Raça inaugura nova fase com “Nem Sempre Fui Assim”; assista!

A banda Raça lançou o videoclipe de Nem Sempre Fui Assim, primeiro single do quarto disco, que será lançado no segundo semestre. Com direção de Isadora Veríssimo e roteiro de Popoto Martins, o vídeo introduz o universo estético da nova fase do grupo. Gravado no festival da pipa em Osasco, evento tradicional que reúne milhares de empinadores de diferentes idades, o registro se conecta com o sentimento proposto na música. “Sinto que ela remete a nossa adolescência, me lembra a infância, o aguardado momento de brincar fora de casa com os amigos”, explica Novato Calmon. O caráter artesanal das pipas também se relaciona com a identidade do Raça, pois o fator manual faz parte da história da banda. Dos encartes dos CDs, aos flyers, e estampas de camisetas, tudo é feito por eles. De acordo com o baixista, Nem Sempre Fui Assim marca um momento de mudança. “Compus esse som quando saí do apartamento onde fazíamos tudo da banda – merch, música, reuniões e rolês, então senti que um pedaço de mim ficou naquele lugar.” A sonoridade bebe do emo e shoegaze, estilos que marcaram a estreia, Deu Branco, em 2014. Com nove faixas, o novo álbum passeia por diferentes vertentes e épocas do rock. Para o vocalista e guitarrista, Popoto Martins, as músicas transmitem a sensação do ao vivo. “A urgência das letras sinceras, por vezes até ásperas, acompanhadas das guitarras barulhentas, convidam para o show, onde o clima é visceral e o público canta a plenos pulmões.” Com mais de 10 anos de estrada, o Raça se prepara para divulgar 27, trabalho produzido pelos integrantes, ao lado de Roberto Kramer. O conceito do disco foi elaborado em conjunto do artista plástico e tatuador Lucas Peixe, cuja pesquisa acadêmica sobre pipas e tatuagens ajudou a nortear as canções. Inclusive, a capa do disco e dos singles é assinada pelo artista.
Músicas tristes para dançar: Janeiro Industrial estreia com EP Alteridade

Criado pelo músico Murillo Fogaça em 2021, o projeto Janeiro Industrial flerta com o emo e o hardcore melódico, e se vale da estética do rock alternativo no lançamento do EP Alteridade. Produzido por Marcel Marques e mixado e masterizado por Gabriel Zander, o EP de estreia do Janeiro Industrial conta com 4 faixas que versam sobre a saúde mental e as transformações através da ligação psicológica entre os indivíduos. “As letras foram escritas em formato de diário, exorcizando demônios na tentativa de suavizar momentos de batalhas internas, entregando confissões e debates sobre como o medo pode consumir o indivíduo”, revela o compositor e vocalista Murillo Fogaça. “O conceito do EP surgiu a partir das leituras dos textos de Sartre, que argumenta que os seres humanos estão condenados à liberdade, o que significa que somos totalmente responsáveis por nossas escolhas e ações. Isso se alinha com as letras das músicas, já que cada uma aborda experiências pessoais que nos modificam por completo”. Deitou Sem Sono (…Dessa Vez Não Foi Tão Mal) é a faixa do EP escolhida para divulgar o lançamento do projeto. A música mescla influências que vão de bandas como Basement, Sport e Title Fight às brasileiras Clube da Esquina, Curumin e Zander. Já a letra, de acordo com Murillo, é inspirada no filme Moonlight: Sob a Luz do Luar. “Em principal, ao entender esse sentimento de fuga na vida adulta. A faixa fala sobre a sensação de se sentir preso ao lugar onde está e a busca por fugir dele. No entanto, muitas vezes, não se pode fazer nada além de aceitar a situação e seguir em frente”. Janeiro Industrial conta ainda com a participação dos músicos Felipe Fogaça (Baixo), Giu Dias (Bateria) e Felipe Marcon (Guitarra). Com o ‘slogan’ “Músicas tristes para dançar”, o projeto busca ser mais do que simplesmente música, ser também sentimento. “Apelando para falar sobre o sentir”, reflete Fogaça. Pensando em agregar experiência visual ao trabalho, o músico convidou os coletivos de arte Profusão e Trovoa para desenvolver o material audiovisual.
Shifty Shellshock, vocalista da banda Crazy Town, morre aos 49

