bela zaremba faz mpb indie em sessão ao vivo de “eu em tu, tu em mim”

A cantora e compositora carioca bela zaremba começou a apresentar a live session do seu primeiro EP ecoar. Os vídeos servirão como um cartão de visitas de uma artista que traz uma sonoridade solar e pop indie com uma atmosfera única feminina, elegante e experimental. Gravada na cobertura da Fauhaus (SP), debaixo de um céu cinza e arroxeado típico de um fim de tarde paulistano, a artista canta suas composições que dialogam sobre relacionamentos e vivências pessoais. Após começar com uma versão para a clássica A Sua, de Marisa Monte, única releitura do projeto de vídeos, ela apresenta um dos destaques de seu repertório autoral com “eu em tu, tu em mim”. Além de Marisa, revisitada no projeto, outras inspirações da artista são nomes que vão de Maggie Rogers e Bon Iver até Nando Reis e Anavitória. O EP de estreia de bela zaremba, ecoar, está à disposição nas principais plataformas de música e a live, em seu canal do YouTube. Após uma temporada estudando música no Reino Unido, tendo tocado no mesmo palco que Ed Sheeran e gravado no mesmo estúdio que Keane, bela abraça suas raízes num reencontro com os sons que a formaram musicalmente – mas sem deixar de olhar para o futuro. Tons modernos de pop e indie/folk se encontram, tudo embalado por uma voz de compositora e intérprete diferente das suas inspirações. De volta ao Brasil, ela constrói seu trabalho autoral sobre essas raízes. Divulgado em 2022, ecoar se tornou seu primeiro EP, em um lançamento do selo Relva Music. Agora, a artista prepara outras novidades para 2023.
Best of Blues and Rock anuncia Goo Goo Dolls em São Paulo
Juliano Gauche lança o disco Tenho Acordado Dentro dos Sonhos

Tenho Acordado Dentro dos Sonhos é o quinto trabalho de estúdio do compositor e cantor Juliano Gauche. Composto durante o isolamento devido à recente pandemia, na praia de Manguinhos no Espírito Santo, o disco traz sete canções intimistas, abordando o mundo dos sonhos. Esse território é colocado nas letras como um lugar complementar aos acontecimentos da vida. Frases como: “é tanta casa que não voltei. perco no chão como ficar”; “sempre, nosso lugar, seja onde for, no chão, no ar…” ou “como num filme, vejo seus passos, você revive, eu não acordo, andamos juntos”… Apontam bem a natureza metafísica do disco. Natureza essa que também permeia os arranjos, que contaram com a colaboração do produtor Sérgio Benevenuto, que pincelou com guitarras, synths e melotrons, o minimalismo em voz, guitarras e violões de Juliano. O disco foi gravado nos estúdios do selo Índigo Azul, em São Paulo, em novembro de 2022, por Klaus Sena, também responsável pela co-produção, pianos, xilofones, sintetizadores, além da mixagem e masterização. As gravações, mais uma vez, também contaram com o guitarrista e violonista Kaneo Ramos, presente nos anteriores Afastamento e Bombyx Mori. O cantor e compositor André Travassos, da banda Moons, é o convidado escolhido por Gauche para dividir letra e voz na faixa Ondas que Acordam, que assim ganha uma versão bilíngue, português/inglês.
Superclima82 divulga single Quebrando Átomos; Ouça!

O Superclima82 revelou Quebrando Átomos, o segundo single do novo álbum, quetem influencia direta de Antônio Abujamra e Albert Einstein. A nova composição do Superclima82 nos traz uma reflexão sobre os avanços científicos e filosóficos em contraste com á fraqueza que temos perante nosso próprio ego. O refrão canta a esperança de que boas ideias sempre surgem para nossa prosperidade. O som do Superclima82 soa mais leve nesse novo trabalho. Sem perder sua autenticidade, o artista entrega uma fusão de sua brasilidade, psicodelismo, groove e pop num som suave e vibrante. Carlos Rafael Clima explica que a inspiração para compor Quebrando Átomos veio ao assistir o fabuloso Antônio Abujamra declamando Albert Einstein. “Que tempo infeliz é esse em que vivemos, meus amigos. Está mais difícil quebrar um preconceito do que um átomo.”
Rafael Kadashi reflete idas e vindas do amor como um olhar para o oceano em “Eu e o Mar”

