Katelyn Tarver transforma o divórcio no catártico álbum “Tell Me How You Really Feel”

A artista baseada em Los Angeles Katelyn Tarver lançou o seu terceiro álbum de estúdio, o denso e belíssimo Tell Me How You Really Feel (via Nettwerk Music Group). O trabalho marca um novo e desafiador capítulo na carreira da artista. Ao longo de 13 faixas, ela documenta o fim do seu casamento de quase dez anos, explorando de forma crua a honestidade emocional, o luto, a reinvenção pessoal e a liberdade. Dor que gera a arte O disco acompanha de perto o doloroso processo de reconstrução de identidade de Katelyn após o divórcio. As canções soam como conversas privadas, desabafos de madrugada e encontros pós-término, transformando a incerteza em melodias extremamente íntimas. “Eu nunca pensei que me divorciaria. Nunca imaginei que escreveria um álbum sobre isso. Mas a vida continua me surpreendendo”, confessa a cantora. “Este disco documenta o ano após eu deixar meu casamento. A dor, a liberdade e o medo de estar sozinha pela primeira vez. É o trabalho mais pessoal que já fiz, e o processo de criá-lo me curou repetidamente.” Inusitada inspiração no stand-up Um dos aspectos mais fascinantes da concepção de Tell Me How You Really Feel foi a sua fonte de inspiração. Durante o processo de composição, Katelyn encontrou clareza ao assistir ao especial de comédia Single Lady, da humorista Ali Wong. A artista percebeu que o humor confessional e a composição musical partilham da mesma raiz: a honestidade radical. “Percebi que stand-up e composição têm muito em comum: dizer coisas que as pessoas têm medo de falar em voz alta”, explica. Produção e jornada de cura Escrito e gravado ao longo de 2024, o disco contou com a colaboração de parceiros de longa data, incluindo o produtor indicado ao Grammy Mikey Reaves (em Nashville) e Chad Copelin (em Oklahoma). O repertório inclui os ótimos singles previamente lançados, The Price, $82 at Erewhon, Strange Weather, Don’t Eat Pray Love e #1, que juntos traçam uma jornada não linear de crescimento pessoal. Para coroar o lançamento, Katelyn iniciará uma turnê norte-americana no final de abril.
Regiane Cordeiro divulga seu 1º álbum solo, “Raiz do Mundo”

Após uma década de protagonismo na cena, a cantora e compositora Regiane Cordeiro lançou o seu aguardado primeiro álbum solo, batizado de Raiz do Mundo. Lançado estrategicamente no mês que celebra as mulheres, o trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais e funciona como uma poderosa reafirmação da sua identidade como mulher preta, independente e guardiã de um legado ancestral. Legado mineiro e a viola caipira no reggae O título do álbum é uma homenagem direta às origens de Regiane, que cresceu no norte de Minas Gerais. A artista é parte da tradicional Família Cordeiro, uma linhagem composta por seu pai, irmãos e sobrinhos, todos cantores e multi-instrumentistas que mantêm viva a arte regional. Essa herança sanguínea e afetiva é a grande base estética do disco. Regiane inovou ao trazer elementos do cancioneiro popular mineiro para dentro do reggae convencional. “Trago por exemplo a viola caipira para esse disco. O cancioneiro popular mineiro adora essa raiz, e eu achei importante trazer. Convidei o Moreno Overá para somar o toque da viola aos arranjos do Luizinho Nascimento”, explica a cantora. Na belíssima faixa Chão Vermelho, Regiane reverencia seus antepassados e sela um encontro emocionante com a lendária Célia Sampaio (a dama do reggae maranhense), unindo a maturidade da sua história familiar à realeza do reggae brasileiro. African voice e o encontro de mulheres Tecnicamente, a obra destaca o estilo African-voice de Regiane. A artista fez questão de não polir excessivamente a gravação, mantendo a textura, o grão da voz e a emoção crua para preservar o caráter ritualístico da sua música. Além de sua força solo, o álbum promove um verdadeiro encontro histórico de potências femininas. Confira as participações de peso que compõem o disco: Faixa Participação Especial O que a música representa Vida Importa Marina Peralta Uma celebração da confiança mútua e da vida. A Gira Mis Ivy A união da potência do Dancehall brasileiro com a força ancestral. Era das Máquinas CAYARÌ A artista indígena traz cantos em sua língua nativa falando de cura e natureza. Mulheres Reais Elaine Alves Uma nova versão para honrar as mulheres que abriram os caminhos. O disco ainda conta com a assinatura magistral do produtor Wagner Bagão na versão Mulheres Reais Dub, feita sob medida para bater forte nas caixas de som dos bailes. Para Regiane, entender a própria origem é o que permite a expansão. Como ela mesma resume: “Voltar à raiz é uma forma de encontrar poder”.
Harry Styles lança álbum “Kiss All The Time. Disco, Occasionally.”

