Franz Ferdinand anuncia coletânea Hits To The Head com dois singles inéditos

A banda escocesa Franz Ferdinand anunciou detalhes de Hits To The Head, uma coleção de 20 faixas dos maiores hits que mostram o sucesso mundial da carreira da banda até o momento. Previsto para 11 de março de 2022, pela Domino, Hits To The Head também traz duas faixas inéditas, Billy Goodbye e Curious. Em resumo, ambas foram produzidas por Alex Kapranos, Julian Corrie e Stuart Price (Dua Lipa). Aliás, Billy Goodbye chega com um videoclipe, abrindo os trabalhos de divulgação do novo álbum do Franz Ferdinand. Hits To The Head será lançado em CD, CD deluxe, 2LP double gatefold, 2LP edição limitada indie gatefold vermelhos, 2LP vinil e cassete de ouro edição limitada D2C exclusiva gatefold. Ademais, os formatos de CD e LP apresentam extensas notas de capa de JD Beauvallet (ex-editor de Les Inrockuptibles) e fotografias exclusivas e não vistas. Falando sobre o processo de escolha das faixas para o álbum, o vocalista Alex Kapranos resumiu bem: “é o mesmo que escrever um setlist para um festival: você quer tocar as músicas que sabe que as pessoas querem ouvir. Os sucessos. Hits to The Head“. Por fim, sobre as inéditas, ele ressaltou que foram gravadas com Stuart Price e justificou as escolhas. “Tenho amigos que acreditam que, de alguma forma, você não é um fã “de verdade” se tiver um ‘best of’ em vez de uma discografia. Discordo. Eu penso na coleção de discos dos meus pais quando criança. Eu amava seus LPs de compilação. Sou muito grato por eles terem Changes ou Rolled Gold. Esses LPs foram meu ponto de entrada. A minha introdução”. Tracklist de Hits To The Head 1. Darts Of Pleasure2. Take Me Out3. The Dark Of The Matinée4. Michael5. This Fire6. Do You Want To7. Walk Away8. The Fallen9. Outsiders10. Lucid Dreams11. Ulysses12. No You Girls13. Right Action14. Evil Eye15. Love Illumination16. Stand On The Horizon17. Always Ascending18. Glimpse Of Love19. Curious20. Billy Goodbye

Entrevista | Scalene – “Aprendi a não ter muitas expectativas com nada em relação à pandemia”

