Sam Fender lança terceiro álbum de estúdio; ouça People Watching

Consolidado como um dos compositores mais talentosos de sua geração, Sam Fender lançou recentemente seu terceiro álbum de estúdio, People Watching. O disco sucede Seventeen Going Under (2021), que alcançou o topo das paradas no Reino Unido. People Watching representa o próximo passo de Sam e traz histórias vibrantes e observações sobre personagens do dia a dia, que vivem rotinas comuns, mas, muitas vezes, extraordinárias.

Entrevista | The Sheepdogs – “É mais satisfatório passar por coisas ruins com bons amigos”

Com 20 anos de estrada, a banda canadense The Sheepdogs continua a conquistar corações com seu rock genuíno e suas melodias marcantes. Em entrevista exclusiva ao Blog n’ Roll, a banda abriu o coração para falar sobre seu mais recente EP, Hell Together, que traz uma reflexão profunda sobre os desafios e as vitórias de estar junto em momentos difíceis, uma verdadeira irmandade musical.  O conceito do álbum, que questiona a ideia de estar “no inferno juntos” em vez de “no céu sozinho”, reflete não só a trajetória da banda, mas também as complexidades da vida na estrada e a conexão entre os integrantes. Hell Together surgiu como uma inversão do EP anterior, Paradise Alone, e é uma metáfora da realidade de estar em uma banda por tanto tempo. Ao longo dos anos, a banda passou por sucessos, fracassos e dificuldades, mas o que realmente se destaca é a força que surge da união e da superação em grupo.  Para eles, os momentos difíceis são mais gratificantes quando enfrentados ao lado de bons amigos, e a sensação de irmandade é um dos pilares que sustentam a The Sheepdogs desde o início. Confira a entrevista abaixo com o vocalista e guitarrista, Ewan Currie, e o baixista do The Sheepdogs, Ryan Gullen. Hell Together aborda a ideia de estar juntos no inferno ao invés de sozinhos no céu. Como vocês criaram esse tema? Ele reflete de alguma forma a dinâmica da banda ao longo da carreira?  É a inversão de outro EP nosso chamado Paradise Alone (2024). Mas realmente se relacionou com a história da nossa banda porque estar em uma banda, especialmente por 20 anos, você certamente teve alguns sucessos, mas provavelmente há muito mais fracassos e tempos difíceis. E há uma força tremenda que você obtém ao passar por essas coisas com seus companheiros de banda, seus amigos e irmãos. Então estava meio que refletindo sobre isso. É uma coisa e tanto que fizemos isso por 20 anos. Quando você pensa nos Beatles, por exemplo, foi uma banda por apenas nove anos. Então foi realmente uma reflexão não apenas sobre a banda, mas também sobre a vida e como estive em lugares lindos e incríveis sozinho. E às vezes é realmente mais gratificante ou mais satisfatório passar por coisas ruins com boas pessoas e bons amigos. Quais são as inspirações e desafios sonoros no desenvolvimento desse EP do Sheepdogs?  Estou sempre tentando soar mais como Creedence Clearwater Revival, Leon Russell, J.J. Cale, música americana do sul, apenas boas bandas de guitarra. Estávamos ouvindo, na época da gravação, um monte de country dos anos 1980 e 1990, e não diria que o som disso exatamente apareceu, mas gosto de como essa música é dançante. Nós crescemos em Saskatchewan, no Canadá, que é meio que uma região de fazendas no meio do nada, e as pessoas colocavam essas músicas country em bailes e casamentos e coisas assim, e isso simplesmente faz as pessoas dançarem. E isso é algo que realmente sinto falta como um cara do rock and roll. Não quero que as pessoas fiquem sentadas e assistam levantando o pulso e fazendo sinais, quero que elas dancem. Acho que nós sempre meio que dizemos que tentamos fazer uma música rock que faça você se sentir bem. Muitos dos elementos que nós temos nessas músicas são meio que edificantes no sentido de que nós gostamos de tocar música para fazer as pessoas se sentirem bem, fazer as pessoas dançarem. Acho que é algo que nós estamos conscientes. Não temos medo de explorar assuntos que talvez não façam você se sentir bem ou sejam sobre não se sentir bem, mas acho que muito da música que nós fazemos, nós tentamos fazer com que seja edificante, e então muita da inspiração vem dessa música que nós achamos que nos eleva também. Trabalhar novamente com o produtor Thomas Darcy, com quem você já colaborou, parece ter sido um ponto forte neste EP do Sheepdogs. O que você acha que foi mais especial? Nós temos um ótimo relacionamento, e fizemos vários álbuns do Sheepdogs e projetos paralelos, então isso economiza tempo. Você não precisa explicar o que quer algumas vezes, e ultimamente temos realmente feito um ótimo trabalho tentando fazer algumas coisas novas. Como fomos para Memphis, no início deste ano (2024), então estávamos tentando algumas coisas diferentes. Tom estava aberto para nós tentarmos alguns sons diferentes, fossem técnicas diferentes de microfonação de bateria, apenas sons de baixo diferentes, ou mesmo ter uma música mais focada no teclado. É muito fácil trabalhar com o Tom, porque ele também é muito rápido. Não gastamos muito tempo mexendo com equipamentos e montando as coisas, podemos realmente pegar um ritmo, e acho que isso é algo que realmente fizemos em tudo que fizemos este ano, trabalhamos muito rápido, e isso realmente evita que você pense demais. Lançar música de forma independente impactou a maneira como você compõe e grava?  Não sei se é o fato de que a coisa independente mudou a maneira como fazemos as coisas. Acho que afetou mais a maneira como lançamos as coisas, e vou deixar Ryan falar sobre isso, você pode falar mais sobre isso. Ryan Gullen: Claro. Acho que o objetivo deste ano era tentar apenas gravar e colocar música o máximo que pudéssemos. Sabe, esse era o propósito, não era apenas aproveitar esses momentos em que íamos gravar e depois lançá-los, em vez de tentar juntar um monte de coisas diferentes em momentos diferentes, porque também estávamos muito ocupados com a estrada também. Não acho que isso necessariamente mudou a maneira como fizemos as coisas no estúdio, mas tem sido legal. Muito sobre lançar música acaba sendo você gravar algo e esperar muito tempo para lançar. E tentamos não fazer isso dessa vez, porque meio que vimos o valor nas pessoas que consomem sua música ou querem ouvir sua música. É um mundo em que há todo esse conteúdo diferente e todo mundo está meio que competindo por sua atenção, você

