Cacá Baskerville traz energia e pegada rock em seu clipe e single Só Você

O cantor santista Cacá Baskerville lançou nesta sexta-feira (2), em todas as plataformas digitais, o single Só Você, acompanhado de videoclipe. Com os versos “só você sabe bem / Me tirar do eixo/ Só você sabe bem/ Despertar o meu desejo/ Me bagunçar com o seu beijo/ Só você/ Só você”, o single, uma composição de Cacá em parceria com Jef Souza, que também é cantor e compositor, fala sobre alguém especial com a qual pode conhecer sentimentos diversos que nunca havia experimentado. Cacá Baskerville explica que a música, que traz a sonoridade do pop com pegada do rock, possui essência romântica e resgata suas influências musicais que são Cazuza, Barão Vermelho, Capital Inicial, Bon Jovi, Queen, entre outras. “É um resgate, um recomeço na minha carreira porque traz minhas principais referências e influências que são do rock, do pop rock e dos grandes ícones da música que sempre ouvi muito. Ela tem uma energia, uma pegada, que tem muito a ver comigo”, diz. Com direção de Rodrigo Brasolim e Wesley Fernandez, o clipe foi rodado no Centro Histórico de Santos, no Boulevard da Rua XV de Novembro, tendo ao fundo a Bolsa do Café. Filmado em plano sequência, as cenas mostram Cacá andando pela rua, cantando a música como se todos ao redor estivessem o ouvindo, mas estão fazendo suas atividades do cotidiano normalmente e não dando muita atenção para o cantor. Em cada situação, subliminarmente, todos estão conectados com a canção, e em determinado momento se encontram para curtir juntos. “As diferentes mulheres que aparecem, representam várias Só Você – como que se cada uma representasse um amor perfeito, que não existe, mas todas têm suas qualidades, que se somadas dariam esse amor a ser desvendado”, destaca. Além de Só Você, o novo projeto ainda sem nome, traz o lançamento de singles, todo mês, nas plataformas digitais e no canal do artista na internet. A ideia é lançar um EP no final do ano com nove faixas. De forma autêntica, as canções trazem temas como amor, paixão e relacionamentos. “É um trabalho que vai marcar minha carreira como um resgate que traz de volta minha essência e minha verdade. Tem tudo a ver comigo”, finaliza.

