Di Ferrero libera versão deluxe de álbum solo; ouça!

Di Ferrero disponibilizou o Deluxe do álbum :( Uma Bad, Uma Farra :) com as regravações Outra Dose (Punk Rock Version) e Polarizado ao vivo. Além disso, o trabalho vem acompanhado da última faixa inédita do projeto – Corpo Fechado. “Vou, com o corpo fechado/ Jogar tudo pro alto/ Sei que vale a pena insistir em mim/ Eu vou, coração desarmado/ Acelera o carro/ Sei que vale a pena insistir em mim”. A letra de Corpo Fechado conta a história de um término amoroso, de duas pessoas que acabaram se afastando. Contudo, o refrão traz uma perspectiva de superação, valorização e amor próprio. “Ela foi feita por mim e pelo Bruno Genz, baixista da banda. A letra saiu de uma história de vida e superação que o Bruno passou. História que me inspirou pra escrever esse som junto com ele. É uma música forte em alguns sentidos, tocamos ela nos shows e os fãs curtiram. Corpo Fechado é muito sincera e fico feliz desse som fazer parte desse Deluxe”, comenta Di Ferrero. A canção inédita vem acompanhada de um visualizer que traz Di Ferrero, Bruno Genz (baixo), Dan Valbusa (guitarra) e Vitor Peracetta (bateria) em turnê e na estrada pelo Brasil. As cenas mesclam os artistas apresentando Corpo Fechado em cima do palco e o backstage dos shows. Em seguida, Outra Dose (Punk Rock Version) chega com batidas marcantes e fortes. “Uma das minhas preferidas do show, essa versão feita pela banda que apelidamos de ‘Lenty Amarela’ (Bruno Genz, Dan Valbusa e Peracetta) que está na estrada comigo merecia uma gravação de estúdio e quem pediu foram os fãs. Então, aí está”, completa o artista. Por fim, Polarizado ao vivo, música que traz uma mensagem otimista mesmo em uma composição que critica a realidade, registrada em um show, uma farra ao vivo. “Ela é um registro ao vivo da música que curtimos muito tocar pra quem não teve a chance de ir nessa turnê sentir. A pressão do ao vivo”, finaliza Di Ferrero.

Com indie e carisma, Dani Bessa aborda amor à primeira vista em “Quinta-Feira”

Um amor à primeira vista tão intenso que o futuro a dois atravessa os pensamentos. Esse é o tema do novo single do cantor e compositor Dani Bessa: Quinta-Feira. A faixa é tão dançante quanto uma festa em meio de semana, explorando elementos do bedroom pop e do indie contemporâneo.  Para retratar esse eu lírico, Quinta-Feira remete ao cotidiano e à noite carioca com uma letra descontraída. O instrumental, por sua vez, representa o início de um novo ciclo para Dani Bessa, que outrora teve um estilo com guitarras e distorções similar à sonoridade de Arctic Monkeys e The Strokes.  Agora, o artista se baseia muito mais na simplicidade e no carisma de nomes como Mac DeMarco, Terno Rei, Men I Trust. Quinta-Feira ainda antecipa o primeiro álbum de estúdio de Dani Bessa, compondo o setlist ao lado do single Quando Eu Falei Pra Ela, lançado no fim de 2022.  O cantor explica a inspiração que culminou na nova canção. “Quinta-Feira narra uma saída para uma festa alternativa no Rio de Janeiro. É sobre resolver sair com os amigos no intuito de se divertir, sem se preocupar ou criar expectativas sobre a noite que está por vir. Porém, mesmo não buscando nada de especial, quando se menos espera, o eu lírico acaba encontrando alguém e as coisas acabam dando certo meio que de primeira. Ou seja, aborda uma paixão instantânea, que flui naturalmente”, destaca.  Nas gravações de Quinta-Feira, Dani Bessa cantou e gravou guitarras. Na ocasião, contou com o suporte do produtor musical Leandro Bessa, que colaborou com as linhas de baixo e bateria. A nova faixa também abre terreno para a sonoridade que o cantor deve apresentar nos próximos singles de 2023, dando corpo para próximas apresentações ao vivo do músico, que deve passar por São Paulo e Rio de Janeiro.

