The Nu Blu Band e Artur Menezes completam lineup do Best of Blues and Rock

Confirmado para os dias 2, 3 e 4 de junho, o Best of Blues and Rock completou o line-up de sua 10ª edição incluindo mais duas atrações: a banda norte-americana The Nu Blu Band e o guitarrista Artur Menezes. O festival acontece na plateia externa do Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Liderada pela vocalista Carlise Guy, que iniciou sua carreira cantando em igrejas de Chicago, onde nasceu, é filha da lenda do Blues, Buddy Guy (também presente no Best of Blues and Rock 2023). A The Nu Blu Band conta ainda com Dan Henley na bateria e Mark Maddox na guitarra. A banda se apresenta no sábado, dia 3, e traz seu repertório de blues, R&B, pop e canções da Motown. Completando o casting brasileiro, o guitarrista de blues cearense radicado nos Estados Unidos, Artur Menezes, volta ao palco do festival no sábado, dia 3 – em 2018, Artur se apresentou no Best of Blues and Rock dividindo o palco com Joe Satriani. Com cinco discos e um EP lançados, Artur foi escolhido entre os “TOP 25 Melhores Novos Guitarristas de Blues” pela revista americana GuitarPlayer e vem fortalecendo sua marca na cena blues rock mundial, mesclando suas influências com o blues e definindo um estilo mais moderno e verdadeiro. Divide seu tempo entre turnês na Europa, Estados Unidos e Brasil, além de ser professor no Musicians Institute em Hollywood, na Califórnia. Os ingressos do festival podem ser adquiridos a partir de R$ 450,00 com parcelamento em até 10 vezes pelo site da Eventim ou na bilheteria do Estádio do Morumbi (nesse último, sem taxa de conveniência). Os fãs contam com a opção Combo Promocional, que dá direito a assistir aos três dias do festival. Também está disponível para todo o público a Entrada Social, mediante a entrega de um agasalho na entrada do evento, destinado à instituição Cruz Vermelha de São Paulo. Confira abaixo as atrações confirmadas em cada dia do festival: DIA 2 DE JUNHO (sexta) Tom Morello Extreme Malvada Nanda Moura DIA 3 DE JUNHO (sábado) Buddy Guy — Damn Right Farewell Tour (turnê mundial de despedida) Steve Vai The Nu Blu Band Artur Menezes Dead Fish DIA 4 DE JUNHO (domingo) Tom Morello Buddy Guy — Damn Right Farewell Tour (turnê mundial de despedida) Goo Goo Dolls Ira! Day Limns SERVIÇO: Best of Blues and Rock 10 anos Data: Dias 2, 3 e 4 de junho de 2023 Local: Plateia externa do Auditório Ibirapuera: Av. Pedro Álvares Cabral -Ibirapuera – São Paulo Classificação: 16 anos (menores podem comparecer acompanhados de responsável legal) Ingressos: a partir de R$ 450,00 (meia-entrada) Vendas online: Eventim
Twenty One Pilots lança MTV Unplugged no streaming

O duo Twenty One Pilots, que recentemente esteve no Brasil para um único show em São Paulo, na última edição do festival Lollapalooza Brasil, lançou o álbum MTV Unplugged, que apresenta novas versões de algumas das principais canções de catálogo da dupla. Originalmente gravado no ano passado para a icônica série MTV Unplugged, o trabalho já está disponível em todas as plataformas de streaming. O duo, que coleciona hits, em 2021 estreou em primeiro lugar nas paradas de “Álbuns de Rock” e “Álbuns Alternativos” da Billboard com o projeto Scaled And Icy, enquanto chegava ao terceiro lugar na “Billboard 200”, marcando a maior semana de abertura de um álbum de rock no ano. Em 2022, Twenty One Pilots recebeu inúmeras novas certificações da RIAA, sendo Gold para o álbum Scaled And Icy e o single Shy Away, Platinum para a faixa Jumpsuit e Diamond para o hino geracional Heathens.
É aprendendo que se erra: André Whoong versa sobre vida adulta em novo álbum

