Blink-182 confirma mais uma vez que vem ao Lollapalooza Brasil, em 2024

Após os polêmicos shows no Coachella, com Travis Barker tocando bateria sem estar 100% recuperado da lesão que forçou o Blink-182 a cancelar as apresentações na América do Sul, a banda californiana reforçou o compromisso de tocar por aqui no início do próximo ano, incluindo o Lollapalooza. Em postagem no Instagram, a banda avisou que fechou a agenda de shows pela América do Sul e México em 2024. Em resumo, as únicas apresentações com datas definidas são na Cidade do México e em Lima, no Peru, ambos fora da programação de festivais. Na Cidade do México serão quatro shows: 2, 3, 5 e 6 de abril. Em Lima, no Peru, o show acontece no dia 27 de março. Na mesma postagem, a banda reforça que as datas do Pal Norte (Monterrey, no México), Lollapalooza (Brasil, Chile e Argentina), Estereo Picnic (Colômbia)

Com álbum no forno, Simply Red lança single Just Like You

O Simply Red continua seu retorno fenomenal com o lançamento do single Just Like You, já disponível em todas as plataformas digitais. A faixa fará parte do próximo álbum da banda, Time, previsto para 26 de maio, e chega acompanhada de um clipe oficial, dirigido por Jackson Ducasse, que mostra a banda em uma performance espetacular. Just Like You chama atenção pela musicalidade e produção admiráveis, com guitarra e baixo refletindo nada menos do que o auge do Simply Red.

“Essas Noites”: Single da SoulCity é homenagem à Disco Music

Depois de uma estreia cheia de suingue com o single Invenções, a banda paulista SoulCity lançou a faixa Essas Noites, uma celebração à Disco Music. Composta pelo baixista Leandro Maciel, a música encarna a era dançante numa mistura que inclui MPB, jazz e bossa nova. “Essas noites é um tributo à Disco Music, que é uma das minhas grandes influências, ao lado de nomes como Steve Wonder, Prince, Donna Summer, Chic, Quince Jones. A ideia é somar todas essas referências com a música brasileira e criar um estilo próprio”, revela Maciel. O mestre Tim Maia, Lulu Santos e Marina Lima servem de norte quando a banda se refere à flertes bem-sucedidos com a Soul Music. “Dá para fazer pop com qualidade, com groove, arranjos refinados da música brasileira, voz potente, e que seja uma música para curtir, pra dançar”, afirma o baixista. Além de Leandro Maciel, a SoulCity é formada por Camila Caetano (voz), Luy D’Souza (guitarra), Diego Felipe (bateria) e Cláudio Cambé (trompete). A banda deve lançar o primeiro EP, intitulado Invenções, ainda neste semestre.

Bloco do Caos revela Contramão, feat com Mariana Coelho

Contestador e dançante, Bloco do Caos lança novo single - Blog n' Roll

O Bloco do Caos inicia a celebração dos seus 10 anos de estrada em grande estilo. Com grande valorização do reggae e da força feminina dentro do segmento, a banda traz mais um lançamento do projeto acústico Na Trilha do Bloco com Elas. A banda paulistana divulgou o single Contramão, em parceria com a cantora Mariana Coelho, semifinalista do programa The Voice Brasil. Composta por Alê Cazarotto, Renato Frei e Mariana Coelho, a faixa Contramão fala sobre libertação. Sobre se encontrar e se entender em meio a um mundo com expectativas tacanhas. “Tem tempo que o tempo não passa. Um novo dia, o mesmo ar”, cantam Bloco do Caos e Mariana, ansiosos por mudança. A música trabalha, ao mesmo tempo, a repetição tão comum na vida moderna, e a rejeição de tanta velocidade. Daí a ideia da contramão, de tentar ser outra coisa, qualquer que ela seja. Num arranjo que mistura o acústico com o beat eletrônico, temos o pop, reggae e lo-fi coexistindo, numa música que vai declarar abertamente Tô pronta pra mudar. Música leve, acústica, relaxante, intimista e reflexiva. Em seu quarto lançamento, o projeto acústico Na Trilha do Bloco com Elas conta com um total de cinco singles em áudio e vídeo, todos com participações femininas da cena do reggae nacional. O projeto é um mini DVD Acústico produzido pela Plural Brother Filmes, parceiros de longa data da banda, dirigido por Rodrigo Rímoli e produzido por May Lopes. A produção musical ficou por conta de Alê Cazarotto e Renato Frei, vocalista e guitarrista da banda, respectivamente. A mixagem e masterização ficou por conta de Fábio Chapa do Chapa Music Estúdio. O local escolhido para a gravação foi o Mirante 9 de Julho em São Paulo, que, além de apresentar um belíssimo visual da cidade e de uma das suas principais avenidas, fica atrás do MASP, um dos principais pontos turísticos de São Paulo e uma das mais importantes instituições culturais brasileiras.

