Aléxia apresenta “Seja Você” e prepara o lançamento do álbum “Garra”

A cantora e compositora paulista Aléxia deu início à sua nova fase com o lançamento do single Seja Você. A faixa é a primeira amostra de Garra, seu álbum de estreia com 14 faixas que chega às plataformas digitais no próximo dia 30 de abril. Com uma sonoridade que transita entre o rock alternativo, metal moderno e pitadas de dark pop, a música aborda a busca pela autenticidade. Seja Você reflete o tom do disco, que mergulha em temas densos como saúde mental, luto e empoderamento, transformando inquietação em uma linguagem pop de peso. Trajetória de palco de Aléxia Embora esteja lançando seu primeiro álbum agora, Aléxia não é uma novata. Com quatro anos de estrada e mais de 400 shows no currículo, a artista já: Conexão com a origem O videoclipe de Seja Você, com lançamento marcado para esta segunda-feira (13), foi gravado em Tatuí (SP). Conhecida como a “Capital da Música”, a cidade do interior paulista serve de cenário para reforçar o caráter pessoal do projeto e a relação da artista com suas raízes.

Foo Fighters lança “Of All People”, mais uma prévia de Your Favorite Toy

Para quem sentia falta daquela faceta mais “descontrolada” e barulhenta de Dave Grohl, o Foo Fighters acaba de entregar o presente ideal. A banda lançou o single Of All People, faixa de abertura que prepara o terreno para o seu 12º álbum de estúdio, intitulado Your Favorite Toy, que chega às plataformas no dia 24 de abril via Sony Music. A música foi apresentada de forma intimista e quase secreta em fevereiro, durante uma gravação para o programa Other Voices na Igreja de St. James, em Dingle, na Irlanda. Para um público de apenas 80 pessoas, o sexteto mostrou que o novo material bebe diretamente na fonte do punk e do rock alternativo oitentista, com influências claras de bandas como Hüsker Dü. Gravação caseira e nova formação em Of All People Diferente das produções faraônicas de álbuns anteriores, Your Favorite Toy foi gravado na casa da banda e coproduzido por eles junto a Oliver Roman. A sonoridade busca resgatar a urgência dos primeiros discos do grupo. Outro ponto de destaque é a consolidação de Ilan Rubin (conhecido por seu trabalho com Nine Inch Nails e Angels & Airwaves) como o baterista oficial, completando o time ao lado de Grohl, Nate Mendel, Chris Shiflett, Pat Smear e Rami Jaffee. O lançamento do disco coincide com o início da Take Cover World Tour, uma turnê massiva de estádios que deve percorrer os cinco continentes ao longo de 2026. “Your Favorite Toy”: o que esperar? Com mixagem do veterano Mark “Spike” Stent, o álbum promete ser um dos mais agressivos da banda em anos. O lyric video de Of All People já entrega essa ferocidade, com guitarras distorcidas e o vocal característico de Grohl atingindo níveis máximos de intensidade.

Royel Otis inicia nova fase com o single “Sweet Hallelujah”

Depois de conquistar o público brasileiro com uma apresentação energética no Lollapalooza, o duo australiano Royel Otis está de volta. A dupla acaba de lançar o single Sweet Hallelujah, que chega acompanhado de um videoclipe e marca uma mudança significativa na direção criativa do projeto. A faixa é um hino indie clássico: começa com uma melodia envolvente de guitarras limpas e cresce até um refrão explosivo, evidenciando a química que transformou a banda em um dos nomes mais promissores do gênero nos últimos dois anos. Conceito de dualidade em Sweet Hallelujah Nesta nova fase, Royel Otis explora o conceito de “dualidade”. A identidade visual do single e do clipe reflete contrastes como o quente e o frio, o claro e o escuro. Essa nova paleta de cores e energia busca mostrar um lado mais maduro da dupla, sem perder o frescor solar que os tornou virais com faixas como Oysters in My Pocket. O videoclipe de Sweet Hallelujah traduz bem essa proposta, utilizando jogos de luz e ambientes que reforçam a construção lírica da canção, que fala sobre entrega e celebração.