Após trabalhar em trilhas sonoras e realizar grandes trabalhos como produtor e músico de apoio, David Byrne e Jesse Harris, André Whoong enfim disponibiliza o álbum “É aprendendo que se erra”, onde versa sobre a maturidade e a perspectiva de quem anseia superar hábitos ruins. Esse é o terceiro disco do cantor e compositor, sendo o sucessor de Justo Agora (2016) e 1985 (2015). Com cordas gravadas em Nova York (EUA), “É aprendendo que se erra” transita entre o pop, o indie e a música alternativa contemporânea, contando com a participação de Tiê, que canta na canção “Mística”. Meu nome é Bagdá, trilha instrumental que André Whoong produziu especialmente para o filme homônimo que venceu o Festival de Berlim em 2020, é outro destaque do álbum, que ao todo, é composto por 10 canções. O lançamento acontece na próxima sexta-feira (21) via Rosa Flamingo Discos. As gravações ocorreram no interior de São Paulo, especificamente, no estúdio Canto da Coruja, na cidade de Piracaia. Na oportunidade, André contou com a colaboração de diversos músicos, incluindo os bateristas Nana Rizinni, Jeremy Gustin e Matheus Souza, o tecladista Bruno Bruni, o baixista Gianni Salles e o guitarrista Kadu Abecassis. André Whoong destaca que o espírito colaborativo foi importante para que o disco fosse consolidado. “Quando lancei o meu primeiro disco em 2015, fiz praticamente tudo sozinho. Ele até teve participações, mas foram pontuais. Dessa vez, pude juntar um pessoal e fomos para um estúdio que fica no meio do mato. Cheguei com algumas músicas iniciadas, mas em conjunto, montamos os arranjos e tivemos ideias mais sólidas”. No que diz respeito à lírica do álbum em si, André reflete sobre a forma como a pandemia trouxe impactos para a sua vida pessoal, dando luz a problemas antigos, que precisavam ser enfrentados. “Depois que voltei pra São Paulo, deixei os arquivos cozinhando por um tempo. Fui pra ‘NY’ e gravei arranjos de metais e cordas lá. E em 2020, veio a pandemia. Foi nesse momento que fiquei trabalhando no disco dia e noite. Eu, que sempre fui prolífico, aprendi a ter mais paciência com as coisas, já que esse processo me ocupava em momento conturbado. Sempre tive um problema com álcool, mas só ali percebi que ele me tornava compulsivo, chato, mentiroso e inseguro. Então comecei a me cuidar e me medicar durante o processo de finalização do álbum – que acabou servindo como uma terapia pra mim”, frisou. O álbum foi mixado e masterizado por Gab Scatolin e ainda conta com as canções Mudo, Exagerado, Não Sei, Melhor Amiga, Cafona, Bolovo, Deixar Quieto e Acaso. A produção musical é assinada pelo próprio André Whoong, que hoje se divide entre o trabalho autoral e o desenvolvimento de trilhas sonoras para longas e curtas, tendo trabalhado até mesmo em grandes produções, como os filmes Sequestro Relâmpago (estrelado por Marina Ruy Barbosa) e Olhar Indiscreto (Netflix).
Monkey Jhayam e Black Mantra se unem no single “Terra do Sol”

