Nay Porttela lança Viradela, álbum com visualizer para todas as faixas

Com um novo som totalmente imprevisível, Nay Porttela lançou seu primeiro álbum Viradela nas principais plataformas digitais, com direito a visualizer em cada uma das 12 faixas do disco. Os 33 minutos de Viradela cativam o ouvinte com a voz única de Nay. Sendo assim, a cantora e compositora lança seu primeiro álbum com um pé mais do que direito. Se há espaço para trocadilhos, aqui vai um, feito com a primeira faixa do disco, Lá Vem Ela. O primeiro álbum original de Nay, carrega consigo toda brasilidade, apresentando uma bagagem artística e musical que a cantora vem construindo, em um compilado de músicas que trazem memória afetiva e o seu amor pelo Brasil. “Viradela significa o vento que sopra do mar para a terra e representa a transformação e uma virada de direção na vida”, conta Nay. Intitulado Viradela, o álbum traz a cantora Nilze Carvalho em Samba da Desilusão, uma das doze músicas do repertório inédito e inteiramente autoral do disco. Parceiros como, Luciano Portela, Cuper e Rogério Bicalho integram o time de produtores musicais do álbum Viradela. Lá Vem Ela, Culpado ou Inocente e As Vezes são músicas que figuram em Viradela. A temática gira em torno dos ritmos brasileiros em uma mistura autêntica de MPB, samba, forró, arrocha, pop e axé. Viradela é um trabalho para consolidar de vez a carreira da artista que já mostrou pra que veio com um cartão de visitas potente em seu primeiro álbum. Nay promete um novo som totalmente imprevisível com Viradela. Mais que sonoro na mistura musical, Viradela é audiovisual, vai muito além das músicas e potencializa os sentidos das canções que falam sobre amores, fé, desilusões e transformações.

Carol Biazin revela segundo álbum de estúdio; ouça Reversa

“Eu amo ser do contra”. Esta é a frase que a cantora Carol Biazin costuma usar para se definir. E isso não tem e nem deve ser visto de forma negativa. Pelo contrário. Biazin mostra que, ao ir na contramão de dinâmicas e ideias comuns, ela inova e gera tendências. Foi assim no primeiro álbum e é agora. Nesta quarta-feira (1), ela lança seu segundo álbum de estúdio, Reversa, com 13 faixas inéditas que dão sequência à narrativa que Carol já vinha contando com seus últimos singles lançados. Dividido em atos, Reversa conta uma história em diferentes fases de um relacionamento amoroso que muitas pessoas já viveram ou podem viver em momentos da vida. O ato I mostra o início de uma relação, o sentimento de flutuar no começo de uma forte paixão. Depois, há uma certa densidade e aprofundamento do sentimento, passando por momentos difíceis, mas necessários, que é o ato II. Após uma desilusão amorosa, todo mundo precisa daquele momento de amor próprio e de voltar para si mesmo. Essa passagem é o arquétipo da Garota Infernal, que representa o ato III. Esse alter ego, apresentado no primeiro single lançado do projeto, toma conta de Carol Biazin para fugir de situações da realidade. É um ato mais fantasioso, tanto nas músicas, como na estética, trazendo inspiração de Alice no País das Maravilhas. O ato III traz um universo à parte dentro do álbum, o universo da Garota Infernal. Mas, engana-se quem acha que o álbum está cronológico. Assim como o sugere o nome, Reversa apresenta esta história de amor de trás para frente, em um formato cíclico e complementar. “Reversa é porque eu sempre fui considerada uma artista injustiçada pelos fãs. Com amadurecimento e autoconhecimento, fui entendendo que eu gosto mesmo é de ser do contra, de fazer as coisas de forma contrária do que já foi apresentado. Esse álbum parte do conceito em que eu quis contar uma narrativa de amor de trás pra frente: ela começa do final, ela tem um meio e acaba no início”, conta Carol. “Apesar de dividirmos por atos, cada um deles têm suas ramificações, por ser uma história cronológica, apesar de ser ao contrário. Tudo tem nuances, o tempo inteiro. Esse álbum tem uma dinâmica que acaba fazendo ele ser muito rico e diversificado”, finaliza. Para ilustrar ainda mais essa história e a identidade de cada fase, Reversa é também um álbum visual. A diretora criativa do projeto, Gabriela Grafolin, conta que cada ato foi visto como uma cor de forma a enxergar também as sensações que cada parte apresenta. Além dos videoclipes, todas as faixas terão visualizers divulgados em breve, que contarão essa história não só em áudio, mas também no audiovisual. Mala Memo, por exemplo, estreia e ganha seu vídeo nesta quinta-feira (2), às 12h. Confirmada como uma das atrações do Lollapalooza 2023, Carol, uma das grandes ascensões e talentos musicais dos últimos tempos, estará também nos palcos do MITA Festival, Rock the Mountain e muito mais pelo país.