Seth Binzer, conhecido como Shifty Shellshock, morreu aos 49 anos em sua casa em Los Angeles (EUA). A causa da morte não foi divulgada. O óbito foi publicado no site do departamento de perícia de Los Angeles, e divulgado pela revista Variety. Ele tinha três filhos. O músico tinha um histórico de dependência química. Em 2008, participou do reality show Celebrity Rehab, que acompanhava famosos numa clínica de reabilitação. Ele retornou para a segunda temporada após sofrer uma recaída. Em junho do ano passado, foi preso por dirigir bêbado. Binzer foi detido pelos policiais após dirigir em zigue-zague uma SUV preta. Shellshock conheceu Bret Mazur, co-fundador do Crazy Town, em 1992. Segundo a Variety, a princípio eles se apresentavam como Brimstone Sluggers, mas o nome mudou em 1999 com a entrada dos novos membros: Rust Epique, James Bradley Jr. (conhecido como JBJ), Doug Miller, Adam Goldstein (conhecido como DJ AM) e Antonio Lorenzo “Trouble” Valli. Butterfly fazia parte do primeiro álbum da banda. Lançada como single em 2000, a música tem um sample de Pretty Little Ditty, do Red Hot Chilli Peppers. O Crazy Town acabou após o lançamento do segundo álbum, em 2002.
Joss Stone confirma show em São Paulo; veja local, data e preços
Post Malone lança dueto com Blake Shelton; ouça Pour Me a Drink

Depois de anunciar, na última terça-feira (18), a chegada de seu sexto álbum de estúdio, F-1 Trillion, para o dia 16 de agosto, Post Malone divulgou o dueto com Blake Shelton em Pour Me a Drink. Após lançar uma série de teasers e estrear ao vivo durante o CMA Fest, o novo single com o artista country chega como forte candidato a canção do verão de 2024. Ouça mais abaixo. Pour Me a Drink dá sequência à outro dueto, I Had Some Help, com Morgan Wallen, que atualmente está em primeiro lugar no Hot 100 da Billboard, pela quarta semana consecutiva. O álbum de estreia no country de Post Malone é altamente aguardado e os fãs já podem começar a contagem regressiva para o lançamento de F-1 Trillion. O novo álbum será o primeiro desde Austin, lançado em julho do ano passado, que também representou mais uma mudança sonora na carreira de Post. O projeto contou com instrumentação ao vivo produzida por ele próprio e seus colaboradores de longa data, Louis Bell e Andrew Watt. Posteriormente, o disco ganhou uma versão bônus, com a faixa inédita Joy. Ouça a música Pour Me A Drink, de Post Malone, com Blake Shelton
Ed Sheeran lança edição especial de “X” com nove faixas bônus

Ed Sheeran lançou uma edição especial do décimo aniversário de X, seu segundo álbum de estúdio. X (10th Anniversary edition) está disponível em todas as plataformas de música. X – o segundo álbum de Sheeran, lançado em 2014 – foi o catalisador por trás de sua ascensão mundial. O álbum já ultrapassou 22 milhões de vendas e gerou os singles de sucesso Don’t, Sing, Photograph e Thinking Out Loud. Além da lista de faixas originais, nove canções bônus estarão presentes nessas edições comemorativas, incluindo I See Fire e All of the Stars, dos filmes O Hobbit: The Desolation of Smaug e The Fault In Our Stars, respectivamente. No mês passado, Ed comemorou o aniversário do álbum com um show especial de uma noite, com ingressos esgotados, no Barclays Center do Brooklyn, nos EUA, onde cantou X na íntegra, incluindo algumas canções pela primeira vez ao vivo. Ed Sheeran é um artista que definiu uma época e vendeu quase 200 milhões de discos em todo o mundo. Depois de conquistar a América do Norte com sua turnê recordista Mathematics Tour, Sheeran levou recentemente o show que é sucesso de bilheteria ao Sudeste Asiático, EUA e Índia, ao mesmo tempo em que continua a quebrar recordes e a fazer história. Neste ano, Ed Sheeran se apresenta ainda no Rock in Rio Brasil, no Rio de Janeiro. Atração confirmada para o dia 19 de setembro, o artista será o headliner da data em uma apresentação única no país.
Mundo Video e Gab Ferreira vivem solitude em Sozinhos: O Desafio

