Songs of Surrender, álbum com releituras do U2 chega ao streaming
Conheça jøta, artista que testa novos limites do rock e do pop em O Pior de mim

Renascendo em suas identidades musicais, jøta se entrega por completo em O Pior de mim, faixa que traz forte pegada do rock alternativo com veia pop. Num mergulho intimista para encarar seus próprios demônios, o artista revela problemas que circulam o imaginário de diversas pessoas. A música chega com um clipe. “O Pior de Mim é uma música que revela um pouco das minhas inseguranças e incertezas na vida. Ela aborda a depressão e as dificuldades de conviver com essa doença que afeta muitas pessoas. Por isso, esta canção é muito significativa pra mim. Ela foi escrita em um momento chave da minha vida, e serve como ponto de partida para uma busca emocional que se reflete na letra, expondo todos os meus sentimentos”, revela. Nascido e crescido em Sorocaba, em São Paulo, jøta teve diversos projetos musicais e bandas em sua trajetória, transitando do pop e rock alternativo até o emo e pop punk. Agora, ele quer unir todas essas identidades e sonoridades em um projeto solo que explora suas inseguranças e incertezas, com o objetivo de enfrentá-las e superá-las por meio da arte. Com beats de Matheus Zanetti e produção, mix e master de João Hassuike, O Pior de Mim está disponível em todas as plataformas de streaming.
Brita viaja pelo rock com influências tropicais em álbum de estreia

A banda fluminense Brita faz um mergulho profundo no disco Intrínseco. O grupo transforma, por meio de versos sensoriais, o que é físico em metafísico para retratar, nas entrelinhas do cotidiano, uma busca por autoconhecimento e cura pela arte. “Comecei a compor as músicas deste álbum no final de 2019 na intimidade do quarto, sem pretensão de algum dia compartilhá-las. Com o tempo, o projeto foi ganhando corpo e por meio do incentivo e ajuda de amigos fui começando a montar o que veio a ser o Intrínseco. O mar e suas simbologias são fontes de inspiração neste disco, sua imensidão e movimento constante, ora revolto, ora manso, me faz pensar sobre as inconstâncias do viver. Busquei traduzir no som esses aspectos em canções fluidas que transitam nos tempos e ambiências”, conta Barbara Guanais, responsável pela voz e guitarra na banda. Fundada por Guanais em 2019, Brita lançou dois anos depois seu EP de estreia Amena e agora, com uma formação que ainda conta com Daniel Duarte (bateria) e os novos integrantes Hugo Noguchi (baixo) e Victor Cardoso (guitarra), se consolida com o seu primeiro álbum. Gravado no Estúdio Terra, Búzios, na Região dos Lagos do Rio, com produção de Guanais e Duarte, Intrínseco está disponível em todas as plataformas de música.
Registro seminal do punk brasileiro chega em formato digital e vinil

Uma das bandas pioneiras do punk brasileiro, a Ratos do Beco lançou um cru e pesado registro em todas as plataformas de música e como um vinil de de 7” com a gravação de um ensaio. São Paulo, Setembro de 1978 é um álbum histórico e inédito que chega junto de um encarte com um material jornalístico e fotográfico para contextualizar a cena da época. Criada por Miguel Barella (Agentss, Voluntários da Pátria e Blue Beast), RH Jackson (parceiro de João Debruço no disco Caracol, parte do Low Key Hackers e produtor de importantes bandas como Ira!, Fellini e Ratos de Porão), Guilherme Xepa e Roberto Refinetti, todos ainda em tempo de escola, a Ratos do Beco surgiu antes de terem palcos disponíveis para o tipo de som que faziam e durou somente por três meses no fim de 1978. Por falta de locais para se apresentar, os ensaios do grupo se transformaram em shows. Sempre apareciam amigos interessados para ouvir a “música punk” – além dos curiosos ocupantes dos carros que paravam no farol em frente à garagem, onde a banda ensaiava com a porta estrategicamente aberta. Eles voltavam para ouvir a música de perto e perguntar que estilo era aquele. Um desses ensaios foi gravado em fita de rolo, guardada por Barella, e se materializou neste vinil, quase 45 anos depois. O resultado é um documento fiel e detalhado da estética e espírito de uma época. Traz quatro composições originais dos Ratos do Beco, um trecho de Now I Wanna Sniff Some Glue dos Ramones, e dá uma ideia do que poderiam ter sido os shows que não aconteceram. Com digitalização no Estúdio MOSH e masterização para vinil no Reference Mastering Studio por Homero Lotito com orientação estética de Miguel Barella, o vinil ganha cópias limitadas e em alta qualidade via Polysom, com um lançamento do selo Nada Nada Discos.
Glaw Nader transforma em jazz negro a obra de Baden Powell muitas vezes embranquecida