Rafael Kadashi fecha o verão com um olhar pessoal – ao mesmo tempo solar e melancólico – sobre as idas e vindas das paixões, comparadas com as ondas que quebram na praia no single Eu e o Mar. A faixa é uma MPB pop e abre uma nova fase na discografia do artista. “Eu estava me sentindo muito apaixonado, mas vivendo um dia de cada vez, pois passei a entender o medo que as pessoas têm de se envolver hoje em dia. Decidi ir à praia sozinho, peguei um barco, fiz trilha, mergulhei e depois sentei na areia e imaginei como seria legal estar com ele ali. Mesmo não tendo um namoro, temos uma vibe boa juntos, um desejo que se completa, e muito mais, mas também estava ótimo o clima o dia, eu, o mar, o desejo da paixão de querer estar junto e entende que tudo tem um tempo certo para acontecer. Então decidi aproveitar o meu dia e a sensação que a paixão deixa”, reflete Rafael. Fruto do subúrbio do Rio de Janeiro, Rafael Kadashi é encantado por canções e o poder de emocionar que possuem. A partir de um processo criativo baseado na observação das interações humanas e seus próprios sentimentos, Kadashi constrói a sua arte com canções urbanas que dialogam com os amores e desamores contemporâneos. No seu trabalho de estreia, o EP Livre (2017), ele deu os primeiros passos para essa forma de lidar com a música, que se consolidou em Quebrado, seu disco de estreia, de 2018. No início do período pandêmico, Rafael reuniu os cacos deixados e explícitos no nome de seu álbum e fez uma série de canções sobre questões emocionais profundas que se tornaram segundo álbum Pedaços, lançado em 2022 Agora, com produção musical de Raphael Dieguez “Moitz”, Eu e o Mar está disponível em todas as plataformas de música.
Black Alien promete show com convidado especial no Lolla

O primeiro dia do Lollapalooza Brasil será marcado por grandes nomes como Billie Eilish, Lil Nas X, Brisa Flow, Curol e claro, Black Alien, que sobe ao Palco Chevrolet às 14h10. Com um repertório de hits com Que Nem O Meu Cachorro, Carta Para Amy, Vai Baby, Au Revoir; Gus convida ao palco Xamã para uma participação especial. Os músicos devem cantar juntos uma parceria inédita deles chamada Bad Girls & Bad Boyz, com lançamento previsto para as próximas semanas.
Di Ferrero libera versão deluxe de álbum solo; ouça!

Di Ferrero disponibilizou o Deluxe do álbum :( Uma Bad, Uma Farra :) com as regravações Outra Dose (Punk Rock Version) e Polarizado ao vivo. Além disso, o trabalho vem acompanhado da última faixa inédita do projeto – Corpo Fechado. “Vou, com o corpo fechado/ Jogar tudo pro alto/ Sei que vale a pena insistir em mim/ Eu vou, coração desarmado/ Acelera o carro/ Sei que vale a pena insistir em mim”. A letra de Corpo Fechado conta a história de um término amoroso, de duas pessoas que acabaram se afastando. Contudo, o refrão traz uma perspectiva de superação, valorização e amor próprio. “Ela foi feita por mim e pelo Bruno Genz, baixista da banda. A letra saiu de uma história de vida e superação que o Bruno passou. História que me inspirou pra escrever esse som junto com ele. É uma música forte em alguns sentidos, tocamos ela nos shows e os fãs curtiram. Corpo Fechado é muito sincera e fico feliz desse som fazer parte desse Deluxe”, comenta Di Ferrero. A canção inédita vem acompanhada de um visualizer que traz Di Ferrero, Bruno Genz (baixo), Dan Valbusa (guitarra) e Vitor Peracetta (bateria) em turnê e na estrada pelo Brasil. As cenas mesclam os artistas apresentando Corpo Fechado em cima do palco e o backstage dos shows. Em seguida, Outra Dose (Punk Rock Version) chega com batidas marcantes e fortes. “Uma das minhas preferidas do show, essa versão feita pela banda que apelidamos de ‘Lenty Amarela’ (Bruno Genz, Dan Valbusa e Peracetta) que está na estrada comigo merecia uma gravação de estúdio e quem pediu foram os fãs. Então, aí está”, completa o artista. Por fim, Polarizado ao vivo, música que traz uma mensagem otimista mesmo em uma composição que critica a realidade, registrada em um show, uma farra ao vivo. “Ela é um registro ao vivo da música que curtimos muito tocar pra quem não teve a chance de ir nessa turnê sentir. A pressão do ao vivo”, finaliza Di Ferrero.
Com indie e carisma, Dani Bessa aborda amor à primeira vista em “Quinta-Feira”

