Carol Biazin revela segundo álbum de estúdio; ouça Reversa

“Eu amo ser do contra”. Esta é a frase que a cantora Carol Biazin costuma usar para se definir. E isso não tem e nem deve ser visto de forma negativa. Pelo contrário. Biazin mostra que, ao ir na contramão de dinâmicas e ideias comuns, ela inova e gera tendências. Foi assim no primeiro álbum e é agora. Nesta quarta-feira (1), ela lança seu segundo álbum de estúdio, Reversa, com 13 faixas inéditas que dão sequência à narrativa que Carol já vinha contando com seus últimos singles lançados. Dividido em atos, Reversa conta uma história em diferentes fases de um relacionamento amoroso que muitas pessoas já viveram ou podem viver em momentos da vida. O ato I mostra o início de uma relação, o sentimento de flutuar no começo de uma forte paixão. Depois, há uma certa densidade e aprofundamento do sentimento, passando por momentos difíceis, mas necessários, que é o ato II. Após uma desilusão amorosa, todo mundo precisa daquele momento de amor próprio e de voltar para si mesmo. Essa passagem é o arquétipo da Garota Infernal, que representa o ato III. Esse alter ego, apresentado no primeiro single lançado do projeto, toma conta de Carol Biazin para fugir de situações da realidade. É um ato mais fantasioso, tanto nas músicas, como na estética, trazendo inspiração de Alice no País das Maravilhas. O ato III traz um universo à parte dentro do álbum, o universo da Garota Infernal. Mas, engana-se quem acha que o álbum está cronológico. Assim como o sugere o nome, Reversa apresenta esta história de amor de trás para frente, em um formato cíclico e complementar. “Reversa é porque eu sempre fui considerada uma artista injustiçada pelos fãs. Com amadurecimento e autoconhecimento, fui entendendo que eu gosto mesmo é de ser do contra, de fazer as coisas de forma contrária do que já foi apresentado. Esse álbum parte do conceito em que eu quis contar uma narrativa de amor de trás pra frente: ela começa do final, ela tem um meio e acaba no início”, conta Carol. “Apesar de dividirmos por atos, cada um deles têm suas ramificações, por ser uma história cronológica, apesar de ser ao contrário. Tudo tem nuances, o tempo inteiro. Esse álbum tem uma dinâmica que acaba fazendo ele ser muito rico e diversificado”, finaliza. Para ilustrar ainda mais essa história e a identidade de cada fase, Reversa é também um álbum visual. A diretora criativa do projeto, Gabriela Grafolin, conta que cada ato foi visto como uma cor de forma a enxergar também as sensações que cada parte apresenta. Além dos videoclipes, todas as faixas terão visualizers divulgados em breve, que contarão essa história não só em áudio, mas também no audiovisual. Mala Memo, por exemplo, estreia e ganha seu vídeo nesta quinta-feira (2), às 12h. Confirmada como uma das atrações do Lollapalooza 2023, Carol, uma das grandes ascensões e talentos musicais dos últimos tempos, estará também nos palcos do MITA Festival, Rock the Mountain e muito mais pelo país.

Electric Mob lança álbum 2 Make U Cry & Dance; ouça!

A banda Electric Mob lançou o álbum 2 Make U Cry & Dance pela gravadora italiana Frontiers Music com a árdua tarefa de suceder o empolgante Discharge (2020), responsável por alçar os curitibanos ao posto de destaque do hard rock mundial. Logo em seu primeiro álbum, o Electric Mob conseguiu alguns feitos notáveis, como conquistar o respeito da crítica especializada, tocar em rádios da Europa e dos Estados Unidos, entrar na parada Billboard/BDS Indicator Chart e atingir números realmente expressivos nas plataformas de streaming. Mas ao que parece, o peso e a responsabilidade de corresponder às altas expectativas – do público, da mídia, da gravadora e até deles mesmos -, não afetou nem um pouco o quarteto formado por Renan Zonta (vocal), Ben Hur Auwarter (guitarra), Yuri Elero (baixo) e André Leister (bateria). 2 Make U Cry & Dance é mais do que uma evolução natural de Discharge, é um salto adiante. O Electric Mob consegue manter a vibração de antes, ao mesmo tempo em que adiciona novos elementos à sua sonoridade, a tornando ainda mais vigorosa e atual. Em suma, o novo trabalho representa o aperfeiçoamento da fórmula que a banda segue desde sua formação em 2016, explorando a fusão de elementos clássicos da velha escola dos anos 1970 e 1980 com o groove explosivo do rock pesado dos anos 90 e 2000. As 11 faixas que formam o repertório de 2 Make U Cry & Dance foram compostas em conjunto pela banda. As músicas foram bem trabalhadas, excessos foram cortados e estruturas complexas foram deixadas de lado em prol de arranjos mais diretos e eficientes. Há um constante equilíbrio entre passagens mais cadenciadas e momentos em que a energia sonora explode. Esse jogo de luz e sombra provoca um efeito interessante capaz de segurar a atenção do ouvinte do primeiro ao último minuto. A representação perfeita desse raciocínio se exemplifica no último single lançado, It’s Gonna Hurt, cujo clipe já está disponível no YouTube. 2 Make U Cry & Dance foi gravado no Nico’s Studio (Curitiba), com produção de Amadeus De Marchi. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Nico Braganholo. O guitarrista Ben Hur enfatiza: “Se alguém me perguntar qual é a principal diretriz do sistema de composição do Electric Mob, eu provavelmente responderia que é fazer um som que nós gostaríamos de ouvir. Trabalhamos duro nesse álbum e estamos muito satisfeitos com o que fizemos”. “Esse é um disco que contém a nossa verdade. Nos últimos tempos atravessamos momentos difíceis, enfrentamos os infortúnios em série da pandemia, perdemos pessoas queridas, mas, mesmo nos piores momentos, nunca abandonamos nossos sonhos. Seguimos em frente e usamos toda essa experiência vivida na hora de compor as novas canções. Não é porque em um dia você está chorando que no outro não pode dançar, não é? Essa é a mensagem de 2 Make U Cry & Dance, completa Renan Zonta.

