Billie Eilish revela detalhes do terceiro álbum, Hit Me Hard and Soft

A cantora Billie Eilish revelou detalhes de seu terceiro álbum de estúdio, Hit Me Hard and Soft, que será lançado em 17 de maio via Darkroom/Interscope Records. Trabalho mais ousado de Billie até o momento, Hit Me Hard and Soft é uma coleção de canções diversificada e coesa, para ser idealmente ouvida na íntegra do início ao fim. O álbum faz exatamente o que o título sugere: atinge você com força e suavidade, em letra e sonoridade, rompendo fronteiras entre gêneros e desafiando tendências no caminho. Hit Me Hard and Soft viaja por uma paisagem sonora ampla e expansiva, que deixa os ouvintes mergulhados em um espectro completo de emoções. É aquilo que a vencedora de vários Grammy e do Oscar faz de melhor; um álbum que continua a afirmar Billie Eilish como a compositora mais empolgante de seu tempo. O novo álbum foi composto por Billie Eilish e Finneas, seu irmão e habitual parceiro, que também atua como produtor do álbum. Como parte de um esforço para minimizar resíduos e combater as mudanças climáticas, o disco estará disponível no mesmo dia em todas as plataformas digitais e em todos os formatos físicos, em variantes limitadas, com a mesma lista de faixas e usando materiais 100% recicláveis.

Banda inglesa Palace lança quarto álbum de estúdio, Ultrasound

Munido de uma extensa discografia de músicas impressionantes, o Palace retorna com seu novo e profundamente pessoal quarto álbum de estúdio, Ultrasound, lançado pela Fiction Records. A produção do novo álbum mostra a banda reunida com Adam Jaffrey, oito anos depois de terem trabalhado juntos no álbum de estreia, So Long Forever, e chega depois de Part I – When Everything Was Lost e Part II – Nightmares & Ice Cream, os EPs que a banda lançou em 2023. Enquanto escrevia a primeira leva de músicas para o álbum, a parceira do vocalista Leo Wyndham sofreu um aborto. Ultrasound naturalmente se tornou um diário aberto de um ano de luta, da devastação à libertação. “Foi incrivelmente difícil compreender o que havia acontecido, como lidar com isso e como seguir em frente”, diz Leo. “O álbum é a jornada dessa experiência — começando com uma perda, depois um período de processamento e, finalmente, aceitação, liberação e crescimento. E a admiração pelas mulheres nesse processo. A dignidade, a força e a coragem com que elas conseguem lidar com essas coisas que parecem estar além do humano”. Leo, o guitarrista Rupert Turner e o baterista Matt Hodges começaram a tocar juntos em 2012, depois que o destino os levou separadamente para Londres. Amigos de infância, eles lançaram seu aclamado EP de estreia Lost In The Night em 2014. Em seguida veio o EP Chase The Light no ano seguinte. Com uma sequência de quatro álbuns, So Long Forever, Life After, Shoals (2022) e, agora, Ultrasound, a banda conquistou uma massa de fãs entusiasmados em todo o mundo. Ouça Ultrasound, do Palace

Após super hit, Benson Boone libera primeiro álbum para audição

O cantor Benson Boone lançou seu álbum de estreia, Fireworks & Rollerblades. O ambicioso projeto inclui o hit Beautiful Things. Fireworks & Rollerblades começa com uma introdução explosiva, seguida por Be Someone, uma faixa cheia de sentimentos de intriga e saudade. O álbum também traz os singles Slow It Down, Cry e Friend. Em paralelo ao lançamento do álbum, Boone iniciou sua turnê mundial, homônima ao projeto, com ingressos esgotados em Chicago. O artista se apresentará no Brooklyn Paramount Theatre, em Nova York, na próxima semana. O álbum dá continuidade a uma tendência de grandes momentos para Benson Boone. No início deste ano, a iHeartRadio o nomeou “Artista On The Verge” e, no ano passado, foi nomeado “Artista Revelação”, da Amazon Music, e “Artista Global PUSH”, da MTV, em outubro. Enquanto isso, seu EP PULSE gerou dezenas de milhões de streams para faixas como What Was, Little Runaway e Sugar Sweet. Boone foi a atração principal de uma turnê com ingressos esgotados pela América do Norte e Europa, e então terminou o ano com o lançamento de seu comovente single To Love Someone.

