The Wailers volta ao Brasil com turnê em comemoração ao legado de Legend

Sob a liderança de Aston Barrett Jr, o The Wailers desembarca no Brasil em outubro para shows em São Paulo (Reggae Live Station), Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis (Sunsplash Festival), Praia do Rosa, Juiz de Fora, Brasília (Festival de Música Soul Rebel), São Bernardo do Campo e Campinas. Uma das novidades da atual formação é a entrada do vocalista Mitchell Brunings, ex-The Voice Holanda, que foi eleito pela família Marley como a voz mais semelhante a de Bob em todo o mundo. Esta turnê será uma homenagem ao álbum Legend, trazendo seus sucessos clássicos à vida no palco. Os fãs serão apresentados com uma mistura única de nostalgia e ritmos reggae contemporâneos, tornando cada show uma experiência inesquecível. Confira agenda completa do The Wailers no Brasil 09/10 (quarta) – Brasuca Espaço Cultural – Campinas – SP 10/10 (quinta) – Araújo Vianna – Porto Alegre – RS 11/10 (sexta) – Sunsplash – Life Club – Florianópolis – SC (com Pato Banton e Iriê) 12/10 (sábado) – Praia do Rosa – Imbituba – SC (com Pato Banton) 13/10 (domingo) – Fundição Progresso – Rio de Janeiro – RJ 15/10 (terça) – Bar Cultural – Juiz de Fora – MG 17/10 (quinta) – Soul Rebel – AABB – Brasília – DF (*com Pato Banton) 18/10 (sexta) – Live Curitiba – Curitiba – PR (*com Marcelo Falcão e Pato Banton) 19/10 (sábado) – Estância Alto da Serra – São Bernardo do Campo – SP (*com Armandinho, Maneva e Alma Djem) 20/10 (domingo) – Estação Reggae Live – Espaço Unimed – São Paulo – SP (*com Mato Seco e Pato Banton)
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Novo álbum da banda santista Zimbra, “Pouso”, chega às plataformas

A banda santista Zimbra lançou o álbum Pouso, o quinto de estúdio, nesta sexta-feira (30). O novo registro já está disponível em todos os apps de música pela Midas Music. O trabalho é o primeiro desde o acidente com o baixista Guilherme Goes, que perdeu quatro dedos da mão direita. No final de 2023, a banda manifestou seu desejo de entrar em estúdio novamente. “Conversamos sobre isso com o Rick (Bonadio, produtor musical), que se amarrou em fazer, e então começamos a nos mexer já mandando algumas prévias de músicas pra gente fazer uma seleção do que seria gravado”, conta Bola, vocalista da banda. Esse processo iniciou-se em março deste ano, com o renomado produtor Rick Bonadio e Sergio Fouad no estúdio Midas, onde o álbum começou a ganhar forma. Pouso traz uma sonoridade mais rock e minimalista, resgatando o conceito de “banda de rock” que marcou os primeiros trabalhos da Zimbra. “Temos aí o grande ponto dele… quisemos explorar o conceito de ‘banda de rock’ preservando o máximo que a gente pudesse pra fazer a sonoridade soar como se estivéssemos apenas nós quatro tocando mesmo”, explica Bola. Essa abordagem remete aos álbuns O Tudo, o Nada e o Mundo (2013) e Azul (2016), enfatizando um som mais cru e autêntico. A escolha do título Pouso reflete a introspecção e a autoanálise presentes nas músicas da Zimbra. “Pouso vem da ideia de repouso, você vai voar lá fora e volta para pousar no mesmo lugar. Repensar e viver um novo dia”, comenta Bola. O álbum aborda temas de autocrítica e debate interno, aceitando e oferecendo palavras duras, mas necessárias, como uma forma de conexão com a comunidade. “É o fio condutor de quase todas as músicas. Aceitando o espaço que criamos nos últimos anos para criar músicas reflexivas e introspectivas. Oferecer de caso pensado para as pessoas”, acrescenta Bola. A composição das faixas foi um processo colaborativo e detalhado. “Eu (Bola) tinha várias músicas de diversos momentos da minha vida entre 2014 e 2023… outras em parceria com o Vitor, e uma que entrou por último que é uma parceria entre eu, Deco Martins (Hotelo) e Math Basso”, revela. As músicas passaram por uma pré-produção em Santos antes de serem lapidadas no estúdio Midas. “Conforme a gente ia mandando as músicas pro Rick e pro Serginho, o feedback voltava em cima das que eles gostavam mais e a gente começou uma espécie de pré-produção dos arranjos em Santos, entre nós quatro mesmo”. A faixa O Que Era Certo, que faz parte do projeto, já foi lançada nos aplicativos de música em 2 de agosto. Esta música reflete sobre o processo de fim e reorganização após mudanças de rota. “O que era certo é uma música sobre viver o processo do fim e lamber as feridas”, descreve Bola. O próximo single, Eu Vi Tudo, aborda uma autoanálise constante. “Eu vi tudo é uma espécie de olhar pra si… uma prestação de contas consigo mesmo o tempo inteiro”. A banda está entusiasmada com o lançamento. “Estamos muito empolgados e felizes com o resultado do trabalho, o Serginho e o Rick nos deram muita liberdade e acreditaram muito no que queríamos fazer nesse disco em termos estéticos e conceituais”, comenta Bola. Com uma trajetória que inclui apresentações em grandes palcos como Rock in Rio (2019) e Lollapalooza (2016), Zimbra continua consolidando seu nome no cenário musical brasileiro. Zimbra é uma banda de rock alternativo de Santos com influências de música brasileira dos anos 70/80 até os dias atuais. Com fãs espalhados de norte a sul do país, a banda se destaca por sua autenticidade e paixão pela música.
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Nick Cave & The Bad Seeds retorna com o álbum “Wild God”

