Frejat retorna a São Paulo com a turnê Ao Vivo

O cantor Frejat retorna a São Paulo com a turnê Ao Vivo, em apresentação marcada para o dia 27 de setembro, no Tokio Marine Hall. Ainda há ingressos disponíveis pelo site da Eventim. Os portões para o público serão abertos a partir das 19h e a apresentação tem previsão de início às 21h. Adolescentes de 16 a 17 anos de idade deverão estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais; já a entrada para menores de 16 anos é proibida. O espetáculo Ao Vivo faz um passeio pela trajetória do artista, tendo como trilha sonora algumas das parcerias mais conhecidas com Cazuza, como Exagerado, Bete Balanço, Maior Abandonado, Por que a Gente é Assim? e Pro Dia Nascer Feliz. Hits da carreira solo, como Por você, Amor pra Recomeçar, Segredos, além dos clássicos da MPB Amor Meu Grande Amor, de Angela Ro Ro e Ana Terra; e Malandragem, letra de Cazuza e Frejat eternizada na voz de Cássia Eller, que também fazem parte do setlist do show. “É um show cheio de sucessos pra gente cantar, dançar e se divertir muito”, comenta Frejat. A apresentação ainda investe em um formato com duas guitarras, baixo, bateria e teclados, revelando as canções pop sofisticadas, baladas bluseiras, MPB revistada e rock do bom.   No palco da turnê Ao Vivo, Frejat é acompanhado de Rafael Frejat (guitarra e vocal), Bruno Migliari (baixo e vocal), Humberto Barros (teclados e vocal) e Marcelinho da Costa (bateria e vocal). Frejat Ao Vivo SÃO PAULOData: 27 de setembro de 2025 (sábado)Horário: 19h (abertura da casa) | 21h (previsão de início do show)Local: Tokio Marine Hall – Rua Bragança Paulista, 1.281 – Várzea de Baixo –  São Paulo/SPClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Ingressos:Pista: R$ 132,50 (meia-entrada legal) | R$ 265,00 (inteira)Cadeira Alta: R$ 132,50 (meia-entrada legal) | R$ 265,00 (inteira)Frisa: R$ 162,50 (meia-entrada legal) | R$ 325,00 (inteira)Camarote: R$ 182,50 (meia-entrada legal) | R$ 365,00 (inteira) Início das vendas: 25 de agosto, ao meio-dia (on-line) | 26 de agosto, às 13h na bilheteria oficialVendas online  Bilheteria oficial: Allianz Parque – Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emenda de feriados, dias de jogos/eventos

Yo La Tengo fará show especial e acústico em São Paulo como sideshow do Balaclava Fest