Armandinho faz show na Arena Club, em Santos, nesta sexta-feira

Na próxima sexta-feira (5), o cantor de reggae Armandinho comanda a festa no Arena Club, em Santos. A casa de show abrirá os portões às 21 horas. Com 21 anos de carreira, o cantor já ultrapassou fronteiras com a sua música, conseguindo atingir outros países da América Latina, América do Norte e Europa. Entre os seus maiores sucessos, o hit Desenho de Deus é o mais aclamado. Atualmente o cantor possui cerca de 1 milhão e 900 mil ouvintes mensais nas plataformas de música digitais. Os ingressos já estão disponíveis a partir de R$ 50 e podem ser adquiridos pela plataforma Articket. Menores de 18 anos só podem entrar acompanhados dos responsáveis ou com um termo assinado e reconhecido por cartório. A Arena Club está localizada na Av. Senador Pinheiro Machado, 33 – Vila Mathias, Santos. Serviço Show Marcelo Falcão Local: Arena Club Data: 5 de maio Horário: 21h Ingressos: Articket

Treva lança Renasce em Dor, com feat de Rodrigo Lima (Dead Fish)

Como um canto em homenagem a todos e todas de pele preta, Renasce em Dor é a nova música que o quarteto Treva lança no streaming e em videoclipe, com participação nos vocais de Rodrigo Lima (Dead Fish) e Julie Xavier. O single é mais um lançamento da banda via El Rocha Records, com distribuição digital da Altafonte Brasil. Renasce em Dor é a segunda música do Treva, que sucede a potente Onde Morre o Sol. O guitarrista e vocalista Felipe Ribeiro fala da força e representatividade deste single. “Fala de perseverança. Mesmo contra todas as adversidades e séculos de opressão, pessoas pretas fizeram das suas histórias de vida verdadeiras biografias de resistência e luta em busca de uma sociedade mais justa e uma realidade mais amena”. A música emana, por meio de um rock mais visceral e direto, o espírito da musica preta que surge da dor nos campos de trabalho escravo ou nas rodas de samba dos antigos centros urbanos, que atenuam o sofrimento e trazem esperança por dias melhores. “Aquela que faz renascer da dor a força que nos mantém firmes e em movimento. O som que vem da alma. Que alimenta os sonhos e a luta que nos mantém vivos”, completa Ribeiro. Mas ‘Renasce em Dor’ também é curativa, uma forma do Treva mostrar como a música é um mecanismo social para seguir em frente, encarar os problemas. “Sempre que nos escravizaram, sempre que nos massacram, sempre que nos oprimiram, toda vez que nos mataram, e foram muitas vezes na história; Renascemos. E todas as vezes que renascemos, a música estava presente contando as nossas histórias ou amenizando as nossas dores”, contextualiza o vocal/guitarrista do Treva. Rodrigo e Julie, como convidados nos vocais ao lado de Ribeiro, reforçam o caráter especial de Renasce em Dor. “Uma das ideias que eu sempre tive desde que montamos a banda é sempre manter as pessoas queridas próximas”, conta Ribeiro. “A Julie Xavier é uma amiga de longa data e uma artista talentosíssima. Ela sempre me falava sobre eu voltar a fazer música. Me incentivou muito!”. O vocalista do Dead Fish é também amigo de longa data do pessoal do Treva. “Senti na hora que o Rodrigo tinha que fazer parte dela. Ela tem um sentimento que eu queria que o Rodrigo fizesse parte. Falei isso para ele e ele aceitou na hora!”

