelo canal 834. Tudo isso com a comodidade de realizar a contratação pelo controle remoto e pagamento diretamente pela fatura da operadora. O discovery+ é um serviço global de streaming que apresenta um catálogo de produções inéditas e os consagrados conteúdos da Discovery, incluindo Discovery Channel, Discovery Kids, Discovery Home & Health, HGTV, Food Network, TLC, ID, Animal Planet, Discovery Turbo e Discovery Science. Serão diversos conteúdos disponibilizados, desde programação infantil, com Discovery Kids, até séries e franquias queridas pelo público, como Largados e Pelados e Irmãos à Obra. São 40 títulos originais em produção para os próximos dois anos e 150 em desenvolvimento na América Latina, além de mais de 200 produções originais internacionais para estrear nos próximos meses. Entre os destaques da plataforma estão: Largados e Pelados Brasil, a primeira versão nacional do programa que é um sucesso do canal Discovery e já virou ícone pop, Mestres da Sabotagem – Edição Especial, uma competição gastronômica onde saber cozinhar é tão importante quanto sabotar os adversários. A série Mundo Curiozoo, live-action original e inédito produzido inteiramente no Brasil, é o spin-off de O Zoo da Zu, sucesso do canal Kids. Para os fãs de documentários, Um Planeta Perfeito, superprodução distribuída pela BBC Studios com versão brasileira narrada por Antônio Fagundes, e Os Homens que Venderam a Copa do Mundo, documentário inédito sobre corrupção no mundo do futebol, também estarão disponíveis. Para ativar o serviço, os assinantes deverão acessar o APP discovery+ e se cadastrar como cliente Claro. Com a liberação do app, a plataforma poderá ser encontrada das seguintes formas: para clientes banda larga, móvel e TV a cabo o acesso será pelo aplicativo e pelo site da plataforma; já para quem possui Claro box tv, além do aplicativo ou site da plataforma, o acesso também poderá ser feito pelo canal 834 no equipamento de TV da operadora.
Franz Ferdinand anuncia coletânea Hits To The Head com dois singles inéditos

A banda escocesa Franz Ferdinand anunciou detalhes de Hits To The Head, uma coleção de 20 faixas dos maiores hits que mostram o sucesso mundial da carreira da banda até o momento. Previsto para 11 de março de 2022, pela Domino, Hits To The Head também traz duas faixas inéditas, Billy Goodbye e Curious. Em resumo, ambas foram produzidas por Alex Kapranos, Julian Corrie e Stuart Price (Dua Lipa). Aliás, Billy Goodbye chega com um videoclipe, abrindo os trabalhos de divulgação do novo álbum do Franz Ferdinand. Hits To The Head será lançado em CD, CD deluxe, 2LP double gatefold, 2LP edição limitada indie gatefold vermelhos, 2LP vinil e cassete de ouro edição limitada D2C exclusiva gatefold. Ademais, os formatos de CD e LP apresentam extensas notas de capa de JD Beauvallet (ex-editor de Les Inrockuptibles) e fotografias exclusivas e não vistas. Falando sobre o processo de escolha das faixas para o álbum, o vocalista Alex Kapranos resumiu bem: “é o mesmo que escrever um setlist para um festival: você quer tocar as músicas que sabe que as pessoas querem ouvir. Os sucessos. Hits to The Head“. Por fim, sobre as inéditas, ele ressaltou que foram gravadas com Stuart Price e justificou as escolhas. “Tenho amigos que acreditam que, de alguma forma, você não é um fã “de verdade” se tiver um ‘best of’ em vez de uma discografia. Discordo. Eu penso na coleção de discos dos meus pais quando criança. Eu amava seus LPs de compilação. Sou muito grato por eles terem Changes ou Rolled Gold. Esses LPs foram meu ponto de entrada. A minha introdução”. Tracklist de Hits To The Head 1. Darts Of Pleasure2. Take Me Out3. The Dark Of The Matinée4. Michael5. This Fire6. Do You Want To7. Walk Away8. The Fallen9. Outsiders10. Lucid Dreams11. Ulysses12. No You Girls13. Right Action14. Evil Eye15. Love Illumination16. Stand On The Horizon17. Always Ascending18. Glimpse Of Love19. Curious20. Billy Goodbye
Entrevista | Scalene – “Aprendi a não ter muitas expectativas com nada em relação à pandemia”

