Portugal. The Man revela Summer of Luv, com Unknown Mortal Orchestra

O grupo Portugal. The Man lançou o single Summer of Luv em parceria com a Unknown Mortal Orchestra. A faixa chegou acompanhada de um visualizer animado com participação de Tank Dog e dirigido por Andrew Ralph. Summer of Luv é o quarto lançamento do aguardado novo álbum de Portugal. The Man, Chris Black Changed My Life, produzido por Jeff Bhasker (Beyonce, Harry Styles), previsto para 23 de junho. Chris Black Changed My Life é o primeiro disco completo dos artistas desde o lançamento de Woodstock, em 2017. O projeto é dedicado ao falecido amigo e membro honorário da banda, Chris Black.
NIHIL9 lidera Dark Fest em São Paulo; ingressos estão à venda

O quinteto paulistano de dark rock NIHIL9 continua a divulgação do EP Reina o Caos (parte 1), agora nos palcos. A banda é a atração principal do Dark Fest, que acontece dia 24 de junho, a partir das 20h, no La Iglesia (São Paulo). Os ingressos estão à venda. O evento também terá shows da The Secret Shelsons Band, Quântico Romance e Dr.Murder, outros nomes em ascensão do dark rock. Esta será o primeiro show da NIHIL9 no La Iglesia, atualmente uma das principais casas de show na capital paulista para bandas independentes. “A casa é perfeita por combinar com o tipo de som que fazemos e isso com certeza vai potencializar a atmosfera do evento”, destaca o quinteto. Encabeçar o Dark Fest também é uma oportunidade da NIHIL9 mostrar não só a força da cena post, gothic, dark rock, mas se relacionar com bandas que possuem em seus DNA’s elementos que formam o dark rock e seus gêneros relacionados. Para este show, a NIHIL9 tocará músicas dos EPs Canções sobre o tempo e a existência e Reina o Caos, além de covers de bandas que os inspiram. “Nosso show busca ser uma viagem por sentimentos e sensações. A ideia de ter letras em português é justamente para facilitar na criação de imagem na mente de quem ouve e nosso show potencializa isso”, fala a banda sobre a atmosfera de uma apresentação. SERVIÇO NIHIL9 NO DARK FEST Local: La Iglesia Borratxeria Data: 24 de junho de 2023 (sábado) Horário: 20h (abertura da casa); 21h (shows) Endereço: Rua João Moura, 515 – Pinheiros – São Paulo, SP Venda de ingresso Classificação etária: 18 anos
Malvisto inaugura nova fase com o single Vê Se Não Some

Vê Se Não Some, novo single do grupo Malvisto, foi lançado na sexta-feira (26) e chegou para trazer novos ares à sonoridade da banda, com nuances de indie-pop, e expandir a lírica em letras mais íntimas e pessoais. Com influências dos últimos trabalhos do Arctic Monkeys, Jards Macalé, Joe Silhueta e até clássicos como Chet Baker, o autor e compositor Lucas Diniz explora em exagero suas emoções num tom mais nu, contrapondo o lançamento anterior da banda, o EP Boa Sorte No Hotel (2022), em que a expressão se deu de forma mais abstrata e sarcástica. Os arranjos contam com Pedro Lacerda (Glue Trip) na bateria e Rafael Penna no baixo, integrante fixo da banda (membro também da Applegate). A música foi gravada ao vivo nos estúdios da Fauhaus em uma tarde. A ideia foi captar a energia dos 3 tocando simultaneamente e dar mais vida à canção. Fazendo ponte com o universo da música indie, o dreampop hipnótico de Vê Se Não Some é parte do EP Mergulho, que tem lançamento marcado para 15 de junho e concretiza a nova fase da banda Malvisto.
Bocarra questiona o peso do mundo corporativo no single Em Movimento