O duo carioca Mundo Video apresenta, via Balaclava Records, o segundo e último single de um EP previsto para as próximas semanas. Após Festa no Além!, já disponível nas plataformas digitais, a faixa Sozinhos: O Desafio repete a participação da cantora e compositora Gab Ferreira, que desta vez aparece de maneira mais proprietária, e dá continuidade à projeção de paisagens sonoras distópicas e lúdicas – uma temática estética já presente nos primeiros registros da banda, e que em Sozinhos: O Desafio ganha inspiração mais nítida em TV e videogames. Para reforçar a narrativa distópica do single, que descreve um universo solitário e colapsado, a banda formada por Gael Sonkin e Vitor Terra e a cantora criciumense não se encontram em Sozinhos: O Desafio. Gab protagoniza a primeira metade da faixa, com vocais ecoados que reforçam a sensação de um largo espaço vazio; já o Mundo Video assume a dianteira num segundo momento, mais frenético, com vocais nítidos e um solo de sintetizadores que consagra o single como uma aventura sideral. “Fizemos o beat idealizando a Gab como parceira, pensando em como melhor encaixar com a voz dela”, conta Vitor, que assina os samples, synths, guitarras e baixo synth, e destaca as quebras provocadas pelos sons de efeito. Já Gael, que além da instrumentação também canta na faixa, menciona a inspiração em realities shows de sobrevivência vista na composição. “Temos trazido a nossa cara para filmes e jogos desde o início da banda, depois revisitando esses produtos a partir da nossa pesquisa”, finaliza.
Bratislava apresenta nostalgia sensorial na intensa “Sabor Fantasma”

A Bratislava, banda que une rock, pop e música brasileira, apresenta um olhar suave e sensual para recriar memórias que surgem pelos sentidos, pela audição e pelo paladar. Com tom oitentista, Sabor Fantasma é uma canção ao mesmo tempo com desejo e coração partido, com tesão e com saudade. Ela é a primeira amostra do álbum homônimo da banda, quinto da carreira, que será lançado em agosto. “O sabor do beijo que ficou como um eco na boca de um dos amantes, a lembrança do sabor da pessoa amada . Já ouviram falar de memória olfativa, ou memória auditiva, sentir certos cheiros ou ouvir certos sons que te transportam para algum momento do passado? Em Sabor Fantasma a gente se depara com algo como ‘memória do paladar’, a sensação de que um gosto específico suscita uma memória, um sentimento forte, um desejo”, conta Victor Meira, responsável pelas letras, vozes e teclas da banda, que conta também com José Roberto Orlando (baixo), Felipe Gonçalves (guitarra), Gustavo Franco (bateria) e Jonas Andrade (guitarra). Fundada há quase 15 anos pelos irmãos baianos Victor Meira e Alexandre Meira, a banda lançou 4 discos, fez turnês pelo Brasil e tocou em grandes festivais como Lollapalooza, COMA, Bananada, Conexão e Festival DoSol. Se reinventando em lutos, lutas, poesia e dureza, a banda encara o momento como um fechamento de ciclo e espaço para um marco de recomeço: por isso o disco homônimo. “Estamos trazendo vibes de toda a carreira da banda para esse disco. Canções mais carinhosas, outras mais brabas. Letras mais acessíveis e fáceis de se compreender, assim como letras mais enigmáticas e imagéticas também. Enfim, reúne tudo o que a Bratislava já foi e que pode ser. O disco que finalmente leva o nome da banda é o disco com o qual a banda tá confortável em dizer: isso aqui é a gente”, celebra Victor. O álbum é uma realização da Inova Com Cultura em parceria com Marã Música com apoio da Inova Com Valor e realização do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – ProAC.
Paul McCartney anuncia dois shows no Brasil; confira locais e datas