Nesta quarta-feira (19) Monkey Jhayam e Black Mantra disponibilizaram em todas às plataformas de streaming o single Terra do Sol, via Ditto Music. Terra do Sol é o single de estreia e também nomeia o EP do projeto que junta duas linguagens artísticas paulistanas expressivas: Monkey Jhayam, cantor e compositor, figura emblemática da cultura sound system e a big band de Funk e Soul, Black Mantra. E na segunda quinzena de abril, o EP Terra do Sol que é fruto desta parceria nasce com três faixas: Terra do Sol, De Boa e Vitrola. Nos encontros de criação entre banda e o compositor, a música Terra do Sol nasceu de maneira coletiva e se destaca entre as outras por propor uma junção de elementos do afrobeat, ritmo africano mesclado ao funk setentista e a música nordestina. A letra da música, assinada por Monkey Jhayam, sincretiza as vivências de um sobrevivente urbano, fazendo uma reflexão sobre os conflitos de poderes e crenças que perduram na sociedade por muitas gerações. Um paralelo ao clássico filme do cinema novo Deus E O Diabo Na Terra Do Sol, de Glauber Rocha. Ao longo do processo de pós-produção da música, surgiu a possibilidade da participação de Jorge Du Peixe (Nação Zumbi) e FurmigaDub. Jorge com seu timbre de voz único interpreta uma parte da letra que, segundo Monkey Jhayam, foi criada já pensado nessa possibilidade dando mais sentido na dinâmica e na estrutura do som e Furmiga toca rabeca, instrumento de origem Árabe que já é uma das marcas registradas do músico e produtor de João Pessoa, marcando um momento de transição onde a música se transforma do Afrobeat de Fela Kuti para o Baião de Luiz Gonzaga abrindo assim o portal para essa conexão. As cantoras Luana Jones e Srta Paola somam potência nos coros e backing vocals de todas as músicas assim como o percussionista Raphael Coelho assina as incríveis percussões que esse EP traz, em seus diferentes climas. A mixagem e masterização ficou por conta do produtor e engenheiro de som Mike Pelanconi aka Prince Fatty, que já trabalhou com artistas como Lily Allen, Gregory Isaacs, The last Poets, Hollie Cook e desde 2017 tem uma conexão direta e uma troca músical frequente com Monkey Jhayam. E no próximo dia 28, Monkey Jhayam e Black Mantra sobem ao palco da Comedoria do Sesc Pompéia para o lançamento do EP Terra do Sol. O show é inédito e traz além das faixas do EP uma nova linguagem musical, construída com o encontro entre os dois repertórios e universos artísticos. Agora juntos lapidam novas sonoridades e possibilidades. Monkey Jhayam & Black Mantra lançam EP no Sesc Pompeia Data: 28/04 (sexta-feira) Horário: 21h30 Local: Comedoria Ingressos: R$40 (Inteira), R$ 20 (Meia) e R$ 12 (Credencial Plena)
Entrevista | Deep Purple – “Nós continuamos porque tinha muita demanda pela banda”
Foo Fighters anuncia primeiro álbum após a morte de Taylor Hawkins

A banda Foo Fighters anunciou que lançará um álbum em 2 de junho. But Here We Are é o primeiro do grupo após a morte do baterista Taylor Hawkins, em março de 2022. O músico foi encontrado sem vida em um hotel em Bogotá, na Colômbia, vítima de um ataque cardiovascular causado pelo uso abusivo de entorpecentes. O primeiro single de But Here We Are, Rescued, foi revelado nesta quarta-feira (19). Com dez canções, o álbum é definido pela banda como um “testemunho do poder de cura da música, amizade e família.” O último disco do grupo, Medicine at Midnight rendeu a turnê que levou os músicos a shows ao redor do mundo, encerrando as apresentações na Colômbia, após a morte de Hawkins e cancelando a apresentação que fariam no Lollapalloza Brasil. Também nesta quarta-feira (19), o Foo Fighters viu o seu dia no The Town ter os ingressos esgotados. Foi o primeiro headliner depois de Bruno Mars (que tem duas datas no festival) a encerrar a venda de tíquetes. O Foo Fighters se apresenta em 9 de setembro, no Autódromo de Interlagos, ao lado de artistas como Garbage, Queens of the Stone Age e Pitty, todos no Palco The One, o principal do festival. Tracklist do álbum Rescued Under You Hearing Voices But Here We Are The Glass Nothing At All Show Me How Beyond Me The Teacher Rest
Rancid anuncia álbum e apresenta single Tomorrow Never Comes