Um amor à primeira vista tão intenso que o futuro a dois atravessa os pensamentos. Esse é o tema do novo single do cantor e compositor Dani Bessa: Quinta-Feira. A faixa é tão dançante quanto uma festa em meio de semana, explorando elementos do bedroom pop e do indie contemporâneo. Para retratar esse eu lírico, Quinta-Feira remete ao cotidiano e à noite carioca com uma letra descontraída. O instrumental, por sua vez, representa o início de um novo ciclo para Dani Bessa, que outrora teve um estilo com guitarras e distorções similar à sonoridade de Arctic Monkeys e The Strokes. Agora, o artista se baseia muito mais na simplicidade e no carisma de nomes como Mac DeMarco, Terno Rei, Men I Trust. Quinta-Feira ainda antecipa o primeiro álbum de estúdio de Dani Bessa, compondo o setlist ao lado do single Quando Eu Falei Pra Ela, lançado no fim de 2022. O cantor explica a inspiração que culminou na nova canção. “Quinta-Feira narra uma saída para uma festa alternativa no Rio de Janeiro. É sobre resolver sair com os amigos no intuito de se divertir, sem se preocupar ou criar expectativas sobre a noite que está por vir. Porém, mesmo não buscando nada de especial, quando se menos espera, o eu lírico acaba encontrando alguém e as coisas acabam dando certo meio que de primeira. Ou seja, aborda uma paixão instantânea, que flui naturalmente”, destaca. Nas gravações de Quinta-Feira, Dani Bessa cantou e gravou guitarras. Na ocasião, contou com o suporte do produtor musical Leandro Bessa, que colaborou com as linhas de baixo e bateria. A nova faixa também abre terreno para a sonoridade que o cantor deve apresentar nos próximos singles de 2023, dando corpo para próximas apresentações ao vivo do músico, que deve passar por São Paulo e Rio de Janeiro.
Zola Star faz ponte entre Brasil e África em novo álbum Loyembo

Na língua lingala, Loyembo significa cântico. E essa melodia que envolve é um dos marcos do trabalho do cantor, compositor, arranjador e instrumentista congo-angolano Zola Star. Um dos principais nomes da música africana em diáspora no Brasil, o artista se faz presente dentro da cultura carioca atual e cria em seu novo álbum, Loyembo, uma ponte entre Brasil e África. Guiado por seu violão e guitarra, o disco foi gravado em um modo de imersão, em apenas duas sessões no fim de 2020 no Estúdio Carolina com produção de Gus Levy. São canções sobre amores, desamores, tristezas e alegrias que trazem em sua sonoridade tons e ritmos novos para a maioria dos brasileiros – mas que, ao mesmo tempo, parecem habitar o nosso inconsciente musical coletivo. Representante da tradição da Rumba Congolesa, do Soukouss e também da moderna música de Angola, Zola Star tornou-se requisitado em produções musicais e respeitado pela sua técnica singular de tocar violão. Durante sua carreira, fez parcerias com nomes que vão de Anelis Assumpção (para quem gravou guitarras no disco Sal) e Leila Maria (para quem co-produziu, com Guilherme Kastrup, faixas do disco Ubunto), até artistas de prestígio do seu continente, como o angolano Abel Dueré e o congolês Lokua Kanza. Zola Star nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, e tem sua relação com a música marcada desde os primeiros anos de vida. Fugindo da guerra e em busca de estabelecer sua arte, ele deixou sua terra natal passando por diversas partes de Angola até desembarcar no Brasil, onde vive há 30 anos. Aos 24, começou a construir sua carreira de destaque nas noites cariocas, cantando em Lingala e em Kikongo, e logo encontrou parceiros para o seu som, que formaram a banda Afrotropicaliente. Sua estreia solo foi em 2017, com o disco 60 Graus. Loyembo chega para consolidar uma história de amor à arte, às suas raízes e ao Brasil. Gravado, mixado e masterizado por Angelo Wolf e com participação especial de João Werneck e Sara Hana, na música Naza Yayo, o álbum está disponível em todas as plataformas de música.