Electric Mob lança álbum 2 Make U Cry & Dance; ouça!

A banda Electric Mob lançou o álbum 2 Make U Cry & Dance pela gravadora italiana Frontiers Music com a árdua tarefa de suceder o empolgante Discharge (2020), responsável por alçar os curitibanos ao posto de destaque do hard rock mundial. Logo em seu primeiro álbum, o Electric Mob conseguiu alguns feitos notáveis, como conquistar o respeito da crítica especializada, tocar em rádios da Europa e dos Estados Unidos, entrar na parada Billboard/BDS Indicator Chart e atingir números realmente expressivos nas plataformas de streaming. Mas ao que parece, o peso e a responsabilidade de corresponder às altas expectativas – do público, da mídia, da gravadora e até deles mesmos -, não afetou nem um pouco o quarteto formado por Renan Zonta (vocal), Ben Hur Auwarter (guitarra), Yuri Elero (baixo) e André Leister (bateria). 2 Make U Cry & Dance é mais do que uma evolução natural de Discharge, é um salto adiante. O Electric Mob consegue manter a vibração de antes, ao mesmo tempo em que adiciona novos elementos à sua sonoridade, a tornando ainda mais vigorosa e atual. Em suma, o novo trabalho representa o aperfeiçoamento da fórmula que a banda segue desde sua formação em 2016, explorando a fusão de elementos clássicos da velha escola dos anos 1970 e 1980 com o groove explosivo do rock pesado dos anos 90 e 2000. As 11 faixas que formam o repertório de 2 Make U Cry & Dance foram compostas em conjunto pela banda. As músicas foram bem trabalhadas, excessos foram cortados e estruturas complexas foram deixadas de lado em prol de arranjos mais diretos e eficientes. Há um constante equilíbrio entre passagens mais cadenciadas e momentos em que a energia sonora explode. Esse jogo de luz e sombra provoca um efeito interessante capaz de segurar a atenção do ouvinte do primeiro ao último minuto. A representação perfeita desse raciocínio se exemplifica no último single lançado, It’s Gonna Hurt, cujo clipe já está disponível no YouTube. 2 Make U Cry & Dance foi gravado no Nico’s Studio (Curitiba), com produção de Amadeus De Marchi. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Nico Braganholo. O guitarrista Ben Hur enfatiza: “Se alguém me perguntar qual é a principal diretriz do sistema de composição do Electric Mob, eu provavelmente responderia que é fazer um som que nós gostaríamos de ouvir. Trabalhamos duro nesse álbum e estamos muito satisfeitos com o que fizemos”. “Esse é um disco que contém a nossa verdade. Nos últimos tempos atravessamos momentos difíceis, enfrentamos os infortúnios em série da pandemia, perdemos pessoas queridas, mas, mesmo nos piores momentos, nunca abandonamos nossos sonhos. Seguimos em frente e usamos toda essa experiência vivida na hora de compor as novas canções. Não é porque em um dia você está chorando que no outro não pode dançar, não é? Essa é a mensagem de 2 Make U Cry & Dance, completa Renan Zonta.

Jonathan Ferr revela o disco Liberdade; ouça!