Banda gaúcha recreio lança álbum de estreia, Tiranos Melancólicos

Arthur Valandro, André Garbini, Bernard Simon, Gabriel Burin e Ricardo De Carli integram a banda porto-alegrense recreio, que lançou nesta sexta-feira (2) seu álbum de estreia, Tiranos Melancólicos, distribuído pela SoundOn. O single Empatia deu o pontapé inicial no disco, seguido de Fumaça Pura, que acaba de ganhar um videoclipe dirigido por Ricardo De Carli. Para alguns, esses nomes podem soar familiares. A recreio nasce da Soundlights, que chegou a lançar o EP Sons que vêm do Sítio, pela Lezma Records, e circulou por grande parte do sul e sudeste do país com apresentações ao vivo. E pode-se dizer que o recreio surgiu de uma forma natural, ainda antes do início do isolamento social, pois Arthur já havia se aventurado em um processo para criação das faixas do trabalho que viria a ser de estreia do grupo. A substituição de softwares de gravação e edição de áudio por composições no formato voz e violão, levou as músicas para um campo até então não muito explorado pelo projeto inicial. Tais arranjos foram executados em reuniões semanais com Bernard e Ricardo, que assumiram, a partir deste momento, a produção da obra da recreio. “Estudamos especialmente as letras, melodias e harmonias – nossa ideia era que, se as músicas funcionassem neste formato de voz e violão, a partir daí se poderia assumir diversos caminhos de arranjo com alguma segurança de que no final, as canções ainda teriam uma contundência. Adotamos esta ideia pensando em uma engenharia reversa – gostaríamos de fazer um disco em que as pessoas pudessem aprender a tocar o repertório no violão com uma certa facilidade”, recorda Ricardo. A chegada da pandemia poderia ter sido um percalço na carreira da banda recém-formada, mas acabou servindo para um novo olhar coletivo dentro do projeto, culminando em áreas ainda não exploradas. “Era março de 2020, estávamos com o pé na porta para adentrar uma imersão musical e, então, chegou a pandemia. Passamos a nos reunir diariamente pelo Discord. Nem sempre falávamos do trabalho, muitas vezes o encontro era resumido a uma troca afetiva, a um diário de bordo do dia-a-dia do isolamento. Sentimos que para nós essa adequação demandou uma dinâmica de conversa e escuta que passou a respeitar muito o tempo de fala de cada pessoa – temos certeza que isso nos fez músicos melhores, e definitivamente afetou a elaboração dos arranjos”, revela Ricardo. O processo de registro do disco foi distribuído entre 2021 e 2022, entre períodos em Garopaba, no litoral Catarinense, na capital gaúcha, no estúdio frisbe, e no home studio de Bernard Simon. “Em maio de 2021, passamos um mês juntos numa casa, no litoral catarinense. Levamos os instrumentos, arredamos os móveis e a sala virou nosso estúdio. Apostamos nessas dinâmicas com o intuito de otimizar nosso tempo, relacionamento e criação. Conviver por tanto tempo, dormindo e acordando, dia após dia, nos colocou em um estado de panela de pressão que nem sempre foi fácil, mas, também, houve momentos quase sublimes de conexão e composição que não teriam acontecido de outra forma”, recorda o grupo. Muitas das faixas foram gravadas ao vivo em take único (exceto pela voz e percussões), resultando em uma sonoridade orgânica. Um ponto incomum na banda é a falta de instrumentos fixos para cada integrante: “Com frequência trocávamos de instrumento, notando o que cada formação apresentava como possibilidade, pois cada pessoa trazia uma abordagem diferente no toque. Até hoje a banda não tem uma formação no palco bem definida, algo que foi incorporado em nossos shows”, conta Ricardo. Felipe Apolonio (Fapo) assinou a engenharia de áudio das sessões de gravação e a mixagem e masterização ficou por conta de Martín Scian, que assinou o disco LECH da Ana Frango Elétrico, apontado pela banda como peça crucial para o resultado. “Nossas trocas foram muito mais sobre sensações e imagens do que sobre termos técnicos, e felizmente funcionou muito bem. Pensa nessa situação: é fim dos anos 90/início 2000, você chegou em casa da escola e ligou no Disk MTV. Estreia um clipe de uma banda que você ainda não conhece, mas acaba curtindo muito. No dia seguinte, quando encontra sua turma, todo mundo assistiu e tá conversando sobre. É assim que tem que soar”, aponta Ricardo.

Saudade e simplicidade regem novo single da Terra Mãe

“Se é que existe sorte, ela anda ao meu redor”, diz um trecho de Saudade, novo single da Terra Mãe, power trio de Campinas. A verdade é que encontrar pessoas que te compreendem e enfrentam obstáculos com você não acontece sempre. É sorte. A amizade crua, que te dá saudade da época que o encontro era mais frequente, a falta que faz a simplicidade na vida. A nova canção de trabalho também marca o retorno dos vocais à mistura, antecipando o próximo disco de estúdio. O lançamento acontece no dia 2 de setembro em todas as plataformas de streaming. “O single é trabalhado no sentimento de saudade mesmo. A gente tá ficando velho e o sentimento de voltar pra vida confortável sempre acaba voltando, acredito. Decidimos retomar com os vocais e backing vocal, coisa que a gente não se liga muito em fazer, mas que pra esse novo trabalho, quisemos dar uma atenção a mais nisso”, explica Gustavo Paschoalin, vocalista e guitarrista da Terra Mãe. O novo single é um ponto de mudança em relação ao EP Vontade que não morre, lançado em março de 2022, que trouxe canções instrumentais. É a partir de Saudade que a evolução da Terra Mãe se mostra, uma banda que soube equilibrar criatividade e maturidade, sem perder a simplicidade em sua música. “A música no geral é uma evolução mesmo, sonora, de maturidade, tudo o que estamos buscando pra trazer pro nosso próximo disco de estúdio. A gente se inspirou no simples, em voltar pro mínimo, tanto que a música é simples mesmo, sem muito rodeio. Acho que tentamos trazer aquela velha Terra Mãe, mais crua porém mantendo todo o aprendizado que adquirimos até o momento”, define Gustavo. Mais madura e certa do que quer e do que precisa fazer, a Terra Mãe é formada pelos músicos Igor Nogueira (guitarra), Robson Rodrigues (bateria) e Gustavo Paschoalin (guitarra). O single Saudade tem produção, mixagem e masterização de Victor Miguel. A foto de capa é de autoria de Marina Carpini.