Zola Star faz ponte entre Brasil e África em novo álbum Loyembo

Na língua lingala, Loyembo significa cântico. E essa melodia que envolve é um dos marcos do trabalho do cantor, compositor, arranjador e instrumentista congo-angolano Zola Star. Um dos principais nomes da música africana em diáspora no Brasil, o artista se faz presente dentro da cultura carioca atual e cria em seu novo álbum, Loyembo, uma ponte entre Brasil e África. Guiado por seu violão e guitarra, o disco foi gravado em um modo de imersão, em apenas duas sessões no fim de 2020 no Estúdio Carolina com produção de Gus Levy. São canções sobre amores, desamores, tristezas e alegrias que trazem em sua sonoridade tons e ritmos novos para a maioria dos brasileiros – mas que, ao mesmo tempo, parecem habitar o nosso inconsciente musical coletivo. Representante da tradição da Rumba Congolesa, do Soukouss e também da moderna música de Angola, Zola Star tornou-se requisitado em produções musicais e respeitado pela sua técnica singular de tocar violão. Durante sua carreira, fez parcerias com nomes que vão de Anelis Assumpção (para quem gravou guitarras no disco Sal) e Leila Maria (para quem co-produziu, com Guilherme Kastrup, faixas do disco Ubunto), até artistas de prestígio do seu continente, como o angolano Abel Dueré e o congolês Lokua Kanza. Zola Star nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, e tem sua relação com a música marcada desde os primeiros anos de vida. Fugindo da guerra e em busca de estabelecer sua arte, ele deixou sua terra natal passando por diversas partes de Angola até desembarcar no Brasil, onde vive há 30 anos.  Aos 24, começou a construir sua carreira de destaque nas noites cariocas, cantando em Lingala e em Kikongo, e logo encontrou parceiros para o seu som, que formaram a banda Afrotropicaliente. Sua estreia solo foi em 2017, com o disco 60 Graus. Loyembo chega para consolidar uma história de amor à arte, às suas raízes e ao Brasil. Gravado, mixado e masterizado por Angelo Wolf e com participação especial de João Werneck e Sara Hana, na música Naza Yayo, o álbum está disponível em todas as plataformas de música.

Plebe Rude lança novo álbum e anuncia turnê; ouça Evolução Vol.II

A Plebe Rude lançou a segunda parte do projeto Evolução, que teve início antes da pandemia e foi interrompido devido a pausa nas atividades do setor cultural e de eventos. O álbum Evolução Vol. II, disponibilizado nesta quarta-feira (22), nas principais plataformas digitais, fecha um ciclo na trilha sonora do musical sobre a evolução humana. Ao todo, o projeto conta com 28 músicas. “Foi uma experiência fantástica compor não só pensando na linha evolutiva do homem, mas também em coreografia, movimentação de palco, imagens projetadas ao fundo e cenografia”, revela o vocalista Philippe Seabra, que já tinha experiências anteriores com trilha sonora, o que facilitou estabelecer tanto narrativa, quanto dramaticidade ao espetáculo. “Com momentos orquestrados, interlúdios eruditos, rock clássico se mesclando com o punk, percussão norte-africana, duas músicas com mais de 10 minutos e trechos que teriam que ter a voz de uma criança, valia de tudo em Evolução”. Evolução Vol.II soma-se ao Evolução Vol.I num álbum duplo temático produzido e gravado por Seabra no Estúdio Daybreak, em Brasília. Com participações de Walter Casagrande Jr., Jarbas Homem de Mello, Fabio Yoshihara, Dani Buarque e Ana Carolina Floriano, o disco passeia por eventos tão díspares da humanidade quanto os estilos musicais apresentados por ele. Mas o vocalista afirma que o recado de Evolução é simples: Se a nossa herança da Terra foi por acaso, a nossa passagem pelo universo é um grão de areia. E faz uma reflexão sobre a situação política atual no país. “Esse momento esdrúxulo no Brasil da ascensão da extrema direita que a democracia conseguiu sobreviver então, é uma molécula nesse grão e no arco do tempo, e será visto e julgado pela história apenas como lapso, uma aberração na linha evolutiva. O arco do universo moral é longo, mas se inclina em direção à justiça. Mas a eterna vigilância continua sempre necessária”. Para divulgar o lançamento, a Plebe Rude tem uma turnê marcada, com estreia na próxima sexta-feira (24) no Circo Voador, no Rio de Janeiro. A banda tem datas confirmadas também em Belo Horizonte (25), São Paulo (08 e 09/04), Jundiaí (28/04), Campinas (29/04), Contagem (13/05) e Curitiba (15/07). “Finalmente voltaremos para a estrada! E com material novo! Isso no dá o maior gás. Podem esperar uma Plebe com todos os hits, coisas do Evolução e outras surpresas”, adianta o baixista André X. “Temos uma grande expectativa em tocar as músicas ao vivo e ver a reação dos ‘plebeus’. Tem coisa lá que é muito teatral, muito cinematográfica (foi feita para o palco!) e outras que são de um estilo diferente do usual da Plebe. Vai ser interessante ver a reação da plateia”, completa.

