Conception remarca show em São Paulo para junho de 2024

O quarteto prog/heavy metal Conception, da Noruega, que é a banda original do mundialmente consagrado vocalista Roy Khan (ex-Kamelot) e do guitarrista Tore Østby (Ark, Avantasia), remarcou a inédita turnê latino-americana de março para junho deste ano. Com a mudança, a apresentação em São Paulo agora será no dia 9 de junho, no Carioca Club. Os ingressos já comprados continuam válidos para a nova data. Será o único show do Conception no Brasil. A data em Curitiba foi cancelada. Para reembolso, é preciso entrar em contato com a Bilheto: ajuda@bilheto.com.br. Os demais shows fora do Brasil também foram remarcados: 5 de junho na Cidade do México (México) e dia 7 de junho em Santiago (Chile). A realização desta inédita e aguardada turnê do Conception, é da produtora brasileira Far Rock Music, com vasta experiência em produções no universo da música asiática e que agora inicia trabalhos no rock. SERVIÇO Conception em São Paulo Data: Domingo, 9 de Junho de 2024 Horário: 19h (portas) | 21h (início) Local: Carioca Club Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo Vendas Ingresso R$ 130,00; (1º Lote, Pista – Meia-entrada) R$ 260,00 ( 1º Lote Pista – Inteira) R$ 165,00 (1º Lote, Camarote – Meia-entrada) R$ 330,00 (1º Lote, Camarote – Inteira)
Linkin Park revela música inédita com vocais de Chester Bennington

A banda Linkin Park divulgou, na última sexta-feira (23), a música inédita Friendly Fire. A faixa veio acompanhada de um videoclipe e traz imagens e vocais do vocalista Chester Bennington, que morreu em 2017. A faixa foi gravada em 2017 e contém os vocais originais de Chester Bennington. Segundo publicação da banda nas redes sociais, a música faz parte das gravações do disco One More Light, lançado em 2017. Chester Bennington morreu em julho de 2017, ao cometer suicídio. O sétimo álbum da banda, One More Light, foi lançado no mesmo ano, dois meses antes da morte do cantor.
Paul Weller celebra 66 anos com álbum novo e libera primeiro single

No sempre em evolução no panorama da música contemporânea, poucos artistas possuem a influência duradoura e o espírito inovador de Paul Weller. Com uma carreira fonográfica que começou em 1977, o artista agora anunciou o lançamento de seu 17º álbum solo e seu 28º no total. Intitulado 66, o novo álbum de Paul Weller chega às plataformas digitais no dia 24 de maio, um dia antes de seu aniversário de 66 anos. Como degustação, a primeira faixa lançada de 66 é o robusto ritmo percussivo de Soul Wondering, que já está disponível em todas as plataformas digitais. Paul Weller sempre demonstrou um compromisso inabalável em empurrar os limites artísticos enquanto permanece fiel às suas raízes. O novo álbum promete não ser exceção, oferecendo uma jornada cativante através de sua evolução musical contínua. As 12 músicas de 66 foram trabalhadas no estúdio Black Barn, de Weller, ao longo de três anos, com uma série de músicos convidados. No passado recente, Paul tem sido um colaborador entusiasmado, mas 66 parece ser a celebração mais completa desse processo. No projeto há contribuições líricas de uma lista ilustre, incluindo Suggs, Noel Gallagher e Bobby Gillespie (Ship Of Fools, Jumble Queen e Soul Wondering, respectivamente). Espalhadas pelo álbum, há participações de uma série de velhos amigos, incluindo Dr. Robert, Richard Hawley, Steve Brooks e Max Beesley.
Ana Luísa Ramos lança Clouds, bossa nova de clima nostálgico em inglês

Durante uma viagem de carro pelo interior de São Paulo na véspera de seu aniversário, a brasileira com base no Canadá Ana Luísa Ramos escreveu Clouds, canção que lança agora como o primeiro single de seu terceiro álbum solo, Solaris. “Clouds fala sobre viver no presente e estar, de fato, presente. É sobre contemplar as pequenas grandes coisas da vida e querer se entregar por inteiro”, divide a artista. Gravada entre Brasil, Canadá e Estados Unidos; e arranjada por Daniel Bondaczuk, produtor brasileiro radicado em Nashville; a faixa cria elos entre o Brasil e o hemisfério norte. Bossa nova cantada em inglês, a música chega pelo selo canadense The Citadel House, acompanhada de videoclipe dirigido por Eric Taylor Escudero, com quem Ana Luísa divide o duo Ana & Eric. O vídeo foi gravado em Newfoundland, no Canadá, e inclui imagens de arquivo realizadas em vários locais da ilha norte-americana, como Middle Cove e Cape St. Mary’s, além de registros nostálgicos feitos no Brasil. “Essa canção retrata as longas estradas, a vastidão do horizonte, os novos começos e o amor incondicional. A ideia foi representar esses elementos visualmente através de imagens da natureza, de viagens, turnês, representando as lembranças que compõem a vida”, conta Ana Luísa. Com foto produzida por Sarah Kierstead e design por Thiago Dalleck, a capa transmite a melancolia e a introspecção que estão presentes também na música. Junto com uma paleta de cores terrosas, a imagem traz a essência orgânica que faz parte do trabalho de Ana Luísa Ramos. Este conceito será estendido para a identidade visual do disco Solaris, com lançamento marcado para abril. Do latim, a palavra que dá nome ao álbum significa aquilo que obtém a energia do sol, remetendo à delicadeza das composições e ao brilho da voz da artista. Ouça Clouds abaixo
Mark Knopfler apresenta segundo single do novo álbum; ouça Watch Me Gone
Catfish and the Bottlemen retorna com Showtime; ouça!

