The Zasters lança Hunting Season, primeiro álbum com feats especiais

A banda The Zasters lançou, na última sexta-feira (25), em todos os apps de música, o seu primeiro álbum de estúdio, Hunting Season, após quase três anos de composição e pré-produção. O novo trabalho da banda paulistana já está disponível pelo selo musical Marã Música. Para celebrar este lançamento, o trio paulistano lança também um clipe para a nova faixa Coffee Rush, que traz a participação do guitarrista Raffa Brasil, da banda Far From Alaska. O audiovisual é dirigido por Rafael Rossener (que já trabalhou com artistas como Kevinho, MC Pedrinho, e muitos outros). Com 11 faixas, sendo seis inéditas, Hunting Season conta com a produção de Gabriel Zander, mixagem de Math Bishop (que já trabalhou com artistas como The Killers, Taylor Swift, Two Door Cinema Club, e vários outros) e foi masterizado por Kevin Nix. Além de Raffa Brasil, o álbum também traz as participações de Cyz Mendes, vocalista da banda Plutão Já Foi Planeta, na faixa inédita Gaslight, e de Carol Navarro, baixista da Supercombo, em You Make Me Feel (single mais recente lançado pela The Zasters em julho deste ano). “A maioria das composições foram rolando bastante nos nossos ensaios e no nosso grupo de whatsapp”, contam os integrantes da The Zasters. “Em todas as músicas testamos ideias e mais ideias, acho que cada uma deve ter tido umas 15 ou 20 versões pelo menos até chegarmos nas composições finais. E algumas músicas acabaram sendo incluídas no álbum quando já estávamos no estúdio e ainda eram ideias iniciais, então fomos desenvolvendo as composições juntos no estúdio durante o dia, e cada um de sua casa nas noites entre as gravações”, completam. A banda garante para todos que ouvirem Hunting Season que há um pouco de cada integrante no álbum e explica a sonoridade do trabalho. “Há um pouco de tudo que ouvimos, amamos e aprendemos durante toda nossas vidas… o que é bastante amplo: do rock ao pop, punk, rap, etc… e principalmente o indie, que sempre foi nossa principal vertente”. Após anos de preparação e terem a certeza de que tinham em mãos o álbum que sempre sonharam em mostrar ao mundo, os integrantes da The Zasters Jules Altoé, Na Sukrieh e Rafa Luna sabem que este é o projeto mais importante de suas vidas até agora. “Nosso propósito como banda é passar a mensagem de liberdade de ser quem você quer ser, mesmo que ninguém mais entenda. Inclusive conversamos muito quando percebemos que tínhamos faixas muito diferentes entre si, mas que isso não era de forma alguma um problema, era o que tornava único o repertório que a gente construiu ao longo das composições”, explicam. Sobre as expectativas para o lançamento de Hunting Season, eles afirmam: “Estamos doidos pra saber o que as pessoas vão pensar de todas nossas loucuras musicais, que a gente ama muito!”, finalizam. Ouça Hunting Season, do The Zasters

Marília Duarte anuncia disco com Infinito Particular, de Marisa Monte

A cantora e compositora Marília Duarte começa a mostrar os tons de seu primeiro e aguardado álbum solo, Lado D / Lado A, Dois Lados do Amor, um projeto ousado realizado por meio de uma campanha de financiamento coletivo em sua reta final. A jornada pessoal do álbum se inicia com o single Infinito Particular, recriando de forma intensa uma canção marcante de Marisa Monte. A faixa ganha um clipe no canal da artista. Infinito Particular faz um inegável tributo à sua intérprete original, mas serve de prelúdio para um álbum intensamente pessoal. Tanto que o disco de Marília Duarte trará 11 faixas, sendo 9 delas autorais e duas regravações. Nesta releitura de Infinito Particular, os arranjos, elaborados por Marília Duarte em colaboração com o talentoso multi-instrumentista e produtor Rubens Allan, fazem um mergulho na música afropop, celebrando a rica cultura afro-brasileira. Combinando um arranjo orquestral que explora a junção da música erudita com a MPB-pop, Infinito Particular apresenta uma atmosfera que transporta o ouvinte para um universo de sonhos, ancestralidade e realidade. Entre tambores, cordas, melodias, ritmos e harmonias, somos levados a uma jornada musical autêntica e poderosa. O lançamento do single marca um capítulo intenso na carreira de Marília Duarte, demonstrando sua maturidade musical e versatilidade como cantora e compositora. O novo álbum explorará esse caminho de reencontro consigo mesma – após a artista passar por um diagnóstico de alopecia, condição que leva à perda de todos os pelos corporais. Com o trabalho, Marília mostra que o amor tem vários lados, inclusive o amor próprio. “Não é só sobre o amor romântico e seus paradigmas, dores, prazeres, amarguras, paixões, ciladas, encontros e despedidas. Mas também sobre a descoberta do AMOR dentro e fora de nós, como um ponto de conexão consigo mesmo na libertação das amarras, e culpas do ego, e na descoberta de uma transcendência real do AMOR como encontro com a própria essência e sabedoria”, ela resume.