No melhor momento da carreira, Conan Gray lança Found Heaven

O cantor e compositor Conan Gray lançou o álbum Found Heaven, co-produzido pelo legendário Max Martin (The Weeknd), por Greg Kurstin (Adele) e por Shawn Everett (The Killers). Found Heaven inclui o single Alley Rose e a recém-lançada Fainted Love, além de Lonely Dancers, Killing Me, Winner e Never Ending Song. Na noite passada, Conan Gray hipnotizou o público com uma impressionante primeira performance na TV de Alley Rose, no programa Jimmy Kimmel Live. Este ano, Conan Gray embarca em sua Found Heaven On Tour, que vai passar por 16 países. Os ingressos para várias datas nos EUA já estão esgotados, entre eles, os dos shows em Nova York, Los Angeles, Filadélfia, Dallas/Ft. Worth, Atlanta e Boston. Na América do Norte, os shows de abertura ficarão a cargo da cantora e compositora Maisie Peters; na Europa, quem vai abrir será o duo electro-pop duo Between Friends.

Strung Out retorna visceral, pesado e sombrio em Dead Rebellion

A banda californiana Strung Out lançou o décimo álbum de estúdio, Dead Rebellion (Fat Wreck Chords). A boa notícia é que aos 35 anos de carreira, o grupo segue mostrando que tem lenha demais para queimar. Dead Rebellion é o primeiro disco do Strung Out desde Songs Of Armor And Devotion, de 2019, além de debut com o novo baterista Daniel Blume. Pesado, sombrio e visceral, Dead Rebellion é definitivamente um álbum do Strung Out que contém todas as características pelas quais a banda é famosa. Quem escuta Dead Rebellion consegue identificar um pouco de influência de outros álbuns deles em cada faixa.