O selo e produtora Balaclava Records realizará um sideshow especial e desplugado de seu festival com apresentação do emblemático trio norte-americano Yo La Tengo no dia 10 de novembro no Cine Joia. O repertório do show trará músicas do grupo em versões acústicas e extremamente únicas em seus formatos, reforçando ainda mais a ligação especial da banda com o público brasileiro. Os ingressos já podem ser adquiridos online no site da Ingresse e, para quem reside em SP e deseja comprar sem taxa de conveniência, o Takkø Café é o ponto de venda físico oficial, localizado no bairro Vila Buarque.  A banda se apresentará em sua versão plugada no Balaclava Fest. O festival acontece no dia 9 de novembro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. O lineup de peso conta ainda com as atrações Stereolab, Geordie Greep, Fcukers, Jovens Ateus, Gab Ferreira e Walfredo em Busca da Simbiose. Por mais de quatro décadas em atividade, o Yo La Tengo continua sendo uma das mais adoradas e influentes bandas do rock alternativo. O grupo foi formado em Hoboken, Nova Jersey, pelo guitarrista Ira Kaplan e pela baterista Georgia Hubley em 1984, acompanhados pelo baixista James McNew em 1991. Seus gostos são tão variados quanto se poderia esperar de uma banda que evoluiu de um trio de rock amante de The Kinks para uma instituição eclética de troca de instrumentos, que salta alegremente entre folk suave, jams atmosféricas, experimentos com bateria eletrônica, surtos de guitarra, R&B e baladas de coração aberto. A carreira de Yo La Tengo é um exemplo perfeito do que pode acontecer quando uma banda segue seus instintos. Sua música deriva de uma variedade eclética de influências, como Velvet Underground, Soft Boys, Mission of Burma e The Clean. Eles podem desencadear nove minutos de frenesi de feedback gritante e passar para canções de ninar atmosféricas e silenciosas no intervalo de um álbum, devido à sua extraordinária versatilidade e habilidade musical segura.  Tendo permanecido desafiadoramente independentes por quinze anos, eles possuem uma ambição criativa sem fim, misturando ingredientes de toda a tradição musical americana, da New Wave ao Punk Rock e ao Garage Rock dos anos 60, de bandas como Television, The Feelies e DB’s. Os vocais introvertidos e meio falados de Kaplan e as guitarras lembram Lou Reed, enquanto a bateria firme de Hubley e as voltas de apoio ofegantes evocam simultaneamente memórias da Maureen Tucker. A discografia do grupo conta com 17 álbuns de estúdio, sempre aclamados pela crítica, combinando espontaneidade lírica com música experimental de uma forma totalmente única. Trabalhos como Painful (1993), Electr-o-pura (1995), I Can Hear The Heart Beating As One (1997), And Then Nothing Turned Itselt Inside-Out (2000) projetaram a carreira da banda mundialmente e os colocaram em um novo patamar na música indie norte-americana. O registro de inéditas mais recente do grupo é o elogiado This Stupid World de 2023. Balaclava Fest sideshow com Yo La Tengo (EUA) em São Paulo Data: 10 de novembro de 2025 Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Próximo à estação Liberdade (Linha Azul) Horários: Portas 19h / Show 21h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos

Street Bulldogs anuncia três shows de reunião; confira datas e locais

A clássica banda punk/hardcore Street Bulldogs anunciou três shows de reunião para março de 2026. Serão apresentações especiais e pontuais, marcando encontros únicos entre o grupo e seu público em três capitais: dia 13/03 em Curitiba (PR), no Stage Garden, dia 14/03 em São Paulo (SP), no Carioca Club, e dia 15/03 em Belo Horizonte (MG), no Galpão 54. A realização é da Powerline Music & Books. Formada em 1994, na cidade de Pindamonhangaba (SP), Street Bulldogs construiu uma trajetória de respeito dentro da cena independente, com uma sonoridade crua e intensa que marcou o punk/hardcore nacional no final dos anos 1990 e 2000. A discografia inclui álbuns como Street Bulldogs (1998), Question Your Truth (2001), Unlucky Days (2003) e Tornado Reaction (2004). Após encerrar atividades em 2010, os integrantes já se reuniram em ocasiões passadas em momentos especiais. Agora, voltam a se encontrar nos palcos para revisitar canções que atravessaram gerações de fãs, mantendo viva a energia que os consolidou como referência do estilo. Fábio Sonrisal, na banda desde 1997, fala sobre estes shows de reunião e a vontade de colocar o Street Bulldogs mais algumas vezes em palco. “De verdade, não esperávamos por isso, mas no ano passado fizemos uma jam com participação de alguns ex-membros e com outros vocalistas se revezando nas músicas. E foi um show incrível, bateu uma vontade de fazer de novo”. A reunião do Street Bulldogs quase que materializada, agora precisava de uma logística, que ficou à cabo da Powerline Music & Books, que já trabalha com a agenda do Hateen e Ratos de Porão, entre outras. “O Leo, nosso vocalista original, que hoje mora em Dublin, na Irlanda, então se dispôs a vir fazer alguns shows. Estamos muito felizes, super empolgados”, revela Sonrisal. O último show oficial do Street Bulldogs aconteceu em 2008, em São Bernardo do Campo, abrindo para o Face to Face. “A banda acabou depois, em dezembro de 2010. Ainda nos reunimos para dois shows no Hangar 110 para gravar o DVD”. A formação que retorna em março de 2026 será a mesma que gravou o DVD: Fabio Sonrisal e Rodrigo Koala nas guitarras, Sanmy Saraiva no baixo, Guilherme Camargo na bateria e o Leo Bulldog nos vocais, a mesma formação desde 2005 do Street Bulldogs. Sonrisal não entrega o repertório, claro, mas garante que vão tocar músicas de todos os álbuns e EPs. “Fatalmente passando por toda história, sem focar mais em nenhum disco específico sobre outro”, ele conta. O que Sonrisal revela de antemão é que os três shows serão registrados em vídeo para gerar conteúdo de um documentário. Para tanto, a banda viajará com dois videomakers. Street Bulldogs em Curitiba Data: sexta-feira, 13 março 2026 Local: Stage Garden (Avenida Mal. Floriano Peixoto, 4142 – Prado Velho, Curitiba – PR) Ingresso Street Bulldogs em Belo Horizonte Data: domingo, 16 março 2026 Local: Galpão 54 (Rua Francisco Soucasseaux 54, Belo Horizonte, MG) Ingresso Street Bulldogs em São Paulo Data: sábado, 14 março 2026 Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde 2899, São Paulo, SP) Ingresso