O superastro Harry Styles lançou nesta sexta-feira (6 de março) o seu aguardadíssimo quarto álbum de estúdio: Kiss All The Time. Disco, Occasionally. (via Sony Music). O disco quebra um hiato musical desde o fenômeno Harry’s House (2022), que arrebatou o prêmio de Álbum do Ano no Grammy de 2023. Para acompanhar o lançamento nas plataformas digitais, o cantor também liberou o videoclipe inédito da faixa American Girls, com direção assinada pelo premiado James Mackel. Nova era: produção e especial na Netflix Composto por 12 faixas escritas por Harry e com produção executiva de Kid Harpoon (parceiro de longa data), o novo trabalho já conta com o hit absoluto Aperture, que alcançou o topo das paradas globais, e promete explorar novas facetas sonoras do artista. Para coroar a estreia do álbum, os fãs terão um final de semana intenso. A Netflix transmitirá globalmente a primeira performance ao vivo da nova era neste domingo, 8 de março, às 16h (horário de Brasília). O especial exibirá na íntegra o show que Harry realiza exatamente hoje, em Manchester, na Inglaterra. Como se não bastasse, o britânico retornará ao lendário programa Saturday Night Live (NBC) na próxima semana, dia 14 de março, atuando como apresentador e convidado musical. Turnê “Together, Together” confirmada em São Paulo! A melhor notícia para os fãs brasileiros veio junto com o disco. Harry Styles fará seu retorno aos palcos globais com uma residência massiva em sete cidades ao redor do mundo. Promovida pela Live Nation, a turnê Together, Together contará com 67 datas entre maio e dezembro de 2026. E, sim, São Paulo está na rota oficial! O giro mundial ainda passará por Amsterdã, Londres, Cidade do México, Nova York, Melbourne e Sydney. A lista de convidados especiais de abertura é um espetáculo à parte, contando com nomes como Shania Twain, Robyn, Jamie xx, Jorja Smith, entre outros (variando conforme a data).
Juvi lança o denso álbum “O Sonho da Lagosta”

Quem conheceu Juvi apenas pelos seus vídeos virais nas redes sociais está prestes a ser atropelado por uma avalanche sonora de altíssima qualidade. A cantora, compositora e multi-instrumentista consolida de vez o seu nome na cena musical brasileira com o lançamento do álbum de estúdio O Sonho da Lagosta, via gravadora Deck. O projeto marca uma ruptura brutal, e muito bem-vinda, em relação aos seus trabalhos anteriores. Sai o humor como fio condutor e entra uma sonoridade orgânica, crua e levada a sério. Complexo de lagosta e a atitude punk de Juvi O conceito por trás do disco é fascinante. O título é inspirado no “complexo de lagosta”, uma metáfora da psicanálise que traça uma analogia sobre a vulnerabilidade e a transformação. Assim como o crustáceo precisa quebrar e abandonar o próprio exoesqueleto apertado (ficando totalmente exposto) para conseguir crescer, o ser humano também precisa de rupturas para evoluir. O álbum é exatamente sobre isso: recomeços. E Juvi não poupa ninguém. Com um discurso que beira a acidez do punk, ela disseca relacionamentos amorosos, dramas familiares e as complexidades das amizades. “É um álbum em que eu me mostro como guitarrista e vocalista. Toquei todos os instrumentos, tem menos efeitos na voz e muitos arranjos instrumentais. É um disco mais sério, o humor aparece como um acidente, não como fio condutor”, afirma a artista. Caldeirão psicodélico Musicalmente, O Sonho da Lagosta é uma viagem. Juvi misturou a grandiosidade do rock psicodélico de lendas como Pink Floyd, Frank Zappa e Cream, com referências quentes da música latina, que vão desde a loucura de Ca7riel & Paco Amoroso até a genialidade de Tom Zé e Fito Páez. O resultado é um disco com forte presença de percussão, efeitos analógicos e delays imersivos. O trabalho, que já havia sido antecipado em janeiro pelo ótimo single tá na hora de terminar, guarda ainda uma surpresa de peso no repertório: uma releitura visceral de Essa Noite Não (clássico de Lobão), a única faixa do disco que não leva a assinatura autoral de Juvi.
Letrux anuncia o aguardado e intimista álbum “SadSexySillySongs”