Amagatos: quarteto indie reflete sobre o ciclo da vida em Metropolia

O selo de música alternativa Before Sunrise Records, criado e gerenciado por Carlo Bruno Montalvão (manager da Brain Productions Booking), lançou Metropolia, single da Amagatos, jovem quarteto indie de Sergipe. A banda, que nasceu durante a pandemia, canta em português e esta canção é a primeira de um EP que sairá ainda em 2022. A Amagatos é indicada para fãs de Slowdive, Tears From Fears, Terno Rei e Beach Fossils. ‘Metropolia, explica a Amagatos, expressa melodias e palavras sobre o sentimento de estar no olho do furacão da engrenagem da vida, o famigerado ciclo – imutável? – de viver e trabalhar e repetir o ciclo. “Fizemos uma melodia contrapartida da letra que, tenta mostrar seu viés mais triste ao mesmo tempo que soa satírico e como uma ode à vida da forma que ela é e ponto final”, contextualiza a banda, formada por Victor Caldas “Vicá” (vocal/guitarras), Guilherme Bagio (guitarras/teclas), João Pedro “Jompas” (baixo) e Guilherme Mateus “Guima” (bateria). Apesar da aura alternativa e liricamente melancólica, Metropolia é dançante e “streaming-friendly”, cabendo em qualquer estilo de playlist por ser leve e cativante. “O Montalvão é um cara sensacional! Estudamos bastante sobre como seguir cada passo depois do nosso primeiro lançamento e ele abraçou nosso projeto de forma integral. Estamos muito felizes e muito motivados, porque a música na atualidade é uma terra de escassas gigantescas oportunidades, e queremos nos juntar a um pessoal comprometido com o futuro da mesma forma que a gente. Também é de muita gratidão trabalhar no selo ao lado de nomes como TEKE::TEKE e Cidade Dormitório, bandas que já admiramos a um tempo antes de ingressarmos no selo. Esperamos que em conjunto possamos lançar muita coisa e destrinchar nosso lugarzinho cada vez mais”.

Com show agendado no Rock in Rio, IZA divulga EP com três faixas

O público que assistir ao show de IZA no Rock In Rio, no domingo (4), poderá conferir ao vivo três novas faixas lançadas pela cantora nesta sexta-feira (2), em todas as plataformas digitais. Mole, Mó Paz e Droga são três singles que fazem parte do projeto Três. “O projeto Três é muito especial para mim porque ele é o carro chefe do meu álbum. As músicas que vieram antes, Gueto, Sem Filtro e Fé, estarão no disco, mas Mole, Mó Paz e Droga são a primeira porta pro novo trabalho”, conta IZA. “Esse é um projeto que eu sempre quis fazer, sempre quis conectar a história das músicas, e surgiram muitas canções no processo de criação desse álbum que logo está chegando”, completa. As músicas chegam acompanhadas de lyric vídeos, disponíveis no YouTube da cantora, e na faixa Mó Paz conta com a participação de Ivandro, artista português que IZA conheceu durante sua viagem para em Portugal, este ano. As letras, escritas por IZA e seus já conhecidos parceiros de composição Pablo Bispo, Ruxell e Sérgio Santos, além de outros artistas, retratam situações do cotidiano nas relações amorosas. As três faixas farão parte do novo álbum, com lançamento para previsto para este ano ainda, além das já lançadas Gueto, Sem Filtro e Fé.

