Soul Asylum retorna com o lançamento do álbum “Slowly But Shirley”

O Soul Asylum lançou o 13º álbum de estúdio, Slowly But Shirley, pela Blue Élan Records. O novo álbum oferece uma rica variedade de estilos musicais, desde faixas intensas de guitarra até canções delicadas. Colaborando mais uma vez com o produtor Steve Jordan (Rolling Stones), que produziu o álbum And the Horse They Rode In On (1990), a banda encontra um equilíbrio perfeito entre revisitar suas raízes e explorar novos territórios sonoros. No coração do álbum está a composição sincera de Dave Pirner, com a banda gravando ao vivo no estúdio para capturar o espírito cru e cativante que define suas performances inesquecíveis. O título do álbum e a capa prestam homenagem a Shirley “Cha Cha” Muldowney, uma pioneira no mundo das corridas de arrancada, que inspirou Pirner em sua juventude. “Quando eu era criança, adorava corridas de arrancada,” ele diz. “E ela foi a primeira mulher no mundo das corridas de arrancada. Significou muito para mim que ela enfrentasse todos esses homens nas corridas. Meu empresário a chamou, e ela nos deu sua bênção, o que significa muito para mim porque ela era uma heroína de infância.” Slowly But Shirley começa com a poderosa faixa The Only Thing I’m Missing, que mostra o som característico da banda com uma linha de guitarra incendiária e ritmo animado, estabelecendo o tom para as outras 11 faixas. O álbum flui perfeitamente para a introspectiva High Road, um single que levou anos para Pirner aperfeiçoar. Sua vulnerabilidade crua e refrão cativante são elementos essenciais do Soul Asylum, incorporando o espírito de resiliência e evolução que define o álbum. O peso emocional da música é um destaque claro, mostrando a habilidade de Pirner em capturar lutas pessoais de maneira acessível e melódica. Freak Accident é uma faixa descontraída, mas pungente, que Pirner tocou ao vivo por anos antes de finalmente gravá-la. Suas letras reflexivas abordam a inevitabilidade dos erros humanos, acompanhadas por uma guitarra acústica. A faixa rapidamente se tornou uma favorita dos fãs e adiciona um elemento mais leve, mas ainda reflexivo, à intensidade geral do álbum. Explorando um lado mais experimental, Slowly But Shirley oferece a psicodélica You Don’t Know Me, que adiciona variedade à paisagem sonora do álbum. Groovy e texturizada, ela leva a banda a territórios inesperados, enriquecendo a experiência geral do álbum e mantendo os ouvintes intrigados. Com Slowly But Shirley, o Soul Asylum continua a explorar os altos e baixos emocionais da vida, enquanto honra seu legado como uma das bandas de rock mais duradouras de Minneapolis. O álbum é um testemunho de sua força duradoura, combinando crescimento musical com o familiar espírito rebelde e energético que os define há mais de quatro décadas. “Você entra no estúdio com tudo o que aprendeu em experiências anteriores de gravação”, diz Pirner. “Isso não pode deixar de guiá-lo e tornar o processo melhor e mais eficiente.” O legado do Soul Asylum se estende por mais de quatro décadas, sendo marcado pelo álbum que os lançou ao estrelato, Grave Dancers Union, que foi duplamente platina e incluiu o sucesso vencedor do Grammy Runaway Train. Apesar dos desafios e mudanças, a banda continua a ser uma força vital na cena do rock, evoluindo continuamente sem perder suas raízes. Slowly But Shirley é uma prova de seu espírito duradouro e de sua criatividade. O Soul Asylum é: Dave Pirner (vocalista, guitarra), Michael Bland (bateria), Ryan Smith (guitarra principal), Jeremy Tappero (baixo).
Do jazz ao punk, Lady Gaga libera álbum surpresa Harlequin
Richie Kotzen vai do hard rock ao soul em Nomad; ouça!

