Tiago Iorc está de volta com álbum novo e videoclipe; ouça DARAMÔ

Tiago Iorc lançou nesta quinta-feira (3) seu novo álbum autoral, DARAMÔ. Produzido na Bahia, o projeto de dez faixas traz como inspiração um mergulho na brasilidade e na vontade de troca. Para coroar a volta de Tiago Iorc, saudade boa foi eleita a música de trabalho e chegou com um videoclipe no YouTube. “Posso dizer que saudade boa é uma das minhas favoritas. É uma composição minha e da Duda (Rodrigues) e aconteceu quando ela estava indo fazer uma viagem. Nasceu de improviso, ao tentar descrever a sensação boa da saudade, a saudade que faz carinho e enche o peito. É a faixa que melhor sintetiza a sonoridade e a energia do álbum”, declara o músico. DARAMÔ, nome escolhido para o projeto, faz referência à vontade de estar mais aberto para a troca. No último ano, o músico mergulhou em um processo criativo ao se conectar com novas sonoridades, cenários e culturas. Para a composição do novo álbum, o cantor e compositor encontrou inspiração nos sons da natureza em meio a belas paisagens tropicais e plantações de cacau, mais especificamente no litoral da Bahia, passando por destinos como Salvador, Caraíva e Itacaré. Segundo Tiago Iorc, essa conexão com pessoas e lugares foi fundamental para encontrar a brasilidade na sonoridade do álbum. “O afeto é um dos maiores tesouros do Brasil e essa força me inspira muito. É o fio condutor da vida. O amor costura tudo”, explica.

Black Crowes confirma retorno ao Brasil após 27 anos; confira local

Em turnê para celebrar os 30 anos do seu álbum de estreia, Shake Your Money Maker, a banda norte-americana The Black Crowes, dos irmãos Chris e Rich Robinson, vem ao Brasil com uma única apresentação em São Paulo, no dia 14 de março de 2023, no Espaço Unimed. A última vez que os norte-americanos estiveram no Brasil foi no festival Hollywood Rock, em 1996. Os ingressos podem ser adquiridos a partir do meio-dia desta terça-feira (1), no site Tickets For Fun e no ponto de venda localizado no Teatro Renault (Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista). A celebração pelo trigésimo aniversário do álbum de estreia do The Black Crowes, na verdade, deveria ter acontecido em 2020, mas os planos foram adiados por conta da pandemia. Em julho de 2021 a banda começou a turnê com um show em Nashville, nos Estados Unidos. Hits como Remedy, Jealous Again, Sister Luck, Hard To Handle e She Talks To Angels levaram o púbico ao delírio e devem fazer o mesmo com o público brasileiro. Na formação atual do The Black Crowes estão os irmãos Chris Robinson (vocal) e Rich Robinson (guitarra), além de Sven Pipien (baixo), Brian Griffin (bateria), Joel Robinow (teclado) e Isaiah Mitchell (guitarra). The Black Crowes lançou oito álbuns de estúdio e quatro ao vivo e já vendeu milhões de discos em sua trajetória e esgotaram shows em todo o planeta. A banda teve o lendário guitarrista Jimmy Page como membro, que foi expulso de uma turnê com o ZZ Top por insultar o patrocinador. THE BLACK CROWES NO BRASIL Realização: Time For Fun Data: Terça-feira, 14 de março de 2023. Local: Espaço Unimed — Rua Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo – SP Abertura dos Portões: 19h30 Horário do show: 21h30 Capacidade: 8.504 pessoas Ingressos: A partir de R$ 170 (ver tabela completa) Classificação etária: De 10 a 14 anos acompanhado dos responsáveis legais e a partir de 15 desacompanhado. Vedada a entrada de menores de 10 anos. SETORES / MEIA ENTRADA / INTEIRA Pista / R$ 170 / R$ 340 Pista premium / R$ 300 / R$ 600 Mezanino / R$ 320 / R$ 640 Camarote B / R$ 330 / R$ 660 Camarote A / R$ 340 / R$ 680

Prestes a vir ao Brasil, Arctic Monkeys divulga álbum The Car; ouça!

