Gypsy Tears, mistura rock clássico e hard rock em Angel of Sin; ouça!

A Gypsy Tears lançou nesta terça-feira (12), Angel of Sin, o terceiro single do novo álbum da banda, previsto para 2024. A música disponível nas principais plataformas digitais, vem acompanhada de um videoclipe filmado no Teatro Gustavo José Lemos, em Passos, Minas Gerais. Composta pelo guitarrista Thiago Valle, a faixa produzida por Arthur Luiz é um típico hard rock que se encontra com o rock clássico. “Apesar da timbragem bem ardida, a guitarra e seus riffs perfazem algo que remete ao classic rock setentista, enquanto o vocal, tanto em melodia quanto em timbre, traz uma carga forte de hard oitentista. Essa fusão é uma das marcas do som da Gypsy Tears, e em Angel of Sin isso fica jogado na cara”, conta o guitarrista. De acordo com Thiago Valle, em Angel of Sin é possível perceber as influências de cada um dos integrantes da banda, formada também por John Laporte (voz), Cleiton Hipólito (baixo) e David Augusi (bateria). O guitarrista diz ainda, que a música é uma declaração, um tanto quanto debochada, à “uma persona da noite”. “Uma mulher forte e poderosa, que leva sua vida como bem entende e atrai as atenções pra si. Alguém que, finalmente, consegue colocar o demônio dentro de você com um simples olhar. Certeza de que todo mundo conhece alguém assim”. John Laporte vê na faixa, um resgate da essência do hard rock dos anos 80, das bandas de Los Angeles. “Com esse jeito meio ‘malandro’ de cantar, que fiz questão de incorporar em minha interpretação. Estou ansioso pelo feedback do público”, diz o vocalista. A Gypsy Tears já conta com uma série de shows confirmados para o próximo ano, que marcará o lançamento do novo álbum. “Estamos com um excelente material em mãos, tanto musical quanto gráfico. 2024 será o ano de trabalharmos na distribuição desse material e em shows. Uma banda tem que ter estrada e é isso que estamos fazendo!”, garante o guitarrista.

Artificial Complex une pós-punk e shoegaze em “Devaneio”

Artificial Complex, projeto liderado pelo compositor e artista visual teresinense Érico Ferry, mostra em Devaneio que o que importa é a viagem – e não o destino. A música, marcada por uma fusão de influências que vão desde o post-punk revival e rock alternativo até elementos de shoegaze, rock progressivo, jazz e música brasileira, representa uma jornada musical única e eclética para simbolizar o renascimento de um dos expoentes mais promissores do rock nordestino. Devaneio surgiu inspirada pelas transformações da vida. A faixa explora a ideia de deixar para trás problemas insolúveis e as culpas que muitas vezes carregamos por eventos fora de nosso controle. É um chamado para mudar e abandonar o que pode estagnar nos momentos difíceis. Musicalmente, a canção reflete a influência de bandas renomadas como Interpol, White Lies, e a fase Mellon Collie do Smashing Pumpkins. O lançamento inclui não apenas a versão oficial da música, mas também a demo original, produzida em home-studio por Érico Ferry e Caio Leon, fazendo de Devaneio um single duplo. Artificial Complex, originado como um desdobramento do trabalho solo de Érico Ferry (conhecido anteriormente como Fryer), tem suas raízes na cidade de Teresina (PI). O nome do projeto, conceitualmente relacionado à artificialidade dos espaços urbanos e das relações humanas, reflete a essência das criações musicais e visuais de Ferry. Com influências que já abrangiam a música alternativa, post-punk revival, shoegaze e música experimental/eletroacústica, o projeto evoluiu ao longo do tempo, contando agora com novos integrantes e sonoridades. O álbum de estúdio anterior, The Moth – Before the Darkness (2021), e o single e clipe St. Joseph Pt. II (2022), marcaram pontos significativos na trajetória do projeto. Em 2023, um financiamento coletivo na Catarse para a produção de Devaneio alcançou sua meta em menos de 48 horas, atingindo posteriormente 125%, possibilitando assim o lançamento do mais novo single, agora sob o nome Artificial Complex.

