Nossa História: Ronan Romma ressalta coletividade em novo single

Coletividade. Essa é a chave do novo single de Ronan Romma, que é intitulado Nossa História e foi composto com a ajuda dos fãs. Na ocasião, as mensagens viraram versos para a melodia do artista, que mistura nuances de pop, rock e MPB – remetendo-se principalmente à sonoridade de Vitor Kley e Lagum. A música ainda é lançada em prol da caridade, tendo em vista que os lucros obtidos nas plataformas de streaming serão revertidos em doações de produtos de higiene e cestas básicas para as comunidades carentes da Zona Leste de São Paulo. A faixa foi gravada no Estúdio Betta, em São Paulo. Nossa História tem produção, mixagem e masterização de Bruno Zanardi. Para o cantor, a surpresa dá-se na forma como a letra tornou-se coesa, apesar de ter partido de uma caixa de perguntas no Instagram. “É uma composição extremamente atípica. Fiquei feliz com a colaboração das pessoas, que trouxeram muita positividade em suas mensagens. Por isso, tentei trazer bastante emoção na linha de voz. Já a melodia tem um certo ar de mistério, mas ainda assim é radiofônica”, frisou. Ronan Romma está em atividade desde meados de 2019. No ano passado, divulgou os singles Reencontro, Recuperação, Pequena e Quarto Quinze. Atualmente, o cantor prepara a produção de novos conteúdos autorais – com o objetivo de lançar ao menos uma música inédita por mês.
Sobre A Bravura: Anima Mea e Rafa Bicalho versam sobre coragem em novo single acústico

Sobre A Bravura. Este é o nome do novo single da banda Anima Mea. A faixa é acústica e conta com a participação do cantor Rafa Bicalho. A letra versa sobre a coragem e sobre a importância de sempre lutar antes de desistir. Este é o segundo lançamento do Anima Mea em 2021. Anteriormente, a banda lançou o single Pirâmide em parceria com o grupo Dias de Truta – misturando elementos de rock, ska e pop. Agora, no entanto, o trio aposta na música folk. As sessões de gravação ocorreram no R Moreno Studio Musical, em Divinópolis (MG). Segundo o vocalista Daniel Valadão, Blackbird, dos Beatles, foi a principal referência na ocasião. “No arranjo, trouxemos a mesma sutilidade que Blackbird propõe. E coincidentemente, na letra, também temos um pássaro como o personagem principal. É uma música que traça um paralelo entre a ave e a mensagem de que sempre vale pelo menos tentar antes de deixar os nossos sonhos de lado”. Para Daniel, a parceria com Rafa Bicalho é natural, tendo em vista que a Anima Mea agora visa apostar em canções acústicas. “Ele é um cantor de apenas 18 anos de idade. No entanto, tem uma voz grave e marcante. Mais do que isso, também tem se destacado nas plataformas de streaming justamente com músicas mais leves. Vejo que ele agregou muito em Sobre A Bravura”, destacou. Além de Daniel, o Anima Mea ainda é composto pelo baixista Sidney Braga (baixo) e pelo violonista e guitarrista Ronilsinho Moreno, que assina a produção deSobre A Bravura. A faixa foi mixada e masterizada pelo músico Renato Saldanha – que ainda gravou violões adicionais para o trio.
Caroço Coração: Persie mistura dream pop e música brega em novo single