Richie Kotzen lançou o álbum solo de estúdio, Nomad, no qual expressa suas diversas técnicas e influências, que vão do hard rock ao soul e funk dos anos 70, da fusão de jazz ao R&B. Embora Nomad tenha uma boa dose de faixas pesadas de guitarra, como os singles Cheap Shots e On The Table, a diversidade do álbum, evidenciada em faixas como Nihilist, mostra não apenas o alcance musical e a habilidade vocal de Kotzen, mas também sua imaginação destemida como produtor/arranjador. Já mundialmente renomado como um guitarrista extraordinário, com Nomad, Kotzen se afirma como um letrista, produtor/arranjador e cantor notável. “Minha abordagem para o álbum Nomad foi imaginar como se eu estivesse oferecendo isso apenas em vinil”, explica Kotzen. “Quais músicas viveriam juntas nesse formato e como eu sequenciaria o lado A versus o lado B, e assim por diante. Como foi, a música Nomad tornou-se o fechamento do lado A e Nihilist do lado B, já que ambas as composições foram escritas na mesma época, senti que eram pares perfeitos. Estou muito empolgado em finalmente poder compartilhar todas essas composições no lançamento completo. Espero que as pessoas sintam a música da mesma maneira que eu.” “Nihilist pode ser o alicerce de todo o álbum, na minha visão,” diz Kotzen. “Certamente é a composição mais antiga, pois venho guardando essa gravação master por alguns anos. Sabia que era uma música especial e queria que as pessoas a ouvissem, mas não estava claro para mim como fazer isso. Quero dizer, poderia ter sido um single, mas não tinha o momento certo para isso. Quando senti que estava no caminho para fazer um álbum completo, ficou claro para mim que essa seria a música de encerramento, independentemente do que viesse antes.” Escrito, gravado e produzido por Richie Kotzen, Nomad apresenta oito novas faixas que exibem os estilos musicais multifacetados de Kotzen, com ele tocando quase todos os instrumentos no álbum. Tudo isso é entrelaçado com seu estilo único de tocar e compor, enquanto ele continua a evoluir sua assinatura musical.
Fresno lança a segunda parte do álbum Eu Nunca Fui Embora

A banda Fresno lançou a segunda parte do álbum Eu Nunca Fui Embora, sequência do disco divulgado em abril com sete faixas e participação de Pabllo Vittar. Agora, o grupo apresenta mais sete canções e feats com NX Zero, Chitãozinho e Xororó, Dead Fish e Filipe Catto. Eu Nunca Fui Embora – Parte 2 tem início com A Gente Conhece o Fundo do Poço, que acabou sendo a última canção a entrar na tracklist do álbum. “Senti que ainda faltava uma faixa e logo surgiu a ideia dos primeiros acordes. A melodia e a letra são bem a cara da Fresno”, lembra o vocalista. Na sequência, Se Eu For Vou Com Você conta com a participação de NX Zero e traz um sax que leva o ouvinte em uma viagem direto para os anos 1980. “Esse feat é quase uma reparação histórica”, conta Lucas, fazendo referência aos anos de pedidos de fãs por essa reunião. As duas bandas despontaram na mesma época na cena musical e, apesar de manterem diversas interações ao longos dos anos, eles ainda não tinham gravado em conjunto. Fala Que Ama segue a mesma vibe oitentista e também conta com a presença do sax para compor a melodia da música. Ela narra a história de uma pessoa que, apesar de todas as desilusões, tem dificuldade em se desapegar do parceiro. Essa Vida Ainda Vai Nos Matar, com o Dead Fish, aborda as vitórias e as derrotas de quem vive pela arte. “Às vezes, parece que nada vai dar certo, mas, mesmo assim, a vida precisa continuar e, no final, tudo vale à pena”, explica Lucas. “Ela mostra um pouco das nossas raízes, de como a Fresno começou dentro da cena do hardcore e uma das nossas influências nessa época foi o próprio Dead Fish”, completa. A trilogia composta por Diga, Parte 1 (2021), com o guitarrista Mateus Asato, e Diga, parte 2 (2012) ganha um último capítulo com Filipe Catto em Diga Parte Final. “Chegou a hora de acabar com tudo. A parte final é justamente esse fechamento amargo de que não era para ser mesmo e pronto, paciência. Vamos para a próxima”, afirma Lucas. Eu Nunca Fui Embora caminha para o seu desfecho com Canção Pra Quando o Mundo Acabar. O single puxa do melancólico para o sombrio e retrata os sentimentos de solidão e de descontrole. Anteriormente, o grupo já tinha apresentado a faixa bônus, Camadas com Chitãozinho e Xororó.
Manu Chao compartilha seu novo álbum “Viva Tu”