Artistas do Megadeth, Dead Fish e Ratos de Porão formam superbanda

Heavy Metals

Uma superbanda de rock formada por alguns dos principais artistas do punk e metal do Brasil e exterior. Essa é a proposta da Heavy Metals Band, projeto musical inédito em defesa da vida marinha e conscientização sobre a contaminação de peixes por metais pesados. A banda foi criada em apoio a Sea Shepherd Brasil, entidade de proteção do oceano, e tem como integrantes artistas veganos ou vegetarianos que apoiam a causa. Entre eles, Rodrigo Lima, vocalista da banda Dead Fish, Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, Juninho Sangiorgio, baixista do Ratos de Porão, e Iara Bertolaccini, ex-guitarrista da Blastfemme. O projeto contempla o lançamento do single Ciclo Metal em português e uma versão em inglês, ambos compostos em parceria com os artistas. Na canção, os músicos não só alertam sobre os riscos de contaminação de quem se alimenta de peixes e outros animais marinhos, como também trazem referências ao universo do rock. O “Metallicola”, por exemplo, é um crustáceo batizado em homenagem ao Metallica, e que vive cercado de nódulos de manganês. “Como cresci no hardcore e punk, sempre acreditei na música como instrumento para passar uma mensagem. É o que criamos com a música Ciclo Metal. Qualquer pessoa com bom senso vai entender que poluir os mares com químicos, agrotóxicos, esgoto e metais pesados é prejudicial para todo mundo. Idem para a caça predatória. A mensagem é um alerta para todos”, destaca Juninho, que além de baixista da banda, co-produziu os arranjos da música. Dirk, do Megadeth, concorda com o colega. “A música me permite compartilhar informações sobre temas que importam. Quem tem prestado atenção sabe que a sobrevivência de nosso mundo está em jogo. Sinto que é meu dever usar a música como plataforma para tentar fazer o bem por todos os habitantes do planeta Terra – não apenas humanos, mas também animais”. Idealizado pela agência Wieden+Kennedy São Paulo e produção de áudio da Mugshot, o projeto conta, além da música, com um videoclipe criado pelo estúdio britânico Fromm, especializado em arte 3D e ilustrações, e está disponível nas principais plataformas de streaming.

The Libertines lança single do novo álbum, um conto shakesperiano

The Libertines lançou o single Night of the Hunter, um conto shakespeariano de sangue e vingança. A música é parte do quarto álbum de estúdio da banda, intitulado All Quiet On The Eastern Esplanade, que será apresentado em breve. Pete Doherty e Carl Barat falaram sobre a faixa: “Pegamos o título da estreia na direção de Charles Laughton, Night Of The Hunter, estrelando Robert Mitchum como um pregador com ‘AMOR’ e ‘ÓDIO’ tatuados em seus nós dos dedos. A música é sobre não escapar da lei. Esse sujeito não sabe realmente por que o amigo está morto, mas ele tem a sensação de que o amigo merecia. Ele mexeu com as pessoas erradas, ele roubou algo que não deveria e foi esfaqueado. Então, ele está com raiva e machucado e precisa buscar vingança. Então, ele faz isso e é isso para ele, basicamente”. Carl completou: “Comecei a escrever um riff e acabou soando um pouco como ‘O Lago dos Cisnes’. E todo mundo foi tipo: ‘Sim!’ Depois chamamos o Peter, o que levou cerca de um dia para afinar. Ele tocou essa sequência e funcionou lindamente. A ideia de ser preso por dez anos é horrível… o homem condenado morre mil vezes”. O vídeo de Night Of The Hunter foi dirigido por Alex Brown (La Roux / James Blake) e foi filmado em Cliftonville, Margate. É a segunda parte de uma série de vídeos com tema de Margate, seguindo o primeiro single, Run, Run, Run. Ouça o single novo do The Libertines

Rod Stewart e Jools Holland anunciam álbum em parceria com versão de Almost Like Being in Love

Rod Stweart e Jools Holland se uniram para um projeto majestoso: regravar grandes clássicos da música acompanhados da Rhythm & Blues Orchestra. Para anunciar a chegada do álbum Swing Fever, as duas lendas da música lançam a nova versão da inesquecível Almost Like Being In Love, eternizada nas vozes de Frank Sinatra e Nath King Cole. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais e abre a contagem regressiva para o lançamento do álbum, previsto para fevereiro de 2024, via Warner Music. Juntos pela primeira vez, os artistas britânicos compartilham seu talento inigualável em um tributo a canções verdadeiramente fantásticas como Ain’t Misbehavin, Frankie And Johnny, Sentimental Journey, Lullaby Of Broadway, entre outras.

