Vocalista do Keane, Tom Chaplin anuncia álbum solo e lança single

Aos 43 anos, o vocalista do Keane, Tom Chaplin, se encontra em equilíbrio agora. Ou, na verdade, na metade. O artista acaba de anunciar seu novo álbum, Midpoint, uma bela coleção de canções de reflexão e imaginação, calorosamente produzidas por Ethan Johns. Na faixa-título, Midpoint, a voz de Tom eleva-se, pintando um retrato de um homem que está ao mesmo tempo perturbado e confuso com pensamentos de sua meia-idade. Poderíamos incluir um subtítulo bem humorado pra Midpoint: “crise, que crise?”, enquanto Chaplin – com sua voz mais bela – apresenta um homem que está pensativo, perplexo e confuso sobre a meia-idade capturados na letra: “your passions yield to the will of the world… quicksand in the hourglass… a beach of dreams on the shores of the past…”.

Goo Goo Dolls anuncia décimo terceiro álbum, Chaos In Bloom

A banda Goo Goo Dolls anunciou seu décimo terceiro disco de estúdio, Chaos in Bloom, que chega a todas as plataformas em 12 de agosto pela Warner Records, distribuição nacional Warner Music Brasil. Marcando o primeiro álbum da banda a ser produzido pelo vocalista John Rzeznik, o Goo Goo Dolls que completa quase quatro décadas lançou o single Yeah, I Like You, primeira amostra do disco e uma crítica ao culto às celebridades e aparências. O single chega junto a um vídeo que já pode ser assistido no YouTube. Com dez músicas, Chaos in Bloom tem muitas de suas faixas refletindo o dia a dia com o mood do isolamento e valorizando as relações, conforme Rzeznik afirmou. O disco foi gravado no Dreamland Studios, em Woodstock, New York, durante a pandemia, mesclando instrumentos vintage com processos e técnicas de gravação modernas.

Mulamba alça novos voos no intenso segundo disco, Será Só Aos Ares

Será Só Aos Ares é o novo álbum do grupo Mulamba. Desde sempre cantando as complexidades e lutas do cotidiano, a banda mostra um outro lado da sua sonoridade, incorporando elementos da música brasileira à potência do rock que guiou seu primeiro e aclamado disco homônimo. Agora, o segundo trabalho amadurece estética e sonoramente a canção de artistas que têm muito a dizer e fazem da sua arte uma oportunidade de provocar e resistir. O lançamento do álbum em todas as plataformas digitais é do selo PWR Records. Será Só Aos Ares é um respiro. O segundo álbum de inéditas da Mulamba surge a partir de fluxos internos, ao entender a importância de olhar para si, redescobrir as próprias raízes e se permitir descansar. A proposta é perceber a leveza e o deslocamento que o ar propicia. O título é um palíndromo, uma palavra ou frase que mantém o mesmo sentido quando lida de trás pra frente. “É uma libertação que estamos tentando alcançar ao fazer música. É a música feita com tempo, que acontece quando olhamos para dentro e nos permitimos ouvir o silêncio enquanto todo mundo espera o nosso grito”, como definem as artistas. Com 12 faixas, o disco expressa identidades musicais diferentes, trazendo uma presença mais marcante de ritmos brasileiros. A concepção foi influenciada por diversas manifestações culturais originadas na diáspora africana. A intenção foi propor um resgate estético, revisitando a sonoridade das décadas de 1990 e 2000 e somando linguagens contemporâneas. Além da estabilidade do orgânico, das peles, das cordas, dos instrumentos de sopro e da voz, a banda abraça os elementos eletrônicos com os beats, os synths, os efeitos e as texturas sintéticas. A obra tem produção musical de Érica Silva e Leo Gumiero; e conta com a participação de artistas renomados e expoentes da nova safra nacional: Luedji Luna, Kaê Guajajara e BNegão. Embora busque a calmaria em um mergulho interno, Mulamba faz de suas canções um manifesto. Cada faixa evoca a realidade brasileira e, em Será Só Aos Ares, isso não seria diferente. Sem pedir licença para cantar seu prazer (Phoda, Lascívia), elas também se despedem dos relacionamentos tóxicos (Samba pra nunca mais), denunciam a falta de acesso à saúde (Pachorra do dotô), a prece materna que teme o destino dos filhos num país violento (Mãe do corre, Bença), a morte das florestas, dos animais e do povo indígena (Bagatela, Barriga de peixe) e a perseguição a quem ousa questionar os padrões (Levante). Sem deixar de abordar as lutas diárias, o grupo convida a respirar para alçar novos voos.