Kevin Willian lança o insólito EP “Tudo Novo, Nada Certo”; ouça!

Com uma fórmula incomum e estética inovadora, Tudo Novo, Nada Certo nasce surfando em tendências e ritmos ainda poucos explorados em território nacional. O EP visual do jovem santista Kevin Willian busca abrir horizontes em sua trajetória musical e artística. “Essas são as primeiras músicas que faço sozinho. Elas fazem parte de mim. Eu tô há muito tempo segurando elas e trabalhando todos os detalhes pra esse lançamento. O Tudo Novo, Nada Certo é o início de um novo momento da minha vida e o meu maior objetivo com ele é viver o máximo de coisas novas”, conta Kevin Willian. Transitando entre gêneros como indie pop e bedroompop, o EP te transporta para um universo cheio de sensações te emergindo numa grande onda digital. No decorrer das faixas, se torna algo extremamente processado, cheio de glitches e efeitos brincando com ritmos quebrados e baterias sampleadas. Tudo Novo, Nada Certo é uma obra coesa e arriscada que consegue ser sensível e agressiva no ponto certo. O EP conta com seis faixas que nos apresentam a história de um personagem que passa a não se reconhecer mais fora das distorções criadas a partir do uso crônico de redes sociais. Sua vida, relações e vontades não fazem mais sentido, pois ele se encontra perdido dentro de escolhas forçadas por algoritmos, propagandas e sentimentos intrusos. Assim, sintetizando essa escassez de vida gerada por longos anos de distanciamento social e perda de contato humano e realidade.

Drenna e o altamente improvável no novo disco, Cisne Negro

A expressiva trajetória da Drenna foge de padrões, mas é recheada daqueles esperados momentos apoteóticos e de rupturas com o passado. A banda carioca encarou a dura estrada da música independente, incrementou o rock com sonoridades modernas, tocou no Rock in Rio e chega agora ao segundo álbum da carreira, Cisne Negro, que traz reflexões afirmativas sobre a própria trajetória, posicionamento sobre pautas sociais, mas também sobre o orgulho e a diversão de perseverar. Fala, sem medo, sobre quem é, de onde veio e aonde irá. O lançamento acontece por meio do selo Toca Discos, gerenciado por Felipe Rodarte e Constança Scofield, renomados produtores do mítico estúdio carioca Toca do Bandido. O grupo formado pela cantora, compositora e guitarrista Drenna Rodrigues, junto a Milton Rock (bateria) e Bruno Moraes (baixo), é a materialização de um sonho, agora uma realidade robusta em Cisne Negro. Drenna é nascida e criada no Complexo do Alemão. Uma mulher, periférica, que se jogou pro rock com uma dedicação que a tornou uma cantora, guitarrista e compositora cheia de personalidade, que desde as primeiras aulas de música no Vila Lobos, seguiu em busca de sua convicção de viver pela arte. Este é um possível norte para a audição de Cisne Negro, com 10 faixas, que reúne os singles lançados anteriormente [A Casa, A Praia (composições pós-pandemia) e Haters e Me Desculpa, Game, A Busca (com participação de Kauan Calazans, do Folks, outro artista da Toca Discos) e mais inéditas. Um norte possível de uma artista, pela sua trajetória, tida como altamente improvável, entretanto, contrariando a tudo e a todos. Vale lembrar que o cisne negro é um conceito criado pelo filósofo e escritor Nassim Taleb e que pode ser considerado como um momento de crise ou evento raro de grande impacto. A ideia é que, apesar das grandes proporções tomadas por tais eventos, e de só podermos compreendê-los após ocorrerem, o ser humano é capaz de se preparar e vencê-los, como é o caso da Drenna. DNA da Drenna Neste novo disco, Drenna traz a sonoridade com seu DNA, mas buscando novos elementos, buscando sempre novidades. O produtor Felipe Rodarte focou na contemporaneidade do conceito e na busca em trazer um rock brasileiro que dialogue com bandas atuais, como Paramore e Machine Gun Kelly. A produção também é focada em nuances de coisas como 808 do hip hop e com graves de bailes de favela e texturas. Cisne Negro tem uma sonoridade que desperta a curiosidade do ouvinte por adentrar o universo da Drenna de faixa a faixa, este é o trajeto do som da banda, costurado pela visão de ordem proposta por Constança Scofield, Diretora Artística do Toca Discos. Já a construção dos arranjos foi dirigida pelo produtor Felipe Rodarte nessa perspectiva, de pegar o ouvinte a cada segundo – cada segundo uma novidade na música. Drenna, artista de destaque – Drenna é uma mulher da comunidade que toca rock, que não se entregou aos estereótipos e às adversidades e foi em busca do sonho de tocar guitarra. A banda é a materialização do empoderamento da mulher, a Drenna, com dois parceiros incríveis.