A banda brasiliense Scalene está curtindo um momento novo na carreira. Além de seguir explorando possibilidades sonoras, o grupo também está com uma mudança importante em sua formação. O baterista Philipe “Makako” Nogueira deixou a banda e foi substituído por músicos convidados nos primeiros shows pós pandemia. E por falar em apresentações, a banda está com duas bem próximas: sábado (6), às 20h, no Teatro do Sesc Santos. Posteriormente, em 11 de dezembro, no Cine Joia, em São Paulo. Ambas estão com ingressos à venda. Na Capital, o agora trio terá a companhia do Far From Alaska e Disaster Cities. Além de um passeio pela discografia, os shows também contarão com os singles recém lançados. Até o momento, foram três novidades: Névoa, Tantra e Febril. As duas primeiras, aliás, chegaram na última sexta-feira. O mais interessante notar é como a fórmula de transformação da banda segue apurada. Névoa e Tantra mostram uma banda que não se cansa de reinventar, explorar e experimentar. Por fim, vale ressaltar que faz isso com muito bom gosto. O guitarrista Tomás Bertoni conversou com o Blog n’ Roll sobre a nova fase da Scalene e o que os fãs podem esperar sobre o formato trio, junto com Gustavo Bertoni (vocal) e Lucas Furtado (baixo). Confira abaixo. Qual é a construção narrativa buscada por vocês nessa nova fase? Tem sido uma mistura de um grande planejamento prévio com decisões/definições a cada nova etapa. Temos ideias de onde queremos chegar e como, mas deixamos o processo a cada dia ditar o caminho também. Algumas faixas abordam o autoconhecimento e a busca por epifanias. O quão impactante foi o isolamento social nessa obra? Febril tinha mais relação direta com as consequências do isolamento. De qualquer forma, autoconhecimento e a busca por epifanias foram muito afetados também e, às vezes, rola uma sensação de que a única coisa que podemos tentar ter controle nessa vida é do nosso próprio processo interno. E digo “controle” no bom sentido, inclusive abrindo mão dele quando necessário. Muitos artistas optaram por lives, enquanto outros se trancaram em casa ou estúdio para ensaiar e gravar novos sons. Como manter a empolgação sem poder fazer shows neste período de composições em meio a pandemia? Realmente é muito particular de cada artista e banda. Pro Scalene não faltou uma “empolgação” para fazer um novo álbum. Sem dúvida foi muito mais difícil, mas em grande parte porque a vida no Brasil e no mundo está difícil mesmo. O tempo e energia investidos pra se estar na estrada fazendo shows não existiu mais e isso foi revertido pra outras coisas, dependendo de cada projeto. Pra nós, parte dessa energia foi destinada a podermos caprichar em detalhes na criação do disco e de todo conceito que nunca tínhamos tido como fazer ou nos permitido fazer. Névoa e Tantra possuem sonoridades bem distintas. Vocês acreditam que elas resumem bem o que se pode esperar de um novo álbum da Scalene? São singles de um novo álbum, então obviamente gostamos delas, mas o disco vai muito além. Acho que não colocaria que é um bom resumo de todo o resto. O que representa a saída do Makako da banda? Vocês pretendem seguir como trio e chamar um músico convidado para os shows? Ou pretendem efetivar algum músico nessa vaga? O Makako é nosso amigo de infância, acima de tudo. Foi uma separação, naturalmente difícil e é emocionante, às vezes, lembrar de tudo que passamos juntos e das razões do porque esse ciclo se encerrou. Vamos começar com músicos convidados até entender o encaixe, não só musical, com um novo ou uma nova integrante. Como está a expectativa para o retorno dos shows? O que acreditam ser diferente daqui para frente, além das questões lógicas como máscara e álcool em gel? Eu aprendi a não ter muitas expectativas com nada em relação à pandemia. Ainda mais com a crueldade insana que governa o país. Nem felicidade senti direito ainda, com shows voltando e nós mesmos tendo shows sendo marcados. Espero que as pessoas valorizem mais o que a arte traz e proporciona, seja qual for a linguagem.

Última edição do ano de #ZiriguidumEmCasa celebra os Festivais de Música Brasileira

A 23ª edição do #ZiriguidumEmCasa, que acontece no sábado (6), às 20h, vai celebrar um período muito rico da história recente: os Festivais de Música Brasileira que lançaram diversos grandes artistas entre as décadas de 1960 e 1980. A transmissão será no canal de Ziriguidum no YouTube. Essa edição será a última de 2021. Como de costume, Claudio Lins abre a noite e recebe nomes como Marcio Moreira, Kika Malk e Renan Rodrix, Daniel Da Hora, Délia Fischer, Dudu Godoy, Jully, Bruno Aguilar, Pedro Cini, Miltinho, Fernanda Ouro, Jaime Alem, Nair Cândia, MPB4, Danilo Nunes, Patricia Ahmaral e Tutuca. Pioneiro na organização de festivais de lives durante o isolamento social, #ZiriguidumEmCasa foi uma iniciativa de Claudio Lins com o jornalista Beto Feitosa e começou na primeira semana de pandemia, quando os teatros foram fechados. O festival seguiu com adesão de Ana Paula Romeiro e Maria Braga na produção. #ZiriguidumEmCasa também foi pioneiro na preocupação de buscar uma remuneração para os artistas, abrindo uma conta para colaborações espontâneas do público durante as lives. Aliás, nessa edição, metade da verba arrecada será destinada ao projeto União Musical, que vem ajudando profissionais do entretenimento durante a pandemia. Enquanto a outra metade, como de costume, será dividida entre os artistas que participam do festival e a produção. As doações voluntárias podem ser feitas através do QR Code que vai estar no vídeo durante a exibição dos artistas ou pelo link. O festival já apresentou nomes como Leila Pinheiro, Baby do Brasil, Emanuelle Araújo, Biquíni Cavadão, Marcos Valle, George Israel, Benito di Paula, Geraldo Azevedo, Danilo Mesquita, Pedro Luis, Roberta Campos, Roberta Sá, Zé Renato, Pedro Luis e Isabella Taviani. Artistas como Ivan Lins, Joyce Moreno, Lucinha Lins e Jane Duboc estrearam no formato live no festival que também se esforça em descobrir e valorizar novos nomes.