Precursor do urban jazz no Brasil e reconhecido por inserir elementos de outros ritmos em suas produções, o músico afrofuturista Jonathan Ferr lançou o álbum Liberdade. Com participações especiais em todas as 10 faixas, das quais nove são inéditas – a única já conhecida do público é Lá Fora, com Coruja BC1 e Zudzilla, o projeto chegou às plataformas de streaming na última sexta-feira (27) pelo slap, selo da Som Livre. Por meio de parcerias com nomes que imprimem diversidade na música brasileira, como Luedji Luna, Kaê Guajajara, Rashid, Tássia Reis e Tuyo, Jonathan busca explorar o conceito de liberdade em diferentes frentes. O músico multi-instrumentista leva o ouvinte a um mergulho profundo, que reflete muito de Ferr enquanto artista, mas que também pretende provocar a quem ouve, além de estimular a propagação dessa expansão de consciência. A música de trabalho Meu Sol, que aposta na parceria com rimas do rapper Rashid intercaladas pelo refrão cantado pelo duo Àvuá e pelo próprio Jonathan, uma das novidades neste novo trabalho, chega também com videoclipe no dia do lançamento. O roteiro é de Ferr, que também assina a co-direção ao lado de Leo Ferraz. O ator Aílton Graça é o protagonista convidado para a produção, que aposta em uma narrativa sobre a posse do primeiro presidente negro do Brasil. Jonathan aparece como um ativista do partido Irmandade, uma brincadeira que ele já apresenta em seus shows. A música fala de esperança e preencheu os bastidores do videoclipe com muita emoção. O álbum apresenta vocais em nove das dez canções, sendo 90% cantado por mulheres, e Jonathan faz sua estreia como cantor em três faixas. O disco encerra com “O amor não morrerá”, produzida com Lóssio, em que Ferr canta sozinho fazendo da letra um resumo de todo o projeto, deixando a provocação: o que é liberdade para você? “Falar de liberdade é falar de algo que é inerente ao ser humano. Espero que as pessoas possam se conectar tanto quanto eu tô conectado com esse tema, e a partir disso possam gerar outras coisas, situações, debates, álbuns… Esse projeto é uma grande provocação, né? Do que é ser livre, do que é emancipar e ser emancipado”, diz o artista, deixando claro que a natureza do novo trabalho é também coletiva. Jonathan é responsável por toda produção sonora do álbum, e além do piano, o músico também está no comando dos baixos synth, dos sintetizadores e dos pianos rhodes.

Sam Smith lança Gloria, álbum que já chega com hit gigante

Logo depois de uma aparição no programa Saturday Night Live, o artista britânico Sam Smith lançou seu quarto álbum de estúdio, Gloria. Em comemoração ao tão aguardado disco, eles compartilham o vídeo de visual exuberante para a faixa produzida por Calvin Harris, I’m Not Here To Make Friends. Dirigido por Tanu Muino (Lil Nas X), o vídeo musical de I’m Not Here To Make Friends mostra Sam como uma visão em rosa (feita sob medida por Tomo Koizumi), chegando em grande estilo, de helicóptero dourado, em uma festa inspirada em bacanais romanos. Hedonista, emocionante e convincente, é assim que testemunhamos Sam em seu elemento, vivendo plenamente seu momento enquanto se espalha por uma casa de campo cheia de folia em cada canto. Sam se balança em um bola de demolição pendurada em um grande candelabro, a faixa vai crescendo, e o povo na festa se acaricia ao redor deles. Feito uma alegoria da individualidade que nao pede licença a ninguém, as imagens denotam liberdade, alegria e autoexpressão. Elas funcionam como uma introdução sagaz ao tema abrangente do álbum que está por vir. Gloria não é somente uma revelação criativa, é também muito pessoal. É o som de algemas se espatifando no chão, de limites alegremente rompidos, de um talento que ainda procura descobrir o que significa ser verdadeiramente livre — para estar em contato com seu eu mais interior. Como desafio criativo, Sam se propôs a criar o oposto de um álbum de coração partido; a intenção deles foi construir a armadura que desejavam quando cresceram, queriam gravar o disco que desejavam ter para acompanhar seus anos de formação. Gloria se apoia em algumas celebradas figuras femininas do mundo musical de Sam (Jessie Reyez), além de explorar temas como sexo, paixão, autoexpressão e imperfeição. O título do álbum não é um aceno para uma pessoa, nem passado, nem do presente, mas para aquela força de vida enigmática e enérgica que Sam Smith batizou de Gloria. Ao falar sobre o álbum, Sam explica: “Gloria é também uma celebração de todos os gêneros e de todas as divas femininas, vocalistas e compositoras pop que eu amo. Eu aproveitei todas essas memórias e as coloquei em um único álbum. E eu queria ser desafiante. Meu álbum de divas? Eu acho que sim! Acho que finalmente liberei minha Gloria”. Seus colaboradores habituais, Jimmy Napes, Stargate e Max Martin, e o parceiro ILYA ajudaram a alimentar o álbum de 13 faixas que ousadamente costura electropop cheio de glitterball, devaneios melódicos, o freakpop do dancehall jamaicano, sofisticadas baladas de piano e um hino entoado por grande coral. Além do recente single Gimme, com a cantora colombiana-canadense de R&B Jessie Reyez e a estrela jamaicana Koffee, Gloria também se orgulha de ter a emocionante Who We Love, com Ed Sheeran, a garantia de euforia nas pistas de dança Lose You, a bela canção de ninar Gloria e o hit Unholy, com Kim Petras.