Uma explosão carnal e sentimental. Nada resumiria melhor o novo single de Persie. “Caroço Coração” mistura o balanço do brega à profundidade do dream pop. Na letra, a cantora aborda o âmbito sensorial das paixões. A faixa chega nas plataformas de streaming pelo selo Maxilar, que é capitaneado por Gabriel Thomaz (Autoramas) e Henrique Roncoletta (NDK). A faixa foi produzida de forma remota, contando com a colaboração dos músicos Dreg Araújo (baixo), Chris Kuntz (guitarra), Dio Costa (bateria eletrônica) e Carlos Tupy (guitarra fuzz/reverse, sintetizadores e mixagem). A masterização ficou a cargo de Igor Guimarães. O videoclipe, por sua vez, traz um paralelo entre o erotismo e a tropicalidade das frutas. A filmagem ocorreu na Chácara Primavera, em Campo Formoso (BA). Na ocasião, Persie dirigiu o material audiovisual em parceria com a filmmaker Thais Demello. Segundo Persie, Caroço Coração é uma metáfora para o teor passional. “Escolhi este título porque sempre imaginei que o coração era o caroço do corpo. E isso está instintivamente ligado aos nossos desejos mais profundos. O caroço gera o fruto proibido que tanto queremos experienciar. E isso também é exibido no videoclipe. Compus essa música me inspirando principalmente na cantora Diana e nas bandas Beach House e Cocteau Twins”. Vale pontuar que Caroço Coração ainda antecipa o álbum de estreia de Persie, previsto para o segundo semestre de 2021. Antes disso, no entanto, outros singles devem ser lançados.
Invencível: Stereotrilhos reflete sobre toxicidade masculina em novo single

Desconstruir para evoluir. Essa é a chave do novo single da Stereotrilhos: Invencível. A música aborda a toxicidade masculina e ressalta a importância de superar estigmas para expor a sentimentalidade. A melodia, por sua vez, tem ingredientes de rock, folk e música pop. Assim, a banda se inspirou em nomes como El Toro Fuerte, Vanguart, Pink Floyd e Cazuza durante as sessões de gravação. O lançamento integra o catálogo do selo Elevarte Music e antecipa o álbum de estreia da Stereotrilhos, intitulado Uma forma de sonhar e previsto para o segundo semestre de 2021. A produção é assinada pelo próprio baixista da Stereotrilhos, Rodrigo Murasawa. O vocalista e tecladista, Juliano Arruda, frisa que Invencível retrata a fragilidade masculina. “A vive numa sociedade muito machista. Por isso, adotamos padrões de comportamento ultrapassados e preconceituosos. Essa letra é um convite à desconstrução e a libertação desses moldes de gerações ultrapassadas”. Rodrigo, por sua vez, aponta para a sentimentalidade da faixa. “É uma música bem introspectiva, onde o eu-lírico fala sobre as suas inseguranças e expõe o medo de se abrir para outras pessoas. Quem é paulistano, sabe muito bem do que estamos falando. É aquela coisa de termos poucos amigos e muitos colegas. E isso reflete num buraco enorme na gente”. Além de Rodrigo e Juliano, a Stereotrilhos ainda é formada pelo baterista Gabriel Freitas e pelos guitarristas Lucas Almeida e Raul Faria. Anteriormente neste ano, o quinteto lançou os singles Janelas e A Última Música.
WINTERHITZE/Calor de Inverno: 95Changes divulga videoclipe gravado na Suiça

“É essencial cultivar a positividade para suportar períodos difíceis”. E esse é o sentimento que guia o novo videoclipe do rapper 95Changes: WINTERHITZE/Calor de Inverno. Aliás, todo o audiovisual foi gravado na Suíça, sendo que o artista visitou seis cidades para captar as imagens: Zurique, Lucerna, Zug, Edlibach, Lauterbrunnen e Gruyères. Em resumo, o beatmaker desenvolveu a melodia com elementos da música clássica, utilizando saxofone, piano e baixo. No entanto, combinou isso ao neo boom bap e aos samples de voz. Ademais, vale pontuar que o single WINTERHITZE/Calor de Inverno é disponibilizado através do selo Elevarte Music. O cantor explica a dualidade do título da faixa. “WINTERHITZE é uma palavra de origem alemã, que literalmente significa Calor de Inverno em português. Por isso, ambas nomeiam essa música. Sinto que esse termo reflete justamente sobre a minha imersão nesse projeto. É sobre colocar a minha voz no mundo”. De acordo com o artista, WINTERHITZE/Calor de Inverno também é uma mensagem de superação. “Em 2020, sofri um acidente e meu pai teve um sério problema de saúde. E pra completar, veio a pandemia. Apesar disso, obtive uma luz no fim do túnel com o nascimento da minha sobrinha. Por isso, vejo que é importante manter a fé, a esperança e o otimismo em todos os momentos”, frisou 95changes está em atividade desde meados de 2016. Anteriormente, divulgou o single Better Conditions To Fly – contando com a participação especial do rapper DC, em 2018. Posteriormente, em 2020, lançou as músicas Pensar Fora da Caixa e I.A.M.A, além do EP Novos Horizontes.
Amanhecer: Superclima82 mistura MPB, grunge e psicodelia em novo single