A banda californiana Rancid anunciou o álbum de estúdio Tomorrow Never Comes para 2 de junho. Tomorrow Neves Comes, que chega via Hellcat Records e Epitaph Records, também teve o primeiro single revelado, a faixa-título. Tomorrow Never Comes é o primeiro disco de estúdio do Rancid desde o elogiado Trouble Maker, de 2017. Décimo álbum da carreira, Tomorrow Never Comes também será acompanhado de uma turnê pela Europa e Reino Unido. Produzido por Brett Gurewitz, guitarrista do Bad Religion e fundador da Epitaph Records, o álbum também teve o tracklist revelado. Tracklist de Tomorrow Never Comes Tomorrow Never Comes Mud, Blood, & Gold Devil In Disguise New American The Bloody & Violent History Don’t Make Me Do It It’s a Road to Righteousness Live Forever Drop Dead Inn Prisoners Song Magnificent Rogue One Way Ticket Hellbound Train Eddie the Butcher Hear Us Out When The Smoke Clears
Viviane Pitaya em busca da plenitude do single Mantra dos Dias Atuais

A cantora, compositora, atriz e produtora cultural baiana Viviane Pitaya, artista do Aceleração LabSonica 2.0 Toca do Bandido, lançou a potente Mantra dos Dias Atuais, no streaming e em videoclipe. O single chega às plataformas digitais pelo selo Toca Discos, dos produtores Constança Scofield e Felipe Rodarte, com distribuição da Altafonte Brasil. Mantra dos Dias Atuais é baseada em vivências pessoais e testemunhos de amigas da artista. “Como na maioria das minhas músicas, eu escrevo sobre a busca da paz, do equilíbrio e reconhecimento de capacidades para realização de sonhos. Quando digo Que eu tô sentada aqui no cais faço referência a outra música minha já lançada ‘Chá de Camomila’”, diz Viviane. Na concepção de Pitaya, Mantra dos Dias Atuais também representa a saga da mulher hetero que vai à luta, aquela que ‘escala montanhas’, faz terapia, yoga, foge dos ‘boy’ narcisista tóxico que comete abusos e se aproveitam da mulher moderna independente, e segue em busca de se realizar e ser plena, dando um basta em relacionamentos não satisfatórios para seu bem-estar. O single é um autêntico mantra da plenitude. Nesta nova música, a artista deixa ecoar seus vocais melódicos e fortes, com influência de timbre da cantora Joelma, reverberando a fortaleza das intenções nos versos da canção. O Mantra para quem quer deixar relacionamentos com pessoas que possam tirar o que se tem de mais precioso, a paz. Pelo olhar da direção e roteirização de Elias Bezerra e Ione Maria, o clipe traduz em imagens o que Pitaya canta na música.
Space Animals une lo-fi e beats eletrônicos no single The Mother Fly

Os músicos Rike Roncoletta e Julio Pires, também integrantes da banda de rock NDK, lançaram o single do projeto Space Animals, The Mother Fly. O projeto, lançado em 2022, une a música instrumental, o amor pelos animais e uma energia espacial. The Mother Fly estará disponível em todas as plataformas digitais pelo selo musical Marã Música, e chega acompanhado de um videoclipe. The Mother Fly é o quarto single do novo EP do Space Animals, que se chamará The Season One: The Request (já estão disponíveis as faixas The Call, The First Day e Tatu’s Song) e que chegará nos apps de música em breve. “O nome da música veio pela semelhança do riff inicial do sinth com um zumbido de mosca, e na história a mosca é representada como a nave principal onde os personagens são enviados para conhecer outros animais resgatados”, conta Rike. “Musicalmente segue na linha mais lo-fi com as características que já estão marcadas na sonoridade do Space Animals, como as linhas melódicas de baixo e dedilhados espaciais na guitarra, misturado ora com baterias orgânicas com efeitos ora com beats eletrônicos”, completa o músico.