Em seu disco de estreia, Tempo de Amor, a cantora e compositora Glaw Nader faz um resgate do repertório de Baden Powell, instrumentista e compositor negro imortalizado até então, principalmente, por vozes brancas. Glaw faz da sua arte um caminho para ressignificar a música afrobrasileira e trazer de volta o protagonismo para artistas negros relegados ao segundo plano e com este lançamento, a artista dá um grande passo em direção a isso. “A inspiração musical e estética desse lançamento está intimamente ligada ao trabalho da minha carreira, que é o de reverenciar a música afrobrasileira, bem como os compositores negros e através da minha voz, reivindicar o lugar de protagonismo. A escolha pela obra de Baden Powell vem exatamente desse desejo de dar uma voz negra para suas composições, que foram consagradas em vozes brancas”, resume Glaw. O álbum Tempo de amor é o debut de Glaw Nader, com um repertório que coloca a negritude em primeiro plano – não só a de Baden Powell, como a da própria cantora. Nos arranjos, surge a presença marcante de instrumentos de percussão e um violão modal que remete ao estilo tão característico do próprio homenageado. O disco é guiado pelo vocal potente de Glaw e uma banda formada por metais, percussão, violão, baixo, bateria e teclado. Os arranjos são do guitarrista Samy Erick e incluem clássicos da MPB em suas 14 faixas. A realização do projeto celebra, com novas cores, um repertório tão intimamente conhecido pela cantora, desde que estudava os afro-sambas para o Duo Alma e Raiz, formado ao lado do violonista Wagner Raposo a partir de 2016. Agora, Glaw mergulha ainda mais profundamente na obra de um dos instrumentistas e compositores mais importantes da música brasileira, mas faz isso sob a perspectiva de uma intérprete que valoriza a história do autor e a sua própria, sua pele e sua voz. “Amor é fazer aquilo que você sente que é a verdade da sua vida. Ao selecionar o repertório, a temática de amor e dores de amor ficou marcante e, com o tempo, a ideia do álbum foi ganhando mais forma”, afirma Glaw.
Candlemass substitui Saxon no Monsters of Rock
Nelson D feat Edgar em “Três Palavras”

Chegou nas plataformas digitais pelo selo Balaclava Records o single Três Palavras, de Nelson D com feat com o rapper Edgar. Na parte instrumental, Nelson D aplicou ao funk a própria influência indígena e da eletrônica. Nos timbres do Beat aparecem flautas, maracas, mas também Synth distorcidos inspirados pelo Drum & Bass e pelo Techno. Nelson D se inspirou em os Noisia, band de DJ e produtores holandesa, famosos pelo sound design dos próprios elementos sonoros. Esses sons convergem numa estética Cyberpunk Brasileira bem agressiva, onde a rebeldia das letras se funde com o Beat num impacto neurótico futurista. Com a participação de Edgar vemos uma nova faceta do compositor, em uma letra completamente debochada e despretensiosa de gatilhos ou alarmes como nos discos anteriores. Junto dessa produção de Nelson D conhecemos um Edgar mais extrovertido. “Vivemos uma ressaca política gigantesca que não se encerra nas terras brasileiras. Anteriormente a expressão “que saudade do meu ex” era totalmente atrelada ao atual presidente Lula, logo assim como presidente atual, o “ex” se torna Bolsonaro, dando sequência para Edgar cantar uma letra particularmente ácida e irônica sobre as lembranças deixadas por um governo tóxico e totalitário para os amantes apaixonados que ainda defendem as ideias desumanas desse ex presidente, ou ex namorado, ex patrão. É um desabafo popular com linguagem clara e nítida para tempos de desordem”, pontua Nelson D.
Substituição no Lolla: Sai Willow, entra Baco Exu do Blues