Otoboke Beaver anuncia show no Cine Joia, em São Paulo

O grupo japonês Otoboke Beaver confirmou mais um show em São Paulo. A banda se apresenta no Cine Joia, em São Paulo, no dia 31 de outubro. Os ingressos começam a ser vendidos amanhã (25), ao meio-dia, no site oficial da Eventim. A exibição do Otoboke Beaver no Tiny Desk Concert, projeto da rádio pública norte-americana NPR disponível pelo YouTube, revela o encanto dos espectadores pela irreverência do quarteto. “A banda punk mais autêntica que já vi desde os tempos áureos” e “A energia delas é incomparável” são alguns dos comentários presentes no post do registro audiovisual. Participações em festivais importantes como o Coachella (EUA), o Glastonbury (Reino Unido) e o Lollapalooza (EUA) também reforçam o sucesso da banda pelo mundo. Formado por Accorinrin (guitarra e vocal), Yoyoyoshie (guitarra e vocal), Hirochan (baixo e vocal) e Kahokiss (bateria e vocal), o Otoboke Beaver  está em atividade desde 2009 e produziu os álbuns Okoshiyasu!! Otoboke Beaver (2016), ITEKOMA HITS (2019) e Super Champon (2022). Além do show no Cine Joia, vale lembrar que o grupo também estará no Parque Ibirapuera, no dia 2 de novembro, em São Paulo, ao lado das bandas Weezer e Bloc Party, como parte do Índigo, projeto curatorial da 30e. SERVIÇOÍNDIGO: Otoboke Beaver @São Paulo Data: 31 de outubro de 2025 (sexta-feira)Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade – São Paulo/SPValores: Pista: R$ 157,50 (meia-entrada) | R$ 315,00 (inteira)Ingressos Início das vendasVenda geral: 25 de setembro, 12h, online e na bilheteria oficialBilheteria oficial: Bilheteria A no Allianz Parque – Rua Palestra Itália, 200- Água Branca – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h*Não tem funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

De Férias na Europa: Kraftwerk transforma Palácio Real de Bruxelas em festa a céu aberto

