Com o blues na alma, na voz e no corpo, Sonja lança “Calma”

Dona de uma voz potente e uma presença marcante, Sonja lançou Calma, primeiro single de seu segundo disco autoral, acompanhado de videoclipe, nesta sexta-feira (5). A música dá o pontapé inicial ao trabalho que se influencia pelo blues e resulta em uma música brasileira contemporânea e altamente espiritualizada. O single reflete os dias atuais e traz uma mensagem motivadora para os ouvintes através de uma rica produção musical com influências de Rita Lee e Etta James. A faixa mostra que todos nós passamos por momentos de ansiedade, medo e insegurança. “A minha própria falta de calma, em várias situações da minha vida, me fizeram escrever essa letra com afirmações que faço pra mim mesma quando preciso entender que, naquele momento, eu preciso ter calma. Então, ela vem muito como um respiro.”, explica a artista. “Se alinharmos a mente e o espírito, reconheceremos o real tamanho das coisas que, geralmente, parecem muito maiores do que realmente são.” Seus últimos três anos foram dedicados exclusivamente à preparação do disco, produzido por Marco Lacerda, com co-produção de Ygor Helbourn, e dela mesma. Sim! Sonja participa ativamente da produção musical deste trabalho e conta que cada uma das faixas será representada por uma carta – do baralho cigano e do Tarot de Marselha. Calma, por exemplo, é uma música que veio a ela através da espiritualidade e é representada pela carta Temperança, que simboliza equilíbrio, paz e paciência, revela Sonja. A tarefa de escolha das cartas correspondentes contou com a ajuda de uma taróloga. A canção autoral, descrita como um “blues brasileiro”, é composta e co-escrita por Marco Lacerda, e todo o disco em português vem pra reforçar a conexão do Blues com a música brasileira.
Integrante do Vanguart, Reginaldo Lincoln lança single e clipe “Ai de Mim”

Vocalista e multi-instrumentista da banda Vanguart, Reginaldo Lincoln aproveitou o recesso da sua banda para entrar em estúdio e registrar algumas canções. Ele, que é compositor e co-autor de sucessos do Vanguart como Meu Sol, Todas as Cores, Demorou pra Ser e Intervenção Lunar, entre outras, lançou a canção Ai de Mim. “Essa letra fala sobre a mão estendida que antecede o abraço, o aconchego do colo conhecido e amado. É possível se perder em bons sentimentos quando se está aberto para aprender, mesmo que seja errando”, comentou ele. O arranjo da música mescla instrumentos acústicos com samples e timbres eletrônicos trazidos pelo produtor Fabio Pinczowisk, que também toca as guitarras. Kezo Nogueira completa o time tocando bateria e percussão de forma sublime e delicada. “Ter a chance de experimentar coisas novas no estúdio é o que me motiva a seguir gravando essas canções”, finaliza. O vídeo que acompanha o clipe foi dirigido pelo artista visual Gabriel Barretto e utiliza uma ferramenta que gera imagens através de inteligência artificial, combinada com imagens do Reginaldo tocando. Além dos seis álbuns de estúdio com o Vanguart, Reginaldo Lincoln lançou o disco solo Nosso Lugar em 2014.
Sick Dogs in Trouble divulga Better Be Alone, single do álbum de estreia

A banda paulistana Sick Dogs in Trouble, formada em 2018, lançou nesta quarta-feira (3) o videoclipe do single Better Be Alone. A faixa faz parte do álbum de estreia Dead Lovers, previsto para o próximo dia 31. A canção, composta pelo vocalista e guitarrista Raul Signorini, versa sobre momentos em que o isolamento precisa ser compreendido, segundo o músico, de forma generosa e paciente. Quando cortar laços se torna realmente necessário. “Sabe aquele ditado: ‘é melhor estar sozinho do que mal acompanhado’? A música nasceu num momento em que eu me sentia exatamente assim: embora acompanhado, havia um profundo sentimento de solidão. Então compreendi que deveria transformar a solidão em solitude”. Com influências de Social Distortion e Backyard Babies, Better Be Alone sintetiza o que o público pode esperar do primeiro álbum da Sick Dogs in Trouble. “A faixa tem um riff hard rock, um refrão pop, uma ponte onde a música fica mais pesada e tem solo de guitarra. Enfim, tudo que a gente adora”, diz Signorini. O guitarrista Felipe Skid concorda, e revela ainda: “Na ponte para o solo quisermos nos aproximar um pouco da sonoridade do HIM, que é uma banda a qual Raul e eu amamos, mas que foge bastante do Sick Dogs, então tentamos colocar ali de forma discreta”. Better Be Alone foi mixado e masterizado por Raul Zanardo e ganhou um videoclipe dirigido por Nanda Arantes da produtora Red Rat, que agradou a banda. “O resultado ficou incrível”, diz Signorini. “Acho que as cores do clipe é o que mais vai chamar a atenção do público. Realmente sem palavras. Destaque pro nosso amigo Daniel Casanova que fez a iluminação”, completa Skid. Além de Raul Signorini (guitarra e voz) e Felipe Skid (guitarra), atualmente fazem parte da banda, Junior Drummer (bateria) e Fabiones (baixo).
Mulamba anuncia fim da banda; Despedida terá três shows em SP