Nick Cave & The Bad Seeds estão de volta! Chegou nesta sexta-feira (30) o álbum Wild God nas plataformas de streaming, em CD, e em vinil. “Espero que o álbum tenha o mesmo efeito nos ouvintes que teve em mim. Ele explode nos alto-falantes e me envolve completamente. É um disco complicado, mas também profundamente eufórico”, comenta Nick Cave. Ao longo das dez faixas de Wild God, a banda alterna entre a convenção e a experimentação, tomando desvios e caminhos inesperados que intensificam as imagens ricas e a emoção nas narrativas de Cave, que tocam a alma. É o som de um grupo revigorado pela reconexão, tomando voo. Existem momentos que remetem ao passado dos Bad Seeds, mas são breves, servindo apenas para impregnar o movimento incessante e inquieto da banda em direção ao futuro. Produzido por Cave e Warren Ellis, e mixado por David Fridmann, Cave começou a escrever o álbum no primeiro dia do ano de 2023. Com sessões realizadas no estúdio Miraval em Provence e no Soundtree em Londres, os Bad Seeds adicionaram sua alquimia única, com performances adicionais de Colin Greenwood (baixo) e Luis Almau (violão de cordas de náilon, violão acústico). “Wild God…não há enrolação nesse disco. Quando ele te atinge, realmente te atinge. Ele te eleva. Ele te move. Eu amo isso nele”, diz Nick Cave. A banda compartilhou três faixas antes do lançamento: Wild God, Frogs e Long Dark Night. E, em comemoração ao lançamento de Wild God, a Rough Trade e o Kings Place em Londres organizaram uma sessão exclusiva de perguntas e respostas com Cave na véspera do lançamento. Os participantes tiveram a oportunidade de ouvir o álbum na íntegra e participar de uma sessão de perguntas com o próprio Cave. Wild God está disponível globalmente em streaming, CD, e vinil padrão e em edição limitada, pelo selo Bad Seed em parceria com a Play It Again Sam.
Natália Lebeis lança o álbum de estreia, Choque Eletrostático; ouça!