A banda brasiliense Scalene está curtindo um momento novo na carreira. Além de seguir explorando possibilidades sonoras, o grupo também está com uma mudança importante em sua formação. O baterista Philipe “Makako” Nogueira deixou a banda e foi substituído por músicos convidados nos primeiros shows pós pandemia. E por falar em apresentações, a banda está com duas bem próximas: sábado (6), às 20h, no Teatro do Sesc Santos. Posteriormente, em 11 de dezembro, no Cine Joia, em São Paulo. Ambas estão com ingressos à venda. Na Capital, o agora trio terá a companhia do Far From Alaska e Disaster Cities. Além de um passeio pela discografia, os shows também contarão com os singles recém lançados. Até o momento, foram três novidades: Névoa, Tantra e Febril. As duas primeiras, aliás, chegaram na última sexta-feira. O mais interessante notar é como a fórmula de transformação da banda segue apurada. Névoa e Tantra mostram uma banda que não se cansa de reinventar, explorar e experimentar. Por fim, vale ressaltar que faz isso com muito bom gosto. O guitarrista Tomás Bertoni conversou com o Blog n’ Roll sobre a nova fase da Scalene e o que os fãs podem esperar sobre o formato trio, junto com Gustavo Bertoni (vocal) e Lucas Furtado (baixo). Confira abaixo. Qual é a construção narrativa buscada por vocês nessa nova fase? Tem sido uma mistura de um grande planejamento prévio com decisões/definições a cada nova etapa. Temos ideias de onde queremos chegar e como, mas deixamos o processo a cada dia ditar o caminho também. Algumas faixas abordam o autoconhecimento e a busca por epifanias. O quão impactante foi o isolamento social nessa obra? Febril tinha mais relação direta com as consequências do isolamento. De qualquer forma, autoconhecimento e a busca por epifanias foram muito afetados também e, às vezes, rola uma sensação de que a única coisa que podemos tentar ter controle nessa vida é do nosso próprio processo interno. E digo “controle” no bom sentido, inclusive abrindo mão dele quando necessário. Muitos artistas optaram por lives, enquanto outros se trancaram em casa ou estúdio para ensaiar e gravar novos sons. Como manter a empolgação sem poder fazer shows neste período de composições em meio a pandemia? Realmente é muito particular de cada artista e banda. Pro Scalene não faltou uma “empolgação” para fazer um novo álbum. Sem dúvida foi muito mais difícil, mas em grande parte porque a vida no Brasil e no mundo está difícil mesmo. O tempo e energia investidos pra se estar na estrada fazendo shows não existiu mais e isso foi revertido pra outras coisas, dependendo de cada projeto. Pra nós, parte dessa energia foi destinada a podermos caprichar em detalhes na criação do disco e de todo conceito que nunca tínhamos tido como fazer ou nos permitido fazer. Névoa e Tantra possuem sonoridades bem distintas. Vocês acreditam que elas resumem bem o que se pode esperar de um novo álbum da Scalene? São singles de um novo álbum, então obviamente gostamos delas, mas o disco vai muito além. Acho que não colocaria que é um bom resumo de todo o resto. O que representa a saída do Makako da banda? Vocês pretendem seguir como trio e chamar um músico convidado para os shows? Ou pretendem efetivar algum músico nessa vaga? O Makako é nosso amigo de infância, acima de tudo. Foi uma separação, naturalmente difícil e é emocionante, às vezes, lembrar de tudo que passamos juntos e das razões do porque esse ciclo se encerrou. Vamos começar com músicos convidados até entender o encaixe, não só musical, com um novo ou uma nova integrante. Como está a expectativa para o retorno dos shows? O que acreditam ser diferente daqui para frente, além das questões lógicas como máscara e álcool em gel? Eu aprendi a não ter muitas expectativas com nada em relação à pandemia. Ainda mais com a crueldade insana que governa o país. Nem felicidade senti direito ainda, com shows voltando e nós mesmos tendo shows sendo marcados. Espero que as pessoas valorizem mais o que a arte traz e proporciona, seja qual for a linguagem.