The Killers lança coletânea com faixa inédita que estreou no Brasil

Duas décadas de carreira não são para qualquer um! O The Killers acaba de lançar um álbum comemorativo de “melhores sucessos” da banda. Com 20 faixas, o repertório do disco, que ganhou o nome de Rebel Diamonds, começa com quatro músicas de Hot Fuss, álbum de estreia deles, de 2004, seguindo hits mais recentes, como Boy e Your Side of Town. Além disso, a grande novidade é a inédita Spirit, uma canção que promete ser cantada a plenos pulmões nos grandes festivais. A faixa, aliás, teve sua estreia no show em São Paulo, no Tokio Marine Hall, no último dia 30. Lançado pela Island Records, o álbum é uma imersão curada em um impressionante catálogo de composições e habilidades musicais, solidificando a banda como uma das vozes mais importantes no rock’n’roll nas últimas duas décadas. Rebel Diamonds apresenta, pelo menos, uma música de cada um dos sete álbuns de estúdio da banda. Desde o inovador álbum de estreia, Hot Fuss, que completa 20 anos em 2024, até o mais recente LP Pressure Machine, de 2021, Rebel Diamonds destaca a versatilidade e a durabilidade do grupo em meio ao cenário musical alternativo em constante mudança. A coleção é composta por músicas que incorporam a essência dos Killers como banda, incluindo algumas de suas favoritas que ressoaram ao longo dos anos – faixas como Be Still, do álbum Battle Born, de 2012, ou Dying Breed, do álbum Imploding The Mirage, de 2020, ou A Dustland Fairytale, do álbum Day & Age de 2008, que a banda recentemente regravou e apresentou com Bruce Springsteen. “Já foi dito que o que é lembrado vive”, reflete o vocalista Brandon Flowers no trailer do disco. “Acumulamos estádios cheios de memórias nos últimos 20 anos, o suficiente para preencher vidas. Vinte músicas durante vinte anos – Rebel Diamonds”. A banda The Killers é formada por Brandon Flowers (vocalista), Ronnie Vannucci Jr. (baterista), Dave Keuning (guitarrista) e Mark Stoermer (baixista). Recentemente, eles desembarcaram pela sexta vez no Brasil para se apresentar no festival Primavera Sound, no último dia 2, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Eles agitaram o público e fizeram um show eletrizante, que contou com diversos hits, como Mr. Brightside e Somebody Told Me.

Will Magalhães traz música brasileira e jazz para clássico dos Beatles

Existem faixas na cultura pop que parecem um objeto sagrado, que se tornam parte da história de modo tão forte que não se toca, ou mexe nelas, só se tem devoção. O renomado guitarrista, compositor e produtor musical Will Magalhães traz ao mesmo tempo um olhar respeitoso e uma rebeldia de querer mudar tudo para um dos maiores clássicos dos Beatles e consequentemente para música do século 20: Blackbird. Nesta nova versão instrumental, Magalhães combina elementos da mpb, do jazz contemporâneo e do rock para criar uma experiência sonora nova para todos que conhecem a versão original. O lançamento chega junto de um vídeo especial no canal do artista. A música carrega uma mensagem poderosa de esperança e superação. Inspirada pelo contexto de opressão vivido nos Estados Unidos durante o movimento pelos direitos civis nas décadas de 1950 e 1960, a composição original de Paul McCartney ressoa a importância de manter a fé mesmo em meio às adversidades e é uma mensagem importante para se renovar constantemente. A faixa foi meticulosamente recriada no estúdio, contando com a magistral contribuição de músicos talentosos: André Fróes na bateria, Marco Brito no piano, Max Dias no baixo, e o próprio Will Magalhães na guitarra. A produção musical ficou a cargo de Nema Antunes, enquanto a mixagem e masterização foram realizadas por Fabrício Mattos, um profissional laureado com dois prêmios Latin Grammy e sete indicações. Will Magalhães, que também integra o renomado Sexteto Sucupira, inclui em sua carreira colaborações com diversos artistas e grupos, desde ícones da MPB e do jazz até nomes proeminentes do universo do samba e do pop. Ele já compartilhou o palco com artistas como Jane Duboc, Ney Matogrosso, João Donato, Fernanda Abreu e muitos outros. Atualmente, ele está se preparando para o lançamento de seu primeiro álbum autoral e instrumental intitulado Impressões, produzido por Nema Antunes.