Dance of Days anuncia shows alusivos ao álbum Insônia 2008

O Dance of Days fará dois shows especiais alusivos aos 15 anos do álbum Insônia 2008, nos dias 18 e 19 de março no La Iglesia Borratxeria, no bairro Pinheiros, em São Paulo. Os ingressos são limitados, apenas 150 fãs terão a oportunidade de conferir estas apresentações exclusivas. Serão os dois únicos shows comemorativos ao Insônia 2008 que a banda fará neste ano – depois, só em 2028, quando o disco completar 20 anos. No dia 18, o La Inglesia abre às 20h e o show está agendado para 21h. Já no dia 19, a casa abrirá às 19h e o Dance of Days sobe ao palco às 20h. Em dezembro de 2007, o Dance of Days lançou, via Tramavirtual, seu aguardado álbum Insônia 2008, dois meses antes do lançamento físico oficial em fevereiro, no Hangar 110. Com direito a congestionamento no servidor da plataforma, por meses a banda ocupou todas as primeiras posições de downloads. A banda também avisa que fará um “Meet and Greet geral”, aproveitando o momento intimista para atender todas as pessoas presentes, tirar fotos e assinar discos e livros. SERVIÇODance of Days: 15 anos do disco Insônia 2008Datas: 18 e 19 de março de 2023Horário: 21h (18/3) e 20h (19/3)Local: La Iglesia BorratxeriaEndereço: Rua João Moura, 515 – Galpão 6 – Pinheiros, São Paulo Ingressos Valores1º Lote – Pista – Meia-entrada/Promocional (doe 1 Kg de alimento não perecível): R$ 70,00 1º Lote – Pista – Inteira: R$ 140,00 Passaporte para 2 Dias: R$ 120,00

Braza e Armandinho lançam single e clipe  “Renasceu”

Fruto de um flerte musical antigo, Renasceu marca o encontro entre a banda Braza e o cantor Armandinho. A parceria, idealizada pela produtora Milenar e lançada pela gravadora Deck, rendeu um reggae suave e bonito, que fala sobre esperança e união. Em um momento oportuno, Armandinho e Braza trazem uma canção simples, mas que toca fundo no coração, ao lembrar que está na concórdia e na harmonia o caminho da paz que tanto almejamos. A música ganhou um clipe dirigido por Eduardo da Matta, e o áudio, mixado e masterizado no estúdio Blessed (RJ), já está disponível para streaming nas plataformas. Trilha sonora ideal para um verão luminoso nesse começo de ano.

Bloco Emo se prepara para desfilar na Avenida Nova, em São Paulo

Após o período pandêmico, o Bloco Emo chega à Avenida Nova, importante rota da zona norte de São Paulo – e único bloco a se apresentar neste local – no dia 20, segunda-feira, com importantes convidados da cena emocore, como Mia (CW7), Renne Fernandes (Hevo84), Mi (Glória), Arthur Mutanen (Bullet Bane), Thominhas (Restart), Naja White, entre outros. Lya Hemmel, sócia do Bloco Emo, ao lado de Alexandre Cavalcanti, presidente do projeto, conta que “O Bloco foi criado, inicialmente, como uma forma de levar a galera que ficava em casa para ouvir seus álbuns de rock na época do Carnaval, pois não tinham opção de interação com o público da folia. Em duas edições, 2018 e 2019, reunimos na rua mais de 75 mil pessoas. No digital ultrapassamos 250 milhões de acessos ao todo. Sem contar com o público presente em festas mensais, que foram pausadas durante a pandemia.” Já sobre a expectativa de público para este ano, Hemmel comenta: “Ficamos dois anos sem ir para a rua. De acordo com nossos números anteriores, acreditamos no potencial de 150 mil pessoas dessa vez.” ServiçoDia: 20 de fevereiro (segunda-feira)Horário: 13h às 19h.Local: Avenida Nova – Av. Luiz Dumont Vilares, nº 1500 (Próximo ao metrô Parada Inglesa).Gratuito. Após o encerramento do Bloco, haverá uma festa “after” no Carioca Club:Horário: 22h (abertura da casa) | 23h (início)Local: Rua Cardeal Arcoverde, nº 2899Ingressos