Com reflexões existencialistas sobre vida, morte, amor e desejo, a partir de uma visão singular cheia de acidez e ironia, Natália Lebeis mergulha agora na música autoral. Seu disco de estreia, Choque Eletrostático, chegou às plataformas de streaming pelo selo Toca Discos. Choque Eletrostático é um disco de rock, pop e synths cheio de colagens sonoras, textura e poesia. “Queria explorar esse universo plástico e performático. Venho do teatro, a minha relação com a música antes de tudo é empírica, então, acabo sempre recorrendo também às minhas outras bagagens”. Para levar esse ambiente para o palco, Natália Lebeis se juntou a musicistas de peso da cena independente: Desirée Marantes (synth e guitarra), Rai Sinara (beats, efeitos e synth) e Bianca Predieri (bateria). “Tô muito animada pra ver o disco no palco a partir do que vamos criar juntas”, revela a artista. Choque Eletrostático é, acima de tudo, um trabalho livre de convenções, sem fórmulas palatáveis. “Apesar de ser um disco super pop, ele tem uma certa estranheza e era isso que eu queria explorar”, ela afirma. O álbum foi produzido pelo Jonas Sá e Thiago Nassif, que também tocam diversos instrumentos, e recebeu participações importantes como Pedro Sá (ex guitarrista da banda Cê, de Caetano Veloso), Bianca Predieri (baterista da Jadsa), Thomas Harres (baterista da Céu e Bala Desejo), Pedro Dantas (baixista de Jards Macalé), Claudio Brito (percussionista da Martnália) e Bellacomsom (artista sonora, experimental e inventora de instrumentos). Choque Eletrostático tem sete músicas que passeiam por synthpop, new wave, pós-punk, miami bass e MPB. Tudo com muito efeito e barulhinho eletrônico.
Inocentes lança álbum acústico “Antes do Fim”; ouça!

O Inocentes lançou nesta quinta-feira (29), o álbum Antes do Fim, que conta com 12 faixas acústicas produzidas por Henrique Khoury. O vocalista Clemente Nascimento revela que o disco é o registro de um momento: período pandêmico que os forçou a ficar em casa, repensar a vida e os projetos. “Tivemos que nos virar, e uma das maneiras, foi encarar interpretar as músicas da banda no formato acústico. Eu fazia isso sozinho de casa, o Anselmo curtia muito e nos convenceu a tocarmos essas versões juntos, foi importante para nós registrarmos esse período importante de nossas vidas”. Para a divulgação de Antes do Fim, o Inocentes escolheu a faixa Escombros, canção lançada originalmente no álbum Ruas de 1996 e regravada no EP Cidade Solidão, de 2019, já que a banda não havia ficado satisfeita com a primeira gravação. Escombros, que já foi gravada também pela banda alemã Rasta Knast, ganhou além de uma releitura acústica, um videoclipe com a animação de Leandro Franco. Assinado pelo selo Red Star Recordings, o disco será lançado em LP, com vinil transparente e capa dupla. “O vinil é o formato que interessa”, afirma Clemente. “Pelo que ele representa, capa, fotos grandes e qualidade sonora. Essa formação do Inocentes faz 30 anos em 2025, ela nasceu na era do CD, precisava ser registrada em vinil e isso acontece agora em grande estilo”. Formado por Clemente Nascimento, Ronaldo Passos, Anselmo Monstro e Nonô, o Inocentes já fez alguns shows no formato acústico, e o vocalista conta que o resultado do projeto agradou os fãs da banda. “O público se surpreende com os arranjos e os rumos que músicas já conhecidas tomam, sem perder a visceralidade que é o DNA da banda. É um registro essencial, antes do fim, sem trocadilhos (rs). Antes do Fim trata da serenidade de encarar o fim que se aproxima, com música, poesia e atitude. Uma geração está se despedindo, um momento histórico chegando ao fim, com muita honestidade e sinceridade”. E para quem está curioso com o show acústico da banda, e não quer ser pego de surpresa, Clemente faz um alerta: “Os dois formatos de shows coexistem, acústico e elétrico, então é bom prestar atenção na divulgação dos shows”.
Quarto álbum de estúdio do Raça, 27 chega ao streaming