A passagem de Willow pelo México e América do Sul, incluindo o show no Lollapalooza Brasil, precisou ser cancelada devido a circunstâncias imprevistas e fora do controle da organização do evento. Baco Exu do Blues foi anunciado como substituto. Marcado para os dias 24, 25 e 26 de março de 2023, em São Paulo, o evento está nos preparativos para a sua décima edição brasileira. Billie Eilish, Drake, Lil Nas X e Twenty One Pilots são alguns dos destaques deste ano. Principal nome do trap nacional, L7NNON, que já estava escalado para a edição de 2023, sobe ao palco Budweiser no horário em que a artista americana se apresentaria — às 16h25 do dia 26 de março. O line-up ganha o reforço de outro nome importante do rap nacional, Baco Exu do Blues, que tem o show marcado para às 18h35, também do dia 26 de março, no palco adidas. Para quem ainda não garantiu o ingresso, há opções disponíveis para a edição que promete ser a mais histórica do LollaBR no site (com taxa) e na bilheteria oficial (sem taxa). Nova atração anunciada, o rapper baiano Baco Exu do Blues chamou atenção pelo single Te Amo Disgraça e, em seguida, se consolidou com o lançamento do disco Bluesman (2018). O curta-metragem deste álbum, inclusive, ganhou o Gran Prix do festival Cannes Lions – um dos mais importantes do mercado publicitário – na categoria Entertainment for Music, em 2019. Ele foi o primeiro brasileiro a conquistar tal feito, sendo que, na ocasião, dividiu a vitória com o vídeo This is America, do rapper Childish Gambino, e superou Apeshit, conhecido vídeo de Beyoncé e Jay-Z, registrado no Museu do Louvre, em Paris. Atualmente, Baco está em turnê com o show do disco Quantas vezes você já foi amado?, lançado no começo de 2023. Lollapalooza Brasil Dias 24, 25 e 26 de março de 2023 Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São Paulo Informações Siga nas redes: @lollapaloozabr Valores*: Para os dias 24 e 26: Lolla Day: a partir de R$ 550 (lote 1 – meia entrada) Lolla Comfort by next (Day): a partir de R$ 990 (lote 1 – meia entrada) Lolla Lounge by Vivo (Day): a partir de R$ 1.650 (lote 1 – meia entrada) Lolla Pass: a partir de R$1.500 (lote 4 – meia entrada) Sábado, 25 de março: Lolla Day a partir de R$650 Confira como fica a programação do Lollapalooza Brasil 2023 24 de março, sexta-feira Palco Budweiser Aliados – 12:00 – 12:30 BABY – 13:20 – 14:05 ANAVITÓRIA – 15:00 – 15:45 Mother Mother – 16:55 – 17:55 Kali Uchis – 19:05 – 20:05 Billie Eilish – 21:15 – 22:45 Palco Chevrolet Brisa Flow – 12:30 – 13:15 Black Alien – 14:10 – 14:55 Modest Mouse – 15:50 – 16:50 Conan Gray – 18:00 – 19:00 Lil Nas X – 20:10 – 21:10 Palco adidas Gab Ferreira – 12:00 – 12:30 Planta & Raiz – 13:20 – 14:05 Suki Waterhouse – 15:00 – 15:45 Hot Milk – 16:55 – 17:55 Polo & Pan – 19:05 – 20:05 Rise Against – 21:15 – 22:15 Palco Perry’s by Johnnie Walker Blonde Curol – 12:00 – 12:30 Aline Rocha – 12:45 – 13:15 