Trivium confirma show intimista em São Paulo; veja preços

A banda de heavy metal norte-americana Trivium confirmou um show intimista em São Paulo em 14 de dezembro, antecipando sua participação no Knotfest Brasil em 18 de dezembro, onde dividirá o palco com outras 11 bandas. O show no Cine Joia é uma oportunidade única para os fãs poderem conferir a banda de perto, em um show intimista diferente da apresentação que farão no Knotfest. Formada por Matt Heafy (guitarra e vocais), Corey Beaulieu (guitarra e vocal de apoio), Paolo Gregoletto (baixo e vocal de apoio) e Alex Bent (bateria), o Trivium já lançou dez álbuns de estúdio. Aliás, o mais recente, In the Court of the Dragon, foi eleito entre os melhores álbuns de rock/metal de 2021 pela Loudwire, que também colocou a faixa-título como uma das melhores música de metal de 2021 Os ingressos já estão à venda em Eventim.com.br. Os preços variam entre R$ 140,00 (meia) e R$ 280,00 (inteira). SERVIÇO Data: 14 de dezembro de 2022 Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Se, São Paulo Classificação etária: 18 anos. 16 e 17 anos permitida a entrada desde que acompanhado de um responsável. Setores e preços:Pista – R$ 280,00 (inteira) | R$ 140,00 (meia-entrada legal)
Transit in the Ryes reflete o luto e a nostalgia em rock no EP “After the Sun Collides”

A banda gaúcha Transit in the Ryes transformou uma experiência de luto e perdas em seis canções no seu novo EP, After the Sun Collides. O grupo explora um conjunto de influências que atravessam décadas e gêneros, em um caldeirão musical guiado pelo rock. Psicodelia, alternativo, indie e folk surgem em canções que dialogam com dramas modernos de uma geração em busca de um lugar no mundo. Entre o moderno e o retrô, surge a sonoridade de Transit in the Ryes, quarteto porto-alegrense que inicia uma nova fase com este EP, onde o atual e o nostálgico se fundem para dar vazão a composições sobre questões humanas. A abertura, com Aftershock e What Do I Do Now?, se apoia em baladas típicas dos anos 70, com camadas orquestrais que aparecem também em faixas como o single mais recente, The World’s Not Talking, e na dramática The Fall (Symphony of an Overdue Epiphany) – a mais experimental do EP, que serve como continuação à letra de Aftershock. O primeiro single, Take Your Time, e Change exploram o lado mais perto do coração da estética da banda, na junção do new wave com o indie rock moderno. Transit in the Ryes já reflete um amadurecimento estético para um projeto recente, iniciado em 2018 a partir do desejo comum de gravar as próprias canções. Desde então, o grupo passou por várias reformulações que fizeram parte do processo de seu estabelecimento artístico. Mais recentemente, marcando essa nova fase, em 2021 foram lançados dois singles: Bored Out Of My Mind faz uma reflexão sobre os tempos pandêmicos e 2017 um mergulho nostálgico na adolescência, remetendo às épocas mais simples do período escolar. Agora, After the Sun Collides é a primeira parte de um ciclo que será contado em três atos, na forma de dois EPs e um álbum. “Nessa primeira etapa, não se trata de uma narrativa na forma de um álbum conceitual estritamente dito, mas de uma temática em comum que explora o impacto imediato de uma perda significativa. Sentir qualquer coisa depois de um choque como o falecimento de alguém próximo parece impossível, seja isso um sentimento positivo como uma nova paixão ou em contrapartida, um amor em ruínas. Contudo, nós voltamos a sentir, e talvez estranhamente, é mais aliviante ainda saber que isso inclui a experiência de novas dores. O EP não pretende necessariamente contar uma história de superação de um grande luto, tão quanto documentar e encontrar o conforto na volta das pequenas dores e anseios do dia a dia. After the Sun Collides é dedicado ao nosso melhor amigo, Dudu”, entrega Henrik Karlholm (vocal, guitarra, sintetizadores, mixagem, masterização). Além dele, Transit in the Ryes conta com André Silveira (baixo), Santi Madeira (guitarra, piano, vocais) e Thomas Gomes (bateria e percussão).
Guitarrista do The Cranberries e cantora brasileira lançam primeiro EP; ouça Law of Return