bernardo reflete o brasil contemporâneo em Xote de Realidade

Mineiro de Belo Horizonte criado no Espírito Santo e radicado no Rio de Janeiro, bernardo pescou suas referências da estrada e chega em seu disco de estreia Xote de Realidade, com experiência de veterano. O álbum vai muito além do ritmo nordestino do nome e traz rock, MPB e psicodelia para uma verve poética agridoce. Como um cronista do caos, bernardo surge unindo memórias pessoais e coletivas em uma catarse para trazer de volta o ouvinte para o mundo real. Com participações especiais de André Prando em Cidadão de Bem, Mari Jasca em Bem Aqui e Iraty Boelsums em Pedra e Mel, o álbum foi produzido por Elisio Freitas e mixado e masterizado por Bruno Giorgi. bernardo estreou sua discografia com o EP Violão bandoleiro em 2018, que contou com a participação de músicos como Marcos Suzano e Lui Coimbra. Desde então, circulou o país com o show e realizou o novo álbum com patrocínio pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do edital Retomada Cultural RJ 2 na categoria que exalta o bicentenário da independência do Brasil.

Nando Reis lança versão do álbum 12 de Janeiro

O ano de 2023 mal começou e Nando Reis já traz novidades que farão parte das comemorações dos seus 60 anos. O álbum 12 de Janeiro, que também é sua data de nascimento, acaba de ganhar uma versão expandida. O trabalho terá também uma versão em vinil duplo com 45 rotações. Além das canções originais, que foram remixadas e remasterizadas, o disco traz a música inédita Real Grandeza, uma nova versão do single A Fila, com participação de Jade Baraldo e cujo clipe foi disponibilizado no último dia 5, e as faixas bônus na versão voz e violão do arquivo de Nando, incluindo a inédita Gerânio. Outra música inédita, Rua do Gasômetro, também será disponibilizada só que com exclusividade para os assinantes da Wallet do cantor, que a partir de 2023 vai se chamar Mochila do Nando. Trata-se de uma plataforma criada pelo artista, em junho de 2022, na qual os usuários podem ter acesso a conteúdos exclusivos, presentes, colecionáveis e oportunidades de interação com o cantor, agora com um nome que representa a brasilidade característica do artista. Lançado originalmente em 1995, o álbum 12 de Janeiro foi o primeiro disco solo do artista, antes mesmo da sua saída dos Titãs, e representou, de fato, um novo nascimento para Nando Reis. A partir desse disco, além de todas as composições serem exclusivamente suas, o cantor trocava o baixo que tocava nos Titãs pelo o violão, seu instrumento de origem.

Tianna Esperanza divulga primeiro single de Terror; ouça Lone Child

Lone Child é a faixa que lança a campanha do álbum de estreia de Tianna Esperanza, Terror. A canção é uma colaboração com Valerie June e já está disponível nas plataformas digitais. Nas palavras de Tianna, “Lone Child é uma expressão da minha alma negra americana, ansiosa por conhecer minhas raízes e meu lugar. Juntos, Valerie e eu acrescentamos versos em inglês que exploram nossos sentimentos de irmandade, solidão e de encontrar sua tribo”.