Caio navega entre ceticismo e fé no single Olho Mágico

Essa eterna busca por respostas que nos acompanha ao longo da vida foi o que inspirou o cantor e compositor Caio a incluir a música Olho Mágico em seu álbum Passageiro. Seu segundo single da nova era chegou às plataformas digitais e promete uma viagem psicodélica por questões como misticismo, fé e descrença. A versão original de Olho Mágico cruzou o caminho do artista em 2012 por meio de uma amiga e, imediatamente, Caio sentiu vontade de tê-la no repertório de um futuro trabalho seu. “Em cada detalhe há um propósito de se viver, por mais amedrontadora que a situação pareça. Então, se você abrir seu Olho Mágico, você pode sair de uma posição interna de vítima e compreender que a vida flui como deve fluir. As coisas são muito maiores do que nossa existência. Enquanto estivermos nesse plano, nesse corpo, vale lembrar que a vida é como é. Se aceitarmos isso, a gente gasta menos energia buscando desculpas e vive o que está ao nosso alcance, nos auto acolhendo e tendo mais tolerância com os demais. A beleza está em tudo. Basta pararmos e de fato enxergarmos.” Caio afirma que, assim como na canção, experimentou a oscilação entre estar entregue a uma crença e refutar tudo em que se acredita, e que esse é um dos caminhos naturais que percorremos no anseio de dar um sentido à vida. Em Olho Mágico, encontrou uma forma de expressar todas essas dúvidas e reflexões através da arte. O cantor trabalhou em parceria com Nave na produção do single e mergulhou na ideia de dar vida a um Samba Mântrico, inspirado pela aura psicodélica dos anos 70 como em Vou danado pra Catende de Alceu Valença. Também flertou com um clima etéreo na sua versão da música de Luiz Clímaco e Ary Rosa. Para isso, teve a ajuda de Helder Araújo, multi instrumentista de música indiana que deu um toque especial gravando a cítara que abre a melodia, além de flautas e diversos instrumentos percussivos. A mistura com um beat de samba cria o clima de brasilidade idealizado por Caio. Gita, de Raul Seixas, foi uma grande inspiração na hora de criar a linguagem do clipe. “O Olho de Hórus, que simboliza essa onisciência do universo, também é usado como elemento. O chapéu de palha de mago, fazendo alusão a um alquimista de si mesmo, é um signo que fez muito sentido explorarmos na narrativa também. E o roxo, cor associada à espiritualidade, permanece presente em toda construção dessa era.”

Rosana flerta com o soul e o R&B no single “Wonder Woman”

A cantora Rosana flerta com o soul e o R&B no empoderado single Wonder Woman, que chegou às plataformas de streaming na sexta-feira (25). Fazendo alusão a outras lendas da música, a cantora e multi-instrumentista abusa de suas habilidades vocais ao entregar fraseados impecáveis: Ser Wonder Woman todo santo dia/Juro que é difícil demais/Pode crer que uma super-heroína/Não tem um segundo de paz. Produzida por Sergiopí e Hiroshi Mizutani, e de autoria de Cris Delanno, Alex Moreira e Gabriel Moura, Wonder Woman chega na sequência do single Feitiço, lançado em 20 de julho. O novo álbum, que contará também com inéditas de nomes como Zeca Baleiro, Wado, Hyldon e Michael Sullivan, sai pelo Selo Poliphonia, marca criada pelo selo carioca LAB 344 para celebrar o melhor da música popular brasileira de todos os tempos. “Ser artista mulher nesse país, por si só, já traz muitas dificuldades. Muitas vezes temos que aguentar julgamentos, humilhações e injustiças. Coisas que não acontecem no cenário masculino. Essa é a pior parte. A parte boa é o carinho que a gente recebe dos fãs. É a força que nos dá ânimo para seguirmos em frente. É quando a gente sente que todo o sacrifício valeu a pena”, disse Rosana na época do lançamento do single Eu Bem Que Te Avisei, com feat do filho rapper Fiengo. Recordista em trilhas de novela e ganhadora de vários prêmios da indústria, entre eles cinco como melhor cantora, oito discos de ouro e dois de platina, Rosana teve seus hits no topo das paradas em toda América Latina, Portugal e Espanha, se tornando um fenômeno popular. A cantora marcou uma geração com clássicos como Nem Um Toque, Custe O Que Custar, Direto No Olhar e Vício Fatal, que até hoje tocam nas rádios, mas foi com o O Amor e o Poder que Rosana passou a ser reconhecida como a “deusa” da música brasileira.

