Helio Bentes, vocalista do Ponto de Equilíbrio, se junta à Emmano em “Luzes”

O cantor Emmano lançou, em parceria com Helio Bentes, vocalista do grupo Ponto de Equilíbrio, o single Luzes. A música, produzida por Thiago “JahBass” Alves, tem a coprodução de Jaime Hinckson, diretor musical e tecladista de Julian Marley. A faixa conta com a gravação nos estúdios da Blessed Records, pioneiro na produção de reggae com a tecnologia Dolby Atmos, e a distribuição da gigante Symphonic. Com uma sonoridade envolvente, com toques de hip hop em uma fusão com reggae e trap, junto de toda a brasilidade dos artistas, além de um conceito lírico que conecta o ouvinte ao ambiente urbano, a canção reflete sobre momentos simples e íntimos, enquanto celebra a vivência nas favelas do Rio de Janeiro. O cantor carioca descreve Luzes como um divisor de águas em sua carreira. A parceria com Helio já é de longa data, o que permitiu uma colaboração natural e fluida. Helio traz para o projeto, sua experiência e paixão pelo reggae no single, criando uma mistura única de estilos. “Luzes é um marco na minha carreira musical, onde quebro barreiras rítmicas do meu trabalho, juntamente com Helio Bentes do Ponto de Equilíbrio, que contribuiu com sua letra, flow e energia.” A letra de Luzes se destaca por retratar a beleza das luzes da cidade e da favela, comparadas aos raios de sol. A música também aborda momentos íntimos, trazendo uma reflexão sobre os ensinamentos familiares que guiam a vida, como a humildade e o amor. Além disso, há uma mensagem de consciência e verdade, inspirada pela vivência de Emmano nas periferias cariocas. Com essa proposta, a faixa visa não apenas entreter, mas também provocar uma reflexão profunda sobre o tempo, a vida e a importância de valores herdados da família. Emmano já está planejando novos lançamentos para o ano de 2025. Em colaboração com a Blessed Records, o cantor prepara um EP que promete seguir a linha do novo single, mas com uma abordagem renovada e ainda mais influenciada por diferentes gêneros musicais. A expectativa é que esse novo projeto seja um marco de inovação na carreira do artista.
Fernanda Takai, do Pato Fu, lança releitura de clássico de Adoniran Barbosa

Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu, lançou sua interpretação para o clássico de Adoniran Barbosa, Trem das Onze, que está comemorando 60 anos em 2024. “Essa gravação surgiu o ano passado quando o ator Pedro Cardoso me pediu uma versão da música do Adoniran para ser o fim da peça À Sombra do Pai. Era uma surpresinha total ao final do espetáculo, pois não revelamos nada nas redes sociais. Só quem ia ao teatro podia ouví-la”, comentou Fernanda Takai. “Quis manter assim até este ano, quando o produtor Rafael Ramos me alertou que a composição estaria completando 60 anos! Achei que era uma boa oportunidade para lançar e convidar a todos para ouvir essa versão, também uma homenagem a esse artista tão importante”, completa a artista. Tanto a capa quanto o webclipe foram inspiradas no universo de Adoniran. “A capa expressa o espírito urbano e caótico da cidade de SP, onde se passa a letra da canção, traduzido nos tons de cinza, na paisagem fragmentada, e no lettering do título, que evoca as construções grandes e pesadas da cidade. Porém, em meio a tudo isso, temos a imagem da artista integrada ao ambiente, e se sobressaindo em meio ao caos”, comentou o designer Leandro Arraes. “Para o vídeo foi feita uma adaptação da arte em movimento, simulando a passagem de um trem através dos elementos animados”, complementou Izabele Petersen, que fez a animação.
Alexia Evellyn compartilha a balada “Terra”

Alexia Evellyn lançou a canção em homenagem à natureza, Terra, como sucessora de Savage Daughters e Hold On. O videoclipe também faz uma homenagem aos fãs mais antigos de Alexia, repleto de referências gravadas no mesmo local e com o mesmo figurino, remetendo aos seus vídeos mais virais nas redes sociais. “Terra fala de um sonho que tive, sobre um ser, uma alma que voa pelo espaço e vê a Terra, uma imensa e bela bola azul flutuando na escuridão. Ela fala sobre o momento em que a Terra começa a nos chamar e sobre a vida brotando violentamente pela primeira vez. Fala sobre como procuramos desesperadamente por lar e abrigo ao longo de nossas vidas, para então descobrir que sempre esteve ali, esperando por nós”. O videoclipe, dirigido por Alexia Evellyn e Anderson Barcellos, com cenários deslumbrantes do Brasil, continua a história como o capítulo 3 da personagem vista nos vídeos anteriores de Savage Daughters (Capítulo 1) e Hold On (Capítulo 2). “As três personagens são as mesmas. Elas vivem em realidades diferentes no tempo, um tempo como uma dimensão não linear, baseada no conceito do eterno retorno de Nietzsche. Savage Daughters é a primeira parte dessa história, inspirada pelos mitos de Akai Ito (teoria do fio vermelho) e Ariadne. Esse corpo, agora conectado a esse ser selvagem, é o que continua a história em Hold On. Como na lenda de La Loba, ela começa a recolher partes de si mesma que foram esquecidas, mas que são impossíveis de destruir. Com a morte de sua antiga forma, ela dá à luz a si mesma, para se tornar inteira. Em Terra, esse novo ser se reconecta com a Terra, com a pureza, com a vida que existe a qualquer custo, rompendo a dor para se banhar na resistência. Lar. Onde está o seu lar? Para onde você pode voltar?”
Garbage e L7 farão turnê pelo Brasil em março; veja datas e locais
The Cure revela Alone, single do primeiro álbum em 16 anos; ouça!