The Car, sétimo álbum de estúdio do Arctic Monkeys, já está entre nós. Com dez novas músicas escritas por Alex Turner, The Car foi produzido por James Ford e gravado no Butley Priory, Suffolk, RAK Studios, Londres e no La Frette, Paris. Aliás, o Arctic Monkeys anunciou uma transmissão exclusiva ao vivo do Kings Theatre, Brooklyn, estreando no YouTube no domingo (23), às 16h, no horário de Brasília. A apresentação foi dirigida por Ben Chappell e Zackery Michael. A banda também passa pela América Latina, se apresentando no Brasil no Rio, São Paulo e Curitiba, confira as datas abaixo. Novembro 4 Jeunesse Arena, Rio de Janeiro, Brasil 5 Primavera Sound, São Paulo, Brasil 8 Pedreira Paulo Leminsk, Curitiba, Brasil

Simple Minds faz ponte entre o passado e presente em novo álbum

A banda escocesa Simple Minds lançou o álbum Direction of the Heart. Seu 18º disco de estúdio, o trabalho faz uma ponte entre o passado e o presente em riffs oitentistas e coros imponentes para canções sobre desafios, inseguranças, alegrias e lutas contemporâneas. Formado por Jim Kerr (vocais), Charlie Burchill (guitarras, teclados), Gordy Goudie (violão), Ged Grimes (baixo), Cherisse Osei (bateria), Berenice Scott (teclados) e Sarah Brown (vocais), o Simple Minds faz deste novo álbum uma oportunidade de se reinventar e se reconectar com as gerações de fãs que acumulam pelo mundo. Sem se acomodar com sucessos anteriores, como o hit massivo Don’t You (Forget About Me), presente na trilha sonora do filme Clube dos Cinco, o grupo abraça novos desafios para seguir em frente. Pré-produzido por Kerr e Burchill na Sicília (Itália), o álbum foi gravado na Alemanha com produção adicional de Andy Wright (Echo & The Bunnymen) e Gavin Goldberg (Simply Red) e conta com participação especial de Russell Mael (Sparks) na faixa Human Traffic. O disco traz em seu conciso formato de nove faixas um resumo de toda a trajetória da banda, da nova energia até a magia dos primeiros álbuns. Os temas caminham entre visões pessoais e poéticas, como fica claro na faixa de abertura Vision Thing, que surgiu quando Jim visitava a casa de seu pai, em seus últimos dias de vida. Lá ele encontrou muitos registros da sua carreira sob o olhar de seu pai e começou a se imaginar no lugar do progenitor, refletindo sua juventude.