Fresno celebra carreira com o álbum Eu Nunca Fui Embora – Parte 1

A Fresno lançou a primeira parte do novo álbum, Eu Nunca Fui Embora. Ao longo de sete faixas, o décimo trabalho de estúdio aborda as diferentes facetas de relacionamentos e recebe Pabllo Vittar como participação especial em Eu Te Amo / Eu Te Odeio (Iô-Iô). “Não tenho dúvida de que este é o disco da nossa carreira”, sentencia Lucas. Pode até parecer exagerada, mas esta afirmação chega em um dos melhores momentos da história da banda. A maturidade deles também se reflete em como trabalham cada disco: Lucas, Vavo e Guerra criam os próprios padrões dentro da indústria musical. Assim como fizeram com o projeto INVentário (2021) — lançamento de uma série de singles que aqueceram os fãs para a chegada do disco Vou Ter Que Me Virar (2021) —, eles optaram por dividir o novo álbum em duas partes. “Foram muitas horas preparando um negócio que queremos que seja tão marcante quanto inspirador, e, se a gente soltasse tudo de uma única vez, ninguém ia ter ‘memória RAM’ pra processar tudo. Nem a gente”, comenta Lucas. A segunda parte está prevista para o meio deste ano, junto ao início da nova turnê. A Fresno mescla o factual com o imaginário em Quando o Pesadelo Acabar, que conta com uma crítica aos resquícios do último governo e acordes pesados. “É uma reflexão sobre a época do governo anterior, mas acho que é bem atemporal no sentido de que, às vezes, sem perceber, mostramos para o mundo só o pior de nós”, sintetiza Lucas. Me and You (Foda Eu e Vc), por sua vez, parte de um simples questionamento: ‘por que não escrever sobre relacionamentos que deram certo?’. O resultado é uma canção dançante que não dá espaço para tristeza. Na sequência vem Eu Te Amo / Eu Te Odeio (Iô-Iô), composição baseada no single Io-Io, do Trem da Alegria com a Xuxa, de 1988. Ela traz a participação de Pabllo Vittar e foi criada depois de um sonho do vocalista. “Estava na hora de termos uma parceria com a Pabllo e assim que comecei produzir esse som, entendi que seria perfeito para ela”, explica Lucas, que completa: “é uma música um pouco mais bem-humorada do que o normal da Fresno, mas ao mesmo tempo pesada e sensual”. Já Camadas e Pra Sempre abordam questões da vida adulta e de um relacionamento amoroso com maturidade. “Elas têm o drama, a beleza, a coisa suave e as contemplações”, conta Lucas. O encerramento da primeira parte de Eu Nunca Fui Embora fica a cargo de Interlude, um poema musicado com samples de todas as canções do álbum. “Conta um pouco sobre o que é nunca ir embora e tem participação de nós três nos vocais. É um poema relacionado com a história da Fresno e como a gente se enxerga como pessoas”, finaliza Lucas. Anteriormente, o grupo já tinha apresentado a faixa-título, Eu Nunca Fui Embora. Os lançamentos da Fresno se desdobram para além da música: o novo momento do trio apresenta uma identidade visual renovada, inspirada no final da década de 1970. O processo de impressão adotado para os materiais de Eu Nunca Fui Embora é a risografia — algo equivalente a uma xerox colorida com quatro cores que dá um aspecto de bolinhas e tem cores vibrantes, semelhante a uma foto de revista. “Sempre buscamos essa estética manual, não é apenas um filtro de Photoshop”, afirma Lucas. Sucessor de sua alegria foi cancelada (2019) e Vou Ter Que Me Virar (2021), responsáveis por ressignificar a Fresno e sua trajetória, Eu Nunca Fui Embora mostra como Lucas, Vavo e Guerra conseguem se reinventar e entregar composições atuais mesmo com o passar dos anos. “São as melhores canções de toda a nossa carreira”, conclui o vocalista.

Rebeca assume a composição em Espiral, novo álbum lançado pela Deck

Por meio de um mergulho criativo de escrita diária, a niteroiense Rebeca começou a escrever, ainda na pandemia, as canções que integram agora Espiral, o seu segundo álbum solo, lançado pela Deck. “Antes eu tinha uma abordagem mais tímida, criava com base nas letras de outros compositores. Decidi então descobrir a minha identidade musical, sem me ‘esconder’ atrás de outras composições”, divide a cantora, que contou com a parceria da artista Manny Moura durante essa escrita. Gravado entre 2020 e 2024 em Niterói, Rio de Janeiro, São Paulo, Boston e Los Angeles, o disco tem produção musical assinada por Rebeca e Rodrigo Martins, indicado ao Grammy Latino por seu trabalho com o cantor Rubel. “O conceito das músicas evoluiu muito durante a produção, refletindo minha busca para entender quem sou e explorando meus relacionamentos, não apenas amorosos. Abordei minhas reações diante de frustrações, reconhecendo-as e recalculando a rota. Falo sobre medo, desejo, vulnerabilidade, desistência e o espaço para o novo. É uma fase de transição entre os meus 24 e 28 anos, vivendo em três cidades: Niterói, São Paulo e Rio”, compartilha a artista que tem – só no Spotify – mais de 600 mil ouvintes mensais e ficou conhecida por participar do The Voice em 2015, além das performances e canções pela banda Gragoatá e feats com Rubel, Julio Secchin, entre outros. A sonoridade das faixas traz influências de artistas ouvidas por Rebeca durante a construção do trabalho, como Joni Mitchell, Phoebe Bridgers, Lana Del Rey, Bjork, Clairo, Adrianne Lenker (Big Thief) e Adriana Calcanhoto. De caráter confessional, as músicas trazem a voz como ponto central para expressar os sentimentos retratados nas composições. “Meus arranjos vocais são elementos fundamentais na identidade das minhas músicas. A voz, para mim, é mais do que a melodia principal, é meu instrumento principal de expressão por meio do qual exploro noções rítmicas e harmônicas”, conta Rebeca.