Viva Tu finalmente ganhou vida. O álbum é uma espécie de passaporte, alcançando todas as diversidades e seus paradoxos inerentes. As músicas de Manu Chao eliminam as fronteiras, inspirando-se em todos os cantos do mundo com total liberdade. Na esteira de seus singles Viva Tu, São Paulo Motoboy e Tu Te Vas, com Laeti, se unem à Heaven’s Bad Day, um dueto com a lenda do country Willie Nelson. As raízes musicais americanas de Manu Chao vêm de longa data. Ele já fazia covers de canções de rockabilly e country em sua banda Hot Pants, da era pré-Mano Negra. Encontrar os dois artistas na mesma faixa em 2024 não deve nada ao acaso. Isso marca o encontro de dois espíritos que escolheram nunca se curvar às obrigações e sempre olharam o mundo diretamente nos olhos. Um par de errantes rebeldes. O fato de seus caminhos se cruzarem hoje é totalmente lógico. Heaven’s Bad Day é uma música country animada, com palmas e uma gaita que nos convida a nos reunirmos em um lugar além da pretensão, onde os sentimentos humanos ainda podem fluir livremente. É um mantra de dois minutos, proferido com um sorriso irônico, como um ritual mágico no meio de um deserto que induz à visão. “Sempre cantei rock’n’roll e música country, é um estilo com o qual cresci. O country americano é bom… mas fui atraído pela música country irlandesa. Lonnie Donegan. Estamos falando de músicos antigos, sabe. É country, mas é punk. Acho que não haveria Mano Negra sem Lonnie Donegan. Era uma coisa importante. Ouvíamos hip hop e ouvíamos música country punk. Nós nos divertíamos misturando os dois… E eu sempre escrevi músicas dessa forma híbrida”. Uma ode à vida e à solidariedade, o álbum Viva Tu é o epítome do pluralismo cultural. Manu Chao sempre gostou de misturas transcendentes, de experimentos nos quais o passado e o futuro se entrelaçam, de mexer com as coisas sem levar em conta qualquer afiliação específica. Suas músicas são multilíngues porque se dirigem a todo o planeta, sem distinção. A curiosidade é o que leva o artista a escrever canções pessoais com as quais qualquer pessoa pode se conectar. Elas vão desde a rumba de Viva Tu e La Colilla até a poesia arejada e lúcida de La Couleur du Temps e Tom et Lola, passando por uma montagem artesanal em que rap, sons acústicos e eletrônicos unem forças em Sao Paulo Motoboy, uma clara continuação de sua famosa Me Gustas Tu, até as frágeis Vecinos, Cuatro Calles e Viva Tu, chegando até o reggae com Lonely Night.
Silva lança projeto audiovisual “Encantado Session”