Última edição do ano de #ZiriguidumEmCasa celebra os Festivais de Música Brasileira

A 23ª edição do #ZiriguidumEmCasa, que acontece no sábado (6), às 20h, vai celebrar um período muito rico da história recente: os Festivais de Música Brasileira que lançaram diversos grandes artistas entre as décadas de 1960 e 1980. A transmissão será no canal de Ziriguidum no YouTube. Essa edição será a última de 2021. Como de costume, Claudio Lins abre a noite e recebe nomes como Marcio Moreira, Kika Malk e Renan Rodrix, Daniel Da Hora, Délia Fischer, Dudu Godoy, Jully, Bruno Aguilar, Pedro Cini, Miltinho, Fernanda Ouro, Jaime Alem, Nair Cândia, MPB4, Danilo Nunes, Patricia Ahmaral e Tutuca. Pioneiro na organização de festivais de lives durante o isolamento social, #ZiriguidumEmCasa foi uma iniciativa de Claudio Lins com o jornalista Beto Feitosa e começou na primeira semana de pandemia, quando os teatros foram fechados. O festival seguiu com adesão de Ana Paula Romeiro e Maria Braga na produção. #ZiriguidumEmCasa também foi pioneiro na preocupação de buscar uma remuneração para os artistas, abrindo uma conta para colaborações espontâneas do público durante as lives. Aliás, nessa edição, metade da verba arrecada será destinada ao projeto União Musical, que vem ajudando profissionais do entretenimento durante a pandemia. Enquanto a outra metade, como de costume, será dividida entre os artistas que participam do festival e a produção. As doações voluntárias podem ser feitas através do QR Code que vai estar no vídeo durante a exibição dos artistas ou pelo link. O festival já apresentou nomes como Leila Pinheiro, Baby do Brasil, Emanuelle Araújo, Biquíni Cavadão, Marcos Valle, George Israel, Benito di Paula, Geraldo Azevedo, Danilo Mesquita, Pedro Luis, Roberta Campos, Roberta Sá, Zé Renato, Pedro Luis e Isabella Taviani. Artistas como Ivan Lins, Joyce Moreno, Lucinha Lins e Jane Duboc estrearam no formato live no festival que também se esforça em descobrir e valorizar novos nomes.
Festival Bananada apresenta iniciativa Bananada BR e transmite shows inéditos

No último ano, o mercado da música foi altamente prejudicado pela pandemia da covid-19, que inviabilizou a realização das edições de 2020 e 2021 do Festival Bananada, conhecido nacionalmente e que ocorre, todos os anos, em Goiânia (GO). Ainda assim, em um cenário de difícil viabilização, a produção do evento não parou. O lançamento de um selo musical e geração de conteúdos inéditos foram indispensáveis para que o público se mantivesse aquecido e seus colaboradores ativos. Agora, com o avanço da vacinação e a retomada cuidadosa do segmento, o Festival Bananada inova e apresenta, pela primeira vez, o Bananada BR, produção audiovisual que une música e conteúdos exclusivos com mais de 30 artistas de diversas regiões do Brasil. A novidade é mais uma forma de explorar narrativas sob o olhar de descoberta e aprendizado de diferentes formatos, ocupando também novos canais com o público. Dessa forma, o Bananada BR aproxima, ainda que à distância, os diferentes estilos, gêneros e artistas brasileiros durante três finais de semanas entre novembro e dezembro, em nove episódios com nomes importantes como Juçara Marçal, Boogarins e Tuyo, e outros tantos que contemplam as edições Goiás, Nordeste/Sul e Sudeste/Norte. “Em 2021, ainda impossibilitados de exercer nosso modelo de negócio de forma plena presencialmente, e com o desejo de continuidade ao projeto Bananada como um todo, nos propusemos a reforçar um dos mais importantes pilares da plataforma: o fomento à intersecção, troca e circulação musical no país. Daí, o Bananada BR. Contemplando atrações de todas as regiões do país, o projeto segue exercendo o mesmo papel que todas edições do Festival Bananada tiveram: agir com um pólo de música contemporânea do centro do Brasil e um ponto de intersecção da arte que vem sendo criada em nosso país e no mundo”, conta o produtor Lucas Manga, diretor de conteúdo da plataforma. Edições do Bananada por região Com uma programação que engloba música e breves entrevistas, o projeto audiovisual, que se aproxima do formato de programa de TV, é dividido em três regiões: Goiás, Nordeste/Sul e Sudeste/Norte, que foram gravadas em estúdios entre São Paulo e Goiânia. Sobre o formato, Giovanna Villefort, diretora artística do Bananada, completa: “Através da nossa curadoria, procuramos apresentar artistas de todos os cantos do Brasil. Quando você vem de uma iniciativa descentralizada regionalmente, você é levado a entender o quão importante é conhecer e reconhecer a música, arte e cultura feitos em todos os cantos do país, além dos grandes centros. Acreditamos que os artistas convidados a compor a programação do Bananada BR formam um recorte do que está acontecendo de mais interessante na música brasileira atual. À frente da direção executiva do Bananada, Daianne Dias comenta sobre a captação de recursos para o novo Bananada BR: “É sempre um desafio, tanto para eventos físicos quanto online. Quando fomos aprovados no edital da Funarte, conseguimos fôlego para continuar pensando em música. Nossa parceria com Devassa sempre rendeu ótimos frutos nos presenciais e agora para essa edição virtual, o apoio da marca foi de extrema importância para colocar em prática esse novo desenho de programação que propusemos. Investir em cultura é preciso e vale a pena!”, explica. A edição Goiás estreia o projeto, nos dias 5, 6 e 7 de novembro, com Boogarins, Carne Doce, Davi Sabbag, Bruna Mendez e mais. Em 19, 20 e 21 do mês, o público aproveitará a edição Nordeste/Sul, com Tuyo, Kaê Guajajara, Don L, Larissa Luz e, no mês seguinte, dias 3, 4 e 5 de dezembro, o Bananada BR fecha com a edição Sudeste/Norte, com Juçara Marçal + Kiko Dinucci, Felipe Cordeiro, Victor Xamã, Troá!, Tulipa Ruiz, Aíla, e mais. Confira o serviço completo abaixo! Artes visuais Tradição do Festival Bananada, a identidade artística é um ponto forte de identificação e posicionamento. Todos os anos, o evento convida um artista para a criação do cartaz oficial – que ilustra e carrega a identidade visual de toda a edição. Dessa vez, a obra não foi encomendada, mas coube exatamente no cenário em que estamos vivendo, e que o público poderá contemplar a partir da arte do renomado artista goiano Marcelo Solá. “Eu vejo o Bananada como um momento de oxigênio na cidade, ele nos traz a possibilidade de nos inteirarmos com o ambiente musical novo, com as novas bandas, o que tá rolando atualmente. E a diversidade, a contemporaneidade do evento que transcende só um festival de rock, ele é um festival de tendências”, comenta. Seu trabalho está orientado para a nova área limítrofe do desenho, um desenho-pintura, que vem ganhando características fora do gênero, e possui obras em coleções públicas tais como MAM (SP), MAR (RJ) e no Museu de Arte de Recife (PE). A arte que para o Bananada BR foi extraída de um caderno com anotações que dão origem às obras de Solá, e ampliado em uma serigrafia, na qual o artista escolheu as cores azul e vermelho em uma atmosfera estridente e que, de longe, traz uma sensação de 3D. “Eu escrevo uns mini poemas, mas alguns deles vão sendo apagados e desenho em cima, de forma que torne quase que impossível a leitura. E durante esse processo vão se criando formas, estruturas que às vezes se remetem a animais imaginários, de um universo onírico, às vezes povoados por contos de fada, desenho animado, tudo misturado”, finaliza. O Bananada BR foi viabilizado através do “Prêmio Funarte Festivais de Música 2020”, festival filiado à ABRAFIN, e apoio direto de Devassa, cerveja oficial do Festival Bananada; Deezer como player oficial e apoio cultural do Estúdio Primavera, Rootsans e UpMusic. O Bananada BR é realizado pelo Festival Bananada e Braba Música. SERVIÇO Datas 05, 06 e 07/11 – Edição Goiás: Boogarins, Carne Doce, Bruna Mendes, Davi Sabbag, Carabobina, Aurora Rules, Fred Valle ft. Adriel Vinícius, Mílian, Cristiane Perné, Mundhumano, João Thomé, Ceciloui e La Rossa. 19, 20 e 21/11 – Edição Nordeste/Sul: Don L (CE), Larissa Luz (BA), Tuyo (PR), Lúcio Maia (RN), Luana Flores (PB), RRocha (RS), Lau e Eu (SE), Kaê Guajajara (MA/RJ) e
Pa Pa Power, do Dead Man’s Bones, ganha nova roupagem com Cat Power

A cantora Cat Power compartilhou Pa Pa Power, uma nova prévia de seu próximo álbum, Covers (14 de janeiro / Domino). Junto com o videoclipe de Pa Pa Power – a versão de Marshall da música dos Dead Man’s Bones – ela anunciou uma extensa turnê pela América do Norte. Essas datas ao vivo se juntam a seus shows europeus anunciados anteriormente no próximo ano. Aliás, sobre a decisão de gravar Pa Pa Power, Cat Power deu uma longa explicação para justificar a escolha de incluir a faixa no repertório. “Comecei a tocar esse solo em 2012 (originalmente mais dissonante), quando os protestos do Occupy Wall Street estavam acontecendo. O Occupy estava crescendo e dizendo: ‘Essa m* está f**’. E ajudando os cidadãos a serem uma voz em seu governo local. Eles fizeram muitas coisas boas, mas a mídia americana matou o movimento. Eu senti que essa música era