Daniel Pandeló Corrêa e Sarah Abdala unem literatura e experiência sensorial

Uma viagem sobrenatural sobre o luto e os encantamentos presentes no imaginário popular surgem em Tudo que as Vozes Contaram, álbum que une o escritor e compositor Daniel Pandeló Corrêa e a cantautora e produtora musical Sarah Abdala. O projeto é uma imersão em spoken word, com tons de atuação e trilha sonora cinematográfica para mergulhar o ouvinte em um universo particular por alguns minutos. O projeto se junta aos EPs Invocações (2020) e Em Glória ou em Ruína (2022) e ao disco Voando Reto num Muro de Tijolos (2020), também produzido por Abdala, como amostras de um novo direcionamento na carreira de Daniel, que vem sendo construída desde 2006, quando lançou seu primeiro livro. De lá para cá, Daniel Pandeló Corrêa vem transitando entre a poesia, a composição musical, o conto e a novela. Em Bucolidade Urbana (2006), ele reuniu contos e poemas publicados em seu blog entre 2003 e 2006. São pequenas tragédias urbanas, de encontros e desencontros, alegrias e tristezas, com as nuances do olhar adolescente sobre uma realidade desigual. Já em Nadastar (2007), cria um nordeste mítico em um interior qualquer para contar a história de amor entre uma mulher e uma televisão. Por fim, Tristes camelos (2009) é uma novela sobre obsessões sob o ponto de vista de um homem que não consegue lidar com um amor fracassado. Tudo que as Vozes Contaram é uma ponte entre os trabalhos em áudio com futuros projetos literários. “Esse é um projeto que tenho muito carinho e, pra mim, é como uma obra em progresso. Estou há alguns anos trabalhando em um romance que conta com uma série de arcos independentes e que convergem em um final conjunto para dialogar com a história do bairro onde cresci, na Zona Oeste do Rio. Tudo que as vozes contaram é a primeira parte do livro. Quero usar alguns métodos fora da literatura para testar a trama”, conta Daniel, que é carioca mas está radicado em Petrópolis. “Um dia, eu estava almoçando com a Sarah e contei a história inteira pra ela. Ao ver a empolgação dela, sabia que era a pessoa perfeita para fazer esse projeto ganhar vida”. A cantora e compositora goiana Sarah Abdala se especializou em criar camadas sonoras climáticas em seu trabalho. Após surgir existencialista em seu debut Futuro Imaginário (2014), ressignificar suas raízes goianas em Oeste (2017) e buscar conexões latinas em Pueblo (2020), ela continua a procura por novos caminhos em seu quarto álbum solo previsto ainda para este ano. A produção será assinada pela guitarrista, arranjadora e compositora mexicana Marian Ruzzi, que transita com desenvoltura por toda a cena musical latinoamericana. “Nos meus projetos acabo fazendo tudo de uma vez. Letra, música, estrutura musical convencional. E neste projeto com o Dani a primeira coisa que eu pensei foi compor e imaginar a história que ele tá contando, escutar, escutar, e escutar… Reparar nas respirações, na intenção daquela frase, daquela história, e a partir disso começo a criar de uma maneira bem fluida, sem amarras de estrutura de canção, por exemplo, me guiando pelo texto e pelas sensações. Pensei muito como se fosse uma cena para criar a trilha sonora do que eu via e ouvia na minha cabeça”, conta a artista. A mixagem foi realizada por Rogério Sobreira e Sarah Abdala, que também assina a masterização. A arte é de Tai Fonseca sobre um desenho de Flora Pandeló Corrêa, filha de Daniel. O lançamento está disponível em todas as plataformas de música via Pomar.

Massacration comanda festa de Carnaval na Audio

O Carnaval dos roqueiros começa nesta sexta-feira (17), com show da banda Massacration, a partir das 22 horas, na Audio, em São Paulo. O grupo, que surgiu de um quadro do humorístico Hermes e Renato, na MTV, no começo dos anos 2000, preparou um repertório com os maiores sucessos dos mais de 20 anos de carreira dos músicos. O repertório será diferente do habitual. Os integrantes vão se unir ao bloco de Carnaval do programa para cantar Unidos do C4r@lh0 a 4 e sua bateria regendo tudo em ritmo de samba, rock, metal, axé, suor e sacanagem. A apresentação começará com sambas e marchinhas da Unidos que irão durar aproximadamente 25 minutos. Depois disso, o Massacration tocará suas canções em ritmo de samba, trazendo ainda clássicos do heavy metal, hard rock e rock com a bateria (baqueta biônica) da Unidos. Serviço Data: 17/02 (sexta-feira de Carnaval) Local: Audio SP Site

Linkin Park anuncia edição comemorativa de Meteora e libera single perdido

O Linkin Park vai comemorar duas décadas de seu segundo álbum, Meteora, com Meteora 20th Anniversary Edition, que será lançado em 7 de abril de 2023. Ele estará disponível para streaming e download digital. O grande destaque do projeto foi desenterrado enquanto a banda vasculhava os discos rígidos em busca do que se tornaria o Meteora 20th Anniversary Edition: uma música completa e mixada, porém esquecida, dessa época, apropriadamente intitulada Lost. “Encontrar esta faixa foi como encontrar uma foto favorita que você havia esquecido ter tirado, como se ela estivesse esperando o momento certo para se revelar. Durante anos, os fãs nos pedem para lançar algo com a voz de Chester, e estou emocionado por termos sido capazes de fazer isso acontecer de uma maneira tão especial. Acho que eles vão ficar chocados quando ouvirem e virem todas as incríveis músicas e filmagens inéditas em Meteora|20”, disse Mike Shinoda. Lost aproveita a energia incontrolável do Linkin Park em um hino catarse catapultada pelos vocais simultaneamente vulneráveis e vitais de Chester Bennington. Momentos de intimidade sangram em um refrão irresistível, apoiado por um riff robusto sob o brilho das teclas de néon. Produzido e animado pelo estúdio Shibuya Web3 e sua equipe inspiradora pplpleasr e Maciej Kuciara , o vídeo que acompanha revê o legado AMV da banda através de uma lente AI de última geração, apresentando a produção AI de Kaiber.ai.