Arnaldo Antunes anuncia álbum Novo Mundo

Novo Mundo é o novo álbum de inéditas de Arnaldo Antunes, que será lançado nas plataformas digitais no dia 20 de março, pelo selo RISCO. No repertório de 12 canções inéditas e recentes, fazem parte composições só de Arnaldo e parcerias com David Byrne, Marisa Monte, Erasmo Carlos e Marcia Xavier. A capa é uma fotografia de Leo Aversa, com direção artística de Batman Zavareze. Arnaldo Antunes também divulgou o tracklist do álbum. Confira a relação completa das músicas abaixo. Tracklist 01_Novo Mundo (Arnaldo Antunes/Participação: Vandal / Citação: MUNDANOH/ Vandal) 02_O Amor É A Droga Mais Forte (Arnaldo Antunes) 03_Body Corpo (David Byrne e Arnaldo Antunes/ Participação: David Byrne) 04_É Primeiro De Janeiro (Arnaldo Antunes e Marcia Xavier) 05_Pra Não Falar Mal (Arnaldo Antunes/ Participação: Ana Frango Elétrico / Citação: Canto XLV do Tao-Te King, Lao Tzu) 06_Acordarei (Arnaldo Antunes) 07_Pra Brincar (Arnaldo Antunes) 08_Tire O Seu Passado Da Frente (Arnaldo Antunes) 09_Sou Só (Marisa Monte e Arnaldo Antunes/ Participação: Marisa Monte) 10_Viu, Mãe? (Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos) 11_Não Dá Para Ficar Parado Aí Na Porta (Arnaldo Antunes e David Byrne/ Participação: David Byrne) 12_Tanta Pressa Pra Quê? (Arnaldo Antunes e Marcia Xavier)