A banda The Cure lançou o primeiro single de Songs of a Lost World, seu 14º álbum de estúdio e o primeiro após 16 anos. A faixa escolhida é Alone, canção que abriu todos os shows da turnê Shows of A Lost World, que passou pelo Brasil no ano passado. O novo álbum do The Cure chega ao streaming em 1º de novembro. A banda revelará o restante da lista de faixas do disco nas próximas semanas no site oficial do álbum e em suas redes sociais. “Assim que gravamos, sabia que aquela era a música de abertura e senti o álbum inteiro entrar em foco. Eu vinha lutando para encontrar uma frase de abertura certa para a música de abertura certa há algum tempo, trabalhando com a simples ideia de ‘estar sozinho’, sempre com a sensação incômoda de que eu já sabia qual deveria ser a frase de abertura… Assim que terminamos de gravar, lembrei-me do poema ‘Dregs’, do poeta inglês Ernest Dowson (1867-1900)… e foi nesse momento que eu sabia que a música — e o álbum — eram reais”, comentou o vocalista, compositor e guitarrista Robert Smith em comunicado enviado à imprensa. Ouça o single Alone no player abaixo
Primal Scream libera mais dois singles do álbum Come Ahead; ouça!

O Primal Scream lançou duas músicas, Ready To Go Home e The Centre Cannot Hold, que antecedem o próximo álbum de estúdio, Come Ahead, que será lançado em 8 de novembro. Anteriormente, a banda já havia divulgado os singles Deep Dark Waters e Love Insurrection.
Rosalía celebra aniversário e lança “Omega” com Ralphie Choo

A cantora Rosalía lançou a música e o clipe de Omega, ao lado do promissor artista espanhol Ralphie Choo. A música, produzida por Rosalía, Ralphie Choo, Noah Goldstein e Dylan Patrice, foi lançada como uma surpresa para seus fãs em comemoração ao seu aniversário, celebrado na quarta-feira (25). Junto com o lançamento da música, Rosalía também compartilhou o clipe oficial de Omega. Dirigido por Stillz, colaborador frequente, em Los Angeles, o vídeo mostra os artistas performando enquanto andam em uma montanha-russa. “Omega é o fim, é a celebração de ter encontrado o que você queria e a segurança com a qual se decide ficar. Omega é a firmeza com quem você ama, que faz com que você não queira estar em nenhum outro lugar”, disse Rosalía. “Foi um prazer colaborar com Ralphie, ele é um turbilhão de energia no estúdio! Ele também tem um espírito muito feliz, é super criativo e incrivelmente generoso. Lembro que trocamos muitas músicas antes de entrar no estúdio para trabalhar em Omega porque ambos amamos música e logo percebi que nossos gostos musicais eram muito semelhantes. Tive a sensação de que nos entenderíamos no estúdio, e foi exatamente isso que aconteceu! Rimos muito enquanto escrevíamos e gravávamos o vídeo. Se Ralphie me ligasse amanhã para ir a um parque de diversões com ele, eu iria sem pensar duas vezes. Pessoalmente, me sinto muito grata por ter podido colaborar com alguém como ele e também por ter testemunhado sua paixão e talento”, finaliza a artista.
Fresno lança a segunda parte do álbum Eu Nunca Fui Embora

