Midnight Mocca explora novos sons e conexões com a natureza em BOND

O grupo de indie-folk mineiro Midnight Mocca lançou o primeiro álbum cheio da carreira, BOND, via Maxilar Music. BOND é fruto da parceria entre os integrantes Lucas Mileib (violão e voz), Pedro Flora (guitarra) e Renato Saldanha (baixos), com o multi-instrumentista Matheus Fleming e o produtor musical Leonardo Marques, que juntos fizeram uma imersão rural em Carmo do Cajuru, região Oeste de Minas Gerais, e produziram todas as sete faixas que compõem o primeiro disco completo da banda. Matheus Fleming e Leonardo Marques são considerados parte fundamental para a concepção musical e estética de BOND, que explora e experimenta novas texturas, ampliando e enriquecendo as paisagens sonoras do Midnight Mocca. Sob a orientação, mixagem e masterização realizadas por Leonardo, destacam-se a aparição de uma segunda guitarra e dos sintetizadores comandados pelo Matheus, além da presença mais marcante das vozes adicionais de Pedro Flora e Renato Saldanha.

Francisco, el Hombre flerta com o ska em nova versão de “Batida do Amor”

“É uma canção para dançar, cantar e suar”. Assim a Francisco, el Hombre define a nova versão de Batida do Amor, disponível nas plataformas de áudio. Esse single, originalmente, foi fruto de Francisca La Braza, um projeto do quinteto com os cariocas do Braza, em 2018, que gerou um EP homônimo. Cinco anos depois, a música recebe traços de ska em uma releitura que fará parte de um disco em comemoração aos 10 anos da Francisco, el Hombre — com lançamento previsto para o próximo mês. “Batida do Amor é uma das nossas músicas mais ouvidas e sempre está presente nos setlists dos nossos shows. Além disso, marca uma amizade musical muito forte”, comenta Andrei Kozyreff, que integra a Francisco, el Hombre ao lado de LAZÚLI, Mateo Piracés-Ugarte, Sebastianismos e Helena Papini. Com números que ultrapassam a marca de 10 milhões de plays, o single agrega os perfis das duas bandas, mas, ao mesmo tempo, funciona muito bem quando executada apenas por uma das partes. Na releitura para os 10 anos, a sensualidade presente na primeira versão abre espaço para um ritmo mais enérgico, reproduzindo a pegada como a Francisco, el Hombre performa a canção ao vivo nas apresentações. Isso de deve não só pelo histórico da banda com raízes latinas, mas também por conta de estudos, como explica Mateo: “a gente tem buscado várias sonoridades nos últimos tempos, algumas a Helena trouxe no baixo, desde Casa Francisco (2021), outras a partir de influências que cada um traz pra banda. É algo bastante natural”. Sucedendo a nova versão de Triste, Louca ou Má, Batida do Amor é a segunda canção a ser divulgada do novo trabalho da Francisco, el Hombre, intitulado 10 años, previsto para o próximo mês.

Electric Mob fala sobre amar e ser amado em vídeo de “4 letters”

A banda curitibana Electric Mob lançou o videoclipe do single 4 letters. A música aparece no álbum 2 Make U Cry & Dance, lançado pela gravadora italiana Frontiers Music. Última música composta para entrar em 2 Make U Cry & Dance, 4 letters é uma espécie de balada com bastante sentimento de alegria e chegou a aparecer no setlist da última turnê do álbum Discharge, já chamando atenção do público naquela época pela energia contagiante dos versos e refrão cantados pelo vocalista Renan Zonta. “4 letters é sobre amor, da forma mais pura do sentimento, sem padrão e sem amarras”, resumiu Zonta. “Foi a única música do 2 Make U Cry & Dance a aparecer no setlist da nossa Discharge Tour e o vídeo é um rascunho disso, de como amamos e de como fomos amados por onde passamos”, explicou. Já o guitarrista Ben Hur Auwarter revelou que 4 letters surgiu a partir da vontade do Electric Mob de ter uma canção mais positiva no tracklist do segundo álbum da carreira. “Durante as sessões de pré-produção, sentimos a necessidade de uma música com uma energia mais alegre e suave, mas que não fosse necessariamente uma balada. Foi assim que veio ao mundo”, concluiu.

Roterdan e Plastic Fire estão juntos em single inédito; assista!

Roterdan e Plastic Fire, duas bandas do rock carioca, se uniram para lançar uma música poderosa sobre invisibilidade social. Descartável aborda a questão das pessoas que se sentem imperceptíveis na sociedade e, na maioria dos casos, têm seus sonhos negligenciados ou ignorados, dessa forma, o trabalho colaborativo resulta em uma single de grande impacto, tornando-se um lembrete de que ninguém deve sentir sua existência como algo descartável. A Roterdan, formada por Rafael Espíndola (voz), Matt Nunes (guitarra e voz), Charles Barreto (guitarra) e Magno Barbosa (baixo e voz) e Cassiano Geraldo (direção criativa e composição), é conhecida por sua música melódica e introspectiva, traz um toque de vulnerabilidade à canção, acrescentando o peso emocional à luta que surge ao tentar ser visto e ouvido nos dias atuais. Enquanto a Plastic Fire, conhecida por suas mensagens contundentes e performances energéticas, soma raiva e frustração, apontando para aqueles que conveniente ou inconscientemente não querem enxergar os invisíveis. O videoclipe da música, dirigido por Cassiano Geraldo, é igualmente poderoso, mostrando um faxineiro que luta para sobreviver e enfrenta constante desrespeito e maus-tratos. Em seus sonhos, porém, ele se transforma em um dançarino confiante e talentoso, movendo-se com graça e alegria em um mundo que celebra seus talentos ao invés de ignorá-los.