Com partipação de Mahmundi, Nizz lança EP Lugares; ouça!

Quem vem acompanhando os lançamentos da nova revelação do pop brasileiro, Nizz, já percebeu um fio condutor entre as faixas: destaques para bairros e lugares de São Paulo. Agora, o artista fecha este ciclo com a chegada do EP Lugares, que já está disponível em todos os aplicativos de música, puxado pelo lançamento da parceria com Mahmundi: Ana Rosa. Composta pelos próprios cantores e produzida por Los Brasileros, quatro vezes indicados ao Grammy, Ana Rosa resgata influências do MPB que Nizz cresceu ouvindo, como Seu Jorge e Paula Lima. “A canção fala sobre fins de ciclos que são necessários. Por mais que doam, se tornam o único caminho a seguir. O clipe, que chegará ao YouTube somente na próxima semana, representa a sensação da primeira semana pós-término, quando todas as emoções se misturam e tudo ao redor te faz lembrar”, explica Nizz. Sobre a parceria com Mahmundi, o artista afirma que, para ele, não havia outra opção para dividir os vocais nesta faixa e que a amizade com a artista aproximou a cantora do projeto. “Eu sempre gostei do trabalho da Mahmundi e como eu queria trazer a característica da MPB ela foi a primeira pessoa que me veio à cabeça. Desde o primeiro contato dela com a canção, a sinergia foi absurda, pra mim foi e é uma honra ter ela abençoando meu EP”, comemora. O EP Lugares chega com sete faixas, sendo duas inéditas, e traz ainda participações de Vic Brow e Juptr, além de Mahmundi. “Com este projeto, espero espalhar uma mensagem de coragem, liberdade, amor e mudança, encorajando o público a repensar conceitos antigos que foram impostos e encontrar seu próprio jeito de encarar a vida, uma nova forma de se amar e ter compaixão. Em Lugares compartilho meu maior aprendizado: se amar é o primeiro passo para tudo tornar-se possível”, completa.

Plutão Já Foi Planeta revela terceiro álbum de estúdio; ouça!

A banda Plutão Já Foi Planeta lançou seu homônimo terceiro álbum de estúdio. Recheado de novidades, o disco crava de vez a identidade musical do grupo que reúne na atual formação Cyz Mendes, Sapulha Campos (guitarra) e Gustavo Arruda (guitarra). O material de inéditas apresenta a nova fase do Plutão Já Foi Planeta, que tem como marca uma energia mais vibrante e rock’n’roll. Além do rock, o lançamento traz referências diretas e indiretas da música brasileira, o que se reflete tanto nas novas composições como nas apresentações. Após disponibilizar Uma Canção Só Sua, primeiro single do novo disco, a banda revelou de uma só vez um single duplo contendo Em Todo Canto e Tremeu Minha Solidão. Em Todo Canto, inclusive, ganhou um videoclipe produzido pela própria banda com imagens captadas durante a Tour Nordeste 2023 que aconteceu no mês de junho passando por sete cidades de cinco estados da região e homenageia os fãs. Para revelar trechos das músicas ainda não apresentadas oficialmente para os fãs, eles decidiram criar um game online feito de desafios que aconteceram nas redes sociais para “desbloquear” spoilers das faixas. Os prêmios iam desde poder participar de uma stream party a ouvir trechos das canções. Já os desafios envolveram completar tarefas de divulgação do disco a fazer o bem colaborando na campanha do agasalho do Padre Júlio Lancellotti. As influências do terceiro disco de estúdio passam por uma boa variedade de estilos diferentes com referências diretas e indiretas que transitam pelo universo da música brasileira. O Plutão surpreende com um disco mais rock do que os fãs estão acostumados. Não é à toa que o single duplo previamente lançado foi beber da fonte do indie rock do começo dos anos 2000. Mas, especialmente para aqueles ouvintes que acompanham desde o Daqui Pra Lá (2014), a essência que a banda carrega nesses 10 anos continua presente. Algumas das músicas, inclusive, já foram tocadas na turnê de 2023 e a recepção é das melhores, seja pros fãs mais antigos ou para quem acabou de chegar e conhecer a banda. Uma canção que sintetiza o espírito da nova fase do Plutão Já Foi Planeta é Contramão. “Contramão é uma canção sobre sonhos, objetivos e conquistas. Uma celebração ao novo álbum e a união do trio. Uma tradução em forma de música sobre todo o caminho percorrido para que se chegasse a esse lançamento. Assim como boa parte do disco, também vem numa pegada mais rock e com vocais fortes e marcantes. Letra e melodia crescem no refrão. Inserimos vocais que remetem a uma música bem conhecida dos fãs: Mesa 16. Um pequeno easter egg para as pessoas que seguem a banda desde o começo”, revela o trio sobre Contramão.