MATHEUS DEGÁSPERI OJEA O sol ainda estava terminando de se pôr quando o Kraftwerk subiu no palco montado no jardim do Palácio Real de Bruxelas no último dia 14 de agosto, por volta de umas 21h. Um de cada vez, a começar pelo líder e membro fundador Ralf Hütter, os quatro integrantes da entidade alemã pioneira da música eletrônica entraram já ao som da introdução de Numbers, que foi acompanhada por projeções nos telões que seguiam a contagem de 1 até 8 feita no começo da música. Do meu lado na pista, provavelmente o maior fã de Kraftwerk da Bélgica contava junto em alemão, em êxtase por acompanhar mais um show da banda, o quarto que veria na vida. Pouco antes, ele conversava animadamente com qualquer pessoa em volta, exaltando os louros do grupo que redefiniu os rumos da música pop. Parecia estar acompanhado de dois outros caras que trocavam ideia com ele em inglês pela maior parte do tempo. “A gente acabou de conhecer ele”, eles explicaram depois, entre risadas. No meu caso, é a primeira vez vendo a banda, apesar das suas passagens até que frequentes pelo Brasil – a última no primeiro C6 Fest, em 2023 – e também é o meu primeiro dia na cidade, após ter pego um expresso trans-europeu (rsrs) direto de Amsterdam, onde estava antes (conto mais sobre isso no primeiro dessa série de textos (https://blognroll.com.br/resenha-de-shows/de-ferias-na-europa-gibby-haynes-toca-butthole-surfers-com-adolescentes-em-uma-igreja/)). “O show é bom?” Eu pergunto e o cara me olha como se eu tivesse feito a pergunta mais imbecil da face da Terra. “Claro que o show é bom, é o Kraftwerk!” (Ele pronuncia o nome do jeito foneticamente correto, algo como ‘crrraftvârk’). E apesar desse cara ter jogado pro espaço as expectativas de todo mundo em volta, superando as barreiras da língua até entre os nativos – a mulher do meu lado falava francês, os dois caras que eu citei antes, holandês – com nada além do seu puro amor pelo crraftvârk, ninguém saiu desapontado no final. Foram duas horas de uma apresentação irretocável, em alto e bom som, que passeou pela carreira do grupo entre pouquíssimas palavras, que são desnecessárias, uma vez que é o Kraftwerk. UM SHOW EM UM PALÁCIO BELGA No ano da graça de 2025, os palácios reais deveriam servir apenas como atração turística pras pessoas botarem a mão no coração e pensarem se valia a pena mesmo sustentar aquele pessoal ali (não valia). No caso da Bélgica, apesar de eles terem encontrado outro uso pro local, o país segue sendo uma monarquia constitucional. Desde 2013, o Rei dos Belgas é Filipe I, o que é surpreendente quando você pensa que, até então, nunca tinha tido um Filipe no trono, um dos nomes mais básicos de monarca do mundo. Apesar do obstáculo de ter um rei, os promotores belgas não se acanham com isso e realizam uma série de eventos batizada de Royal Palace Open Air no jardim do lugar, que já teve até show do Neil Young neste mesmo ano. O palácio é a residência oficial do monarca, mas ele passa a maior parte do tempo em um castelo em outro lugar, o que impede que Filipe I reclame do barulho do show tal qual um morador do bairro do Morumbi. A estrutura montada para o evento foi muito boa tanto em organização, com banheiros e bares em boa quantidade, quanto no quesito do som. Mesmo recebendo alguns milhares de pessoas, a pista estava bem confortável, inclusive perto da grade, que também não era tão difícil de chegar, não tendo divisão de pista premium. A paisagem também roubava a cena. Não é todo dia que se tem o Kraftwerk tocando do lado de um prédio histórico e de frente pro pôr do sol, apesar de que eu tenho certeza que a Praça Mauá, em frente ao Paço Municipal de Santos, também está pronta pra receber esse evento. KRAFTWERK EM 2025 Os quatro integrantes do Kraftwerk hoje em dia são Ralf Hütter, Henning Schmitz, Falk Grieffenhagen e Georg Bongartz, sendo que Hütter é o único que esteve presente em todas as várias formações do grupo. A ausência mais sentida pelos fãs não poderia deixar de ser Florian Schneider, falecido em 2020. Atrás de suas mesas, no entanto, os músicos formam uma das imagens mais icônicas da história da música, inconfundível, do tipo de banda que é maior do que as suas partes individuais ou do que quem está no palco. Afinal, não é qualquer um que consegue emendar músicas do calibre de Authoban, Computer Love e The Model uma seguida da outra, ainda pela metade do show. Também não é qualquer um que toca por duas horas sem um ponto baixo ou um momento em que a coisa esfrie, sem ter que apelar pra nenhum tipo de firula além da música e as projeções nos telões. O aspecto visual do show dos caras é muito exaltado desde sempre e continua fazendo jus à reputação. Os alemães usam todo o espaço do palco para projetar imagens, dando a impressão de se apresentarem dentro de um telão. As projeções compõem a viagem pela discografia que sempre apresentou conceitos visuais quase tão fortes quanto a música. QUEM SÃO OS ROBÔS? Ao som de Musique Non Stop, os quatro ‘robôs’ saíram do palco como entraram, um de cada vez, deixando Ralf Hütter por último para terminar o set sozinho e ovacionado por todos os presentes. Ainda sobrou tempo para um bis, com a incontornável We Are Robots, música que ganha novos contornos na era da inteligência artificial, bem como grande parte da obra do grupo. Hoje a gente tem a tal da música de robô, só que ela é bem ruim e nem se compara com gente de verdade fingindo ser robô. O show do Kraftwerk em 2025 escancara esse paradoxo. Por mais que a apresentação busque ser impessoal e que a estética do grupo mire na máquina, isso nos diz mais sobre a criatividade humana de imaginar cenários e possibilidades do que qualquer