Jovem santista Math Gomes lança single Muito Novo Pra Me Arrepender

O santista Mah Gomes lançou o quarto single da carreira, Muito Novo Pra Me Arrepender, um som autoral que muito lembra as duas principais bandas do movimento emo brasileiro, a NX Zero e a Fresno. O som, no entanto, também traz influências de pós-punk/garage rock The Strokes e do Arctic Monkeys. “Posso considerar que o single é uma mescla de indie rock e pop alternativo. Quanto à mensagem, é um hino sobre juventude, incertezas e o desejo de viver intensamente. Traduz o dilema entre aproveitar o momento e lidar com as consequências A música captura a energia de quem prefere acumular histórias a se arrepender do que não fez, ressoando especialmente com o público jovem e alternativo”, contou o artista. O cantor, compositor e instrumentista de apenas 22 anos se apresenta com banda de covers desde que assumiu a maioridade. E foi justamente a correria de um músico atuante o ponto de partida da composição, como ele explica a seguir. “A ideia da letra surgiu após ter que acordar cedo pra ir até outra cidade fazer um show, daí veio a primeira frase: ‘Por cada noite mal dormida, uma noite bem vivida’. Continuei escrevendo, mas fiquei em dúvida quando cheguei no refrão. Então, decidi que nele deveria haver o alívio de tudo aquilo que eu estava pensando e escrevendo, ‘Tentar viver o momento, aqui não sobra tanto tempo!’. Eu sou muito novo pra me arrepender de qualquer coisa. A mensagem é essa”.

Terraplana lança “Natural”, seu segundo álbum, com clipe e turnê internacional

Dois anos após o aclamado disco de estreia, Olhar pra Trás, o quarteto curitibano terraplana lançou seu segundo álbum de estúdio, Natural, com lançamento pela Balaclava Records. O álbum foi produzido e mixado pelo estadunidense JooJoo Ashworth, que já trabalhou com nomes como Automatic e SASAMI, e masterizado por Greg Obis da Chicago Mastering Service. A capa do disco e dos singles são assinadas por Julia Lacerda, artista paulistana. O álbum também ganha distribuição física no exterior em parceria com o selo norte-americano Flesh and Bone. Junto do lançamento do álbum Natural, o terraplana apresentou um videoclipe inédito para a faixa Todo Dia, que já tinha sido apresentada ao público em uma versão ao vivo no programa Cultura Livre, da TV Cultura, exibido no ano passado. O clipe foi dirigido por Daniboy, com direção de cena e fotografia por DePraxe. O novo trabalho apresenta a expansão sonora do quarteto dentro do rock alternativo, indo muito além do gênero shoegaze que os definiu até então. O grupo consegue sumarizar diferentes influências e demonstrar sua própria identidade musical, sem ficar preso a uma estética ou sonoridade específica. Além disso, se torna evidente o amadurecimento na temática das canções, arranjos e composições em geral. O material foi produzido durante uma imersão de duas semanas no Nico’s Studio, entre 24 de agosto e 15 de setembro de 2024. “O processo inteiro desse álbum foi muito mais natural [que o primeiro]”, comenta Vinícius. “Compusemos as músicas nos períodos de intervalos entre shows do ‘olhar pra trás’, e as coisas foram saindo de um jeito bem mais fácil e leve. Conversei com a Samira [Winter] no Balaclava Fest que tocamos em 2023, e ela comentou que conhecia um produtor que poderia gostar de trabalhar com a gente”, continua. “Então entrei em contato com o JooJoo, apresentei as demos que tínhamos e ele topou de imediato. Durante a gravação do álbum, tudo fluiu de um jeito bem fácil e divertido. A questão da língua pode ter sido uma barreira em alguns momentos, porque nenhum de nós é fluente em inglês e muito menos ele em português, mas por causa disso também aconteceram diversos momentos divertidos que deixava a coisa mais leve, e acho que isso fez com que a música também falasse por nós ou por ele em certos momentos. No fim, saímos desse processo todo com um aprendizado muito forte de produção, da forma de ver, fazer e tratar a música, e também de confiança no nosso próprio trabalho.” O grupo está escalado no festival estadunidense South by Southwest (SXSW), que está acontecendo durante essa semana em Austin, no Texas, seguindo com uma série de datas por oito cidades nos Estados Unidos. Além de estarem confirmados no Festival Coolritiba, que acontece dia 17 de maio na Pedreira Paulo Leminski, também anunciam suas primeiras datas da turnê, passando pelo sul, sudeste e centro-oeste do Brasil, além de seus primeiros dois shows na Argentina. terraplana é composto por Stephani Heuczuk (voz e baixo), Vinícius Lourenço (voz e guitarra), Cassiano Kruchelski (voz e guitarra) e Wendeu Silverio (bateria).