Cameron Picton (ex-black midi) apresenta “My New Band Believe”

Quando o black midi encerrou suas atividades em 2023, o mundo do rock experimental ficou órfão de sua construção de mundos caóticos. No entanto, o hiato serviu para que o baixista e vocalista Cameron Picton encontrasse um novo caminho, um que nasceu de um sonho febril em um quarto de hotel na China. O resultado é o álbum homônimo de estreia do My New Band Believe, lançado pela lendária Rough Trade Records. O nome do projeto surgiu literalmente de fragmentos de textos embaralhados que Picton anotou enquanto delirava sob o efeito de uma doença repentina durante uma turnê. O que antes era apenas uma frase peculiar tornou-se a identidade de sua nova fase artística. Menos distorção, mais dinamismo Diferente do som abrasador e matemático de sua antiga banda, o My New Band Believe aposta em uma sonoridade ágil e quase totalmente acústica. Picton trocou o peso eletrônico por uma seção completa de cordas e o mínimo de reverb possível. Mas não se engane: a leveza não significa simplicidade. O álbum é maximalista e dinâmico, onde cada faixa parece se desintegrar para se reorganizar no ímpeto da seguinte. Para dar vida a esse “multiverso” sonoro, Picton se cercou de músicos de alto nível da cena londrina, como Kiran Leonard, Caius Williams, Steve Noble e Andrew Cheetham. O álbum transita por registros emocionais diversos, guiados pela narração carismática e, por vezes, histérica de Cameron. “Kick Me” e o solo transatlântico Para celebrar o lançamento, a banda compartilhou Kick Me, uma gravação ao vivo montada a partir de multitracks de sete performances diferentes realizadas entre Londres e Nova York. O destaque fica para o “solo de guitarra transatlântico”, dividido entre Ryley Walker e Tara Cunningham, sintetizando a proposta de intercâmbio e improvisação do projeto.

Evanescence lança “Who Will You Follow” e anuncia o álbum “Sanctuary” para junho

Amy Lee e o Evanescence disponibilizaram o single Who Will You Follow, faixa que serve de abre-alas para o aguardado álbum Sanctuary, com lançamento mundial marcado para o dia 5 de junho. A nova música chega com uma sonoridade densa e moderna, fruto de uma colaboração com produtores que estão moldando o rock contemporâneo. A ficha técnica de Sanctuary impressiona: conta com a assinatura de Zakk Cervini (Bring Me The Horizon, Bad Omens) e Jordan Fish (ex-BMTH, Architects), além do veterano Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Rush), que já havia trabalhado com a banda anteriormente. Refúgio em meio ao caos com Who Will You Follow Segundo Amy Lee, o processo de criação de Sanctuary levou mais de três anos. O álbum foi gestado como uma forma de processar as tensões do mundo atual, transformando o isolamento em conexão musical. O novo trabalho já chega embalado por sucessos recentes. A faixa Afterlife, que integrará o disco, alcançou o topo das paradas de rock nos EUA e no Canadá. Já o single Fight Like A Girl, parceria com K.Flay, reforçou a presença da banda nas playlists de música alternativa nos últimos meses. 20 anos de influência O retorno acontece em um momento em que o legado do Evanescence é mais respeitado do que nunca. O álbum de estreia, Fallen (2003), continua sendo um dos discos mais vendidos do século 21, superando marcos de bandas como Coldplay. Com hinos como Bring Me to Life e My Immortal, o grupo consolidou uma base de fãs global que agora se prepara para uma nova turnê mundial que acompanhará o lançamento de Sanctuary.

Black Pantera lança “Fogo nos Racistas” gravado no Circo Voador

O trio mineiro Black Pantera acaba de dar o primeiro passo para o lançamento do registro mais importante de sua década de estrada. Já está disponível o single Fogo nos Racistas (Ao Vivo no Circo Voador), faixa escolhida para abrir os trabalhos do álbum e DVD Resistência!, que chega às plataformas em abril pela gravadora Deck. Gravado em uma noite histórica no dia 19 de novembro (véspera do Dia da Consciência Negra), o show celebrou os 11 anos da banda em um Circo Voador lotado e pulsante. Ideia “lançada na cara” com Fogo nos Racistas Escolher Fogo nos Racistas como primeiro single não foi apenas uma decisão estratégica, mas um posicionamento político. A faixa é o pilar central do discurso da banda e, na versão ao vivo, ganha uma camada extra de agressividade e urgência com o coro do público carioca. “Essa música diz muito sobre o que o Black Pantera representa. É um som furioso, sem subjetividade, é simplesmente a ideia sendo lançada na cara mesmo”, define o baixista e vocalista Chaene da Gama. “Pikachu do Mosh” O lançamento vem acompanhado de um videoclipe que captura a “fervura” do Circo Voador. Um detalhe curioso que já está chamando a atenção dos fãs é a presença inusitada de um fã fantasiado de Pikachu, que mergulha e desaparece em meio à roda punk ensandecida puxada pelo trio. Lançamento e transmissão O álbum completo Resistência! Ao Vivo no Circo Voador será lançado em abril. No entanto, os fãs terão uma experiência completa no dia 8 de maio, quando o Canal Bis transmitirá o show na íntegra para todo o Brasil.