Carla Mariani lança “Fool Blues”, single que mistura crítica política com potência sonora

LAETÍCIA BOURGEOIS A cantora e compositora santista Carla Mariani está de volta com um novo single. A música Fool Blues, lançada no YouTube na noite de segunda-feira (22) e disponível em todas as plataformas a partir de hoje (23), traz à tona um desabafo coletivo sobre a política brasileira, com uma sonoridade que mescla o blues com o rock pesado.  Com arranjos que variam entre guitarras marcantes e uma performance vigorosa, além de uma produção visual de alta carga simbólica, a faixa promete não apenas conquistar o público, mas também estimular reflexões sobre não esquecer sua verdadeira essência – mesmo vivendo em uma época em que muitos tentam apagá-la.   A canção, com letra marcante, relata o cenário político brasileiro desde 2018. “É um relato de tudo que tem acontecido em nosso país desde 2018. A música representa um grito por direitos, por querer se reconectar consigo mesmo, mesmo depois de rasteiras que a vida dá – principalmente vindas de quem deveria lutar com a gente: políticos. Quem assistir ao clipe vai perceber que ele é bem literal em relação ao que penso sobre a relação entre população e políticos”, explica Carla Mariani. Para a artista, a mensagem central de sua canção é a resiliência mesmo em tempos difíceis e a necessidade de nunca esquecer quem somos e onde queremos chegar. “Quero despertar, a princípio, indignação em quem escuta e, ao final, resistência em meio a uma época onde nossos direitos estão em risco”. O gênero único presente no single mistura a forma do blues com hard rock, com solos rápidos e voz alternando entre potência e suavidade. O estilo atraiu a cantora por ser uma junção perfeita de tudo o que a inspira e agrada. “Gosto muito de blues por toda sua história de resiliência e luta por igualdade e, sonoramente falando, sou fã do rock com guitarras pesadas. Então essa junção, para mim, é perfeita”.  Entre as inspirações e referências para este trabalho estão os cantores e compositores Etta James, Janis Joplin e Chuck Berry, além da banda de hard rock Van Halen. As guitarras pesadas do single são executadas pelo artista Luiz Oliveira. Segundo Carla, Fool Blues não é um lançamento isolado e fará parte de um álbum no futuro. A artista, que começou seus trabalhos autorais em 2017 – com o lançamento do EP Time – já lançou um álbum, dois EPs e diversos singles, tornando-se referência na cena musical da Baixada Santista e consolidando-se como uma das vozes mais expressivas do blues contemporâneo.

Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro anunciam disco com single “Viciado em Carinho”

Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro anunciaram o primeiro disco da parceria e adiantaram o single Viciado em Carinho, um lançamento selo RISCO (BR) em parceria com a Cuca Monga (PT). Eleger Viciado em Carinho como single foi uma escolha que se deu muito organicamente. Além da essência vibrante e dançante da faixa, ela se trata de uma das primeiras composições em parceria assinadas pela dupla Chablau e Vaqueiro. A faixa, chega com um videoclipe com os bastidores das gravações realizadas no Estúdio Canoa, em São Paulo e traz as participações dos músicos Biel Basile, que gravou a bateria e Marcelo Cabral, no baixo, além de Gui Jesus Toledo, dono do estúdio e um dos sócios do selo RISCO, Helena Ramos e a cachorra Pipa. Concebida e editada por Dora Vinci e Isabela Besen, o vídeo tem captação de imagem das duas e de Sophia, Vaqueiro e Gui Jesus. Escrita em março de 2024, a composição é fruto dos dias compartilhados em São Paulo, quando Felipe estava hospedado na casa de Sophia. Esse período durou cerca de três semanas e foi marcado por muitas tardes tocando, arranjando, compondo e ensaiando para o primeiro show que fariam juntos no Museu de Imagem e Som de São Paulo. Viciado em Carinho é o resultado material de uma dessas tardes na Vila Sônia em que, entre ensaios e conversas, os dois compositores foram escrevendo verso a verso, ali na hora, duelando e brincando com as palavras. “Esse momento foi importante pra gente, inclusive pra ganhar intimidade enquanto dupla que trabalha, projeta e ajusta junto uma ideia, que entende e respeita os limites, desejos e vontades um do outro. Essa intimidade foi um pré-requisito pra gente se lançar juntos nessa loucura que é fazer um álbum”, traz Felipe Vaqueiro. Sobre a gravação, Sophia afirma: “Adoro que é a gente tocando todos juntos ao vivo, acabei gostando das imperfeições desse take. É bem sincero e tem a ver com a gente tocando realmente, tem esse frescor do ao vivo e de como a música surgiu”. O single antecede o novo disco Handycam, de Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro, que sai em outubro com 11 faixas inéditas.