Counting Crows anuncia álbum com single “Spaceman in Tulsa”

O Counting Crows anunciou um novo álbum de estúdio. Butter Miracle, The Complete Sweets! tem lançamento marcado para 9 de maio via BMG e foi antecipado pelo single Spaceman in Tulsa, que ganhou também um clipe. A faixa apresenta a evolução sonora do Counting Crows, mantendo a essência lírica e melódica que conquistou fãs ao longo de três décadas. “Spaceman In Tulsa fala sobre metamorfose—como a música nos transforma em algo novo. É sobre vidas quebradas se tornando algo melhor”, conta o vocalista Adam Duritz. Com mais de 20 milhões de álbuns vendidos no mundo todo, a banda californiana teve a carreira catapultada pelo seminal álbum August and Everything After, de 1993. Com hits globais como Mr. Jones, A Long December, Big Yellow Taxi e Accidentally in Love, indicada ao Oscar, o Counting Crows lançará seu primeiro trabalho de estúdio desde o aclamado EP Butter Miracle: Suite One (2021).

Terno Rei traz clipe cinematográfico em novo single “Próxima Parada”

A banda Terno Rei lançou o single Próxima Parada, que estará presente em seu quinto álbum de estúdio, com lançamento em abril pela Balaclava Records. A faixa vem acompanhada de um clipe. Sob direção e roteiro de Miguel Thomé em parceria com a produtora Seiva, o filme foi filmado em 16mm em diferentes locações em São Paulo e traz os integrantes Ale Sater, Bruno Paschoal, Greg Maya e Luis Cardoso em situações surreais, ao lado de personagens marcantes e cenários intrigantes. A sonoridade da música traz um lado mais experimental na discografia do grupo paulistano, com batidas e linhas de baixo inspiradas no trip hop, junto de guitarras típicas do rock alternativo noventista, criando uma atmosfera densa, claustrofóbica e inquietante. O lançamento de Próxima Parada dá sequência ao processo de lançamento do quinto disco do Terno Rei, após já terem apresentado em fevereiro as faixas Nada Igual e Viver de Amor com um videoclipe duplo. O novo trabalho conta com a produção de Gustavo Schirmer, multi-instrumentista curitibano que também assinou os dois álbuns mais recentes da discografia do Terno Rei, os bem sucedidos Violeta (2019) e Gêmeos (2022), e mixagem do francês Nicolas Vernhes, que já trabalhou com nomes como The War on Drugs, Wild Nothing e Deerhunter. Terno Rei se tornou um dos principais nomes da música alternativa brasileira contemporânea da última década. Com letras confessionais que atravessam gerações, atreladas a uma sonoridade única que transita por gêneros como dream pop, pós punk e rock alternativo, o quarteto se tornou referência por sua sensibilidade e melancolia cativantes. Formado em São Paulo em 2010, o grupo é composto por Ale Sater, Bruno Paschoal, Greg Maya e Luis Cardoso.