Maçã de Cesto divulga EP Janeiro; ouça!

Voltando às origens, a guarujaense Maçã de Cesto lançou o EP Janeiro. O registro conta com três faixas, sendo duas inéditas. A terceira faixa, Chuva, foi revelada em2017 junto com um clipe desenvolvido pelos alunos de Cinema da Unimonte, de Santos. Na época, além de Chuva, foram gravadas mais duas canções em Estúdio: Mau Dia e Nosso Lar, que ficaram engavetadas durante os últimos seis anos. “A ideia era inserir mais instrumentos nas músicas, criar mais arranjos… Mas no final foi decidido que iríamos seguir assim. Com a mesma simplicidade de Chuva“, comenta Hugo Alves. O EP traz uma atmosfera de calmaria composta somente por violão e voz, produzida pelo produtor Guarujaense Felipe Vassão.

Aliados representa Santos no Lolla; confira outros artistas da região que já tocaram no festival

Faltando três dias para o início da décima edição do Lollapalooza Brasil, o Blog n’ Roll relembra as participações santistas em um dos maiores festivais de música do mundo. Aliados é a representante da vez. A banda se apresenta na sexta-feira (24), às 12h, no Palco Budweiser. Aliás, essa é a segunda vez do Aliados no Lolla. Mas eles esperam concluir a apresentação dessa vez. No ano passado, o show, previsto para acontecer no palco Onix às 12h15, foi interrompido assim que teve início em função do vendaval. O vocalista do grupo, Gustavo Fildzz, disse ao microfone que a performance seria pausada para a segurança do público. “Esperamos muito por esse momento, mas precisamos fazer um show seguro “, afirmou. Garage Fuzz, Zimbra e Bula também já mostraram a força do nosso celeiro em outras oportunidades. Veterana do hardcore nacional, a Garage Fuzz marcou presença na primeira edição do Lollapalooza, em 2012, ainda no Jockey Clube. Tocou no mesmo dia que Arctic Monkeys, Jane’s Addiction e MGMT. “A experiência foi muito boa. A organização foi de primeiro mundo. Representar a cena hardcore punk nacional foi uma sensação excelente, com certeza é um festival pertinente para o Brasil”, diz o baixista do Garage, Fabrício Souza. O músico afirma que não sentiu nenhuma diferença pós festival para a banda, que já está na ativa há quase 30 anos. “Para ter uma ideia, uma semana depois do Lollapalooza, tocamos na quadra de uma escola em Itapevi. E com o mesmo sentimento. O legal é o estímulo e a empolgação de participar de um festival desse porte. Também mostramos o som para um público que não o conhecia”. Zimbra e Bula foram escaladas para o mesmo dia, em 2015. Dividiram a atenção com Robert Plant, Jack White, Kasabian, Bastille, entre outros. O vocalista da Zimbra, Rafael Costa, lembra com carinho da participação da banda. “Foi uma experiência única, estávamos começando a tocar fora de Santos. Pra gente foi um momento que demos um passinho a mais na nossa identidade. Passamos a encarar com mais seriedade. Além disso, era um sonho de criança: tocar no Lollapalooza e no Rock in Rio, que ainda não aconteceu”.