π Teco Martins antecipa álbum biográfico com “Entrelaçados”

Com duas décadas de uma carreira eclética e multicultural, π Teco Martins coloca sua vida e arte como um prisma sendo tocado pela luz e dissecado em cores para seu novo álbum. A Espectrum Solar vai trazer o rock, a MPB, os tons mântricos e a eletrônica em faixas biográficas, cada uma representando uma faceta do artista e uma das cores do espectro visual. Ao colocar em primeiro plano a paz que o artista encontrou em família, com sua companheira e seu filho, ele propõe a cor azul no single Entrelaçados, que ganhou um clipe cinematográfico. A faixa conta com participação especial de A.Z. (vocal) e As Quartettas, o Quarteto de Cordas Feminino de Santa Catarina. Destaque da cena independente brasileira desde o começo deste século, Teco traz em sua trajetória única a participação como vocalista, compositor e violonista na Rancore, banda que caminhou entre o hardcore e o rock alternativo e se tornou símbolo de uma cena. Desde 2014, integra também a big band performática e de influência circense Sala Espacial. Além do projeto solo, ele ainda produz músicas voltadas a rituais xamânicos e trabalhos espirituais no CEU Luz Ametista, com quem já produziu três álbuns. Em paralelo a esses projetos, πTeco Martins viaja em turnê pelo Brasil desde 2009 no formato voz e violão. Já foram mais de 1.000 shows realizados em parques e praças de todas as regiões do Brasil, incluindo a ousada turnê Oiapoque ao Chuí, com 111 shows indo de um extremo ao outro do Brasil.

DELNUR celebra o encontro de duas pessoas em sintonia em Intimacy

Depois de estrear seu novo projeto solo, DELNUR, o carioca residente em Nova York Victor Delnur mostra a força da união entre duas pessoas em uma celebração da intimidade e das jornadas compartilhadas. O novo single, Intimacy, chega com um clipe protagonizado pela bailarina Duda Mattos e com roteiro, fotografia e direção assinadas pela dupla Cadu Millet e Xerxes Frozi, da Monochroma Films. A novidade vem para somar a uma fase prolífica de DELNUR, que lançou seu projeto com a bem recebida Mind-Brain-Body e se apresentou no Okeechobee Festival, na Flórida. E, embora seja o responsável por música, letra, teclados, guitarras, baixo, violões, percussões, programação de baterias, vozes, produção, mixagem e arte da capa, Vic recebe colaborações de Hannah Rae Faulk (backs e vozes fx) e Thiago Dom (hihats adicionais) neste novo single – provando que, mesmo quando a trajetória é solo, o caminho é melhor quando é compartilhado. “Intimacy é uma faixa pulsante e meditativa. Estamos todos imersos em união, afinidade e confidencialidade a alguém. Os violões marcam minha brasilidade. A letra cita o verão, estamos entrando nessa temporada aqui em NY e passa tão rápido! Essa faixa vem como um abraço caloroso para todos nós!”, resume, empolgado, o artista. Embora musicalmente solar, a canção ganha um clipe que expõe o lado sombrio das entrelinhas, com Intimacy se tornando uma celebração do encontro após um período de solidão. O clipe segue um caminho menos exuberante do primeiro, Mind-Brain-Body, porém igualmente instigante, como uma amostra dos caminhos possíveis para DELNUR.

Pedro Cini exalta a música nordestina em Forrozin; ouça!

O músico Pedro Cini, apaixonado pela música do Nordeste, divulgou na última sexta-feira (8) o single Forrozin. A música foi produzida por Mu Chebabi, que também divide os vocais com Pedro. “A primeira canção que ouvi com atenção foi Banho de cheiro com Elba Ramalho. E eu não seria o artista que sou sem a influência de Luiz Gonzaga, Zé Ramalho, Geraldo Azevedo…” Forrozin fala de festa junina, do forró, do imaginário da noite de São João. Um encontro nesta noite que deixa o coração acelerado no ritmo do forró. Pedro Cini tem 19 anos e é de Curitiba (PR). Conheceu a música ainda cedo, por influência do que os seus avós ouviam em casa. Apaixonado por música brasileira, revela com orgulho suas referências artísticas e brasileiras, como Ney Matogrosso, Ivete Sangalo e Tim Maia. A relação com a música começou aos 9 anos, quando, em uma festa de amigos, participou de um “show de talentos” e ganhou com uma canção inventada na hora. De lá pra cá, a paixão só aumentou e, aos 12 anos, começou a se aventurar mais profissionalmente no que até então era um sonho. No começo de 2020, resolveu se jogar e lançar uma música teste, Talvez uma Canção, letra que tem produção própria. Com o início da pandemia alguns meses depois, o projeto teve que ser adiado, mas, assim como muitos sonhadores, se reinventou e não deixou nada parado. Por algumas vezes se apresentou na sacada do apartamento onde mora, cantando para os vizinhos isolados. Hoje, Pedro Cini se une a milhares de cantores para deixar seu nome no mercado da música brasileira, da qual se orgulha tanto. Em junho, o cantor lançou a música Meu Vício, distribuída pela The Orchard, selo digital da Sony Music, e marcou o começo da sua nova fase da carreira.