Apeles lança álbum triplo 2015-2022: The Complete Demos and Early Recordings

Após o lançamento de Estásis, seu último álbum, Apeles mergulha ainda mais fundo em sua trajetória artística ao longo dos últimos oito anos. O artista lançou pela Balaclava Records 2015-2022: The Complete Demos and Early Recordings, um álbum triplo que oferece uma visão crua e detalhada de seu processo criativo. Com 60 faixas, o disco compila desde demos íntimas gravadas no celular com as primeiras ideias de músicas até mixagens alternativas dos três álbuns, além de sobras de estúdio e gravações inéditas nunca antes reveladas. É um presente aos ouvintes que acompanham Apeles desde seus primeiros passos em 2016 até o lançamento de Estásis. A antologia percorre registros dos três álbuns do artista: Rio do Tempo (2016), gravado em Belo Horizonte, o etéreo CRUX (2019), composto e gravado durante sua residência de três anos em Berlim, na Alemanha, e o ultra colaborativo ESTASIS, gravado durante a pandemia. As 60 faixas se desdobram em três horas de gravações inéditas, narrando o processo de composição e produção do artista paulistano, que busca constantemente transportar o ouvinte para um mundo sonoro rico em texturas e lirismo. Com esse lançamento, Apeles busca estreitar ainda mais a relação com seus ouvintes, compartilhando seu processo criativo de forma íntima, natural e sem filtros.

Blind Guardian e Destruction entram no Bangers Open; Knocked Loose e We Came as Romans saem

O Bangers Open Air anunciou mudanças no lineup. Entram duas das bandas mais expressivas do metal no mundo: as alemãs Blind Guardian (foto) e Destruction, saem Knocked Loose e We Came as Romans, que retiraram sua participação no Bangers Open Air em 4 de maio. A produção fez todos os esforços para mantê-las no line-up, mas infelizmente não foi possível. Foi uma decisão unilateral das bandas se retirarem do festival e cabe observar que ambas são representadas pelo mesmo agente, já estavam com os contratos e já haviam recebido os pagamentos acordados. A banda alemã Blind Guardian, um dos maiores nomes da história do power metal mundial, conhecida por seu som único que mistura peso, velocidade e melodias épicas, apresentará os maiores sucessos de sua carreira, A Bucket Full of Hits Show, no Bangers Open Air. “É com muita alegria que anunciamos nossa participação no Bangers Open Air 2025! Mal podemos esperar para retornar ao Memorial da América Latina, um palco que já nos proporcionou momentos inesquecíveis com vocês. Nossa última passagem por aí foi épica, e temos certeza de que desta vez será ainda mais especial!”, comentou o vocalista Hansi Kürsch. O Destruction é considerado um dos maiores expoentes do thrash metal do mundo. Com uma carreira que traz na bagagem grandes álbuns clássicos do estilo, os alemães retornam ao Brasil para comemorar os 40 anos do seu primeiro álbum, Infernal Overkill. “Quando gravamos o álbum em 1985, nunca poderíamos imaginar que 40 anos depois celebraríamos esse aniversário no Brasil, na Alemanha e na Noruega de uma forma tão grandiosa. O disco e seus clássicos são atemporais e assim eles recebem a honra que merecem. Fazemos história juntos!”, exaltou o vocalista e baixista Schmier. O set list ainda terá muitas outras músicas que fazem parte da história da banda, como revela Schmier: “Como filmamos o vídeo da música Destruction em São Paulo, é obrigatório finalmente tocar ao vivo agora em nosso retorno! Vai ser mágico!”.