Planet Hemp lança “Jardineiros”, primeiro álbum de inéditas em 22 anos

“Quando o instrumento do medo não funciona, a gente adquire um poder inimaginável”. É com esta frase, cunhada por Marcelo Yuka durante entrevista em 2016, que o Planet Hemp abre o álbum Jardineiros. Já disponível nas plataformas de áudio pela Som Livre nesta sexta-feira (21), o grupo mostra que o discurso combativo que sempre caracterizou a banda está de volta. Apesar da energia de indignação ser o combustível para uma gama de mensagens questionadoras ao longo das 15 tracks, o primeiro projeto de inéditas da banda após um hiato de 22 anos tem como missão semear ideias, visões e utopias. “É importante lembrar que não existe apenas um caminho no mundo, nem dois apenas, mas vários. Queremos trazer essa pluralidade de volta e podemos dizer que ela se expressa de todas as formas, inclusive na quantidade de estilos presentes no álbum”, diz BNegão. A faixa Jardineiro, que inspirou o nome do álbum, traz versos diretos. “Jardineiro não é traficante / Ouça o que eu tô lhe dizendo, cumpadi, não compre, plante”. “O disco nasceu de uma ideia de coletivo, de fazer deste novo projeto mais que uma banda, e sim um movimento que une vários produtores diferentes, artistas, públicos de diferentes gerações, ideias e referências”, completa Marcelo D2. Com formação atual composta por Marcelo D2, BNegão, Formigão, Pedro Garcia e Nobru, neste aguardado novo trabalho, o Planet Hemp usa como referências a sua própria caminhada e o momento atual do país para escrever este novo capítulo da sua história: valoriza o passado, mantém os pés firmes no presente, mas sem perder de vista o futuro. Unindo o melhor dos dois universos, Jardineiros traz reflexões acerca de temas como a crítica à política sobre drogas (como em Remedinho e Jardineiro) e questões sociais (presente em Eles Sentem Também e Veias Abertas, entre outras), ao mesmo tempo em que expande o leque de sonoridades, se unindo a nomes como MC Carol de Niterói (que aparece em Onda Forte) e o jovem trapper argentino Trueno (feat em Meu Barrio). “Este disco carrega a diversidade do Planet Hemp, não tem uma música muito parecida com a outra”, comenta BNegão sobre a safra de 15 faixas selecionadas para o projeto. “Os temas importantes pro grupo estão presentes nas letras, apresentados de forma nova, com outros pontos de vista”. Uma das faixas de destaque do álbum é Taca Fogo, um punk trap que não se furta a fazer críticas ao cenário político atual brasileiro e que começa com a chamada “Está no ar a Rádio Libertadora”, em referência ao pronunciamento do revolucionário Carlos Marighella durante a tomada da Rádio Nacional. Com trechos como “Olho pra minha coroa e o sorriso dela me fez acreditar / Aquele telefonema, quando eu tava preso, pra não parar de lutar“, a faixa contará ainda com um videoclipe dirigido por Marcelo D2, a ser lançado na próxima terça-feira (25), às 16h20. Embalada na batida do miami bass, Ainda, outra faixa certeira do disco, resgata não só a fama do grupo por seu histórico com a cannabis, mas também a estética da música carioca na década de 90, época de seu surgimento na cena underground. Dentro desta coletividade sonora, além das já citadas participações de Trueno e MC Carol, e de Criolo, feat do primeiro single desta nova leva lançado pelo grupo, Distopia, estão ainda Black Alien (integrante honorário da Ex Quadrilha da Fumaça, que participa na faixa O Ritmo e a Raiva), Tropkillaz (Ainda) e Tantão e Os Fita (Veias Abertas). O disco foi produzido pela própria banda, ao lado de outros grandes nomes da indústria como Mario Caldato, responsável pela finalização do álbum em Los Angeles (EUA), Nave e Zegon. Ouça Jardineiros, do Planet Hemp

Meghan Trainor revela quarto álbum de estúdio, Takin’ It Back; ouça!

A cantora Meghan Trainor lançou o quarto álbum, Takin’ It Back, pela Epic Records. Desta vez, ela tomou uma decisão consciente de voltar ao som inconfundível, que apresentou em seu álbum de estreia, TITLE, em 2015, e trazê-lo para o presente. “Tentei reproduzir a sensação doo-wop que eu tinha no início da minha carreira, mas em uma versão para 2022. Isto é parte da nova Meghan, que é esposa e é mãe de um bebê. Isto é o que eu sou agora. Eu decidi dar às pessoas o que elas querem, mas com meu toque especial. Eu queria criar meu Título 2.0″, disse Meghan. Para dar vida ao álbum, ela trabalhou ao lado de Gian Stone, Federico Vindver, Sean Douglas e seus irmãos Ryan e Justin Trainor. O primeiro single lançado do álbum, Bad For Me, com a participação de Teddy Swims, buscou a energia das suas raízes doo wop, com harmonias atávicas sublinhando um groove fervente, enquanto ela se abria liricamente. Seu segundo lançamento, Don’t I Make It Look Easy é uma faixa com energia de hino, com a qual muitos se identificam, especialmente mães, que fazem malabarismos com várias coisas e, mesmo assim, fazem tudo parecer muito fácil. Takin’ It Back, de Meghan Trainor, tem vídeo novo divulgado Junto com o lançamento do álbum, ela lançou o vídeo da música Made You Look. A ousada faixa traz trompetes e harmonias doo-wop que reforçam o propósito do refrão: “I could have my Gucci on. I could wear my Louis Vuitton, but even with nothing on, bet I made you look”. O videoclipe, vibrante e estilizado, mostra Meghan se movendo entre diferentes mundos coloridos – de montagens de Hollywood a uma grande apresentação final de dança. Ao lado dela, estão as personalidades do TikTok Chris Olsen, Remi Bader, Becca Means, Drew Afualo, juntamente com JoJo Siwa, Scott Hoying e o marido Daryl Sabara. Ouça Takin’ It Back, de Meghan Trainor