Madds – 13:30 – 14:15 Öwnboss – 14:30 – 15:15 Devochka – 15:30 – 16:30 Nora En Pure – 16:45 – 17:45 Pedro Sampaio – 18:00 – 19:00 John Summit – 19:15 – 20:15 Gorgon City 20:30 – 21:30 Claptone – 21:45 – 22:45 25 de março, sábado Palco Budweiser Mulamba – 12:00 – 12:30 Tássia Reis – 13:05 – 13:45 LUDMILLA – 14:40 – 15:35 Wallows – 16:45 – 17:45 The 1975 – 18:55 – 19:55 Twenty Øne Piløts – 21:30 – 23:00 Palco Chevrolet Medulla – 12:30 – 13:00 Gilsons – 13:50 – 14:35 YUNGBLUD – 15:40 – 16:40 Jane’s Addiction – 17:50 – 18:50 Tame Impala – 20:00 – 21:25 Palco adidas Ana Frango Elétrico – 12:00 – 12:30 Carol Biazin – 13:05 – 13:45 Pitty – 14:40 – 15:35 Filipe Ret – 16:45 – 17:45 Sofi Tukker – 18:55 – 19:55 Melanie Martinez – 21:35 – 22:35 Palco Perry’s by Johnnie Walker Blonde Valentina Luz – 12:00 – 12:30 Melanie Ribbe – 12:45 – 13:15 Binaryh – 13:30 – 14:15 D-Nox – 14:30 – 15:15 Eli Iwasa – 15:30 – 16:15 Almanac – 16:30 – 17:30 Liu – 17:45 – 18:45 Mochakk – 19:00- 20:00 Purple Disco Machine – 20:15 – 21:15 Jamie XX – 21:45 – 23:00 26 de março, domingo Palco Budweiser Larissa Luz – 12:40 – 13:20 Rashid – 14:15 – 15:15 L7NNON – 16:25 – 17:25 Tove Lo – 18:35 – 19:35 Drake – 21:00 – 22:30 Palco Chevrolet Number Teddie – 12:00 – 12:35 Tuyo – 13:25 – 14:10 Os Paralamas do Sucesso – 15:20 – 16:20 Aurora – 17:30 – 18:30 Rosalía – 19:40 – 20:55 Palco adidas Black Pantera – 12:40 – 13:20 O Grilo – 14:15 – 15:15 The Rose – 16:25 – 17:25 Baco Exu do Blues – 18:35 – 19:35 Cigarettes After Sex – 21:00 – 22:00 Palco Perry’s by Johnnie Walker Blonde Carol Seubert – 12:00 – 12:30 Camilla Brunetta – 12:45 – 13:15 Deekapz – 13:30 – 14:15 Carola – 14:30 – 15:15 Santti – 15:30 – 16:15 Rooftime – 16:30 – 17:30 Dubdogz x KVSH – 17:45 – 18:45 Fred Again.. – 19:00 – 20:00 Alison Wonderland – 20:15 – 21:15 Armin van Buuren – 21:30 – 22:30
Black Pantera lança clipe às vésperas do show no Lollapalooza

Uma das melhores bandas de rock da atualidade, o Black Pantera vem se consagrando a cada novo show. Depois de terem se apresentado em várias cidades do Brasil, em festivais como Rock in Rio, Primavera Sound, Knotfest e Afropunk Bahia, eles chegam ao palco do Lollapalooza Brasil no próximo dia 26. Antes disso, apresentam o clipe de Não Fode meu Rolê, música que faz parte do álbum Ascensão (Deck). Com direção de Carol Borges e gravado em Uberaba, cidade natal dos integrantes, o vídeo traz imagens atuais e fotos antigas, muitas de família. “Essa clipe traz nossa história, mostra a época em que começamos a ter nossas primeiras bandas, os lugares onde crescessemos e vivemos. A música fala sobre uma quebra de paradigmas, de força de vontade, da nossa luta para fazer nosso som, nosso trabalho”, comenta o baixista Chaene “É um dos nosso clipes mais bonitos, é uma homenagem às nossas famílias, nossos amigos e aos lugares que sempre nos acolheram. Nos emocionamos muito com o resultado”, finaliza.