The 1975 anuncia álbum novo e libera single Part Of The Band

The 1975 retornou na sexta-feira (8) com o single Part Of The Band, a primeira prévia de seu aguardado álbum Being Funny In A Foreign Language. Aliás, o disco será lançado em 14 de outubro via Dirty Hit. A pré-venda já começou. Being Funny In A Foreign Language, o quinto álbum de estúdio da banda, foi gravado no Real World Studios em Wiltshire, Reino Unido e no Electric Lady Studios em Nova York. Formado em Manchester, em 2002, The 1975 se estabeleceu como uma das bandas definidoras de sua geração com sua estética distinta, base de fãs ardente e abordagem sonora única. O álbum anterior da banda, Notes On A Conditional Form, de 2020, tornou-se seu quarto álbum consecutivo nº 1 no Reino Unido, chegando ao primeiro lugar na Austrália também. A banda foi nomeada a banda da década pela NME em 2020 depois de ser coroada como melhor grupo no BRIT Awards em 2017 e 2019. Seu terceiro álbum de estúdio, A Brief Inquiry Into Online Relationships, também ganhou o como álbum do ano na cerimônia de 2019. The 1975 fará seu retorno ao vivo como headliner do maior festival de rock do Japão, Summer Sonic 2022, que acontecerá em Tóquio e Osaka nos dias 20 e 21 de agosto. Being Funny In A Foreign Language The 1975 Happiness Looking For Somebody (To Love) Part Of The Band Oh Caroline I’m In Love With You All I Need To Hear Wintering Human Too About You When We Are Together

Journey lança Freedom, primeiro álbum de inéditas em 11 anos

A banda Journey lançou Freedom, seu primeiro álbum de inéditas em 11 anos. Explosivo e pensado para palcos e arenas com a conexão com o público que é referência na história do grupo, o álbum é um lançamento BMG. Freedom se torna o 15º registro de estúdio do Journey e marca o retorno da banda desde Eclipse, de 2011. Além do tecladista e compositor Jonathan Cain e do vocalista Arnel Pineda, mais um membro foi recrutado para a gravação – o baixista Randy Jackson. Ele havia tocado no álbum Raised on Radio (1986). Essa é mais uma página para uma carreira com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, clássicos imortais – Don’t Stop Believin é a música com mais downloads da história – e presença no Hall da Fama do Rock n’ Roll.

Markos Hawk faz declaração de amor em clipe “Eu Sinto Saudade”

Acompanhado de Emily Brito, o músico e produtor Markos Hawk lançou o single Eu Sinto Saudade, na qual ele e Emily abrem o coração para cantar um caso de amor cheio de confissões e promessas. O tom apaixonado pedia romantismo nos instrumentais, que foi trazido pelo R&B da melodia e pelas batidas que flertam com o trap e o pop. O dueto das vozes também foi pensado para dar o clima de intimidade e diálogo entre o casal protagonista do tema. O single vem acompanhado de videoclipe com cenas gravadas no bairro de Vargem Grande, região de Parelheiros, na capital paulista, onde vive Markos Hawk. A linguagem e estética do vídeo acrescentam uma nostalgia à parte, fazendo lembrar da antiga prática de olhar um álbum de fotos com várias memórias. Eu Sinto Saudade engrossa a lista de produções solo do músico de 24 anos, que iniciou a carreira artística aos 13 e é também integrante do grupo de trap Blackout Mob. O single e o clipe são uma realização do Blackstage Records, selo e produtora fundados por ele e dois parceiros. Com mais de 150 composições próprias e várias parcerias, Hawk já se apresentou no festival Sons de Rua (2016) e no estádio do Corinthians, além de ter dividido palco com Emicida Criolo, Marechal e Raffa Moreira. Lançou o EP Sem Massagem (2018), o álbum Cascas e Pele (2020), além de singles como One One ONE e Rap É Luz.