“Para prosperar, não é preciso prejudicar o próximo”. Essa é a mensagem principal do novo single do Superclima82: Amanhecer. A faixa reflete sobre a sociedade contemporânea enquanto mistura nuances de MPB, grunge e psicodelia. O lançamento é independente e marca a continuidade do projeto do compositor e cantor, Carlos Rafael Clima, que recentemente estreou nas plataformas de streaming com a música Milímetro Perdido. O artista produziu, mixou e masterizou ambas canções no seu próprio home studio. Para ele, Amanhecer traz uma mensagem de harmonia. “É sobre entender que cada um tem a sua jornada. Portanto, mais vale compartilhar o amor e crescer lado a lado do que tentar passar por cima dos outros. Vejo que tanto a letra, quanto a melodia – que é recheada de acordes dissonantes – traduzem essa mensagem”. Carlos Rafael Clima está em atividade desde 1997. O artista é graduado em música e atualmente divide-se lecionando aulas de violão para crianças e produzindo obras autorais. Com o pseudônimo Superclima82, pretende divulgar outras 11 canções ao decorrer deste ano.
The Zasters mergulha no indie pop com novo single “Red (as a cherry)”

A The Zasters acaba de lançar o single Red (as a cherry). A faixa dialoga com o indie pop e com a música alternativa, assemelhando-se principalmente à sonoridade do duo The Tings Tings. A letra sintetiza o sentimento de se apaixonar pela primeira vez. O lançamento dá continuidade à evolução sonora proposta no EP What Just Wappened?, divulgado no fim de 2020. Na ocasião, a banda de origem rockeira agregou sintetizadores e timbres eletrônicos à sua sonoridade. Agora, o quarteto abre espaço para novos elementos de percussão. Vale pontuar que Red (as a cherry) antecipa o próximo mini-álbum da The Zasters, intitulado What Comes Next? e integralmente gravado no home studio da banda. Nesta faixa, o guitarrista Rafa Luna e a vocalista e tecladista Jules Altoé assinam a produção. Jules compôs a letra enquanto a melodia foi concebida com a colaboração de todo grupo – que ainda é constituído pelo baixista André Vitor Celkevicius e pela baterista Nabila Sukrieh Nogueira. A cantora explica a escolha pela língua inglesa na composição. “Gostamos do jogo de palavras que esse idioma nos proporciona. Desta vez, usamos metáfora de que o eu-lírico sente vergonha ao ponto de ‘ficar vermelho como uma cereja’, o que se remete literalmente à tradução do título Red (as a cherry) para o português. Isso também vai de encontro ao nosso intuito de chegar em uma sonoridade mais pop”. A The Zasters está em atividade desde meados de 2015 e conta com uma discografia recheada de obras autorais, tendo anteriormente lançado o EP This Is A Disaster (2016) e os singles Come See The Band (2019) e Going Down (2019).
Eternity: Carol Corsini ressalta sentimentalismo em single de estreia