Dando continuidade ao lançamento de Encantado, álbum de inéditas disponibilizado por Silva no primeiro semestre deste ano, o cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista presenteia os fãs agora com o projeto intimista Encantado Session. Ao todo, oito canções ganharam uma gravação ao vivo, feita no Estúdio Rocinante, em Petrópolis, e disponíveis agora no Youtube oficial do cantor. São elas, as inéditas do álbum novo, Copo d´água (Silva/Lucas Silva), Girassóis (Silva/Lucas Silva), Gosto de Você (Silva/Lucas Silva), Já Era (Silva/Lucas Silva), Risquei Você (Silva/Lucas Silva) e Vou Falar de Novo (Silva/Lucas Silva). Com um novo arranjo, que se encaixa perfeitamente nesse momento, Fica Tudo Bem (Silva/Lucas Silva) também está no projeto, além de Fim de Sonho (João Donato / João Carlos Pádua), reforçando a homenagem de Silva a João Donato, a quem o Encantado é dedicado. “Criar e produzir canções é uma das coisas que mais me deixa feliz nessa vida e uma parte tão prazerosa como compor é executar essas criações. Por isso juntei os quatro maravilhosos músicos que me acompanham na turnê do Encantado, Bruno Buarque, Hugo Maciel, Gabriel Ruy, Rômulo Quinelato e fomos gravar alguns takes ao vivo, do jeitinho que eu gosto, todo mundo gravando ao mesmo tempo no meu estúdio predileto: o Rocinante. Encantado Session foi o nome que escolhi para essas gravações que quis deixar como um presente para quem gosta do meu trabalho”, celebra o músico. Silva assume o piano, violão e sintetizador, e a banda que o acompanha é formado pelos músicos Bruno Buarque, na bateria; Gabriel Ruy, na guitarra e percussão; Hugo Maciel, no baixo e sintetizador; Romulo Quinelato, na guitarra, violão e sintetizador. A direção musical é do próprio cantor. A Turnê Encantado segue viajando pelo Brasil. A próxima parada é em São Paulo, no dia 27 de setembro. Confira a agenda completa.
Jesse Malin recebe homenagens em álbum com Green Day, Rancid e Bruce Springsteen
Katy Perry revela sexto álbum de estúdio, 143; ouça!

No dia em que fez um dos maiores shows da carreira, no Rock in Rio, a cantora Katy Perry lançou o sexto álbum de estúdio, 143, pela Capitol Records. Katy arquitetou um álbum de dance pop ousado, exuberante e celebrativo, com a expressão simbólica número 143, do amor como mensagem central. O resultado é um retorno à forma sexy e destemido. Repleto de hinos pop empoderadores, sensuais e provocantes, do tipo que os fãs aprendem a amar, 143 é um álbum com muito coração — e BPMs. Na semana passada, Katy fez um retorno épico ao palco da MTV, em sua primeira reunião na cerimônia de entrega do VMA desde 2017. Cinco vezes vencedora do VMA, ela recebeu o prêmio Video Vanguard Award 2024 e apresentou um medley de seus maiores sucessos.
Nelly Furtado lança álbum mais inspirado da carreira; ouça “7”

Trabalho mais inspirado e pessoal da carreira de Nelly Furtado, o álbum 7 é o resultado de quatro anos de redescoberta artística. Depois de um bom tempo concentrando sua energia na maternidade, ela sentiu o impulso magnético para voltar ao estúdio. “Comecei a sair novamente e continuei ouvindo minha música sendo tocada e remixada por DJs. Ao mesmo tempo, minha filha mais velha estava me mostrando como a comunidade on-line, incluindo um público totalmente novo de fãs da geração Z, estava descobrindo e abraçando minha música 20 anos depois”, conta Nelly Furtado. “Eu ouvi o chamado!”. Compositora e parceira prolífica, Nelly Furtado escreveu 400 músicas e colaborou com artistas, compositores, músicos e produtores de todo o mundo durante esses quatro anos. “Encontrei minha voz novamente ”, reflete Nelly. “Cheguei ao estúdio perdido e em busca de minha identidade artística. Eu havia refletido e trabalhado muito em mim mesma durante os sete anos em que estive fora da música; estava trazendo esse crescimento para o estúdio.” Ela continua: “Essa coleção de músicas é muito pessoal. Ela reflete minha jornada através de um coração partido e do reencontro da minha confiança como artista, na alegria pura e nas celebrações que você sente quando está nutrindo sua paixão e faz parte de uma comunidade”.