Os paulistanos da Bocarra lançaram o single Em Movimento, primeiro som do quarteto desde a pandemia. Com vibe enérgica e dançante, o novo trabalho do quarteto explora a complexa relação que temos entre a vida pessoal e o mundo corporativo. A Bocarra questiona de forma perspicaz e envolvente como o mundo corporativo pode afetar e sobrecarregar nossas vidas. Enquanto enaltece os momentos de diversão e leveza, o grupo destaca a importância de criar movimento para não ser engolido pelas constantes cobranças e metas impostas nesse ambiente. A banda entende que os atuais moldes do mundo corporativo, onde somos empurrados e forçados a conviver com jornadas de trabalho exaustivas, acumulo de funções e ambientes agressivos e competitivos são prejudiciais para nossa saúde emocional e física. Enquanto isso, palavras como “resiliência”, “perseverança” e “proatividade” são usadas com frequência para normalizar ações abusivas. “Durante e após a pandemia, vivenciei situações que me alertaram para os abusos no mundo corporativo. Às vezes, nem percebemos até que nosso bem-estar psicológico esteja profundamente afetado. Ao trabalhar e conviver com pessoas mais jovens, percebi que essas práticas estão afetando as pessoas cada vez mais cedo, o que acabou ajudando na criação dessa letra”, comenta o guitarrista Fernando Hound. Misturando elementos do punk, indie e garage no instrumental, o trabalho foi gravado no Estúdio 182, em São Paulo, com captação, mixagem e masterização a cargo de Pamella Lima. Este lançamento marca o primeiro registro da atual formação da banda feito em estúdio. A capa do single foi feita pelo artista plástico Carlos Morgani Filho que, a partir de uma fotografia, reproduziu os membros da banda com cores fortes e de maneira fluída, mas, ao mesmo tempo, disforme, trazendo a sensação de conflito na existência entre o ser e seu entorno. Com Em Movimento, a Bocarra entrega uma poderosa mensagem através de sua música, convidando os ouvintes a refletirem sobre o equilíbrio entre vida pessoal e carreira e a resistirem aos padrões opressivos do mundo corporativo. Ao mesmo tempo que apresenta o lançamento, a Bocarra está em estúdio e gravando mais uma série de canções que serão lançadas durante 2023.
Miri Brock transforma amores ocasionais em crônica pop em A Parte Boa

A cantora e compositora gaúcha Miri Brock sempre abriu o coração em suas canções sobre vulnerabilidade, entrega, expectativas e escolhas. Após narrar amores interrompidos em seu EP Eu Nunca Amei Você, ela agora explora amores casuais e prazer em seu primeiro single da nova era, A Parte Boa. Com um olhar direto e sincero, ela quer conectar-se com a experiência de seus ouvintes. “Eu estava ficando com um cara, e ele era muito massa de estar junto, era sempre muito divertido. Mas num encontro, ele me disse que tinha ficado com a ex no dia anterior. Cortou um pouco o clima e ali vi que não ia poder me envolver muito com ele, mas também não queria deixar de ficar. Então veio esse sentimento de ‘ah bom, com essa pessoa aqui vai ser só isso e tá ótimo, vou curtir o que é bom da companhia, sem criar expectativas’”, resume Miri sobre a inspiração para o single. A Parte Boa é um R&B com produção de Duda Raupp, conhecido por trabalhar com artistas como Rashid, Kamau, niLL e Zudizilla. Seu trabalho mais recente foi a pós-produção e mixagem do álbum Garcia do rapper manauara Victor Xamã, onde também produziu quatro faixas, incluindo Vigésimo Andar, com participação de Luedji Luna. Duda tem seu projeto solo como artista do selo Foco Na Missão, e lançou dois EPs autorais desde 2020. Miri Brock tem uma trajetória musical de mais de dez anos, incluindo seu destaque como vocalista na banda Louis & Anas (posteriormente rebatizada apenas como Louis), que misturava soul, disco e R&B. No ano passado, ela lançou seu EP de estreia Eu Nunca Amei Você, que unia soul, R&B, MPB e até pagode. Atualmente radicada em São Paulo, Miri está pronta para uma nova fase, oferecendo um olhar moderno sob a perspectiva feminina e feminista sobre amores fluidos. “Esse single marca uma nova fase pessoal no que diz respeito à minha forma de me relacionar. E como escrevo sobre essas situações, isso afeta diretamente minhas composições. Na fase em que escrevi as músicas do Eu Nunca Amei Você, sentia-me tão pressionada a ter um relacionamento tradicional que era meio ‘tudo ou nada’ com as pessoas. Aos poucos, percebi que podia ter várias relações muito legais e tirar o melhor de cada uma, sem me pressionar e pressionar o outro. A Parte Boa é o primeiro single do meu próximo EP, que se chamará Eu Sempre Amei A Pista e se refere não só à pista de dança, mas a estar pronto para jogar. Será uma espécie de lado B do primeiro EP”, revela a artista.
Matchbox Twenty volta com tudo e solta álbum Where The Light Goes; ouça!