Os relacionamentos sempre podem chegar a um fim. Contudo, isso não significa que os sentimentos devem deixar de existir. Isso é o que Carol Corsini aponta no single Eternity. A faixa foi composta em inglês e marca o início da trajetória solo da cantora e compositora. O instrumental é acústico e remete-se à sonoridade de nomes como Alicia Keys e Amy Winehouse. Com produção de Bruno Araújo, Eternity foi integralmente gravada em um home studio. Natural da cidade de Campinas, no interior de São Paulo, Carol cantou e tocou piano na gravação da faixa. Essa é a primeira canção solo de Carol Corsini. No entanto, a cantora recentemente colaborou na faixa Guerreiras, de Fael CalaFati. A musicista frisa a sentimentalidade da letra de Eternity. “Essa música é um retrato da minha própria vulnerabilidade. Sinto que o amor, quando é real, tende a permanecer. E para vivê-lo, é preciso se entregar. Portanto, Eternity é também um convite para o ouvinte vivenciar todos os seus sentimentos. Em todos os tipos de relações, eles são justamente o que nos movem”.
Boogarins: segunda volume da compilação Manchaca está entre nós

Em 2020, o Boogarins redirecionou a energia de shows e turnês para novos lançamentos. Em resumo, fez remixes, participações com outros artistas e dois álbuns, Manchaca: A Compilation of Boogarins memories, demos and outtakes from Austin,TX Vol. 1(OAR) e Levitation Sessions (Ao vivo). Agora, Benke Ferraz, Dinho Almeida, Raphael Vaz e Ynaiã Benthroldo anunciam o segundo e último volume da série de compilações Manchaca. Em síntese, uma espécie de ponto final nos lançamentos dessa fase da banda. Contudo, ao encerrar esse ciclo, abre infinitos caminhos onde o frescor de sua música pode ecoar ainda mais. Se em seu antecessor o grande mote por trás da seleção das faixas era elucidar as diversas gêneses e processos por trás dos últimos álbuns, o repertório de Manchaca Vol. 2 teve seu corpo construído com base em outra ideia: mostrar como a banda aperfeiçoou o ato de trazer o que era criado em sessões de improviso para dentro das músicas. Os registros majoritariamente se dividem entre as sessões de gravação do Lá vem a Morte (OAR, 2017) e Sombrou Dúvida (OAR, 2018). Também há espaço para sessões de pré-produção e ensaio para o Sombrou Dúvida, realizada em 2017 no estúdio Fábrica de Sonhos em São Paulo. Releituras Canções como Correndo em fúria e Meto o Loco, ambas criadas em improvisos feitos durante a gravação do curta Boogarins na Casa das Janelas Verdes (2017), quando gravadas de forma “definitiva” pela banda em Austin, TX, ganham asas e ares grandiosos, evoluindo naturalmente dentro de novos arranjos e texturas sonoras. Manchaca: A Compilation of Boogarins memories, demos and outtakes from Austin,TX Vol. 2 não é uma compilação de músicas não acabadas e não lançadas, mas sim um disco cheio de vida que ao trazer canções mais elaboradas ou “lapidadas” do que as do primeiro volume. Aliás, apresenta uma outra forma do seu íntimo criativo, da sua fonte, onde toda psicodelia e experimentalismo que permeiam os registros e apresentações do grupo se unem e crescem em forma de canções que evidenciam a grande quimera cultural que é a base da música popular brasileira. Transmissões no YouTube Com o apoio do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e o Governo do Estado de São Paulo, de 10 a 28 de abril a banda apresenta sessões de cura e libertação. Serão seis episódios lisérgicos, transmitidos no canal do YouTube da banda. Em resumo, eles misturam depoimentos de fiéis, improvisos inéditos e canções do repertório da banda em apresentações impactantes mergulhadas no ruído visual de Gabriel Rolim. Além das suas intervenções visuais, Rolim revirou seus arquivos e resgatou registros mágicos que aquecem nossos corações e nos dão força para imaginar que em breve vamos estar todos juntos ouvindo, vendo, vivendo e sendo música. Aliás, neste sábado (10), rolou a estreia da série, na qual a banda celebrou o lançamento do segundo volume. Cronograma de transmissões EPISÓDIO 1 – 10 de abril, 16h2 – 14 de abril, 21h3 – 17 de abril, 16h4 – 21 de abril, 21h5 – 24 de abril, 16h6 – 28 de abril, 21h