tigerstate se une a Gabriela Garrubo no single “Soltar Pra Fora”; ouça!

tigerstate lançou, ao lado da cantora brasileira/norueguesa Gabriela Garrubo, o single Soltar pra Fora pelo selo Fig Tree Music. tigerstate é um coletivo de músicos e cantores de Oslo fundado em 2020. O núcleo da banda é uma eclética gangue de jovens músicos e outras pessoas criativas, que depois de estarem no mesmo círculo no cenário musical underground de Oslo, decidiram unir forças em um projeto comum. A abordagem do que eles fazem musicalmente é orgânica e democrática, mas completamente livre. Desde que as ideias sejam boas, vale tudo! De composição até o momento em que tocam e executam as músicas, o tigerstate é um coletivo em todos os sentidos da palavra. Após o lançamento de dois EPs aclamados pela crítica em 2021, a banda lançou seu álbum de estréia em 2022. Até o momento, eles têm desfrutado de uma pesada rotação de rádios na NRK P3 na Noruega (correspondente da BC6), e também aparecem regularmente em várias playlists internacionais do Spotify. Recentemente, o tigerstate tocou em vários festivais e shows na Noruega, dentre eles estando: Larm and Vill Vill Vest. Neste ano, a banda tocará no maior festival de música da Noruega, o Øyafestivalen. Ao vivo, o grupo realmente brilha, trazendo uma sensação de diversão que realmente cativa o público. Além de tudo isso, neste verão, a faixa Summer Nights tem sido a trilha sonora de uma campanha publicitária para a famosa marca de bebidas Martini. Portanto, não se enganem, o tigerstate está pronto para mostrar ao mundo, do que são capazes. Lançando um single verdadeiramente especial, é apenas uma questão de tempo até que eles se tornem um nome familiar. Soltar Pra Fora é uma canção inspirada no breakbeat sul-americano. Apresentando a cantora brasileira/norueguesa, Gabriela Garrubo, esta é uma canção sobre expressar os seus sentimentos especialmente quando se tratando de amor e relacionamentos íntimos. Esta é uma canção que pode definitivamente caber em um filme de ação, pode ser dançada, você pode ouvi-la em um jantar ou apenas na praia em um dia ensolarado de verão.

Lana Del Rey revela nono álbum de estúdio, Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd

A cantora Lana Del Rey lançou o nono álbum de estúdio, Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd, na última sexta-feira (24), via Interscope Records. O novo álbum foi coproduzido por Lana Del Rey ao lado de Mike Hermosa, Jack Antonoff, Drew Erickson, Zach Dawes, e Benji, e inclui participações de Jon Batiste, Bleachers, Father John Misty, Judah Smith, Tommy Genesis e SYML. O lançamento do álbum segue três singles já lançados, Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd, A&W e The Grants. O nono álbum de estúdio de Lana Del Rey, Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd, está disponível para compra, em CD, cassete e vários formatos exclusivos de vinil disponíveis em varejistas selecionados.

Héloa apresenta “yIDé” com grupo indígena Tidzy Sabuká Kariri-Xocó no Sesc Santos