Carly Rae Jepsen lança o introspectivo álbum The Loneliest Time

Já está disponível o novo álbum de Carly Rae Jepsen, The Loneliest Time, sexto trabalho de estúdio da artista. O novo disco da canadense traz 12 faixas e conta com as já apresentadas Western Wind, Beach House, Talking To Yourself e a faixa-tema. Em seu trabalho mais introspectivo até hoje, as composições de seu novo disco trazem uma emoção genuína e toda a euforia de Carly. Contando com produção de Captain Cuts, John Hill, Kyle Shearer e Alex Hope, The Loneliest Time ainda tem a participação de Rufus Wainwright. A versão física do álbum já está em pré-venda na UMusic Store.

Taylor Swift lança álbum Midnights, com feat de Lana Del Rey

A era Midnights está oficialmente aberta! A cantora e compositora Taylor Swift acaba de lançar em todas as plataformas digitais seu mais novo álbum. Intitulado Midnights, o projeto conta com 13 músicas que, segundo a cantora, foram escritas durante suas noites de insônia. No repertório do projeto está Snow on the Beach, em parceria com Lana Del Rey, única faixa colaborativa do disco, além do single principal, Anti-Hero, que acaba de ganhar um videoclipe em formato de minifilme. Dirigido pela própria Taylor, o clipe de cinco minutos traz uma veia cômica para a faixa, que reflete sobre a autocrítica da artista. Através de um teaser na Amazon Prime Video, Taylor anunciou que Midnights será um projeto audiovisual e deverá contar com clipes para todas as canções. A partir desta sexta-feira (21), os Swifties, como são conhecidos carinhosamente os fãs de Taylor Swift, poderão visitar um espaço interativo que os leva para um mundo inspirado no novo disco da artista. A ação, que acontece no Shopping Pátio Paulista, em São Paulo, e segue até o dia 23 (domingo), promoverá uma experiência completa, durante o horário de funcionamento do shopping (10h às 22h), em um local ambientado com as novas músicas da artista e um espaço recheado de significados. Midnights possui quatro capas colecionáveis que, quando posicionadas corretamente, formam um relógio exclusivo. As versões estão disponíveis na UMusic Store. Midnights sucede os álbuns Folklore e Evermore, lançados pela artista em 2020. No ano passado, a cantora se ocupou com os lançamentos de Fearless (Taylor’s Version) e Red (Taylor’s Version). “Eu estava querendo mostrar isso para vocês há um tempo. Temos quatro capas diferentes para o álbum Midnights. E se você as virar, obviamente, há uma contracapa. Elas são diferentes. O que eu queria mostrar é que se você juntar todas as contracapas, elas formam um relógio. Isso pode te ajudar a ver o tempo”, disse a cantora em seu no Instagram.

A-ha lança álbum e filme poéticos True North; ouça!