A dupla The Puro, formada por Noel Hogan (co-fundador, guitarrista e compositor do The Cranberries) e a cantora brasileira Mell Peck, lançou seu primeiro EP, Law of Return. A colaboração entre os dois surgiu depois que Noel descobriu covers de Mell no YouTube em 2019, por indicação de várias pessoas que recomendaram o trabalho da cantora. Mell, que hoje mora em Porto Alegre, explica: “Nós nos conhecemos e nas conversas surgiu a ideia de compor juntos. Desde então, nós não paramos, e as ideias estão sempre vindo”. Os dois trabalham à distância, e com ajuda de tradutores, já que Mell não fala inglês fluente. >> CONFIRA ENTREVISTA COM THE PURO Depois de dois anos de colaboração, o projeto teve seu início neste ano com dois singles que haviam sido lançados previamente : Goodbye e Prison, que ganhou também uma versão em portugues. Agora, nesse EP novo, Noel e Mell continuam a definir o som único do The Puro em três músicas inéditas, disponíveis tanto em portugues como inglês. Os vocais potentes e letras etéreas de Mell são conduzidos pelos arranjos marcantes de Noel, criando uma experiência catártica única. Como destaque, a faixa-título, Law of Return, (ou “Lei do Retorno”), foi a primeira música que Noel escreveu no piano. “Eu não quis usar nenhuma guitarra, para ver se me faria escrever de um jeito diferente. Musicalmente a faixa foi inspirada pelo disco dos anos 70, especialmente as orquestrações.” Já as letras foram escritas por Mell, sobre “vivermos em um mundo onde estamos cercados de energias, tanto positivas quanto negativas – e como bem sabemos, ‘colhemos o que semeamos’”. O EP também contém as canções Atalhos / Shortcuts, uma canção que mistura grunge e punk, e Renascer, uma faixa mais emocional com sintetizadores que remetem aos anos 80. Para divulgar o EP, Noel estará no Brasil, e encontrará Mell em São Paulo para um show na Casa Rockambole no dia 20 de outubro, acompanhados da banda Leela. Será a estreia ao vivo do projeto, e os ingressos já estão disponíveis via Sympla.
King Gizzard & The Lizard Wizard revela o segundo de três álbuns previstos para outubro

A máquina imparável de produção do King Gizzard & The Lizard Wizard aprontou mais uma vez. Chegou ao streaming o álbum Laminated Denim, o segundo de uma trilogia prevista para ser toda lançada ainda em outubro. O novo trabalho conta com duas faixas, que totalizam 30 minutos, e foi disponibilizado na madrugada do último dia 12, no horário exato em que a banda saiu do palco em sua apresentação no Red Rocks. No último dia 7, o King Gizzard apresentou seu 21º álbum de estúdio, Ice, Death, Planets, Lungs, Mushrooms and Lava.
DAY Limns e ALVA cantam sobre Sorte ou Azar; ouça single!

Sorte ou Azar? Com DAY Limns e ALVA os fãs de música dão sempre sorte. O novo feat das cantoras já chega quebrando paradigmas, sendo o primeiro lançamento de DAY que não leva sua assinatura na composição. A faixa, composta por ALVA e Jenni Mosello e produzida por Dmax, Lucas Vaz e Marcelinho Ferraz, chegou a todos aplicativos de música nesta sexta-feira (14). Podendo ser facilmente interpretada como uma canção ácida de amor, a faixa traz muitas outras camadas para aqueles que permitirem prestar mais atenção. Frases como Você só quer me torturar, Apago sem sentir ou Sorte ou Azar, você me julga, trazem, na verdade, críticas ao mercado musical brasileiro. O lançamento vem cheio de simbolismos que desconstroem a dicotomia social e misturam sorte e azar num jogo torturante de julgamentos e poder, onde ambas artistas estão anestesiadas. O clipe, dirigido por Gustavo Ownage com roteiro de Felipe Ribeiro, apresenta DAY Limns e ALVA como super-heroínas de si mesmas, tentando sobreviver a vazios, caos, incertezas, aprisionamentos e principalmente tortura. Ambas se encontram como figuras antagonistas, a sorte e o azar uma da outra, as vozes e imagens se misturam a ponto de não saberem quem é quem. O clipe também traz cenas de DAY em um confessionário e promete abrir muitas frentes da história de vida das artistas, que mostram muita força e coragem ao abordar certos temas.
Planta e Raiz lança primeira parte do Acústico com três inéditas

A banda de reggae Planta e Raiz divulgou a primeira parte do projeto Acústico Planta e Raiz, com sete músicas, sendo três inéditas: Filme de Romance, De Conchinha e Não Deixe Passar. A gravação do Acústico Planta & Raiz movimentou o cenário da música reggae e aconteceu na casa de shows Áudio, em São Paulo, em julho passado. Com a casa lotada, o show contou com convidados especiais que fazem parte da história do grupo: Tales (Maneva), Armandinho, Victor Kley e os filhos do vocalista Zeider: Laura e Ziedro Pires. Ainda em 2022, o público poderá conhecer as partes II e III do Acústico. No mês de novembro, a Parte II chegará liderada por Relógio de Dalí, música inédita que leva Zeider como autor ao lado de outros nomes consagrados do meio: Tato (Falamansa), Ivo Mozart, Rey Vercosa, Eve Mendes e Thiago Lopes. Já a Parte III do Acústico poderá ser aguardada para dezembro e dentre as sete faixas escolhidas, uma atenção especial pra participação do cantor Victor Kley na inédita Ponta de Uma Estrela. Em janeiro de 2023, o DVD completo, incluindo a participação de Armandinho no poutpourri De vc só quero amor/ Pra poucos e do Tales (Maneva) em Eu tive um sonho poderá ser conferido pelos fãs contabilizando um total de 29 músicas, sendo oito canções inéditas, participações especiais e muita vibração positiva.
Após sucesso de EP, Raonir Braz chega com o single “Beethoven”

Depois de estourar nacionalmente com o single 100 Placas, em parceria com Matuê, e atingir mais de 100 mil streams em duas semanas com seu novo EP, Raonir Braz voltou com mais um lançamento: Beethoven chegou ao YouTube com clipe. Composta e produzida pelo próprio Raonir em parceria com André That, sócio do artista na MPN RECORDS, a canção traz referências ao produtor Zaytoven – grande responsável pela expansão do Trap, e o seu próprio nome é inspirado no compositor Beethoven. “Nada melhor que juntar o clássico ao moderno, é esse clima que busco trazer para cada lançamento. Por fazer parte do novo volume, a transição do PERSONA Vol.1 para o Vol.2 tinha que ter um sentido. A Beethoven traz uma mensagem de solidão que vários artistas enfrentam ao escolher viver do sonho e questões pessoais”, explica o artista. O clipe, dirigido por Caio Canine, representa a essência da composição. “É bem solitário, uma noite em SP pode trazer muitas emoções. A temática da música faz com que tudo em volta tenha sentido. É sobre um desabafo entre relação pessoal e a busca constante de viver do sonho”, completa Raonir.
Helô Tenório reflete ao piano a força dos sentimentos no álbum “Íntimo”

Cantora e compositora, Helô Tenório surge em seu primeiro EP Íntimo exatamente do jeito que o nome sugere. Deixando seu piano em primeiro plano como nunca antes, ela explora as vulnerabilidades que nos conectam como seres humanos. Com um olhar feminino e poético, o registro foi gravado ao vivo e está disponível em todas as plataformas de música. Com sua voz, a carioca Helô Tenório já rodou vários lugares do mundo. Formada em Canto Lírico pela UFRJ, concluiu parte do curso na West Virginia University (EUA), estudando jazz. Também atua como diretora do Brazil and Jazz Vocal Sessions, na Itália. No início da carreira, se apresentou como cantora lírica com maestros renomados no Theatro Municipal do Rio, na Sala Cecília Meireles e na Cidade da Música, e como solista no projeto Música no Museu. É pós-graduada em Pedagogia (UCAM) e cursa o Mestrado na Unirio com o projeto de Improvisação Vocal na Música Brasileira. No presente momento, atua ativamente como cantora e pianista em âmbito nacional. É diretora e idealizadora do Curso Internacional Vocal Connection e se apresenta com diversas formações de banda, sempre buscando novas formas de levar a música brasileira a diversos ouvintes. O público de sua terra natal, o Rio de Janeiro, poderá conferir o novo repertório em duas performances: dia 20 de outubro no J-Club – Casa Julieta de Serpa, no Flamengo; e em 13 de novembro, no Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca. Os shows trarão o repertório de toda a carreira da artista, desde seus singles com roupagem pop até as novas. Para mais informações sobre ingressos, visite o site.
Davi Bandeira celebra as origens nordestinas em “Ô DESGRAÇA (que é gostar de homem)”

O cantor Davi Bandeira acaba de lançar, de surpresa, a divertida e tropical Ô DESGRAÇA (que é gostar de homem). A faixa chegou às plataformas digitais acompanhada de um visualizer superdivertido. Com uma sonoridade diferente dos singles apresentados anteriormente, a música reforça a versatilidade musical de Davi Bandeira sem perder sua personalidade. “Nasci e cresci no Ceará, que é a terra do forró, então ele também corre nas minhas veias. Para meu novo álbum, eu queria experimentar a música pop de uma forma ampla, buscando referências que eu sempre ouvi e que fizeram parte da minha vida e claro que o forró não poderia ficar de fora. Busquei adicionar os elementos dentro do pop, assim como fiz em Eu Vou Chorar Dançando e estou superfeliz com o resultado. É uma música divertida e animada que celebra o lugar de onde eu vim, como a gente fala e como a gente tira onda das coisas para deixá-las leves”, pontua Davi. Produzida por enzo dicarlo que já trabalhou com nomes como Pabllo Vittar e Clara Valverde, Ô DESGRAÇA (que é gostar de homem) fala sobre conhecer alguém e acabar se envolvendo demais. “A música é engraçada porque o cara fala que justamente acabou de sair de um relacionamento e não quer nada sério, mas meio que se envolve demais com uma única pessoa e não consegue controlar os seus desejos”, afirma Davi. O single é o último que Davi Bandeira libera antes do lançamento do seu novo álbum previsto para novembro. Ao todo, antes mesmo do lançamento, o projeto já possui mais de 1 milhão de streamings e é aguardado ansiosamente pelos fãs do artista que promete alcançar números ainda maiores em 2023.