Após estrear seu terceiro álbum de carreira, yIDé, lançado em 2022, a multiartista sergipana Héloa apresenta a obra em um show sensível e potente no Sesc Santos, com a participação do grupo indígena Tidzy Sabuká Kariri-Xocó (AL). A proposta do espetáculo é valorizar e apresentar a força do protagonismo feminino afro-indígena para a Baixada Santista. O evento acontece em 8 de abril, às 20h. Os ingressos começam a ser vendidos nesta terça-feira (28), e custam entre R$ 10 e R$ 30. yIDé reúne grandes nomes da música brasileira sob direção e produção de Carlinhos Brown e Yuri Queiroga. Entre as participações do disco estão Margareth Menezes, Lia de Itamaracá, Mateus Aleluia, Luiz Caldas e o Grupo Indígena Sabuká Kariri-Xocó. Yídé, em Yorubá, significa retornar. Não à toa, a obra traz o sagrado ancestral como fio condutor do projeto. As canções que compõem o disco exaltam as forças espirituais e de matriz africana e indígena através da evocação de deuses, orixás e gritos de liberdade, esperança e fé. O trabalho, permeado por ritmos como o ijexá, o reggae, o pop, a ciranda, o samba-reggae, o hip hop, o funk e o rojão, chega ao Sesc Santos de modo inédito. Ao vivo, a cantora será acompanhada por Yuri Queiroga no baixo e MPC, Yara Oliveira na bateria, Mestre Dalua na percussão e Webster Santos na viola, violão e guitarra. Trazendo a potência da ancestralidade dos povos originários, que formam a identidade brasileira, o show de yIDé faz celebrar e dançar ao som de tambores, beats e ritmos que trazem uma mistura de várias expressões rítmicas diaspóricas e afroindígenas, evocando o Pop Sagrado. O grupo indígena Tidzy Sabuká Kariri-Xocó, formado por mulheres do Povo Kariri-Xocó que vivem na Aldeia Kariri Xocó, em Porto Real do Colégio, em Alagoas, chega para somar forças a essa performance. Composto por Nary Nunes Kariri-Xocó e suas filhas Kayane Kariri-Xocó, Tchayane Kariri-Xocó, Netcó Tinga, Lurdinha Kariri-Xocó e Elenice Tinga Kariri-Xocó, Tidzy Sabuká Kariri-Xocó compartilha as práticas de regeneração do corpo no território indigena Kariri-Xocó através dos pensamentos, das palavras e do coração, por meio das danças e cantos do Toré (manifestação cultural milenar, tradicional dos povos indígenas nordestinos, onde se apresentam as forças ancestrais e canaliza-se a memória viva dos antepassados) e do Rojão (canto de resistência, celebração e lamento). Tidzy Sabuká Kariri-Xocó conta sua própria história através da musicalidade, sendo a música, a força motriz dessas mulheres para enfrentar os desafios da vida. SERVIÇO Héloa apresenta “yIDé” com participação especial grupo Tidzy Sabuká Kariri-Xocó Dia: 8 de abril Local: Teatro Sesc Santos Horário: 20h Ingressos: Os ingressos custam R$ 10,00 (credencial plena), R$ 15,00 (meia), R$ 30,00 (inteira) Capacidade teatro: 765 lugares Duração: 90 min

TheWinter faz electro-industrial com aura de trilha sonora em “TheBrave”

Camadas sonoras climáticas que caminham entre o eletrônico, o industrial, um quarteto de cordas e muitas guitarras marcam TheBrave, novo single de TheWinter. A cantora, compositora e produtora musical se reinventa em uma canção com clima de trilha sonora que está disponível em todas as plataformas de música. TheWinter é uma artista inquieta que desde a infância se dedica à arte mas foi com o mergulho que fez na música eletrônica nos últimos anos que seu universo se expandiu. Guiada pelos synths e beats, ela se consolidou como um nome marcante de diversas festas do underground e tem trabalhado em seus lançamentos recentes com o produtor musical André Paixão, conhecido por projetos como Nervoso e os Calmantes, Acabou la Tequila e Tripa Seca. É dele a guitarra marcante em TheBrave. A faixa conta ainda com um quarteto de cordas, representando uma parte do projeto comunitário Orquestra de Rua, que ensina música a moradores de comunidades e faz apresentações nesses espaços com pouca acessibilidade. “Unir a música eletrônica e a clássica na mesma composição, foi um desafio prazeroso para todos nós. É sempre interessante trazer músicos com essa vertente mais erudita para um ambiente sonoro com o qual não estão habituados. As ideias surgem de forma espontânea, sem levar em conta certos padrões”, conta TheWinter. A artista tem explorado essas canções, pensadas originalmente de modo solo, em outro ambiente, com banda completa nos palcos. Nele ela surge ao lado de André Paixão e acompanhada pelo baixista Godinho e pelo guitarrista Albert Cruz, num caldeirão sonoro que passa pelas trilhas de filmes e séries junto de elementos eletrônicos e climáticos. A primeira amostra desta nova fase é TheBrave. A faixa integra um projeto em andamento criado pela artista intitulado TheOdyssey, que envolve música, arte e histórias em quadrinhos em um universo transmidiático.

Trio brasileiro radicado em Londres, Tetine lança After The Future; ouça!

O trio brasileiro radicado em Londres Tetine lançou o álbum After The Future, com 11 faixas que navegam pelo universo experimental, eletrônico e acústico do duo. Nesse lançamento Eliete Mejorado e Bruno Verner são acompanhados pela violoncelista Yoko Afi, que, além de se tornar a terceira integrante do grupo, contribui com composições, arranjos, vocais e teclados adicionais. Gravado durante o intenso período de ondas de calor que atingiu a Inglaterra, entre julho e agosto de 2022, no apartamento dos integrantes no leste de Londres, After The Future explora fluxos, mutações de tempo e espaço através de paisagens atmosféricas sintéticas e acústicas. After The Future apresenta uma constelação incomum e gélida de timbres, vozes, melodias e ritmos fragmentados à serviço de texturas eletrônicas e acústicas. Aqui nos dedicamos a um minimalismo emocional que se compõe por melodias simples e complexas, entre raps existencialistas, harmonias cromáticas, vocais processados, contrapontos livres e atonalismo na criação de algo que acreditamos ser ainda “pop”, mas sem obviedades. Popular, intenso, sentimental, formal, físico e mental.