A cantora e compositora carioca Letrux anunciou o lançamento do seu quarto disco de estúdio, SadSexySillySongs. O álbum, que marca o retorno da artista após um hiato de três anos sem discos inéditos, chegará a todas as plataformas digitais no dia 27 de março de 2026, através da Coala Records. Três universos do disco SadSexySillySongs Como o próprio título sugere, o novo trabalho traz um material conceitualmente dividido entre canções que ambientam três universos distintos da experiência humana: o sad (triste), o sexy (sensual) e o silly (bobo/divertido). Ao todo, o álbum contará com 12 faixas inéditas que navegam com fluidez entre o Pop, o Rock e a MPB, marcas registradas da versatilidade da cantora. De volta às raízes minimalistas Escrito em um caderninho ao longo de 2023, SadSexySillySongs propõe uma quebra de expectativa em relação aos trabalhos anteriores da artista. Após entregar discos densos e repletos de camadas sonoras extravagantes, como os aclamados Noite de Climão (2017), Letrux aos prantos (2020) e Letrux como mulher girafa (2023), Letrux descreve esse novo momento como algo mais enxuto, direto e minimalista. A produção musical do disco é assinada por Thiago Rebello, baixista que acompanha a artista desde a era Noite de Climão. “Comecei a sonhar com um disco voz e violão, que acho que é o princípio de quase tudo. Muitas das minhas músicas nasceram assim, de forma mais crua e minimalista, e eu queria revisitar esse lugar. No fim, aquele desejo inicial de um disco mais cru acabou dando origem a um trabalho diverso em suas produções musicais”, relata a artista sobre o processo criativo.
Mitski lança o álbum “Nothing’s About to Happen to Me”

A cantora e compositora nipo-americana Mitski lançou o seu oitavo álbum de estúdio, Nothing’s About to Happen to Me (via gravadora Dead Oceans). O disco dá continuidade à linha musical majestosa estabelecida em 2023 com o sucesso The Land Is Inhospitable and So Are We. Totalmente escrito por Mitski, que também gravou todos os vocais, o projeto conta com arranjos orquestrais deslumbrantes gravados no Sunset Sound e TTG Studios, sob a regência de Drew Erickson. “If I Leave” Para celebrar a chegada do disco às plataformas, a artista liberou o videoclipe para um dos grandes destaques do álbum: If I Leave. Se o single anterior, I’ll Change For You, chamou a atenção por ser uma canção de desespero com fortes influências da nossa bossa nova, a nova faixa apresenta uma narrativa crua de conflito e relutância. A música exibe a habilidade quase incomparável de Mitski de soar refinada e, ao mesmo tempo, completamente sobrecarregada emocionalmente. O clipe de If I Leave, dirigido por Jared Hogan, é visualmente deslumbrante, perturbador e carrega uma dose de humor sombrio. Ambientado em uma casa que parece respirar ameaças, a própria residência atua como a personagem principal. Enquanto os cômodos vibram com desconforto e histórias inquietantes do passado, Mitski e os integrantes de sua banda tocam nesses espaços com uma calma e indiferença que beiram o surreal. Turnê de residências e a “Tansy House” Em vez de uma turnê tradicional de arena, Mitski optou por um formato muito mais intimista e conceitual para apresentar o novo álbum. Ela realizará uma série de residências em grandes centros culturais ao redor do mundo. Confira a agenda internacional selecionada pela artista: Cidade Local Número de Noites Nova York (EUA) The Shed 6 noites Los Angeles (EUA) Hollywood High School 5 noites Sydney (Austrália) Sydney Opera House 4 noites Para os fãs que estiverem em Nova York, a experiência vai além da música. O The Shed está sediando desde a última sexta-feira (27) a Tansy House Exhibit. A exposição imersiva permite que o público explore o universo visual do álbum caminhando por uma casa delineada em tecido. Cada cômodo, repleto de charme vitoriano e desordem kitsch, revela histórias sutis e reflete o lar espiritual da obra.
Vitor Kley lança álbum intimista “APGC Ao Vivo na Casa da Colina”