Pistol, a história real por trás da produção sobre o Sex Pistols

Pistol é uma minissérie de seis episódios, produzida pela FX Productions, sobre uma revolução do rock’n’roll, que chegou exclusivamente no Star+ hoje (31). A intensa e furiosa tempestade no centro dessa revolução é a banda Sex Pistols, com o membro fundador e guitarrista Steve Jones como o protagonista da série. A engraçada, emotiva e, às vezes, desoladora jornada de Jones guia o público por meio de um relato caleidoscópico sobre os três anos mais épicos, caóticos e árduos da história da música. Baseada no livro de memórias de Jones, Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol (2017), Pistol conta a história de um grupo de garotos da classe trabalhadora, bagunceiros e “sem futuro”, que abalou completamente a instituição monótona e corrupta, ameaçou derrubar o governo e mudou a música e a cultura para sempre. Dirigida pelo vencedor do Oscar Danny Boyle, a série foi criada e escrita por Craig Pearce e conta com a produção executiva de Boyle, Pearce, Tracey Seaward, Gail Lyon, Anita Camarata, Steve Jones, Paul Lee e Hope Hartman. Pistol é estrelada por Toby Wallace como Steve Jones, Jacob Slater como Paul Cook, Anson Boon como John Lydon, Christian Lees como Glen Matlock, Louis Partridge como Sid Vicious, Sydney Chandler como Chrissie Hynde, Talulah Riley como Vivienne Westwood, Maisie Williams como o icônico punk Jordan, Emma Appleton como Nancy Spungen e Thomas Brodie-Sangster como Malcolm McLaren. Como aquecimento para a estreia da série, o Star+ reuniu alguns fatos do Sex Pistols para o público conhecer mais sobre a banda. Início de tudo Tudo começou em Londres, com a banda The Strand, formada em 1972 por Steve Jones como vocalista, Paul Cook como baterista e Wally Nightingale como guitarrista. Após mudanças de nomes e integrantes, a banda Sex Pistols se consolidou no ano de 1975 com Johnny Rotten (vocal), Jones (guitarra), Cook (bateria) e Glen Matlock (baixo), este último substituído por Sid Vicious em 1977. A banda rompeu padrões pela forma como se vestiam, se portavam e faziam música. Considerados por muitos como uma das maiores bandas de punk rock da história, o Sex Pistols era composto por jovens com um desejo em comum: difundir a cultura punk pelo Reino Unido. Sex Pistols e o movimento punk Sex Pistols influenciou toda uma geração pelas ruas do Reino Unido. O estilo e atitude anárquica de Johnny Rotten moldou o gosto e o jeito de diversos jovens, principalmente em Londres. O movimento punk nesse momento veio como um contraposto ao criado pelas bandas progressistas da época. “Nós inventamos o punk. Nós dizemos como as coisas são”, chegou a declarar Rotten em 1996. Após a ascensão meteórica da banda, outros grupos como The Damned, The Stranglers, Siouxsie & The Banshees e Generation X surgiram na onda de Sex Pistols e conquistaram espaço na cena. Com a entrada de Sid Vicious em 1977, a fórmula da banda ficou pronta e a imagem que conhecemos dela foi consolidada. Sempre aprontando, usando drogas, bebendo e performando em cima do palco, Vicious virou um símbolo e seu primeiro ano na banda se tornou o ano do Punk. O fim de uma era e o adeus de um símbolo… O último show da banda aconteceu no dia 14 de janeiro de 1978 em São Francisco, nos Estados Unidos. Quatro dias depois, enquanto Sid Vicious estava internado após sofrer uma overdose, a banda encerrou suas atividades. Paul Cook e Steve Jones foram os dois responsáveis pela ideia de dar um ponto final à caminhada da banda. No mesmo ano, Vicious inicia sua carreira solo que é abruptamente interrompida após ele ser acusado do assassinato de sua então namorada Nancy Spungen, em 12 de outubro de 1978. Após ficar preso até fevereiro de 1979, o músico é libertado após o pagamento de sua fiança e em menos de 24 depois, no dia 2 daquele mês, Vicious sofreu uma overdose de heroína no banheiro da casa de sua mãe durante uma festa, morrendo aos 21 anos. A volta aos palcos No ano de 2007, Johnny Rotten, Steve Jones, Paul Cook e Glen Matlock anunciam a volta da banda para um show único no dia 8 de novembro, na Brixton Academy, em Londres, com o objetivo de comemorar os 30 anos do álbum Never Mind the Bollock Here’s the Sex Pistols, que foi – inclusive – relançado após o evento. Entretanto, essa não foi a última vez que a banda se apresentou. Em 2008, a banca tocou em Portugal, no Festival de Paredes de Coura.