Reggae dançante marca lançamento de Yutaka em parceria com Sttu

Saia rodando, tranças no cabelo, um olhar atento e admirado deu vida à ela que será a canção mais dançante do EP de estreia de Yutaka, Dona de um Olhar. A faixa, parceria com Sttu, chega com clipe no YouTube. Composta pelos próprios artistas e produzida por Bruno Duprê – que trabalhou com nomes como Maneva, Rael, Viegas, entre outros, Dona de um Olhar apresenta um flow com groove e uma letra bem detalhada de feições da face, saia girando e tranças no cabelo! “É uma canção divertida trazendo uma admiração e encanto, em uma possível conquista! Mostra o quanto quem está apaixonado almeja se aproximar e quem sabe iniciar um romance”, explica Yutaka. O clipe, dirigido por Rodrigo Pysi, segue a mesma linha. “Tem muito movimento e uma saia rodada dando completo charme e cor para o clipe! Trazemos as paletas de roxo e verde que compõe bem a terra e os pés no chão em passos de dança”, completa. Sobre a parceria, o artista afirma que teve o privilégio de ouvir o EP inteiro do Sttu em uma das sessões no homestudio do Duprê. “Ali eu notei tamanho talento, flow e muito Groove! Eu tinha um começo de composição que eu queria que ficasse dançante! Foi aí que pensei no Sttu! Mandei esse trecho pra ele e ele gostou! E fomos criando versos e montando a canção por WhatsApp mesmo”, finaliza. Cantor e compositor Phillipe Yutaka, ou simplesmente Yutaka, é um dos novos e mais promissores nomes do reggae brasileiro. Nascido em São Paulo e com apenas dois anos de carreira, suas canções já impactaram quase 1 milhão de pessoas nos apps de música, além de já ter realizado importantes parcerias com Maneva e Viegas.

Chorou Bebel reflete os múltiplos modos de se viver o afeto em álbum

O trio capixaba Chorou Bebel reescreve sonoridades de todo o mundo de um modo brasileiro em seu disco de estreia. P/ QUEM TEM CORAGEM DE AMAR explora a vulnerabilidade como uma força, a saudade como parte da vida e o ciúme como marca da existência de uma paixão. Trazendo diversos modos de se pensar o afeto, eles convidam o ouvinte a explorar o dia a dia com mais carinho. O grupo foi formado em 2019 por Bozi, Rany Baby e Gabriel Bebici, um trio de compositores que se destacou no cenário musical da capital do Espírito Santo com uma roupagem particular em suas interpretações. Chorou Bebel foi reunindo referências até se consolidar na estreia com P/ QUEM TEM CORAGEM DE AMAR. O disco caminha entre pop, xote, samba, trap, bossa, world music, baião, R&B e piseiro, com sonoridades sessentistas e setentistas misturadas com a contemporaneidade. A produção é assinada por Gabriel Bebici com co-produção de Gabriel Tosi. Rodolfo Simor assina as faixas ME INVADE e PELO AVESSO.

Entrevista | The Aces – “O modo como mostramos de onde viemos nos fez sentir vulneráveis”

A banda de indie pop norte-americana The Aces revelou, na última sexta-feira (28), o quarto single de seu terceiro álbum de estúdio, I’ve Loved You For So Long, que será lançado em 5 de junho. A faixa-título apresenta melodias de violão que evocam um som nostálgico dos anos 1990, de bandas como The Cranberries e é dedicada ao amor entre as integrantes da The Aces, que se apoiam mutuamente desde a infância, quando começaram a tocar juntas. O clipe, dirigido pela vocalista Cristal Ramirez, reflete a relação forte entre elas e a vibração nostálgica da música do The Aces. Cristal compartilhou sua inspiração para a música que dá nome ao projeto novo do The Aces. “Percebi rapidamente que o amor da minha vida é essa banda. Nunca amei nada como amo essa banda. Mesmo em tempos de inspiração entorpecida, de questionar tudo, sempre sou lembrada de que é exatamente onde eu deveria estar”, reflete. A guitarrista Katie Henderson, a baixista McKenna Petty, a baterista Alisa Ramirez e a vocalista e guitarrista Cristal Ramirez conversaram com o Blog n’ Roll, via Zoom, sobre o novo álbum, influências, Brasil e o cenário musical de Provo, em Utah, terra-natal delas. Como foi o processo de produção do novo álbum? Alisa: Escrevemos este álbum ao longo de um ano e meio, começamos em meio a pandemia em 2020, e terminamos no começo de 2022. Foi um longo processo, mas divertido e nos aprofundamos muito nele, nos levou a um lugar que não esperávamos ir, então foi muito legal. Teve algum desafio maior para lançar esse álbum? O que diferencia ele dos outros dois? Por que? Cristal: Falamos muito nesse álbum sobre nossas trajetórias e de onde viemos, e isso foi muito vulnerável para nós, pois nunca fizemos isso na nossa música. Então naturalmente, quando pensamos em mostrar isso ao mundo, nos apoiamos muito umas nas outras, pois o modo como mostramos de onde viemos nos fez sentir vulneráveis, e assustadas, mas também muito animador pensar que o mundo nos conhecerá de uma forma muito verdadeira. Então, assustador, mas animador. Os primeiros singles mostram algo bem diverso na sonoridade. Como funciona esse caldo de influências para vocês? Cristal: Acho que nascemos com muita influência de bandas como Paramore, com guitarras pesadas, pop punk, então isso está no nosso DNA, e sai naturalmente no nosso trabalho. Mas também gostamos de outras coisas, tipo Michael Jackson, então o casamento entre rock and roll, new wave, batidas de pop dance é muito a cara da banda, devido ao gosto de nós quatro. Então você ouvirá isso no disco, uma menção a coisas que ouvimos crescendo, mas também coisas eletrônicas que foi uma forma com a qual a nossa música cresceu. McKenna: Acredito que também nos inspiramos em como fazíamos música quando mais jovens neste disco, então voltando a ter as coisas analógicas, assim como a música que crescemos ouvindo, mas com um toque moderno. Vocês são de Provo, uma pequena cidade em Utah. Existe uma cena musical? Alisa: Sim, uma bem grande. Tinham lugares, que não serviam álcool, onde nós tocamos. Menciono isso de não servir álcool pois no começo da banda éramos muito novas e não nos deixavam entrar em lugares que serviam álcool. Mas este lugar nos deu uma oportunidade de construir uma base de fãs entre os jovens, e as pessoas da cidade, surpreendentemente, têm muita disposição de apoiar os músicos. A família apoiou vocês nessa trajetória inicial? McKenna: Toda a família, sempre tivemos muito apoio da nossa família e nos ajudaram muito. Alisa: Minha mãe, e da Cristal, era a nossa empresária, ela era muito engajada, levava a gente na minivan dela, carregando a bateria, ligava para as pessoas deixarem a gente tocar no aniversário de seus filhos. Cristal: Temos uma família que sempre nos apoiou, e nos encorajou, não é o caso para todos que são músicos, então temos muita sorte. Qual som predomina em Provo? Cristal: É mais o folk. Nós éramos bem únicas na cena, provavelmente a única banda de meninas, eram poucas artistas femininas. Nós nos destacamos muito, o que tem seu lado bom e ruim, no começo não entendiam muito a gente. A cena era muito folk, e nós no indie pop rock, bem alto na sua cara, e a cena era tão quieta e calma, fomos disruptivas de alguma forma. Alisa: Isso pode não fazer sentido, mas tínhamos mais um som de Salt Lake, e a nossa cidade era tudo mais tranquilo, com violões, com músicas suaves, e nós tocando pop rock. Ficavam confusos, se perguntavam com quais artistas podíamos tocar. A gente se diferenciava na cena. Cristal: Sendo uma banda apenas de mulheres também, em uma cidade religiosa, sendo repressiva de uma maneira muito específica com mulheres, demorou mais tempo para entenderem e quererem ser fãs.  McKenna: Especialmente quando começamos a fazer isso de maneira mais séria, as pessoas estavam achavam que não era uma coisa séria, então demoraram para entender. Excursionar com 5 Seconds of Summer ajudou a aumentar o alcance de vocês? Alisa: Completamente! Acredito que fazer a turnê com o 5SOS, logo quando lançamos nosso primeiro álbum, foi uma grande virada de jogo para nós, eles são caras muito legais e nos levaram em uma turnê com ingressos esgotados em diversas arenas. Isso quadruplicou nosso número de fãs de um jeito incrível, conseguimos vender nossa própria turnê. Somos muito gratas às bandas que nos projetaram, pois fazem muita diferença. Como era o contato entre vocês durante a turnê? Cristal: Sempre foram muito gentis conosco, muito solícitos, fãs do que fazíamos, e nós deles. Alisa: Acho que eles sempre souberam que sua base de fãs é basicamente de jovens meninas, acho legal eles colocarem uma banda de mulheres para tocar para essa fãs, para inspirar elas a tocarem, ou apenas para ver algo diferente, pois estão acostumadas a sempre verem caras no palco. Acho muito legal eles pensarem em trazer mulheres para elas se inspirarem. Nunca achamos que iríamos fazer turnê com bandas grandes