Festival Bananada apresenta iniciativa Bananada BR e transmite shows inéditos

No último ano, o mercado da música foi altamente prejudicado pela pandemia da covid-19, que inviabilizou a realização das edições de 2020 e 2021 do Festival Bananada, conhecido nacionalmente e que ocorre, todos os anos, em Goiânia (GO). Ainda assim, em um cenário de difícil viabilização, a produção do evento não parou. O lançamento de um selo musical e geração de conteúdos inéditos foram indispensáveis para que o público se mantivesse aquecido e seus colaboradores ativos. Agora, com o avanço da vacinação e a retomada cuidadosa do segmento, o Festival Bananada inova e apresenta, pela primeira vez, o Bananada BR, produção audiovisual que une música e conteúdos exclusivos com mais de 30 artistas de diversas regiões do Brasil. A novidade é mais uma forma de explorar narrativas sob o olhar de descoberta e aprendizado de diferentes formatos, ocupando também novos canais com o público. Dessa forma, o Bananada BR aproxima, ainda que à distância, os diferentes estilos, gêneros e artistas brasileiros durante três finais de semanas entre novembro e dezembro, em nove episódios com nomes importantes como Juçara Marçal, Boogarins e Tuyo, e outros tantos que contemplam as edições Goiás, Nordeste/Sul e Sudeste/Norte. “Em 2021, ainda impossibilitados de exercer nosso modelo de negócio de forma plena presencialmente, e com o desejo de continuidade ao projeto Bananada como um todo, nos propusemos a reforçar um dos mais importantes pilares da plataforma: o fomento à intersecção, troca e circulação musical no país. Daí, o Bananada BR. Contemplando atrações de todas as regiões do país, o projeto segue exercendo o mesmo papel que todas edições do Festival Bananada tiveram: agir com um pólo de música contemporânea do centro do Brasil e um ponto de intersecção da arte que vem sendo criada em nosso país e no mundo”, conta o produtor Lucas Manga, diretor de conteúdo da plataforma. Edições do Bananada por região Com uma programação que engloba música e breves entrevistas, o projeto audiovisual, que se aproxima do formato de programa de TV, é dividido em três regiões: Goiás, Nordeste/Sul e Sudeste/Norte, que foram gravadas em estúdios entre São Paulo e Goiânia. Sobre o formato, Giovanna Villefort, diretora artística do Bananada, completa: “Através da nossa curadoria, procuramos apresentar artistas de todos os cantos do Brasil. Quando você vem de uma iniciativa descentralizada regionalmente, você é levado a entender o quão importante é conhecer e reconhecer a música, arte e cultura feitos em todos os cantos do país, além dos grandes centros. Acreditamos que os artistas convidados a compor a programação do Bananada BR formam um recorte do que está acontecendo de mais interessante na música brasileira atual. À frente da direção executiva do Bananada, Daianne Dias comenta sobre a captação de recursos para o novo Bananada BR: “É sempre um desafio, tanto para eventos físicos quanto online. Quando fomos aprovados no edital da Funarte, conseguimos fôlego para continuar pensando em música. Nossa parceria com Devassa sempre rendeu ótimos frutos nos presenciais e agora para essa edição virtual, o apoio da marca foi de extrema importância para colocar em prática esse novo desenho de programação que propusemos. Investir em cultura é preciso e vale a pena!”, explica. A edição Goiás estreia o projeto, nos dias 5, 6 e 7 de novembro, com Boogarins, Carne Doce, Davi Sabbag, Bruna Mendez e mais. Em 19, 20 e 21 do mês, o público aproveitará a edição Nordeste/Sul, com Tuyo, Kaê Guajajara, Don L, Larissa Luz e, no mês seguinte, dias 3, 4 e 5 de dezembro, o Bananada BR fecha com a edição Sudeste/Norte, com Juçara Marçal + Kiko Dinucci, Felipe Cordeiro, Victor Xamã, Troá!, Tulipa Ruiz, Aíla, e mais. Confira o serviço completo abaixo! Artes visuais Tradição do Festival Bananada, a identidade artística é um ponto forte de identificação e posicionamento. Todos os anos, o evento convida um artista para a criação do cartaz oficial – que ilustra e carrega a identidade visual de toda a edição. Dessa vez, a obra não foi encomendada, mas coube exatamente no cenário em que estamos vivendo, e que o público poderá contemplar a partir da arte do renomado artista goiano Marcelo Solá. “Eu vejo o Bananada como um momento de oxigênio na cidade, ele nos traz a possibilidade de nos inteirarmos com o ambiente musical novo, com as novas bandas, o que tá rolando atualmente. E a diversidade, a contemporaneidade do evento que transcende só um festival de rock, ele é um festival de tendências”, comenta. Seu trabalho está orientado para a nova área limítrofe do desenho, um desenho-pintura, que vem ganhando características fora do gênero, e possui obras em coleções públicas tais como MAM (SP), MAR (RJ) e no Museu de Arte de Recife (PE). A arte que para o Bananada BR foi extraída de um caderno com anotações que dão origem às obras de Solá, e ampliado em uma serigrafia, na qual o artista escolheu as cores azul e vermelho em uma atmosfera estridente e que, de longe, traz uma sensação de 3D. “Eu escrevo uns mini poemas, mas alguns deles vão sendo apagados e desenho em cima, de forma que torne quase que impossível a leitura. E durante esse processo vão se criando formas, estruturas que às vezes se remetem a animais imaginários, de um universo onírico, às vezes povoados por contos de fada, desenho animado, tudo misturado”, finaliza. O Bananada BR foi viabilizado através do “Prêmio Funarte Festivais de Música 2020”, festival filiado à ABRAFIN, e apoio direto de Devassa, cerveja oficial do Festival Bananada; Deezer como player oficial e apoio cultural do Estúdio Primavera, Rootsans e UpMusic. O Bananada BR é realizado pelo Festival Bananada e Braba Música. SERVIÇO Datas 05, 06 e 07/11 – Edição Goiás: Boogarins, Carne Doce, Bruna Mendes, Davi Sabbag, Carabobina, Aurora Rules, Fred Valle ft. Adriel Vinícius, Mílian, Cristiane Perné, Mundhumano, João Thomé, Ceciloui e La Rossa. 19, 20 e 21/11 – Edição Nordeste/Sul: Don L (CE), Larissa Luz (BA), Tuyo (PR), Lúcio Maia (RN), Luana Flores (PB), RRocha (RS), Lau e Eu (SE), Kaê Guajajara (MA/RJ) e

Pa Pa Power, do Dead Man’s Bones, ganha nova roupagem com Cat Power

A cantora Cat Power compartilhou Pa Pa Power, uma nova prévia de seu próximo álbum, Covers (14 de janeiro / Domino). Junto com o videoclipe de Pa Pa Power – a versão de Marshall da música dos Dead Man’s Bones – ela anunciou uma extensa turnê pela América do Norte. Essas datas ao vivo se juntam a seus shows europeus anunciados anteriormente no próximo ano. Aliás, sobre a decisão de gravar Pa Pa Power, Cat Power deu uma longa explicação para justificar a escolha de incluir a faixa no repertório. “Comecei a tocar esse solo em 2012 (originalmente mais dissonante), quando os protestos do Occupy Wall Street estavam acontecendo. O Occupy estava crescendo e dizendo: ‘Essa m* está f**’. E ajudando os cidadãos a serem uma voz em seu governo local. Eles fizeram muitas coisas boas, mas a mídia americana matou o movimento. Eu senti que essa música era relativa a isso. A mídia americana sempre penalizou qualquer tipo de progressividade social e é sempre a primeira a expressar uma retórica conservadora contra algo que é benéfico para a nação. Eu abri com essa música na turnê de 2013 pela China. ‘Queime as ruas, queime os carros’”. Anteriormente, Cat Power anunciou o aguardado Covers, com uma apresentação de Bad Religion de Frank Ocean e uma entrevista no The Late Late Show With James Corden. Posteriormente, ela também lançou sua “favorita”, um cover de A Pair Of Brown Eyes, dos The Pogues. Em resumo, produzido integralmente pela artista, Covers também apresenta canções reinventadas de Nick Cave, Iggy Pop, The Replacements, Billie Holiday, Lana Del Rey e outros. Por fim, traz também uma versão atualizada de sua própria canção Hate de The Greatest (2006), renomeada Unhate para este álbum. Tracklist de Covers Bad Religion – Frank Ocean Unhate – Cat Power – Chan Marshall Pa Pa Power – Dead Man’s Bones White Mustang – Lana Del Rey A Pair of Brown Eyes – The Pogues Against the Wind – Bob Seger Endless Sea – Iggy Pop These Days – Jackson Browne It Wasn’t God Who Made Honky Tonk Angels – Kitty Wells I Had a Dream Joe – Nick Cave Here Comes a Regular – The Replacements I’ll Be Seeing You – Billie Holiday

Radiohead libera Follow Me Around, faixa dos tempos de O.K. Computer

Radiohead revelou sua música inédita Follow Me Around. Aliás, ela veio acompanhada de um vídeo dirigido por Us (Rolling Stones) e com participação de Guy Pearce (Memento). Follow Me Around remonta a 1997, era de O.K. Computer, onde costumava ser tocada nas passagens de som durante a turnê, tornando-se rapidamente o favorito dos fãs. Contudo, a banda ocasionalmente postou diferentes partes das letras da música em seu site, vinculando-as a outras músicas, incluindo Kid A e Where I End and You Begin. Alguns dos versos de Follow Me Around também aparecem no livreto oculto de Kid A. A primeira (e única) gravação oficial da música aparece no documentário de 1998 Meeting People is Easy. Em resumo, a banda a tocou em uma passagem de som em Fukuoka, Japão. Follow Me Around fez sua primeira estreia em um show em Toronto em outubro de 2000, quando Thom cantou a música acusticamente, depois que os fãs fizeram campanha para que fosse tocada ao vivo no fan site do Radiohead. A canção é parte de Kid A Mnesiae, que reúne os quarto e quinto álbuns do Radiohead, junto com a estreia de um terceiro disco recém-compilado, intitulado Kid A Mnesiae. Por fim, exclusivo para este lançamento, Kid A Mnesiae é composto de material das sessões de Kid A / Amnesiac.

Goo Goo Dolls lança versão deluxe de It’s Christmas All Over na próxima sexta

Preparada para a época das festividades de final de ano, a banda Goo Goo Dolls anunciou o lançamento da edição deluxe de It’s Christmas All Over, que tem estreia prevista para a próxima sexta-feira (5). Em resumo, o álbum de 12 canções marca a versão especial do primeiro disco natalino da banda, apresentando ainda a nova faixa original One Last Song About Christmas, já disponível em todas as plataformas digitais. Ademais, tem a nunca antes ouvida I’ve Got My Love To Keep Me Warm, um clássico natalino que ganhou fama na voz de Dean Martin. Aliás, One Last Song About Christmas é uma balada que mescla o lirismo melancólico com instrumentais que conectam o aconchego e a nostalgia que as canções natalinas mais queridas têm. Produzido pelo frontman John Rzeznik junto aos colaboradores de longa data da banda Brad Fernquist e Jimmy McGorman, It’s Christmas All Over chegou inicialmente no final de 2020. No entanto, na edição deluxe, o álbum está repleto de novas versões de clássicos natalinos. Em resumo, tem Let It Snow e Have Yourself A Merry Little Christmas, assim como This Is Christmas e You Ain’t Getting Nothin’. “Eu queria escrever uma canção sobre as pessoas e lugares que a maioria de nós não vê ou pensa sobre nessa época natalina”, diz Rzeznik. “Algo como contar uma história de amor não ortodoxa escapando pelas frestas e rachaduras, e celebrar um tipo de feriado muito diferente, enquanto encontramos uma alegria agridoce que se realiza nessa época”. Confira a tracklist de It’s Christmas All Over [Deluxe Edition] Christmas All Over AgainShake Hands With Santa ClausThis Is ChristmasChristmas Don’t Be LateBetter DaysYou Ain’t Getting Nothin’Let It SnowHave Yourself A Merry Little ChristmasHark! Herald Angels SingThe Christmas Party (Feat. The Union Square 5)One Last Song About ChristmasI’ve Got My Love To Keep Me Warm (Feat. Kudisan Kai)