Com mais de dez anos de estrada, a Raça lança seu quarto álbum intitulado 27 pela Balaclava Records. O trabalho foi produzido pelos integrantes ao lado de Roberto Kramer. O conceito do disco foi elaborado em conjunto com o artista plástico e tatuador Lucas Peixe, cuja pesquisa acadêmica sobre pipas e tatuagens ajudou a nortear as canções e que também assina a capa do disco. O disco, com 14 faixas, evidencia as novas pesquisas sonoras dos integrantes, dentre elas Brasil anos 70, Jorge Ben, João Gilberto, Rita Lee, João Donato e Ana Mazzotti. “Música e banda sempre foram unha e carne para mim, imagem e som. Durante a pandemia, me distanciei do rolê de banda. Não fiquei pensando em fazer live, escrever disco nem nada. Comecei a escutar bastante voz e violão, canções que emocionam, são atemporais, podem ter várias roupagens diferentes, interpretações. Pela primeira vez me apaixonei por música e não pelo rolê”, comenta Popoto Martins, um dos vocalistas e letrista da banda. O disco, com menos preocupação estética, acaba por criar um universo próprio através de timbres desprendidos de um gênero específico, com a missão única de exaltar as canções e mensagens do álbum. Além da imersão musical do grupo, o disco traz participações e colaborações nacionais de Gab Ferreira, Dada Joãozinho, Marina Nemesio e Maurício Takara. O argentino Gal Go, saxofonista também conhecido por ser integrante da banda King Krule, assina o feat na faixa Eu Penso, que também conta com vocais da produtora SHEIVA. Formada em 2012 a banda nasceu para ser um contraponto em seu meio. No início rodeada de bandas de hardcore, a Raça sugeria um som carregado, lento e sentimental, o que permitiu um diálogo com outros gêneros e casas de show. Essa troca moldou o som da banda com o passar dos anos. Muitos trabalhos gravados de maneira caseira e dois álbuns de estúdio, Saboroso (2016) e Saúde (2019), ambos produzidos por Guilherme Chiappetta, que também participou da primeira gravação da banda em 2012. O produtor é considerado essencial para formação musical da banda. Formada atualmente por Popoto Martins, Novato, Thiago Barros, João Viegas e Santiago Obejero Paz, todos amigos do colégio.
Bad Bebop lança o terceiro disco da carreira, Last Call to Mars

A banda paranaense de heavy metal Bad Bebop traz dinâmica, peso e dez canções criativas em Last Call to Mars, o terceiro álbum da carreira que chega ao streaming e em formato físico via Lambrequim Cultural, com parceria da Brado Records e Barbatana Produções (Brasil), além da Orleone Records (Brasil/ Europa). Buscando novos horizontes e com uma formação consolidada em quarteto – Zé Trindade (voz), Roger Larsen (baixo e voz), Henrique Bertol (guitarra e voz) e Celso Costa (bateria) -, Last Call to Mars reforça o compromisso da banda em experimentar sonoridades e mostrar ainda mais maturidade em relação ao bem avaliado segundo disco, Starting Riots (2020). Last Call to Mars é um registro coeso e com composições robustas, com riffs ora diretos, ora complexos, canções com passagens rápidas e também cadenciadas, sempre acompanhadas de um vocal melódico, forte e seguro. A estética da capa de Last Call to Mars, com as cores vermelho e preto em destaque, dialoga diretamente com o nome do álbum e com as letras de temas existencialistas, evolução pessoal e com referências à complexidade da natureza humana. Capa e conceito das letras flertam com a ideia por trás do dito popular ‘quanto mais longe vamos e mais nos sentimos isolados, mais próximos da nossa essência nós ficamos.’ Desta forma, a ‘última chamada para Marte’ (Last Call to Mars) carrega a ideia de ir para bem longe em busca do auto controle, de redenção. A campanha para adquiri-lo, com opção de ter o registro com preços exclusivos e combinado a outros materiais, fica no ar até 10 de setembro. Junto ao CD de Last Call to Mars, a Lambrequim Cultural disponibiliza pré-venda de outros produtos, como livro de contos Casamento em Dia de Finados, da escritora Jessica Allana, além de fita K7 artesanal dos pontagrossenses da OrangoThunder. Os apoiadores da campanha podem escolher qualquer um dos itens mencionados, como também as opções de combos da campanha, que incluem outros itens já lançados pelo selo com diversos descontos. A Bad Bebop é uma banda de metal formada em Curitiba em 2015 por Henrique Bertol (Guitarra) e Celso Costa (Bateria), ambos membros remanescentes do Necropsya, junto de Juliano Ribeiro (Baixo e Vocal), guitarrista da banda Semblant. A primeira formação lançou dois discos: Prime Time Murder (2017) e Starting Riots (2020) e fez shows pela Argentina e pelo sul do Brasil. Atualmente com Zé Trindade no vocal e Roger Larsen no baixo a banda é conhecida por performances pesadas e enérgicas.