Hellbenders lança “Desejar Sem Destruir” e anuncia EP em português

Uma das bandas mais influentes da cena de Goiânia, o Hellbenders, acaba de dar um passo decisivo em sua carreira. Conhecidos por mais de uma década de composições em inglês e turnês internacionais, o grupo lançou o single Desejar Sem Destruir. A faixa é o primeiro cartão de visitas de um EP inédito e marca a guinada definitiva da banda para as composições em português. Se a base do som continua fincada no stoner rock e no hard rock setentista, a nova fase traz uma sonoridade mais densa e contemporânea. Com guitarras em afinações baixas e timbres de bateria que flertam com o rock pesado dos anos 2000, lembrando nomes como Queens of the Stone Age e Helmet, o Hellbenders mostra um amadurecimento técnico notável. Ansiedade e identidade visual Liricamente, Desejar Sem Destruir mergulha nas angústias da vida moderna. A letra aborda a ansiedade e as pressões de um mundo em transição entre o analógico e o digital, propondo uma reflexão sobre o autocuidado e os limites da urgência cotidiana. A ficha técnica do lançamento é pesada: a produção é de Braz Torres, com mixagem e masterização do mestre Gabriel Zander (figura central do rock independente nacional). Já a capa leva a assinatura de Douglas Pereira, artista do coletivo Bicicleta Sem Freio (e também baterista do Black Drawing Chalks), que traduziu a temática da música em uma arte que representa a construção de múltiplas versões de si mesmo.

Teddy Swims inicia nova fase com o cativante single “Mr. Know It All”

Depois de fazer história com o hit diamante Lose Control, que quebrou recordes ao permanecer surreais 112 semanas na Billboard Hot 100, Teddy Swims está oficialmente de volta. O cantor lançou o single Mr. Know It All, via Warner Records, marcando o início de uma nova jornada sonora e emocional. A faixa é uma fusão sofisticada: traz grooves com inspiração vintage, a grandiosidade dos refrões do rock dos anos 80 e uma produção moderna que destaca a voz potente e rouca de Swims. Autossabotagem e sociologia Liricamente, Mr. Know It All mergulha nas águas profundas da autossabotagem nos relacionamentos. Teddy Swims explica que a música foi inspirada no “Dilema do Profeta”, conceito do sociólogo Robert K. Merton sobre profecias autorrealizáveis. “A música fala sobre como tanto o medo quanto o controle podem destruir algo real. Quando você acredita que já sabe como tudo vai terminar, você se afasta para se proteger, e essa distância acaba sendo o motivo do fracasso”, revela o artista. Para este retorno, Swims reuniu novamente seu “time de ouro” de produtores, incluindo Julian Bunetta e John Ryan, responsáveis por lapidar a identidade que o transformou em uma força global do soul contemporâneo.

Buhr lança o álbum “Feixe de Fogo” e reafirma sua vanguarda sonora

Sete anos é o tempo que separa Desmanche (2019) do novo capítulo artístico de Buhr. O álbum Feixe de Fogo, lançado pelo selo Sound Department, chega como um manifesto de movimento. Gravado ao longo de dois anos em uma peregrinação por Fortaleza, Sobral, Salvador, São Paulo e Recife, o disco é o primeiro a levar a assinatura Buhr, refletindo a identidade não binária de elu e um novo lugar de fala no debate sobre feminismo e arte. Produzido por Buhr e Rami Freitas, o trabalho é um amálgama de rock, reggae e ruídos experimentais. O tambor continua sendo a espinha dorsal das composições, mesmo quando camuflado por sintetizadores e samples ruidosos. Um time de mestres das cordas para acompanhar Buhr Se o conceito do álbum é o “derretimento de fronteiras”, a lista de colaboradores confirma essa tese. BUHR reuniu nomes que definem a guitarra brasileira nas últimas décadas: O disco ainda conta com o baixo de Dadi (Novos Baianos/A Cor do Som) em Motor de Agonia e arranjos de metais do Maestro Ubiratan Marques. Métrica e oralidade A estranheza peculiar de BUHR continua intacta. Suas letras narram enredos tensos e ferozes através de melodias que, por vezes, beiram a doçura. É um universo pop, mas fincado na oralidade e em métricas não convencionais, onde cada música funciona como uma pequena novela cotidiana sobre as dores das cidades.