A banda de rock americana Matchbox Twenty retorna oficialmente com seu quinto álbum de estúdio, Where The Light Goes, já disponível em todas as plataformas de música via Atlantic Records – uma distribuição nacional Warner Music Brasil. Produzido por Gregg Wattenberg, em parceria com Paul Doucette e Kyle Cook, o novo projeto traz a banda cheia de energia, com um combo de lindas e eletrizantes canções inéditas. A coleção de 12 faixas foi apresentada com Wild Dogs (Running in a Slow Dream), que marcou o primeiro lançamento de músicas novas da banda em mais de uma década. Já com mais de 4 milhões de streams globais, o single apresenta um videoclipe vibrante dirigido por Jay Sprogell e foi apresentado ao vivo pela primeira vez no The Kelly Clarkson Show. O álbum tem vários destaques, como Don’t Get Me Wrong, Queen of New York City e Rebels, uma gravação que se encaixa perfeitamente no catálogo de hinos da banda. “Uma das melhores coisas sobre este trabalho é como somos afortunados e sortudos por ainda estarmos aqui. Essas músicas fazem parte da vida das pessoas. Já estiveram em casamentos, viraram tatuagens e são a trilha sonora das noites de sábado e das manhãs de domingo. Minha única esperança real é que mais pessoas deixem este álbum fazer parte de suas vidas. Para mim, é o maior elogio”, afirmou Rob Thomas. Rob Thomas, Brian Yale, Paul Doucette e Kyle Cook deram início a Slow Dream Tour de mais de 50 shows na semana passada, incluindo a primeira apresentação no Hollywood Bowl. No próximo ano, a Matchbox Twenty fará seu tão esperado retorno à Austrália e à Nova Zelândia, com convidados especiais, para uma turnê de dez apresentações.
Entrevista | Steve Vai – “Estou muito confiante em relação à evolução da guitarra”
Julies lança segundo single de novo projeto; ouça To Falando Sério

Após atingir a marca de 4 milhões de plays somente no Spotify e ter uma de suas composições, Promete, cantada por Maneva, como uma das músicas mais tocadas nas rádios do país, Julies segue na divulgação de novo projeto que promete surpreender e conquistar ainda mais os fãs da nação reggueira. To Falando Sério chegou com direito a clipe internacional gravado em Miami e São Paulo. Composta pelo próprio artista em parceria com os integrantes do Maneva, Tales de Polli (vocalista) e Diego Andrade (percussionista) e Tércio de Polli, a faixa conta com produção de Los Brasileiros, conhecido por trabalhos com Luisa Sonza, Vitão, Ludmilla, Day Limns e importantes indicações a Grammys, os grandes responsáveis pela nova era de Julies prometendo apimentar o pop reggae do artista revelação. O clipe também é uma super produção. Dirigido por Rodrigo Pysi – responsável por trabalhos de nomes como Planta & Raiz, Badi Assad – o vídeo foi gravado na ponte aérea Miami- São Paulo e traz a melhor vibe possível: céu, mar e amor! “Canção fala que não existe adversidades quando se quer fazer algo, principalmente quando se gosta de alguém. Então, toda a produção e o clipe foram pensados para passar essa atmosfera de que tudo está bem e nada vai mudar isso”, explica o artista. Este é o segundo single do projeto Uma Parada Diferente, que será lançado em partes ao longo de 2023. Lance ou Romance, primeira faixa, já está disponível em todos os aplicativos de música. “A ideia é surpreender com sonoridades, expandir ainda mais o público e levar meu show para o país todo”, completa Julies. Assista Tô Falando Sério, single de Julies
Rincon Sapiência anuncia terceiro disco com “Xona”, ouça!