Leela divulga single Mundo Visionário em session no YouTube

A banda Leela, liderada pela vocalista e guitarrista Bianca Jhordão e pelo guitarrista Rodrigo O’Reilly Brandão, lançou o single Mundo Visionário. O lançamento faz parte da série de novas versões de canções dos primeiros álbuns da banda, e que já foram apresentados no #LeelaLive, programa musical transmitido ao vivo no canal do YouTube do grupo. A letra da música é inspirada na série de quadrinhos de Neil Gaiman “Sandman” que conta a história de uma família que pertence às entidades cósmicas Noite e Tempo que é formada por Sonho, Desejo, Desespero, Destruição, Delírio, Destino e Morte, e aborda os 7 Perpétuos como seres ancestrais que nasceram com o universo e morrerão quando o ele chegar ao fim. A ficção também foi inspiração para a série do mesmo nome na Netflix, lançada em 2022. O single é uma composição de Bianca e Rodrigo em parceria com o compositor e escritor Fausto Fawcett e é uma balada levada no violão com vocal melodioso da vocalista da banda, e foi lançada originalmente no segundo álbum de Leela, Pequenas Caixas. No canal da banda, além dos videoclipes oficiais, eles apresentam o programa musical transmitido ao vivo chamado #LeelaLive, onde tocam seus sucessos, apresentam canções inéditas e recebem convidados especiais para celebrar a obra de grandes artistas da música mundial, com bate-papo e interação em tempo real com os espectadores. Ouça Mundo Visionário

Esperanza: Depois da Tempestade enfatiza romance e essência latina em novo videoclipe

Depois da Tempestade

É preciso ter muita resiliência para enfrentar a dor da perda. Este é o tema do próximo álbum da Depois da Tempestade, intitulado Luto por Esperanza. E para apresentar o início dessa história, que representa um eu-lírico que precisa lidar com a angústia de perder justamente a sua amada, a banda santista divulga o videoclipe do single Esperanza. O audiovisual retrata o momento em que o eu-lírico se depara com esse amor pela primeira vez, dando continuidade ao roteiro apresentado no videoclipe de Indomável León, lançado no fim de 2022.  Na ocasião, a Depois da Tempestade ainda expressa a sonoridade proposta no seu terceiro disco.  Isto é, o álbum Luto por Esperanza, previsto para o decorrer deste ano, elucida a veia latina da Depois da Tempestade sem deixar o anseio pelo pop e pelo rock alternativo de lado. O álbum ainda se remete ao post-hardcore, mas de uma forma mais sútil e distinta do peso dos discos Multiverso (2017) e Eleva (2013).  O vocalista Victor Birkett explica a pronúncia do termo “Esperanza”, presente no single e no disco em questão.  “Esperanza é lido como em português, ‘Esperança’, e é um nome próprio. Sabemos que talvez muitas pessoas pronunciem o nome com som de ‘Z’, mas queremos trazer uma curiosidade linguística para nossos fãs: Em espanhol, não se usa o som de ‘Z’, e sim de ‘S’”, destaca. Além de Victor, o grupo conta com os músicos Gutto de Albuquerque (guitarra), Diego Andrade (baixo), Maru Mowhawk (teclado e sintetizador) e Bruno Andrade (bateria e beats). A faixa Esperanza foi gravada no estúdio ElectroSound Studios com produção de André Freitas. O videoclipe, por sua vez, foi produzido pela Sina Filmes, com direção de Maria Ferreira. As cenas foram captadas no Started Hookah Bar, em Santos (SP).

Jonathan Ferr revela o disco Liberdade; ouça!

Precursor do urban jazz no Brasil e reconhecido por inserir elementos de outros ritmos em suas produções, o músico afrofuturista Jonathan Ferr lançou o álbum Liberdade. Com participações especiais em todas as 10 faixas, das quais nove são inéditas – a única já conhecida do público é Lá Fora, com Coruja BC1 e Zudzilla, o projeto chegou às plataformas de streaming na última sexta-feira (27) pelo slap, selo da Som Livre. Por meio de parcerias com nomes que imprimem diversidade na música brasileira, como Luedji Luna, Kaê Guajajara, Rashid, Tássia Reis e Tuyo, Jonathan busca explorar o conceito de liberdade em diferentes frentes. O músico multi-instrumentista leva o ouvinte a um mergulho profundo, que reflete muito de Ferr enquanto artista, mas que também pretende provocar a quem ouve, além de estimular a propagação dessa expansão de consciência. A música de trabalho Meu Sol, que aposta na parceria com rimas do rapper Rashid intercaladas pelo refrão cantado pelo duo Àvuá e pelo próprio Jonathan, uma das novidades neste novo trabalho, chega também com videoclipe no dia do lançamento. O roteiro é de Ferr, que também assina a co-direção ao lado de Leo Ferraz. O ator Aílton Graça é o protagonista convidado para a produção, que aposta em uma narrativa sobre a posse do primeiro presidente negro do Brasil. Jonathan aparece como um ativista do partido Irmandade, uma brincadeira que ele já apresenta em seus shows. A música fala de esperança e preencheu os bastidores do videoclipe com muita emoção. O álbum apresenta vocais em nove das dez canções, sendo 90% cantado por mulheres, e Jonathan faz sua estreia como cantor em três faixas. O disco encerra com “O amor não morrerá”, produzida com Lóssio, em que Ferr canta sozinho fazendo da letra um resumo de todo o projeto, deixando a provocação: o que é liberdade para você? “Falar de liberdade é falar de algo que é inerente ao ser humano. Espero que as pessoas possam se conectar tanto quanto eu tô conectado com esse tema, e a partir disso possam gerar outras coisas, situações, debates, álbuns… Esse projeto é uma grande provocação, né? Do que é ser livre, do que é emancipar e ser emancipado”, diz o artista, deixando claro que a natureza do novo trabalho é também coletiva. Jonathan é responsável por toda produção sonora do álbum, e além do piano, o músico também está no comando dos baixos synth, dos sintetizadores e dos pianos rhodes.

Gabriel Henriques lança feat com Lucas Laypold; ouça Tá Suave

A cena musical de Porto Alegre se uniu no lançamento de Tá Suave. Os cantores e compositores Gabriel Henriques e Lucas Laypold firmaram a primeira parceria no single, que conta com produção musical e beats de André Nine, e traz em um pop love song astral e sensual com a história de um amor leve, da paixão que precede qualquer rótulo de uma relação e da liberdade do ir e vir dos envolvidos. “Esse lançamento chega para começar o ano da melhor forma. É a primeira vez que vou subir em um palco com essa dimensão de público. Agradeço muito o Lucas Laypold pela oportunidade e pelo convite”, comenta Gabriel. “Chegou a hora de mostrar o nosso trabalho. Eu e minha equipe já estamos há três anos produzindo, lançando e agora é a hora de apresentar de fato, ao vivo. Com certeza vai me trazer muito amadurecimento, visibilidade e vivência como artista”. “Eu e o Gabe sempre admiramos o trabalho um do outro, somos muito amigos. Então juntar para o feat foi muito natural. Quando dois artistas têm uma conexão a parada flui muito mais fácil”, revela Laypold. “Queremos muito alcançar um grande público, que as pessoas se lembrem das pessoas que amam e de falar isso para elas”, complementa. Os artistas se conheceram em Porto Alegre, mas foi em São Paulo que se conectaram profissionalmente e criaram, em apenas uma tarde no estúdio de Nine, Tá Suave. “Foi muito natural. Entendemos em qual momento cada um estava da carreira e de referências e criamos a música a partir disso. Foi tudo muito fluído”, conta Gabriel.

Naka mrl lança single “Saudades de Nós”

O artista e produtor Naka mrl lançou o single Saudades de Nós. A faixa, distribuída pela Ditto Music, nasceu em uma nova fase, em que ele se desconectou e passou um tempo fora de sua cidade. Com fortes referências do pop acústico, MPB, Naka traz muitas influências brasileiras para o trabalho completamente orgânico. Naka, além de tocar todos os instrumentos, assina a produção. Saudades de Nós fala a respeito de momentos de saudade intensa sentidos quando, por algum motivo, desatamos uma relação. “É muito bom se desconectar, se jogar na natureza, e ver o tanto que ela pode nos ajudar em criatividade. Esse single é bem especial e faz parte do meu próximo projeto”, comenta Naka. Nascido em Yokohama no Japão, Naka atualmente vive no Brasil onde atua como produtor musical dentro da sua própria produtora, a Sadzone. Suas músicas já acumulam mais de 9 milhões de streamings em todas as plataformas digitais.