Raimundos abrirá os cinco shows do Guns N’ Roses no Brasil

A banda Raimundos será a atração de abertura nas cinco datas da turnê do Guns N’ Roses, Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things, no Brasil. Os shows acontecem no dia 21 de outubro em Florianópolis (Área Externa da Arena Opus), dia 25 de outubro em São Paulo (Allianz Parque), dia 28 de outubro em Curitiba (Pedreira Paulo Leminski), dia 31 de outubro em Cuiabá (Arena Pantanal) e dia 2 de novembro, em Brasília (Arena BRB). Conhecida por unir o hardcore à sonoridade nordestina e letras irreverentes, a banda brasiliense leva ao palco a mesma intensidade que a consagrou um dos maiores nomes do rock nacional. No repertório, hinos como Puteiro em João Pessoa, Eu Quero Ver o Oco, Mulher de Fases, entre outros, além do mais recente single, Maria Bonita. Digão, atualmente vocalista e guitarrista, é o único membro original da banda. Ainda há ingressos disponíveis para as apresentações no Brasil.

Exclusivo!  In Vida lança vídeo ao vivo de Awakening

A banda brasileira de nu metal In Vida revelou, em primeira mão ao Blog n’ Roll, o vídeo ao vivo de Awakening, faixa-título de seu álbum recém-lançado. O registro aconteceu no Manifesto Bar, em São Paulo, pouco tempo depois da reabertura do tradicional espaço de rock, que recebeu o público em sua capacidade máxima de 1 mil pessoas. Em formato de espetáculo multimídia, Awakening envolve uma inteligência artificial que assume o papel de guia, interage com a plateia e conduz a narrativa em sincronia com projeções visuais, iluminação e elementos eletrônicos que se somam ao peso característico do gênero, enquanto percorre temas como expansão da consciência, saúde mental e espiritualidade, traduzidos em uma experiência audiovisual integrada. Performado por seus integrantes oficiais — Diego Fernandes (vocal), Renato Antiqueira (bateria), Flow (guitarra) e Diuh (baixo) —, exceto o tecladista Marcelo, o vídeo reforça o ciclo de divulgação do álbum Awakening e destaca a canção-título como porta de entrada para o universo conceitual do disco. Confira em primeira mão o vídeo ao vivo de Awakening, de In Vida In Vida é uma banda fundada na capital paulista que transita entre o metal moderno e influências contemporâneas, misturando elementos de trap e nuances do pop, com letras em inglês. Além da sonoridade moderna, a In Vida incorpora elementos culturais e espirituais em suas composições, utilizando mantras hindus, budistas e canções indígenas. O primeiro disco, Reflexões, foi lançado em 2012, seguido de diversos singles ao longo dos anos, como Acredite (2015), Forças para Lutar (2016), Você Sabe – em homenagem a Chester Bennington – (2017), Último Segundo (2017), O que será de nós (2018) e EGO (2024). Agora a banda apresenta o disco Awakening, lançado em duas partes. Entre os destaques de sua trajetória estão: em 2016 a banda se apresentou no lançamento oficial do filme Esquadrão Suicida, organizado pela Warner Pictures Brasil, e participou do line-up da Virada Cultural de São Paulo; em 2017 foi finalista do concurso Peneira da 89 FM; além disso, há oito anos realiza o show tributo ao Linkin Park no Manifesto Bar.