Cinco anos após o último álbum, The Balance, o Catfish and the Bottlemen está de volta com o single Showtime, lançado pela Island Records. A faixa foi produzida por Dave Sardy, que já trabalhou no segundo álbum do Catfish, The Ride, de 2016. Showtime mostra o vocalista Van McCann escrevendo em seu típico sentido autobiográfico, começando no primeiro verso: “De volta ao enxerto novamente, acabei de vender minha voz por um longo fim de semana, você sabe que não há outro lugar onde eu em vez disso, redefinir“. Mais tarde na faixa, ele faz referência à atração principal da banda no Festival de Leeds em 2021, que foi um de seus últimos shows antes do desaparecimento, que muitos suspeitavam ser permanente. Após suas apresentações em festivais em 2021, o baterista Bob Hall e o guitarrista Johnny Bond anunciaram sua saída da banda. Sem substitutos anunciados, o baixista Benji Blakeway é o único outro membro ao lado do vocalista McCann.
Com saúde mental das novas bandas no foco, The Snuts lança Millennials

A banda escocesa The Snuts revelou o terceiro álbum de estúdio, Millennials, que tem como foco temas relacionados à saúde mental. O disco também marca o recomeço da banda como independente. Após estourar mundialmente com o álbum W.L. (2021), The Snuts viu o segundo disco, Burn The Empire (2022), flopar nas paradas. O mau desempenho levou o quarteto de Glasgow a montar a própria gravadora, Happy Artists Records. De acordo com os músicos, a ideia veio após ouvir de uma executiva de uma gravadora que não havia nada pior do que ver um músico feliz. Em resumo, o grupo diz que se cansou das demandas, incluindo um foco maior em tornar a banda viral por meio de vídeos do TikTok e conteúdo de mídia social, algo muito comum nas grandes gravadoras. Em entrevista ao The Edit da BBC Escócia, o vocalista Jack Cochrane detalhou mais a proposta de Millennials. “Vamos construir um ambiente mais saudável e seguro para jovens artistas. Quando assinamos um contrato com uma gravadora, o cenário era totalmente diferente. A música estava na vanguarda, foi para isso que você foi convidado a se vender. Neste momento a paisagem diz ‘como é a sua personalidade, como vendemos isso’ e a música vem depois. Esperamos que possamos criar um espaço onde existam recursos para artistas mais jovens que estão sentindo aquela tensão mental de ter que estar diante das câmeras [o tempo todo]”.
Clássico do pós-punk britânico, Modern English lança álbum 1 2 3 4

A clássica banda de pós-punk inglesa Modern English está de volta. Na sexta-feira (23), o grupo lançou o nono disco de estúdio, 1 2 3 4. Anteriormente, a banda já havia relevado o single Not My Leader, que é uma porrada em estadistas gananciosos. Em comunicado para a imprensa, o vocalista e guitarrista, Robbie Gray, falou sobre a faixa. “Lembro-me de ter vindo para a América no início dos anos 80. Tínhamos Margaret Thatcher e Ronald Reagan. E depois avançamos até hoje, para Donald Trump e todos os políticos e organizações empresariais que o seguiram – juntamente com a sua corrupção e ganância. É a mesma coisa 40 anos depois, na verdade. É a mesma merda que faz uma pessoa comum se sentir mal. Not My Leader é uma música contra essas pessoas”. E o álbum tem ótimas músicas como Not Fake, Plastic e Long in The Tooth, que abre o álbum. O mais notável no álbum é a sua capacidade de equilibrar a ousadia com um sentimento de introspecção e nostalgia. É o reflexo de uma banda que amadureceu, oferecendo uma perspectiva diferenciada do mundo através das lentes de sua extensa jornada na indústria musical.
Frank Turner canta sobre compartilhar a música em lojas de discos

Frank Turner lançou o terceiro single do novo álbum, Undefeated, que será lançado no dia 3 de maio pela Xtra Mile. A faixa da vez é Girl From The Record Shop. Anteriormente, o músico revelou os singles Do One e No Thank You For The Music. Undefeated será o primeiro álbum de Frank Turner como artista independente, após ter passado os últimos dez anos em uma grande gravadora. Em entrevista ao NME, Turner descreveu Girl From The Record Shop como um “tipo de fantasia limítrofe” do ponto de vista de sua adolescência. “As lojas de discos foram extremamente importantes para mim quando criança, tanto como refúgios, mas também como um lugar para descobrir música e conhecer outras pessoas”, disse. “Fiz muitos amigos na Selectadisc no Soho no final dos anos 90 e início dos anos 2000 – mesmo que não tivesse dinheiro, eu entrava e ouvia discos o dia todo e saía nerd. Se houvesse uma mulher bonita trabalhando na loja de discos e vestindo uma camiseta do Riot Grrl, então eu estaria completamente fodido. O que eu vou fazer? Absolutamente nada – eu não conversei com pessoas que gostava quando era adolescente”, completa.