A banda Fresno lançou a segunda parte do álbum Eu Nunca Fui Embora, sequência do disco divulgado em abril com sete faixas e participação de Pabllo Vittar. Agora, o grupo apresenta mais sete canções e feats com NX Zero, Chitãozinho e Xororó, Dead Fish e Filipe Catto. Eu Nunca Fui Embora – Parte 2 tem início com A Gente Conhece o Fundo do Poço, que acabou sendo a última canção a entrar na tracklist do álbum. “Senti que ainda faltava uma faixa e logo surgiu a ideia dos primeiros acordes. A melodia e a letra são bem a cara da Fresno”, lembra o vocalista. Na sequência, Se Eu For Vou Com Você conta com a participação de NX Zero e traz um sax que leva o ouvinte em uma viagem direto para os anos 1980. “Esse feat é quase uma reparação histórica”, conta Lucas, fazendo referência aos anos de pedidos de fãs por essa reunião. As duas bandas despontaram na mesma época na cena musical e, apesar de manterem diversas interações ao longos dos anos, eles ainda não tinham gravado em conjunto. Fala Que Ama segue a mesma vibe oitentista e também conta com a presença do sax para compor a melodia da música. Ela narra a história de uma pessoa que, apesar de todas as desilusões, tem dificuldade em se desapegar do parceiro. Essa Vida Ainda Vai Nos Matar, com o Dead Fish, aborda as vitórias e as derrotas de quem vive pela arte. “Às vezes, parece que nada vai dar certo, mas, mesmo assim, a vida precisa continuar e, no final, tudo vale à pena”, explica Lucas. “Ela mostra um pouco das nossas raízes, de como a Fresno começou dentro da cena do hardcore e uma das nossas influências nessa época foi o próprio Dead Fish”, completa. A trilogia composta por Diga, Parte 1 (2021), com o guitarrista Mateus Asato, e Diga, parte 2 (2012) ganha um último capítulo com Filipe Catto em Diga Parte Final. “Chegou a hora de acabar com tudo. A parte final é justamente esse fechamento amargo de que não era para ser mesmo e pronto, paciência. Vamos para a próxima”, afirma Lucas. Eu Nunca Fui Embora caminha para o seu desfecho com Canção Pra Quando o Mundo Acabar. O single puxa do melancólico para o sombrio e retrata os sentimentos de solidão e de descontrole. Anteriormente, o grupo já tinha apresentado a faixa bônus, Camadas com Chitãozinho e Xororó.
Dalmatans X mostra seu hardcore melódico no novo single “All My Hate”

O quarteto de hardcore skatepunk baiano Dalmatans X lançou, nesta quinta-feira (26), o single All My Hate. O novo trabalho da banda traz uma mensagem de alerta para o desequilíbrio climático que vem afetando o Brasil e o mundo. A música faz parte do novo álbum que será lançado em 2025. “Em nosso single All My Hate, abordamos o tema do desequilíbrio climático que vem afetando cada vez mais o Brasil e o mundo, como, infelizmente, vem acontecendo nos últimos meses. Um exemplo é a tragédia do Rio Grande do Sul. Queremos fortalecer a mensagem de alerta para estes problemas e que devemos ficar cientes de que os maiores causadores somos nós mesmos”, explica o vocalista e guitarrista Lucas Mendes. A música, que já está disponível em todas as plataformas digitais, tem em sua matriz um som inspirado que vai do indie ao hardcore melódico. Ela foi gravada com os produtores PJ e Léo Ridolfi, parceiros da banda de longa data. “Miramos no skatepunk melódico, mas ao mesmo tempo, gostamos de passear por uma sonoridade mais pesada, puxando para o crossover, em alguns momentos. E nós queríamos um refrão que não fosse difícil de cantar. Talvez essa seja a nossa música mais melódica. A gente gosta muito dessa vibe rápida e melódica que já é uma característica nossa”. Dalmatans X foi criada no fim de 2021 como um Power trio, mas se tornou um quarteto posteriormente com a chegada de Gabriel Reis na guitarra solo e a nova baixista Mariana Alencar, que se juntaram ao vocalista e guitarrista Lucas Mendes e ao baterista Rudá Paixão. Juntos, passaram a fazer shows em diversos lugares de Salvador até o interior da Bahia. No começo de 2022 lançou seu primeiro EP Flip for a Moment com seis músicas, juntamente a um lyric video para o single Silly Guys e um videoclipe para Sheep’s Shadows; este que foi finalista na premiação “Prêmio Rock” da Club dos Bons Sons. Em 2023 participou da segunda temporada da web série Cena Morta, importante programa do underground baiano. No começo de 2024 a banda tocou no Palco do Rock – 30 anos, evento anual que ocorre durante o carnaval em Salvador, abrindo para Dead Fish e Eskrota. Sobre o novo álbum, do qual All My Hate faz parte, a banda conta que as gravações foram finalizadas e que esse trabalho mostra o grupo mais maduro. Com o lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2025, a banda já está na expectativa pelos próximos passos. “É um álbum mais maduro, com uma sonoridade mais definida, mesmo com músicas que variam um pouco do hardcore mais pesado, para o melódico e para o ska. Os arranjos estão mais trabalhados e também conta com algumas participações de amigos de outras bandas. Então tem muita gente de vários lugares do Brasil envolvida, participando de alguma maneira. É um álbum que tem algumas músicas em português também, o que é um diferencial pra gente que canta mais em inglês. Queremos alcançar mais pessoas e fazer shows não só pelo nordeste, como pelo sudeste também”, finaliza o vocalista Lucas.