Os noruegueses do a-ha retornaram para compartilhar o álbum True North. Anteriormente, a banda havia divulgado diversos singles deste que é o primeiro álbum cheio desde Cast In Streel, de 2015. Além de um álbum, True North é um filme que registra a banda gravando as músicas durante 2021 em Bodø, cidade norueguesa localizada 90 km acima do Círculo Polar Ártico. “Ajustamos cada álbum, para descobrir se há uma maneira diferente de fazer isso”, explica Paul. O filme True North está disponível para aluguel e compra. A primeira amostra do álbum foi a triste e esperançosa I’m In. “Breathe in, Just breathe, There are times, Good times after these”, canta Morten emotivo. Em seguida, a faixa Hunter In The Hills. É sobre o que está por vir e onde todos estamos agora. São músicas com um senso de lugar e uma conexão profunda com a forma como interagimos com o meio ambiente. A linda You Have What It Takes mostra o a-ha em seu estado mais vulnerável, com suas intrincadas cordas de guitarra e o vocal inconfundível de Morten. É um eco de esperança, cura e recuperação, elevando o ouvinte com a frase: “Don’t be afraid to fail or fall, everyone carries a weight. We learn to walk before we crawl, so do this for all of our sakes. You have what it takes”. O significado das letras ressoa globalmente transmitindo força e conforto no atual cenário de tempos sem precedentes. As If não soaria fora de contexto em um álbum do Coldplay, com suas cordas arrebatadoras, violões e a orquestra Filarmônica do Ártico em plena atividade. O vocal de Morten corta a parede cintilante do som para um efeito esplêndido. Implícita e às vezes diretamente, True North é sobre a Noruega – uma faixa de terra delimitada de um lado por montanhas e do outro pelo oceano. Seja através do peixe, do petróleo ou partindo do litoral para o resto do mundo, o mar moldou a Noruega e seu lugar no mundo. Um país que poderia ser pouco perceptível, prosperou. Seja no filme ou no álbum, True North encapsula as visões do a-ha sobre esta Noruega. Com seu 11º álbum de estúdio e também um documento direto de sua criação, o a-ha entrou em um novo mundo. “Primeiro, tivemos a ideia de gravar uma sessão de estúdio ao vivo”, diz Paul. “Depois, para filmar uma sessão de estúdio. Isso se tornou mais uma produção com a orquestra norueguesa, a orquestra Filarmônica do Ártico, com quem colaboramos”. Está tudo lá no filme. No filme True North, o a-ha toca e grava com a orquestra. Magne, Morten e Paul foram capturados pela câmera, na paisagem ao redor de Bodø, enquanto discutem sobre o True North. Em vinhetas recorrentes, os atores retratam a vida no norte. O filme multidimensional descreve um arco narrativo que incorpora o espírito das novas canções, mostrando como todos nós estamos conectados ao meio ambiente. O colaborador de longa data do a-ha, Stian Andersen, é o diretor. “True North é uma carta do a-ha, do Círculo Polar Ártico, um poema do extremo norte da Noruega com música nova”, diz Magne. Na forma como foi inicialmente previsto, True North acena para 2017, quando o a-ha foi filmado para o MTV Unplugged na Noruega. Então, o tempo era limitado e havia a necessidade de capturar diretamente o a-ha na câmera e no áudio no que era, efetivamente, um cenário ao vivo. Decidir sobre uma estrutura semelhante para o True North – com limitações comparáveis – determinou um prazo para o a-ha. Doze novas canções foram introduzidas: seis de Magne, seis de Paul. “Paul tinha músicas escritas e queria fazer um álbum”, diz Magne. “Quando eu estava escrevendo durante o período de confinamento, a principal coisa que pensava era no conceito de uma carta musical da Noruega. Eu tinha visto Western Stars de Bruce Springsteen e me perguntava como seria uma versão do a-ha dela. Como contaríamos a história do que significa crescer na Noruega, ser norueguês e trazer isso para o mundo com todo o anseio e melancolia subjacentes que fazem parte da nosso mundo para começar?”. “Tivemos então que pensar em incorporar a orquestra”, acrescenta Paul. “Imaginei os vocais do Morten e como também vejo imagens quando trabalho em novas músicas, isso complementava o que estávamos fazendo com o filme. Veio tudo junto para nós com True North”. As músicas do disco estão imbuídas de um senso de lugar e uma profunda conexão com a forma como interagimos com o meio ambiente. Pela primeira vez, o a-ha nos mostra de onde eles são, quem eles são e como a conexão entre os dois é inquebrável. Não é de se admirar que True North seja o mais revelador do a-ha – nunca antes o espírito do a-ha foi tão exposto. Os equilíbrios são alcançados – entre a nova abordagem e as qualidades inerentes ao a-ha, entre as próprias músicas e o conceito abrangente de True North.