Tim Bernardes costura cenas de um “sonho lindo” em “A Balada de Tim Bernardes”

“Parece que esse clipe começou a ser filmado há 31 anos”. Tim Bernardes se relaciona com a música desde o berço e esse aspecto pode ser acompanhado a partir de cenas reais, retiradas de fitas VHS da sua família, que foram combinadas com filmagens de making of do álbum Mil Coisas Invisíveis para compor o novo videoclipe de A Balada de Tim Bernardes. Na canção, o músico paulistano homenageia o passado, falando sobre acordar de um sonho, representado pela infância, e também sobre despertar para um novo momento de vida no presente – com a música sempre ao seu lado (assista aqui). Filmadas com uma câmera analógica restaurada pelo diretor Andrei Moyssiadis (que assina o clipe juntamente com o próprio Tim Bernardes), as cenas de making of do álbum Mil Coisas Invisíveis – lançado em julho pelo Coala Records e distribuído globalmente pelo Psychic Hotline – são combinadas com imagens do acervo da família de Tim, gravadas em fita VHS por seus parentes. Nos vídeos antigos, é possível ver cenas dele junto dos seus primos e irmãos brincando com instrumentos musicais e criando cenas teatrais. “O maior trabalho foi descobrir como fazer esse mosaico entre presente e passado de uma maneira esteticamente forte e que misturasse os universos de estúdio, de família, dos vinis, das coisas que me formaram musicalmente. No fim, eu fiquei muito contente”, pontua Tim. A Balada de Tim Bernardes é uma faixa autobiográfica que levou anos para ser finalizada. “Eu já tinha uma parte dela, só que fui adicionando versos… Por um lado, essa letra é muito pessoal. Geralmente, as minhas composições são feitas de um eu lírico encaixado no outro e nesta tem várias coisas pessoais”, explica Tim. Agora, nessa montagem com cenas da vida do cantor e compositor, o público confere um pouco mais do que o forma enquanto pessoa, mas não só. “Também fala da minha relação com a música, como eu tenho ela como um espaço mais sublime, sagrado na minha vida, de uma maneira cotidiana, simples e direta – sem se levar tão a sério”, finaliza.

Gorillaz lança single com Tame Impala & Bootie Brown e anuncia álbum novo

Após esquentar o clima com o calor das batidas de Cracker Island (ft. Thundercat), o Gorillaz anunciou o lançamento de seu novo álbum de estúdio, Cracker Island, para 24 de fevereiro de 2023. Aliás, o anúncio veio acompanhado de mais um singles, New Gold, com Tame Impala & Bootie Brown. Anteriormente, a banda havia apresentado ao vivo pela primeira vez para uma multidão de fãs no All Points East Festival de Londres, no início de agosto. A banda foi acompanhada no palco por Tame Impala, o projeto de música psicodélica do multi-instrumentista australiano Kevin Parker, e o colaborador de longa data Bootie Brown, do grupo de hip hop alternativo de South Central LA, The Pharcyde. História por trás de New Gold do Gorillaz com Tame Impala Segundo o guitarrista Noodle, Cracker Island é “o som da mudança e a voz do coletivo”. Russel Hobbs acrescentou: “Quando o acerto de contas chegar, devemos estar prontos para atravessar o portão. Cracker Island tem os códigos de entrada…” Para 2D, “o caminho para Cracker Island não é fácil de encontrar porque está debaixo d’água”. Por fim, Murdoc Niccals anunciou que “os tons sagrados de Cracker Island serão a trilha sonora de nossa ascensão coletiva para a nova dimensão”. Cracker Island é o oitavo álbum de estúdio do Gorillaz, uma coleção enérgica, otimista e expansiva de dez faixas com colaborações estelares: Stevie Nicks, Adeleye Omotayo, Thundercat, Tame Impala, Bad Bunny, Bootie Brown e Beck. Gravado em Londres e Los Angeles no início deste ano, o disco é produzido pelo produtor/ multi-instrumentista/ compositor oito vezes vencedor do Grammy, o extraordinário Greg Kurstin, Gorillaz e Remi Kabaka Jr. Originalmente baseado no Kong Studios no oeste de Londres, o grupo de desajustados musicais – Murdoc, Noodle, Russel e 2D -, mudou-se para Silverlake, Califórnia, para recrutar novos membros para se juntar ao The Last Cult, em busca de uma verdade para consertar o mundo. Relatos do Golden State indicam que Murdoc está apaixonado pela vizinha. Russel está colado à TV. Noodle está compilando um manual de sabedoria e conhecimento. E 2D está ocupado sendo 2D. Confira a tracklist completa do álbum Cracker Island Cracker Island ft. Thundercat Oil ft. Stevie Nicks The Tired Influencer Tarantula Silent Running ft. Adeleye Omotayo New Gold ft. Tame Impala & Bootie Brown Baby Queen Tormenta ft. Bad Bunny Skinny Ape Possession Island ft. Beck