Netflix em novembro tem Cowboy Bebop, Alerta Vermelho e 7 Prisioneiros

A Netflix preparou um pacotão de ótimas estreias para novembro. Da série live-action de Cowboy Bebop até dois filmes bem aguardados: Alerta Vermelho e 7 Prisioneiros. Confira abaixo todas as estreias programadas para novembro na Netflix. SÉRIES Cowboy Bebop (19/11/2021)Esses caçadores de recompensas viajam pela galáxia atrás dos bandidos mais perigosos do universo. Eles estão prontos para salvar o mundo — se forem bem pagos, lógico! Baseada na aclamada série de anime. Arcane (6/11/2021)Em meio ao conflito entre as cidades-gêmeas de Piltover e Zaun, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis. A Mais Pura Verdade (24/11/2021)Um comediante vê sua vida virar de cabeça para baixo após uma noite desastrosa com o irmão e corre o risco de perder tudo o que conquistou. Estrelada por Kevin Hart e Wesley Snipes. Big Mouth: Temporada 5 (5/11/2021)Confissões românticas, broncas e boatos terríveis correm soltos com a chegada dos Besouros-do-amor e das Minhocas do Ódio. Narcos: México: Temporada 3 (5/11/2021)Novos líderes de cartéis disputam o poder. Enquanto a imprensa busca a verdade, agentes do governo se equilibram na tênue corda bamba entre a justiça e a corrupção. Mestres do Universo: Salvando Eternia: Parte 2 (23/11/2021)Depois que uma batalha catastrófica divide Eternia, Teela e uma aliança improvável precisam evitar o fim do Universo nesta sequência do clássico dos anos 80. Elfos (28/11/2021)Uma família viaja a uma ilha remota num arquipélago da Dinamarca buscando se reaproximar. Acontece que o lugar é habitado por seres monstruosos que inspiraram mitos e folclores: os elfos. Refletidas (19/11/2021)A vida próspera e invejável de uma pintora começa a se deteriorar depois que uma jovem brilhante ressurge em sua vida como uma sombra do que ela já foi. Profecia do Inferno (19/11/2021)Criaturas sobrenaturais mandam indivíduos para o inferno em condenações sangrentas e dão origem a um grupo religioso baseado no conceito de justiça divina. Novo Mundo (20/11/2021)Neste reality, seis celebridades usam estratégia e sabotagem para acumular uma moeda virtual que pode virar dinheiro real no último dia da estadia em uma ilha utópica. Sunset – Milha de Ouro: Temporada 4 (24/11/2021)O reality show que segue os melhores corretores de imóveis de Los Angeles volta para a quarta temporada. Operação Ecstasy: Temporada 3 (21/11/2021)Esperando mudar de vida, Bob aceita uma perigosa missão secreta para expor um informante na polícia, mas outra vez cruza com Ferry Bouman. Assassinato do Primeiro-Ministro: Minissérie (5/11/2021)Um homem alega ter testemunhado o assassinato do primeiro-ministro da Suécia, Olof Palme, mas ele pode estar mais envolvido no crime do que se imagina. Amor: Verdade ou Consequência (11/11/2021)Seis casais se submetem a um detector de mentiras neste reality show em que a verdade rende grandes prêmios em dinheiro. Arranjo de Natal (17/11/2021)Um improvável romance de Natal surge entre um famoso rapper e uma jornalista obstinada. Mas será que vai dar certo, apesar de suas diferenças? Entrelinhas Pontilhadas (17/11/2021)Um cartunista com a consciência personificada num tatu, reflete sobre suas opções de vida e amor não correspondido enquanto viaja com seu amigo para fora de Roma. FILMES Alerta Vermelho (12/11/2021)O melhor investigador do FBI (Dwayne Johnson) persegue a ladra de arte (Gal Gadot) mais procurada do mundo. Ele só não esperava ter o maior golpista (Ryan Reynolds) de todos os tempos como seu aliado nessa missão. 7 Prisioneiros (11/11/2021)Estrelado por Christian Malheiros e Rodrigo Santoro, o filme acompanha o jovem Mateus – que sai do interior para trabalhar em São Paulo. Chegando lá, acaba se tornando vítima de um sistema de trabalho análogo à escravidão. Amor Sem Medida (18/11/2021)Uma advogada divorciada (Juliana Paes) se apaixona por um carismático cardiologista (Leandro Hassum). Mas, quando a diferença de altura causa problemas, estará ela pronta para ouvir seu coração? Vingança & Castigo (3/11/2021)Sedento por vingança, o fora da lei Nat Love reúne seu bando para derrotar o impiedoso Rufus Buck, um criminoso que acabou de sair da prisão. Com Idris Elba, Regina King e Jonathan Major. tick, tick…BOOM! (19/11/2021)Às vésperas de fazer 30 anos, um compositor promissor (Andrew Garfield) lida com o amor, a amizade e a pressão para criar algo incrível antes que o tempo se esgote. Dirigido por Lin-Manuel Miranda. Ferida (24/11/2021)Uma ex-lutadora de MMA volta ao ringue para manter a custódia do filho e recomeçar sua carreira. Dirigido e estrelado por Halle Berry. Reze pelas Mulheres Roubadas (19/11/2021)Em uma região montanhosa do México repleta de papoulas, três garotas se refugiam na amizade para lidar com as provações de um cartel de drogas. Identidade (11/10/2021)Na Nova York dos anos 1920, uma mulher negra vê seu mundo virar de cabeça para baixo depois de se envolver com uma amiga de infância que finge ser branca. Estrelado por Tessa Thompson e Ruth Negga. A Princesa e a Plebeia: As Vilãs também Amam (18/11/2021)Quando uma inestimável relíquia de Natal é roubada, Margaret e Stacy recorrem à audaciosa Fiona e seu elegante ex. Estrelado por Vanessa Hudgens. O Bom Velhinho Voltou (7/11/2021)Quatro irmãs em conflito precisam aprender sobre união familiar na marra depois que o pai reaparece para o Natal na elegante mansão ancestral da família. Um menino chamado Natal (24/11/2021)O jovem Nikolas sai em busca de seu pai e acaba encontrando seu destino em uma terra mágica habitada por elfos. Um Castelo para o Natal (26/11/2021)Uma escritora americana quer comprar um castelo na Escócia, mas o dono mal-humorado não quer fazer negócio com ela. Um grande impasse com desfecho surpreendente. A Família Noel (1/11/2021)Jules odeia as festas de fim de ano. Mas, quando o avô fica doente, ele descobre o legado mágico da família e percebe que é o único que pode salvar o Natal. Um Match Surpresa (5/11/2021)Depois de conhecer o par perfeito em um aplicativo de namoro, uma escritora de Los Angeles (Nina Dobrev) descobre que foi enganada após viajar cinco mil quilômetros para surpreendê-lo no Natal. Não Devíamos Ter Crescido (5/11/2021)Incitado por uma solicitação de amizade, um quarentão irresponsável relembra seus relacionamentos desde os anos 1990, à procura de esperanças e sonhos que já não existem. Yara (5/11/2021)Uma promotora determinada é consumida pelo caso de