Se você estava procurando a trilha sonora perfeita para curtir este fim de semana, a busca acabou. O cantor Vitor Kley atendeu aos inúmeros pedidos de seus fãs e liberou nas plataformas de música o álbum APGC Ao Vivo na Casa da Colina. Previamente disponível apenas em formato audiovisual, o projeto captura a magia e a energia da elogiada turnê As Pequenas Grandes Coisas, que tem sido um verdadeiro sucesso de crítica e público por diversas cidades do Brasil e da Europa. O repertório é composto por versões ao vivo e cheias de alma das 11 faixas do disco, além de presentear o público com a inédita Nós Dois. Refúgio criativo e a homenagem ao pai A intensa troca com os fãs durante os shows foi o combustível para a criação deste registro. Para capturar essa essência de forma autêntica, Vitor escolheu gravar o projeto no estúdio construído dentro do seu próprio lar, a Casa da Colina. “Contamos com oito músicos, além dos engenheiros de áudio, da equipe de cenografia e vídeo. A atmosfera era vibrante, tranquila, sem pressão”, relembra o cantor. Esse ambiente controlado, porém totalmente livre, abriu espaço para ideias ousadas e profundamente pessoais. Um dos pontos mais emocionantes do álbum são os interlúdios inspirados na clássica banda britânica Supertramp. A escolha estética não foi por acaso: trata-se de uma bela e sensível homenagem aos seus pais, que o ensinaram a apreciar a banda, especialmente ao seu pai, que faleceu durante o processo de criação de As Pequenas Grandes Coisas. Música feita de perto por Vitor Kley no APGC O trabalho é, acima de tudo, um convite para o ouvinte voltar ao lugar onde a música realmente nasce: onde a amizade vira som e onde as histórias viram canções. É uma celebração do que o artista e sua banda têm de mais verdadeiro. “Espero que, em meio à velocidade do mundo contemporâneo, as pessoas dediquem tempo para assistir aos 40 a 50 minutos do projeto, que possui significado do início ao fim. Que se permitam emocionar, cantar junto e apreciar a performance dos músicos”, finaliza Vitor. Ouça Vitor Kley APGC (Ao Vivo na Casa da Colina)
Punho de Mahin lança o contundente álbum “Entre a Penitência e a Ruptura”