Paramore libera primeiro álbum desde 2018; ouça This is Why

Seguindo uma série de três singles enérgicos, o aguardado sexto álbum de estúdio do Paramore, This is Why, finalmente chegou pela Atlantic Records com distribuição nacional da Warner Music Brasil. Este é o primeiro lançamento completo do grupo desde 2018. Quando o Paramore revelou que eles estavam gravando juntos em janeiro de 2022, a resposta dos fãs de música ao redor do mundo foi imediata e comemorativa. Desde que a banda lançou o último álbum, After Laughter -, e Hayley Williams lançou dois elogiados álbuns solo – o Paramore se tornou mais popular do que nunca. Nos últimos anos, a influência e a popularidade do grupo cresceu, à medida que a era do streaming organicamente os impulsionou para uma posição como uma das maiores e mais culturalmente atraentes bandas de rock do mundo. Para o grupo, que se formou durante adolescência no Tennessee, a trajetória de 20 anos os viu crescer de jovens forasteiros a ícones da cultura pop, permeando o cenário musical ao inspirar uma nova geração de talentos musicais. Para a alegria dos fãs brasileiros, a banda desembarca em março no país para uma agenda de três shows, sendo no dia 9 no Rio de Janeiro e 11 e 12 em São Paulo.

Single do Rota 54 homenageia lutas e glórias de Muhammad Ali

O novo single da banda paulistana Rota 54, Ali, é uma homenagem a Muhammad Ali, pugilista norte-americano, considerado um dos maiores boxeadores da história. Além de seus feitos no esporte, foi ainda um defensor dos direitos civis e da luta contra o racismo. Composta pelo vocalista e guitarrista Caio Uehbe, a música contempla algumas passagens marcantes da vida de Muhammad Ali, como no trecho “Não há vitórias quando a luta não é justa! Não servirei a essa guerra suja”, que remete a recusa de Ali em lutar na guerra do Vietnã, num contexto de segregação racial nos EUA. Em outra passagem, aborda a mudança do nome e a sua conversão ao islamismo, alegando que o antigo sobrenome Clay havia sido dado pelos senhores de escravos e por ser um homem livre, não fazia sentido usá-lo. “Sou um homem livre, não aceito as suas leis, sou Muhammad Ali, não me chame Cassius Clay”. A lendária luta contra George Foreman na República Democrática do Congo, antigo Zaire, também não ficou de fora da faixa, e aparece no refrão Ali Bomayê, que no dialeto lingalês significa “Ali acabe com ele”, frase repetida pelos cidadãos locais que seguiam o boxeador nas ruas. “Ali é um líder mundial que me inspira por sua militância, sua força, suas ideias, sua técnica e sua retórica, e que deve ser relembrado. Estamos tendo, após a eleição, a chance de refletir sobre o momento histórico nefasto que foi o desgoverno nazifascista do Bolsonaro, e acredito que uma música com a força de Muhammad Ali está dentro desse contexto de reconstrução de um país que sofreu tanto com um governo abertamente racista”, diz Uehbe. Produzido por Wagner Bernardes e lançado pelo selo Red Star Recordings, o single Ali ganhou um videoclipe dirigido por Marcelo Jacob e estrelado pelo jovem boxeador Kelvy Alecrim, promessa olímpica brasileira. As imagens foram gravadas no Boxe Autônomo, projeto social e academia de boxe antifascista e antirracista na cidade de São Paulo. Kelvy Alecrim, morador da Favela do Moinho, começou a lutar através do projeto e hoje é uma das principais apostas do país na modalidade. “É muito importante que atletas vindos de projetos sociais com um claro viés político comecem a ganhar destaque para acabar com esse discurso conservador, reacionário e empresarial, de que não se deve misturar esporte com política. Muhammad Ali e tantos outros já provaram como o esporte pode e deve ser um instrumento de denúncia e transformação social. Esperamos que Kelvy seja um grande campeão dentro e fora dos ringues, sendo uma voz contra o racismo, em defesa do direito das pessoas de sua comunidade, servindo de inspiração para os jovens”, revela o vocalista. Ali faz parte do quinto álbum do Rota 54, intitulado Bomayê, que será lançado em março deste ano. Formada em 2008, atualmente a banda é composta por Caio Uehbe (vocal e guitarra), Daniel Moura (guitarra), Camarada Renan (baixo) e Vinícius Coelho (bateria).