relativa a isso. A mídia americana sempre penalizou qualquer tipo de progressividade social e é sempre a primeira a expressar uma retórica conservadora contra algo que é benéfico para a nação. Eu abri com essa música na turnê de 2013 pela China. ‘Queime as ruas, queime os carros’”. Anteriormente, Cat Power anunciou o aguardado Covers, com uma apresentação de Bad Religion de Frank Ocean e uma entrevista no The Late Late Show With James Corden. Posteriormente, ela também lançou sua “favorita”, um cover de A Pair Of Brown Eyes, dos The Pogues. Em resumo, produzido integralmente pela artista, Covers também apresenta canções reinventadas de Nick Cave, Iggy Pop, The Replacements, Billie Holiday, Lana Del Rey e outros. Por fim, traz também uma versão atualizada de sua própria canção Hate de The Greatest (2006), renomeada Unhate para este álbum. Tracklist de Covers Bad Religion – Frank Ocean Unhate – Cat Power – Chan Marshall Pa Pa Power – Dead Man’s Bones White Mustang – Lana Del Rey A Pair of Brown Eyes – The Pogues Against the Wind – Bob Seger Endless Sea – Iggy Pop These Days – Jackson Browne It Wasn’t God Who Made Honky Tonk Angels – Kitty Wells I Had a Dream Joe – Nick Cave Here Comes a Regular – The Replacements I’ll Be Seeing You – Billie Holiday
Radiohead libera Follow Me Around, faixa dos tempos de O.K. Computer
Radiohead revelou sua música inédita Follow Me Around. Aliás, ela veio acompanhada de um vídeo dirigido por Us (Rolling Stones) e com participação de Guy Pearce (Memento). Follow Me Around remonta a 1997, era de O.K. Computer, onde costumava ser tocada nas passagens de som durante a turnê, tornando-se rapidamente o favorito dos fãs. Contudo, a banda ocasionalmente postou diferentes partes das letras da música em seu site, vinculando-as a outras músicas, incluindo Kid A e Where I End and You Begin. Alguns dos versos de Follow Me Around também aparecem no livreto oculto de Kid A. A primeira (e única) gravação oficial da música aparece no documentário de 1998 Meeting People is Easy. Em resumo, a banda a tocou em uma passagem de som em Fukuoka, Japão. Follow Me Around fez sua primeira estreia em um show em Toronto em outubro de 2000, quando Thom cantou a música acusticamente, depois que os fãs fizeram campanha para que fosse tocada ao vivo no fan site do Radiohead. A canção é parte de Kid A Mnesiae, que reúne os quarto e quinto álbuns do Radiohead, junto com a estreia de um terceiro disco recém-compilado, intitulado Kid A Mnesiae. Por fim, exclusivo para este lançamento, Kid A Mnesiae é composto de material das sessões de Kid A / Amnesiac.
Goo Goo Dolls lança versão deluxe de It’s Christmas All Over na próxima sexta

Preparada para a época das festividades de final de ano, a banda Goo Goo Dolls anunciou o lançamento da edição deluxe de It’s Christmas All Over, que tem estreia prevista para a próxima sexta-feira (5). Em resumo, o álbum de 12 canções marca a versão especial do primeiro disco natalino da banda, apresentando ainda a nova faixa original One Last Song About Christmas, já disponível em todas as plataformas digitais. Ademais, tem a nunca antes ouvida I’ve Got My Love To Keep Me Warm, um clássico natalino que ganhou fama na voz de Dean Martin. Aliás, One Last Song About Christmas é uma balada que mescla o lirismo melancólico com instrumentais que conectam o aconchego e a nostalgia que as canções natalinas mais queridas têm. Produzido pelo frontman John Rzeznik junto aos colaboradores de longa data da banda Brad Fernquist e Jimmy McGorman, It’s Christmas All Over chegou inicialmente no final de 2020. No entanto, na edição deluxe, o álbum está repleto de novas versões de clássicos natalinos. Em resumo, tem Let It Snow e Have Yourself A Merry Little Christmas, assim como This Is Christmas e You Ain’t Getting Nothin’. “Eu queria escrever uma canção sobre as pessoas e lugares que a maioria de nós não vê ou pensa sobre nessa época natalina”, diz Rzeznik. “Algo como contar uma história de amor não ortodoxa escapando pelas frestas e rachaduras, e celebrar um tipo de feriado muito diferente, enquanto encontramos uma alegria agridoce que se realiza nessa época”. Confira a tracklist de It’s Christmas All Over [Deluxe Edition] Christmas All Over AgainShake Hands With Santa ClausThis Is ChristmasChristmas Don’t Be LateBetter DaysYou Ain’t Getting Nothin’Let It SnowHave Yourself A Merry Little ChristmasHark! Herald Angels SingThe Christmas Party (Feat. The Union Square 5)One Last Song About ChristmasI’ve Got My Love To Keep Me Warm (Feat. Kudisan Kai)