A banda Punho de Mahin, consolidada como um dos principais nomes do afro punk no Brasil, lançou o segundo álbum de estúdio, Entre a Penitência e a Ruptura. Com produção musical assinada por ninguém menos que a lenda Clemente Nascimento (fundador dos Inocentes) e lançamento pela gravadora Deck, o disco traz uma sonoridade crua e contundente. Mais do que música rápida e distorcida, o projeto tem uma proposta artística e política clara: colocar o dedo na ferida e revisitar a experiência negra na sociedade contemporânea, uma temática historicamente negligenciada dentro da própria cena underground. Temas como protagonismo negro, racismo estrutural, machismo, intolerância e violência policial ganham forma em 12 faixas divididas em dois atos muito bem definidos. Junto com o álbum, a Punho de Mahin também liberou o videoclipe do single Meritomentira no YouTube. Lado A: A Penitência A primeira metade do álbum (até a sexta faixa) funciona como uma radiografia da “penitência”. Sob perspectivas históricas e atuais, as músicas refletem o legado sangrento da colonização, a espoliação e o encarceramento. O disco expõe o projeto estrutural de opressão, questiona o falso mito da meritocracia e narra os processos de exclusão social. Lado B: A Ruptura Já a segunda parte do disco foca na “ruptura” e na resistência. A articulação e a ancestralidade tomam a frente para conduzir a insurreição. As letras resgatam a potência de mulheres que foram apagadas pela história e destacam o embate feminino atual por respeito e permanência plena, inclusive dentro de espaços que se dizem libertários. 🎧 Faixa a faixa de “Entre a Penitência e a Ruptura”, do Punho de Mahin (por Paulo Tertuliano) Para mergulhar de cabeça no conceito do disco, confira o faixa a faixa detalhado: 1. Violação: Desperta a reflexão sobre a negligência do estado diante do sistema carcerário feminino, expondo a extrema desigualdade que vigora na sociedade. 2. Marcus Vinicius da Maré: Não é apenas uma menção à vítima do aparato de segurança pública, mas expõe as ações do racismo estrutural e do genocídio planejado ao longo dos anos. 3. Meritomentira: O impacto da desigualdade social aplicada em diversos níveis, gerando uma reflexão crítica sobre a meritocracia projetada por eixos conservadores. 4. Vão: Destaca como a administração público-privada gere a mobilidade urbana e o direito de ir e vir, apontando o descaso do capitalismo, que nunca prioriza vidas. 5. Linha Tênue: Abrange de maneira direta os vestígios da ditadura que vigoram até hoje na suposta democracia e nas corporações. 6. 13 de Maio: Expressa o contexto histórico e deflagra a falsa abolição, propondo um questionamento direto sobre a história manipulada. 7. Entre a Penitência e a Ruptura: A faixa-título reflete a emancipação e resistência diante das violações que afligem mulheres e grupos marginalizados. 8. Raios, Trovões e Tempestades: Fala sobre as forças da natureza e da ancestralidade como elementos que nutrem a luta necessária para a permanência do povo preto. 9. Dandara: Sobre a força da mulher negra, pareando figuras como Luiza Mahin, Lélia Gonzalez, Sueli Carneiro e Marielle Franco a inúmeras mulheres não reconhecidas. 10. Ei Mulher: Um convite para mulheres sentirem e celebrarem as melhores vivências além da luta, contrapondo as violências do patriarcado. 11. Respiro: Expõe os levantes de corpos que exigem o direito de existir e ter suas subjetividades respeitadas. Fala sobre liberdade e amor que não dependem apenas da legislação. 12. Grito Quilombo: Amplia a força ligada à contínua organização e ao aquilombamento pleno, construindo a ideia de potência coletiva.
Martins lança o álbum de releituras “Ao Vivo na Casa Estação da Luz”

Um dos nomes mais autênticos e interessantes da nova geração da música brasileira, o cantor e compositor pernambucano Martins liberou o seu novo disco. Nesta sexta-feira (27), chegou a todas as plataformas digitais o projeto Ao Vivo na Casa Estação da Luz. Após ganhar atenção nacional em 2024 com a belíssima regravação de Jardim da Fantasia (clássico de Paulinho Pedra Azul que embalou a trilha sonora do remake da novela Renascer, da TV Globo), o artista agora oferece ao público a oportunidade de ouvir sua voz marcante em novas releituras de clássicos absolutos da nossa música. Repertório feito a quatro mãos (com o público) Gravado na charmosa Casa Estação da Luz, em Olinda (PE), o disco traz 11 canções, sendo duas de autoria do próprio Martins. O formato do projeto nasceu de uma parceria com o produtor André Brasileiro, movida por uma curadoria 100% colaborativa. Antes de anunciar o show, Martins foi ao Instagram e pediu para que seus seguidores sugerissem quais músicas gostariam de ouvir na sua voz. A seleção final definiu o setlist de gravação. “Esse novo álbum ao vivo é quase um presente para os meus fãs, que há muito tempo me pediam que eu gravasse aquelas canções que eu fazia nas redes sociais. É um disco muito do coração, cheio de afeto, porque quem fez esse disco foi o público”, destaca o artista. Releituras do disco de Martins O primeiro gostinho do projeto havia sido o single Fullgás (sucesso de Antonio Cícero e Marina Lima), lançado em janeiro. Agora, com o álbum completo no ar, os ouvintes podem passear por diversas vertentes e épocas da música brasileira. Entre os destaques das versões ao vivo, estão: