Grandes nomes da MPB cantam Benito di Paula no EP Madrugada

A celebração do octogenário de Benito di Paula teve início com o lançamento de O Infalível Zen (2021), primeiro disco de inéditas em 25 anos, concebido por ele ao lado do filho, Rodrigo Vellozo. Agora, eles dão continuidade às comemorações com a idealização de um songbook, em que reúnem relevantes nomes da música brasileira em releituras de clássicos de Benito. Proteção às Borboletas e Se Não For Amor, apresentadas previamente como singles, foram gravadas por Teresa Cristina e João Bosco, respectivamente. O resultado desta primeira parte do projeto é exposto por meio do EP Madrugada, que soma Mariana Aydar, Demônios da Garoa, Rodrigo Campos e o próprio Rodrigo Vellozo à lista de convidados. Madrugada, faixa-título do EP, foi composta, originalmente, por Benito e gravada por Jair Rodrigues no seu álbum homônimo de 1982. A canção chega com uma nova roupagem e com uma reunião de diferentes gerações do samba paulista, como Demônios da Garoa, Rodrigo Campos e Rodrigo Vellozo. Já Do Jeito Que A Vida Quer, composição feita por Benito em homenagem ao sambista Ataulfo Alves, alcança novos traços na voz de Mariana Aydar. “A participação da Mariana foi muito especial. Ela conheceu a obra do meu pai durante a infância e, como muitos brasileiros, tem memória profunda e afetiva em relação a ele e seu repertório”, comenta Rodrigo Vellozo, que, além de participar de uma das canções, é idealizador do projeto. Proteção às Borboletas ganha versão de Teresa Cristina, enquanto Se não for amor chega em gravação de João Bosco. Esta última, inclusive, foi a primeira música do projeto a ser lançada e traz arranjos de metais de Thiago França. “Cada um dos artistas que estão no plano tem uma ligação profunda e particular com o acervo e com a história do grande artista que é o meu pai. Conseguimos reunir vários universos dentro dos oitenta anos de vida de Benito”, finaliza Vellozo. Pensado como uma extensão do EP, a versão completa do songbook chegará no segundo semestre. “O que me inspirou a idealizar um propósito como esse foi a ideia de explorar as mais diversas e profundas perspectivas sobre a obra do meu pai”, pontua Rodrigo. O rapper Criolo e a cantora e compositora Juçara Marçal são alguns dos nomes já confirmados para o álbum.
Aos 17 anos, Cainã Mendonça lança álbum de estreia, Paisagens Invisíveis

Mostrando a força e a inventividade da nova geração da música instrumental, o pianista, baterista e compositor paulistano Cainã Mendonça faz de seu primeiro disco um convite a um olhar renovado para a música latina, a brasileira, o jazz e a bossa nova. Paisagens Invisíveis reúne instrumentistas de referência e novos nomes da cena nacional, em um encontro de gerações guiado por arranjos sofisticados e uma forte personalidade de seu autor. Embora tenha 17 anos atualmente, Cainã gravou o álbum entre seus 14 e 15 anos de idade – durante o auge do distanciamento social motivado pela pandemia. Agora, o disco chega no momento de compartilhá-lo com o público. “No princípio a ideia de gravar as músicas foi para fazer algo bonito e divertido no período de isolamento, mas a gente ficou empolgado com o resultado e foi levando em frente. O meu primeiro instrumento foi e é a bateria, mas o piano foi me encantando também e aí apareceram as composições. Gosto de compor e ficar buscando caminhos, inspirado em tudo que ouço e sinto. Agora eu vou ter de resolver no show se toco o piano ou a bateria”, se diverte o multi-instrumentista. As composições surgiram a partir dos dois instrumentos de Cainã e ao longo de mais de um ano de escrita, gravação e finalização do álbum. Foi tempo suficiente para amadurecer o conceito e a estética que se tornaram Paisagens Invisíveis. “Meu processo criativo se dá através de brincadeiras rítmicas e melódicas na bateria e no piano, depois da ideia vou buscando os caminhos. As composições foram saindo no período de um ano e, quando eu tinha sete músicas, resolvemos ir pro estúdio pra gravar só o piano. Não havíamos pensado nos outros músicos e instrumentos, mas como gostamos do resultado resolvemos ir acrescentando o baixo e bateria e depois os sopros”, revela o músico. O disco celebra uma vivência musical intensa. Cainã passou a infância presenciando e participando de diversas atividades musicais, apresentações e gravações de estúdio. Trajetória de Cainã Mendonça Ganhou uma pequena bateria aos 2 anos e logo se encantou pela música de João Bosco, Beatles, Zé Menezes, música popular e instrumental brasileira. Teve em casa, junto à família e amigos, ambiente e formação musical, tendo contato com grandes instrumentistas e vivência direta com grupos de cultura regional do Maranhão (boi e tambor de crioula) e do sudeste (jongos, batuques e congados). Estudou por conta própria o repertório dos discos gravados por Edu Ribeiro, Kiko Freitas, Marquinho Mendonça (seu pai), Zé Menezes, Hamilton de Holanda, David Holland, dentre outros. Atualmente, Cainã segue aperfeiçoando seus talentos em estudos de bateria com Edu Ribeiro e piano com Heloísa Fernandes. Faz parte de jovens grupos de canção e música instrumental. Na sua já longa experiência musical, Cainã Mendonça participou de shows com músicos como Adylson Godoy, Filó Machado, Zé Pitoco, Vanessa Moreno, Marcos Paiva, Christianne Neves, Adriana Godoy, Bruna Black, Felipe Machado, Josyara, Renato Anesi, Renato Bras, Ana Maria Carvalho, Gabriel Levy, Marquinho Mendonça, Daniel Grajew, Edu Ribeiro, Lisandro Massa, Tião Carvalho, e outros. Hoje, participa de jams sessions onde já tocou com Laércio de Freitas, Arismar do Espírito Santo, Fabio Perón, Daniel Alcântara, Léa Freire, Trio Corrente, Camille Bertault e tantos outros. Agora, Cainã está pronto para mostrar seu lado de compositor com um disco onde estabelece uma forte voz autoral. Na bateria, piano e composições do álbum, ele recebe os instrumentista Nailor Proveta (saxofone tenor e clarinete), Vitor Alcântara (saxofone soprano), Daniel Allain (flauta), Vitor Lopes (gaita), Marquinho Mendonça (guitarra), Rubinho Antunes (flugelhorn) e Noa Stroeter (baixo). “Os convidados que tocaram os sopro são grandes mestres da música. A presença deles deu ao álbum uma atmosfera de música universal e uma sonoridade colorida”, comemora Cainã. Sem deixar de lado as inspirações que o trouxeram até aqui, o músico faz de Paisagens Invisíveis uma reverência ao passado com foco no presente e futuro da música instrumental brasileira.
Cadu Pereira apresenta quarto single de Vendo o Mundo; ouça!

O cantor, compositor e multi-instrumentista paulistano Cadu Pereira divulgou o quarto single do seu terceiro álbum, Vendo o Mundo. A faixa Antes da Evolução compõe o registro que terá sete faixas. Vendo o Mundo reúne um time de músicos de alto nível com guitarras de Alexandre Fontanetti (Rita Lee) e de Webster Santos (Elza Soares), baixo de Regis Damasceno (Arnaldo Antunes), teclas de Zé Ruivo (trilhas Netflix e HBO) e bateria de Pupillo (Marisa Monte). Quanto à execução musical de Antes da Evolução, Cadu Pereira comenta o que pensou em sua criação. “Uma guitarra atravessa o início da canção e rompe com tudo que veio antes. O ritmo acelera, o baixo evolui e faz tudo caminhar mais rápido. No refrão, a música se desenvolve no melhor do estilo das bandas de rock nacional. Por fim, um duelo de guitarras entra em ação com o Webster na esquerda e o Fontanetti na direita fazendo um final épico para essa canção”, explica Cadu.
Balara apresenta segundo álbum de estúdio; ouça Aponte Para o Amor

A banda santista Balara comemora o Dia Mundial do Rock com o lançamento do álbum Aponte Para o Amor. Este é o segundo disco de estúdio da banda e traz 12 faixas de estilos como o rock nacional, pop, MPB, faixas instrumentais e um remix. Com um repertório autoral, a banda mostra que é possível mesclar uma sonoridade moderna com letras inspiradoras e melodias que grudam no ouvido sem soar clichê. “Cada verso, cada melodia, cada arranjo desse álbum foi feito com muito amor. Aponte Para o Amor é uma ponte que nos transporta para um universo difícil de encontrar nos charts musicais de hoje em dia. Apontando para um futuro que se faz cada vez mais presente, provando que música pop pode sim ser edificante e inspiradora”, conta Luccas Trevisani, vocal, piano, violão e guitarra da banda. A faixa de destaque do álbum é a inédita Grão (escrita por Luccas Trevisani e Mateus Cristovão) que traz um rock nacional com sonoridade moderna. “Esse single tem uma letra inspiradora e muita energia, fazendo jus ao estilo musical que se celebra no Brasil inteiro todo dia 13 de julho”, comenta. A música chega acompanhada de videoclipe. O álbum conta com 12 faixas, são elas: Aponte Para O Amor; Grão; Coração; É amando que se aprende; Algo Me diz; Quem nunca?; Desfechos que não fecham; Sonhos; Recomeço; Se Eu Morasse em Você e Deixa Ela Voar – Remix. A banda Balara surgiu para o público no início de 2018 após ter sido descoberta pelo produtor Lamps (Lampadinha), vencedor de cinco Latin Grammys. Os integrantes intitulam o gênero musical da banda santista como “pop inspirador”, visto que o intuito do grupo é transmitir mensagens inspiradoras e edificantes em suas músicas. Formada por Daniel Debski (guitarra e backing vocal), Danilo Almeida (bateria) e Luccas Trevisani (vocal, piano, violão e guitarra), em quatro anos de carreira, a banda foi contemplada com dois prêmios internacionais na Espanha: “Melhor Mensagem Social em Videoclipe Musical” e “Melhor Produção em Videoclipe Musical” no renomado Festival de Cinema Prémios Latino com o single Guarde na Mente.
CPM 22 lança “Tudo vale a pena?” em parceria com Sergio Britto dos Titãs

O CPM 22 lançou, nesta quarta-feira (13), o single Tudo vale a pena? em parceria com Sergio Britto (Titãs). A primeira parceria da banda com Britto é resultado da admiração mútua entre os artistas. “Quando o Badaui me procurou pra gente tentar compor alguma coisa juntos já tínhamos nos encontrado algumas vezes. Lembro bem da vez que ficamos trocando uma ideia e acabamos até dividindo o vocal de Epitáfio no show de uma rádio. Sempre achei o CPM 22 a banda mais legal da sua geração”, conta Sergio Britto. Com letra de Sergio Britto e Badaui, Tudo vale a pena? transmite uma mensagem positiva ao falar de coisas do dia a dia. A música é assinada por Britto e o guitarrista Luciano Garcia. “A letra fala sobre coisas simples e corriqueiras às vezes boas, às vezes ruins, mas que vale a pena pelo aprendizado e reconstrução, desde que se tenha a alma evoluída”, diz Badaui. Britto lembra, “a mensagem que Badaui mandou dizia mais ou menos assim – “Vamos fazer uma aí? Uma música pra cima, com um recado positivo e um refrão forte. Vamos nessa? No mesmo dia bolei o refrão e uma primeira parte da música, Badaui escreveu o resto e o Luciano deu uma arredondada em tudo”. “Além da participação de uma importante figura do rock e do punk rock nacional, um ídolo como o Sergio Britto, a maior satisfação foi compor a música em parceria com ele. Acredito que vá agradar tanto ao público do CPM 22 quanto do Titãs”, comenta Badaui. E Britto completa, “a música tá aí pra quem quiser conferir, foi um prazer gravar com eles. Acho que conseguimos realizar a ideia – ficou foda”. Tudo vale a pena? foi produzida por por Luciano Garcia, Ali Zaher Jr e Philippe Fargnoli e estará disponível em todas as plataformas digitais com distribuição Ditto Music Brasil.
Capital Inicial anuncia projeto 4.0, com álbum, DVD e turnê

Os próximos meses serão de celebração para os fãs de uma das maiores bandas de rock do Brasil. O projeto Capital Inicial 4.0 é uma comemoração da história e legado do grupo, com foco no futuro e na conexão cada vez mais forte com o público. Desdobrando-se em três frentes, álbum, DVD e turnê, essa nova era levará os grandes hits para audiências de todas as gerações. Amor em Vão, primeira canção autoral da banda em quatro anos, com feat de Samuel Rosa, inaugurou o projeto e foi lançada no último dia 1. Seu videoclipe contará com a participação da Orquestra Sinfônica de Heliópolis (SP). A música Natasha, com Marina Sena, chega no dia 22 às plataformas digitais e Passageiro, com participação de Pitty, dia 12 de agosto. O álbum/DVD com 12 faixas tem lançamento previsto para 26 de agosto e uma versão Deluxe, com cinco canções extras, estará disponível em novembro. Muitas das conhecidas e amadas músicas ganharam novos arranjos e contam com vários convidados especiais. Além disso, faixas lado B também foram revisitadas. O público reconhecerá tanto nomes consagrados, como Carlinhos Brown, Samuel Rosa e Pitty, quanto nomes da nova geração da MPB, como Marina Sena, Vitor Kley e Ana Gabriela. O DVD foi gravado ao vivo na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e conta com produção musical de Dudu Marote, direção artística de Batman Zavareze e projeto de iluminação de Cesio Lima. A turnê estreia no dia 9 de setembro no Palco Mundo do Rock In Rio 2022. O show especial Capital Inicial 4.0 passará por 20 cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Recife.
Surra representa Baixada Santista no Dia do Metal do Rock in Rio 2022