Jully pede urgência nas mudanças do planeta em Tears of Fireflies

O planeta Terra está doente. O mundo não tem mais para onde correr. A nós, terráqueos, resta encontrar formas de sobreviver e aprender a viver em harmonia com tudo que nos cerca. É para esse assunto que Jully aponta o olhar no álbum S.O.S., que vem lançando através de singles. Depois de trazer a questão dos animais à tona (Somos Todos Um) e cantar a morte e a apatia vivenciada no Brasil da pandemia (Distopia), em Tears of Fireflies, a cantora e compositora convida a uma mudança individual para tentar melhorar a vida no planeta. “Estamos vivendo um impasse. Já saíram relatórios que mostraram que estamos passando do tipping point. Extinção de espécies, maior disseminação de doenças, calor insuportável, colapso de ecossistemas, cidades ameaçadas pela elevação do mar, esses e outros impactos climáticos devastadores estão sendo acelerados e devem se tornar evidentes nos próximos anos. Urge a necessidade de mudarmos a nossa relação com a Terra e com as outras espécies que fazem morada neste planeta. Eu estou tentando trazer essa consciência através da música”, diz Jully. Tipping point é o momento de virada que faz com que um sistema se desequilibre de vez, sem chance de retorno. Diante dessa realidade alarmante, a autora oferece uma luz na escuridão em versos como “In the darkness / Feel my heart / It’s just rain / Don’t be afraid” (Em livre tradução, “na escuridão / sinta meu coração / É só chuva / não tenha medo). O tema é pesado, mas o resultado é uma canção leve e doce, em que Jully canta com voz angelical em cima de uma melodia delicada, concebida com o teclado tocado pela artista, com programação eletrônica e produção de Grenville Ries, e mixagem de Carlos Trilha. “Diferente do single anterior, essa canção é muito mais delicada. Ela traz a ideia da cura, da iluminação. Não adianta esperar por um milagre, cada um precisa fazer a sua parte, pois o individual é uma parte do coletivo e, quando mudamos individualmente, ajudamos a mudar também o todo. Desta forma, conseguiremos trazer um equilíbrio maior para o planeta e para nossas vidas”, explica a artista.