Brisa Flow é a primeira artista indígena a se apresentar no Lolla

Brisa Flow é a primeira mulher indígena originária marrona a ser escalada para tocar no Lollapalooza Brasil. Ela prepara um show exclusivo para ocasião, na qual apresentará novos arranjos e possibilidades para canções do seu disco mais recente, Janequeo (2022), e também para faixas dos seus trabalhos anteriores. A artista sobe ao palco Chevrolet, às 12h30 de sexta-feira (24), mesma data que tem a cantora Billie Eilish e o rapper Lil Nas X como headliners. Acompanhada por uma banda formada por Ian Wapichana (voz e violão), Vênus Garland (teclado), Beatriz Lima (baixo), Victor Prado (trompa) e Pitee Batelares (bateria), Brisa Flow ressalta a importância dela ocupar o espaço em um evento como o Lollapalooza Brasil com estes músicos. “Fomos nos aquilombando conforme os nossos laços foram se fortalecendo. Acredito neste aquilombamento urbano como uma prática artística de juntar pessoas trans, indígenas e pretas numa soma para transformar a cena em um lugar mais diverso e também trazer toda nossa potência para que possamos valorizar a cultura brasileira e latino-americana, como prefiro chamar de Abya Yala”. O figurino de Brisa Flow para o show no LollaBR também está sendo pensado de forma especial e será assinado por ela ao lado da fashion designer Vicenta Perrotta, e do diretor criativo (e também produtor artístico da cantora) Amangelo Prateado. Criado e gerenciado por Vicenta Perrotta, o atêlie TRANSmoras foca em habilitar pessoas trans para o mercado de trabalho da moda. “A ideia é pensar como a construção da moda passa pela água, rios, plantações e muitas mãos. Também se conscientizar sobre quem são essas pessoas e como podemos valorizar e causar menos impactos ao meio ambiente tudo isso enquanto arrasamos nos looks”, complementa Brisa. Para este figurino, as peças serão produzidas pelo ateliê no ATM Lab, que tem sede no Centro Cultural de São Paulo. O setlist do show mistura o rap com cantos ancestrais, jazz, eletrônico e neo/soul, reunindo faixas do disco Janequeo (2022), com arranjos inéditos para bandas de faixas como Camburi, Making Luv, Besitos, Etnocídio e Marrona Libre. Já a projeção conta com artes de Ge Viana, Bonikta e Coletivo Coletores, que utilizam diferentes linguagens visuais e tecnológicas para discutir temáticas ligadas às periferias, apagamentos históricos e culturais e o direito à cidade. “Queremos falar de amor, fazer música e arte que move, transforma e chama o público para se envolver junto”, finaliza Brisa Flow. Serviço – Brisa Flow @ Lollapalooza Brasil, SP Data: 24 de março (sexta-feira) Horário: 12h30 Local: Autódromo de Interlagos Endereço: Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São Paulo – SP Ingressos

Medulla recebe Lucas Silveira e Jup do Bairro em sua estreia no Lollapalooza

Chegar até o Lollapalooza Brasil não foi tarefa fácil para o Medulla. A banda, que retornou de um hiato no ano passado, celebra em 2023 o reencontro caloroso com o grande público, em um dos principais eventos de música. Para chegarem até o palco Chevrolet, no sábado (25), às 12h30, os integrantes Keops, Raony, Tuti AC e Alex Vinicius cruzaram o caminho de uma série de artistas e parceiros, e, agora, os convidam para celebrar esse momento ao lado da banda. São eles: o vocalista da Fresno, Lucas Silveira, e a cantora Jup do Bairro. Os headliners Twenty One Pilots, Melanie Martinez e Tame Impala se apresentam na mesma noite. O show do Medulla no LollaBR foi idealizado exclusivamente para o festival, possibilitando a banda de colocar em prática o desejo de performar ao vivo com esses artistas que já admiravam. “O Lucas é nosso irmão de muitos anos, temos músicas juntos, mas nunca fizemos elas ao vivo. Achamos um momento muito especial pra finalmente fazer isso”, explica Keops, que completa: “com a Jup não foi diferente. Tivemos uma aproximação maior nos últimos anos e sempre estamos nos paquerando pra fazer algo. Achamos a oportunidade perfeita com o Lollapalooza”. Na ocasião, o Medulla apresenta pela primeira vez ao vivo a canção Fuder e Dormir Juntin, lançada no último dia 16. Este é o primeiro single após o retorno do grupo. Composições dos trabalhos Medulla (2014) e Deus e o Átomo (2016) também integram o setlist. Serviço – Lollapalooza Brasil 2023 Dias 24, 25 e 26 de março de 2023 Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São Paulo Informações Siga nas redes: @lollapaloozabr