No ano em que completa dez anos de carreira, a banda santista Surra foi anunciada como uma das atrações do Rock In Rio 2022. A apresentação no Rock in Rio ocorrerá no Palco Supernova, em 2 de setembro, o Dia do Metal, que contará como Iron Maiden, Dream Theater, Gojira e Sepultura. Considerada um dos principais expoentes do underground nacional nos últimos anos, a banda, formada em 2012, em Santos, traz na sua bagagem a experiência de duas turnês na Europa, centenas de participações em shows e festivais pelo Brasil, além de mais de dois milhões de plays nas plataformas de streaming. “Para nós é uma honra comemorar os dez anos de banda realizando o sonho de tocar no Rock in Rio”, comenta o baixista Guilherme Elias. “Vamos transportar a energia caótica das nossas apresentações para o palco do festival”, complementa Leeo Mesquita vocalista e guitarrista do Surra, que conta ainda com Victor Miranda na bateria. Mais atrações no Dia do Metal no Supernova Além do Surra, o Palco Supernova contará com outros nomes fortes do cenário independente nacional. No mesmo dia dos santistas, o Dia do Metal, Crypta, Matanza Ritual e Ratos de Porão também se apresentam. Ike, Hiosaki, Yunk Vino e MC Poze do Rodo convida Bielzin completam o line-up do dia 3, junto com o já anunciado trapper TETO. No dia 4, WC No Beat e convidados: Felp 22, Hyperanhas e Mc Th se apresentam no palco encerrando o primeiro final de semana do festival. A organização também anunciou os convidados de Lil Whind, alter ego do humorista e influenciador Whindersson Nunes, que será o headliner do dia 4: Doode, Omni, Reid e Wiu. No segundo final de semana, a Cali abre as apresentações no Supernova, seguido por Scatolove, O Grilo e o já anunciado Francisco, El Hombre. Para o dia 9 de setembro, o festival anunciou Number Teddie, Sebastianismos, Castello Branco e Supercombo. No dia 10, Macacko, João Napoli e Daparte se unem a Jovem Dionísio, para se apresentarem no espaço. E, encerrando o segundo final de semana do festival, Muse Maya, Mariah Nala e Bianca completam o Dia Delas, junto com Priscilla Alcântara. Confira o line-up completo do palco 02/09 – Crypta, Surra, Matanza Ritual e Ratos de Porão 03/09 – Ike, Hiosaki, Yunk Vino, MC Poze do Rodo convida Bielzin e TETO 04/09 – WC no Beat e convidados: Felp 22, Hyperanhas e Mc Th e Lil Whind e convidados: DOODE, OMNI, REID e WIU 08/09 – Cali, Scatolove, O Grilo e Francisco, El Hombre 09/09 – Number Teddie, Sebastianismos, Castello Branco e Supercombo 10/09 – Mackaco, João Napoli, Daparte e Jovem Dionísio 11/09 – Muse Maya, Mariah Nala, Bianca e Priscilla Alcântara Histórico recente de santistas no Rock in Rio Na edição de 2015, a banda Erodelia foi a escolhida para o Palco Pepsi by Pleimo, um concurso que levou cinco nomes independentes para o Rock in Rio. Na mesma edição, a Bula também marcou presença. Em 2019, a última antes da pandemia, Zimbra, Bula e Dani Vellocet também se apresentaram, todos no Palco Supernova.
Hollywood Undead une rock e hip hop no novo single “Trap God”

A Hollywood Undead está prestes a lançar seu oitavo álbum de estúdio. Hotel Kalifornia é um pesado e reflexivo trabalho sobre as desigualdades sociais no estado natal da banda, a Califórnia, unindo rap e rock e que refletirá toda a carreira da Hollywood Undead. O novo single, Trap God, é uma viagem pelo começo da jornada dos músicos como artistas, tentando fechar as contas enquanto dividiam o tempo entre se sustentar a banda. “Estávamos em um mundo de merda”, reflete Johnny 3 Tears. “As oportunidades para o fracasso eram muito maiores que as de sucesso, com traficantes e gangues. Fizemos algo especial juntos por causa de todas as dores que vieram de todas as nossas experiências”, ele diz. “Hotel Kalifornia me traz de volta a uma época em que tudo o que importava era a música”, completa J-Dog. Trazendo uma união de rap, hard rock e alternativo, a banda é formada também pelos MCs Charlie Scene, Funny Man e Danny. Iniciada em 2005, a Hollywood Undead já é um dos nomes mais consolidados de sua cena. Seu álbum de estreia Swan Songs (2008) chegou ao disco de platina.
The Faim revela segundo álbum de estúdio; ouça Talk Talk

O The Faim disponibilizou seu segundo álbum, Talk Talk, em todas as plataformas digitais, na última sexta-feira (8). Gravado entre Los Angeles, Melbourne e Perth, The Faim trabalhou com os produtores Zakk Cervini (Yungblud), Erik Ron (Panic! At the Disco), e Matthew Pauling (5SOS) para mostrar sua gama de estilos e tons. O álbum inclui as faixas The Hills e Me Because of You, ambos subindo nas paradas de rádio internacionais junto com a faixa-foco Flowers, uma faixa pop rock otimista que mostra as personalidades por trás de cada um dos membros da banda através de seu instrumento.