Numa energia de carinho, sensualidade e romantismo, Xona, single que abre os caminhos para Um Corpo Preto, terceiro disco de Rincon Sapiência, é a trilha para momentos como quando dois corpos se encontram para dançar e, com as batidas dos corações alinhadas, transformam a vida em uma doce e afetuosa festa. Com linguagem marcadamente presente dos afrobeats, alvo de pesquisa e produção musical de Rincon ao longo de sua carreira, a faixa chega acompanhada de um videoclipe no canal de YouTube. O novo álbum está previsto para este ano. Falando de amor – tema universal e, ao mesmo tempo, específico, por tratar de relacionamentos afrocentrados –, Xona tem raízes na música pop africana contemporânea e desliza de uma ponta a outra pelas características mais marcantes das produções do continente. “Optei por usar exclusivamente as linguagens de afrobeats nessa faixa, tanto na produção musical quanto na composição. Ela tem mais melodia, mais repetição de frases, que são clichês na construção de afrobeats. Neste disco, foi a faixa com que mais mergulhei no estilo”, explica Rincon. O vocabulário usado pelo rapper é daqueles de quem se declara à pessoa amada falando de afeto sem deixar de lado os acontecimentos e os corres da vida. “As músicas românticas não são maioria no meu repertório, mas é algo que já abordei e adoro consumir. O grande detalhe é que, ao compor, gosto sempre de trazer profundidade, e fiz isso neste single falando da relação afetiva entre duas pessoas que vivem os enfrentamentos do dia a dia. E isso sem tirar a sutileza da mensagem da música”, avalia o rapper. Para o álbum Um Corpo Preto, a experiência de vida de negros e negras, suas alegrias e suas complexidades se ramificam em diferentes roupagens, estilos e letras. Xona, neste caso, evidencia o cotidiano do amor afrocentrado. “Existe uma beleza e uma união bonita na relação entre pessoas negras, mas também se tratam de dois corpos que individualmente passam por muitos enfrentamentos. Então, tem essa parte romântica, mas também tem a que faz com que esse tipo de relacionamento seja sutil e necessite entendimento de ambas as partes”, detalha Rincon. “Porque no dia a dia a gente passa por diversas coisas e isso impacta na pessoa que a gente está mais perto. Posso dizer que esse detalhe conduziu muito a composição, mas escolhi deixar o afeto e o carinho em primeiro plano”, comenta. No videoclipe, a temática da música reverbera em cores, danças e no elenco convidado para fazer parte do material audiovisual. “Tudo, do estilo das roupas e de quem aparece lá às referências dos afrobeats, está dialogando com a proposta da faixa. A ideia é que, com o clipe, ela tenha um impacto musical, visual e ideológico também”, analisa o artista. Com o lançamento de Xona, Rincon valoriza não só o retorno às referências que o fizeram chegar até esse momento da trajetória artística como a possibilidade de encontrar novos corações dispostos a ouvir o que ele tem a dizer. “Tem um trabalho de resgate do que já fiz, mas tem um lugar de fazer o que não fiz, de conquistar novos corações. Esse tipo de discurso, do afeto, quando bem falado e bem colocado, talvez ajude as pessoas. Porque são coisas que todo ser humano vive ou quer viver; afeto, saudade, romance, sensualidade. De alguma forma, estou tentando conversar com o máximo de pessoas possíveis neste primeiro single. É uma tentativa de fazer uma música boa que possa tocar o máximo de pessoas possíveis e seja entendida por elas”, analisa o artista.