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Ator e cantor Jaffar Bambirra apresenta o álbum “O Menino que Nunca Amou”

Crédito: Lucas Nogueira

Quem recusa uma boa história? Ninguém, mesmo em tempos de tanta pressa. Essa foi a aposta de Jaffar Bambirra na composição do seu álbum O Menino que Nunca Amou.

Artista multifacetado de 23 anos, Jaffar já é conhecido do público nas telinhas. Estuda Cinema na PUC e também atua. Fez trabalhos para o cinema e para a TV, como as novelas O Sétimo Guardião e Pega Pega, da Rede Globo, e Ricos de Amor, da Netflix.

Agora, o que o move é um mergulho profundo em suas composições musicais dos últimos anos. Como em um quebra-cabeças, vai encaixando suas músicas com temas marcantes de amor para construir seu disco-história.

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Logo nos primeiros versos de O Menino que Nunca Amou, faixa dividida entre a abertura e o fechamento do álbum (Vou lhe contar/ a história de um menino que quis falar de amor/Que de tanto falar se fez entendedor), o compositor traz à tona uma referência de infância, nos tempos em que começou a ouvir Piazzolla com sua mãe.

Quase nos faz lembrar, também, do poeta fingidor, de Fernando Pessoa, e do choro bandido, de Chico Buarque; mas, na contramão das duas referências, Jaffar afirma que aprendeu, de fato, a amar depois de tanto cantar. E são fragmentos dessas experiências que vamos conhecendo, pouco a pouco.

Jaffar prefere não se enquadrar em rótulos e gosta de misturar estilos; tanto que passeia pelo rock, folk, pop e pela MPB, claro. Seu compromisso é com a Arte. Afinal, o gênero musical que produz agora pode se transformar no próximo trabalho. Se for para ser rotulado, que seja apenas como brasileiro.

Influências diversas no trabalho de Jaffar Bambirra

“Ouço muito de Coldplay a Djavan e de Caetano a sertanejo raiz. E vejo que essas influências me atravessam nesse meu trabalho, o que é ótimo. Eu nasci naquela serra/ Num ranchinho beira-chão/ Todo cheio de buracos/ Onde a lua faz clarão é uma das frases mais bonitas da música brasileira, porque traz a imagem contida nas palavras”, revela.

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Coincidência ou não, o arranjo de Bonita, especialmente na introdução, faz lembrar uma saudosa moda de viola.

Já o significado de Quando fui seu par chegou depois da composição. “Entendi que ela também podia ser sobre o fim de um relacionamento abusivo quando uma amiga, que chorou ao ouvir, veio me falar”.

A música fará parte da trilha sonora de Quanto mais vida melhor, nova novela das sete da Globo – na qual Jaffar também estará como ator.

Entre influências que deságuam de todo lugar carregando emoções em devir, O Menino que Nunca Amou é produzido por Pedro Mamede, parceiro de longa data de Jaffar, e mixado por Pedro e Gabriel Lucchini.

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A banda que acompanha Jaffar Bambirra é formada por José Arimatéa (trompete), Lancaster Lopes (baixo), Kiko Horta (sanfona), Júlio Raposo (guitarras), Rodrigo Tavares (teclados), Guilherme Schwab (violão e bandolim) e Pedro Mamede (bateria e percussão).

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