A banda curitibana Mulamba, que pulsa força e poesia unindo influências que vão do rock à música erudita, formada por Amanda Pacífico (vocal), Cacau de Sá (vocal), Caro Pisco (bateria), Érica Silva (guitarra), Fer Koppe (violoncelo) e Naíra Debértolis (baixo), anunciou nesta quinta-feira (3) o fim de suas atividades. Conhecidas pelo discurso contundente em reiterar os anseios e as inquietações de quem transforma a luta pela igualdade de gênero em batalha diária, a banda faz três shows gratuitos de despedida em São Paulo: 4 de junho, no Centro Cultural Tendal da Lapa, às 16h; 8 de junho, no Centro Cultural Diversidade Sul Pinheiros, às 20h; e 18 de junho, no WME Conference na Casa Natura Musical. Confira abaixo a íntegra da carta de despedida da Mulamba “Uma história é construída junto, nós construímos uma história e formamos uma família há mais de sete anos. O começo foi como tem que ser todo começo, despretensioso e único. Cada pessoa e sua singularidade, formando a potência chamada MULAMBA. A banda nasceu de uma simples ideia de fazer um som em homenagem à Cassia Eller e outras artistas, que entre um som e outro tocava uma autoral e assim foi. Chegamos aqui, 2023, dois discos, muita estrada, asfalto, mato, show em boteco, teatro, festival, na rua, na praça, risada, muito perrengue, coisa séria, brincadeira, som bom, muito bom, na verdade. Junção de coração bonito e mais som. Foram mais de sete anos de muita coisa, e chegou a hora de pisar no freio, voltar pra casa ou sair dela, hora de descansar o coração ou acelerar mais ainda. A gente simplesmente não tem palavras pra agradecer a esse mundo de gente que acreditou na MULAMBA. Todo afeto que recebemos, guardamos no coração! Agradecemos o crescimento que tivemos em cada show, agradecemos a quem nos fez teatro, poesia e até questão de prova de escola e faculdade. Isso que é importante, saber que somamos de alguma forma! Assim como somaram conosco para que a banda acontecesse: produção, diretoras, atrizes, vídeo, áudio, fotografia, limpeza, montagem, som, palco, nossa… é tanta coisa que não dá pra enumerar aqui! Acima de tudo, agradecemos ao público, aos fãs, nossas famílias, amigues, sem vocês isso nunca teria acontecido, nunca teria sido possível e isso é inestimável, ecoar em coro em suas vozes sempre é emocionante. E como o mundo é grande e as estradas são muitas, com a sensação de dever cumprido e mensagem transmitida, chegou a hora de quem caminha nessa trilha continuar seu rumo, só não mais como banda. Nos encontraremos no trajeto da vida, e que essa força, chamada MULAMBA, perdure, e que nossa música continue ressoando nos quatro cantos. Que seja um novo despertar. Fica nosso abraço, nosso som, nosso carinho e nosso amor a quem nos acompanhou até aqui. Valeu, gente! 🧡”
Em EP de virada na carreira, Riko Viana cria jukebox do subúrbio

Inspirado nas músicas ouvida nos bares, rodoviárias, celulares e ruas da extrema Zona Oeste do Rio, Riko Viana busca a beleza de abraçar as raízes de um modo pop, brega, funkeado, sensual e brasileiríssimo. Metarmofose marca uma fase do artista entre o pop e o bregapunk unindo elementos do hip hop, baião, afrobeat, reggaeton, funk, tecnobrega fazendo referências ao candomblé, em um trabalho que celebra a identidade do cantor, compositor e produtor musical para muito além do pertencimento à multidão. “Quando se pensa em hip-hop, pensamos logo naquele modelo estadunidense, sem batucada, mas o conceito popular do que é hip-hop é de música feita por pessoas periféricas, com pouco recurso e de alcance de massa, e que transformam esse pouco recurso em linguagem. Quando olhamos para o Brasil, quais músicas são feitas com pouco recurso por pessoas periféricas e que tem alcance de massa? Então o samba é em parte hip-hop, o funk e o brega também são”, reflete Riko. Após anos com um trabalho voltado para a MPB nos EPs Anelo e Ao Vivo no Estúdio PlayRec, Riko Viana abraçou suas raízes nordestinas e suburbanas ao se reinventar no que chama de XAMEGARIA, um som para ouvir junto, tropical e sexy. Porém, esse reencontro veio de um processo de dor. “Eu já estava numa jornada de mergulhar na minha ancestralidade nordestina, após sofrer um episódio de xenofobia. Fui chamado de nordestino em tom pejorativo dentro de um supermercado em um bairro nobre do RJ e desde lá mudei como pessoa e como artista. Fiz meu barraco, não deixei por baixo. Mas aquilo fez eu me reconectar com minhas raízes nordestinas”, conta Riko, que faz de sua arte uma reflexão sobre a vivência como fruto do êxodo nordestino se misturando à cultura das favelas e periferias cariocas. Este é um lançamento do selo 2Bit Records, iniciativa baseada em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que é ao mesmo tempo o bairro mais populoso do Brasil e uma área com pouco olhar da mídia e autoridades. Capitaneado por Xavier2bit e Riko Viana, o selo visa a trazer as sonoridades do subúrbio real, indo do rap ao funk, do Piseiro ao Trap, amplificando vozes e mensagens que se comunicam diretamente com as pessoas de forma popular, fazendo música popular de verdade.
The Hives anuncia The Death of Randy Fitzsimmons com single Bogus Operandi

O The Hives anunciou seu primeiro álbum de estúdio em mais de uma década. The Death Of Randy Fitzsimmons chegará ao mercado em 11 de agosto de 2023 via FUGA. O anúncio veio acompanhado do lançamento da faixa de abertura do álbum, Bogus Operandi. Aliás, o single também recebeu um videoclipe dirigido por Aube Perrie (Harry Styles e Megan Thee Stallion). O anúncio do novo álbum e o single precedem os shows de Los Angeles e New York neste mês e uma turnê no segundo semestre pela Europa com o Arctic Monkeys. Tracklist de The Death Of Randy Fitzsimmons Bogus Operandi Trapdoor Solution Countdown To Shutdown Rigor Mortis Radio Stick Up Smoke & Mirrors Crash Into The Weekend Two Kinds Of Trouble The Way The Story Goes The Bomb What Did I Ever Do To You? Step Out Of The Way
Entrevista | Kaiser Chiefs – “É fácil se tornar saudosista depois dos 40”
Rancid divulga segundo som do novo álbum; ouça Don’t Make Me Do It

Faltando um mês para o lançamento do álbum Tomorrow Never Comes, o Rancid revelou, nesta terça-feira (2), o segundo single do novo projeto, Don’t Make Me Do It. Assim como a faixa-título, divulgada recentemente, o novo som traz a banda bem pesada, em apenas 58 segundos de duração. Será que o novo álbum será todo na linha do homônimo, de 2000? Vamos aguardar! Tomorrow Never Comes é o primeiro disco de estúdio do Rancid desde o elogiado Trouble Maker, de 2017. Décimo álbum da carreira, Tomorrow Never Comes também será acompanhado de uma turnê pela Europa e Reino Unido. Produzido por Brett Gurewitz, guitarrista do Bad Religion e fundador da Epitaph Records, o álbum também teve o tracklist revelado. Tracklist de Tomorrow Never Comes Tomorrow Never Comes Mud, Blood, & Gold Devil In Disguise New American The Bloody & Violent History Don’t Make Me Do It It’s a Road to Righteousness Live Forever Drop Dead Inn Prisoners Song Magnificent Rogue One Way Ticket Hellbound Train Eddie the Butcher Hear Us Out When The Smoke Clears
Foo Fighters confirma show em Curitiba com Garbage e Wet Leg

Headliner de uma das noites do The Town, o Foo Fighters confirmou um show extra em Curitiba. A apresentação, no Estádio Couto Pereira, no dia 7 de setembro, contará com abertura do Garbage e Wet Leg, também escaladas no festival de São Paulo. A venda de ingressos terá início nesta quinta-feira (4), às 10h, pelo site da Eventim. Os preços variam entre R$ 220,00 e R$ 970,00. Os ingressos podem ser parcelados em até 5 vezes sem juros. A pré-venda no site oficial da banda começa nesta quarta-feira (3), às 10h. CURITIBA Data: 7 de setembro de 2023 (quinta-feira) Abertura dos Portões: 16h Horário Foo Fighters: 21h Local: Estádio Couto Pereira Endereço: R. Ubaldino do Amaral, 37 – Alto da Glória, Curitiba – PR Ingressos: a partir de R$ 220,00 (ver tabela completa) Preços Arquibancada – R$ 220,00 / R$ 440,00 Cadeira Social Superior – R$ 270,00 / R$ 540,00 Pista – R$ 295,00 / R$ 590,00 Cadeira Social Inferior – R$ 325,00 / R$ 650,00 Cadeiras Mauá – R$ 360,00 / R$ 720,00 Pista Premium – R$ 485,00 / R$ 970,00