Janelle Monáe lança The Age of Pleasure; ouça o álbum!

A cantora Janelle Monáe lançou o álbum The Age of Pleasure, via Wondaland Arts Society/Atlantic Records – uma distribuição nacional Warner Music Brasil. Com produção executiva da própria Janelle, em parceria com Nate Wonder, Chuck Lightning e Sean “Diddy” Combs, The Age of Pleasure inclui singles como Champagne Shit, Phenomenal (feat. Doechii) e Waterslide, juntamente com a faixa que já é sucesso, Lipstick Lover, além de Float (Feat. Seun Kuti + Egypt 80). A artista celebrará ainda sua nova fase com a The Age of Pleasure Tour, começando em 30 de agosto em Seattle, WA’s WAMU Theatre e depois viajando pela América do Norte até meados de outubro. Produzida pela Live Nation, a turnê de 26 cidades fará paradas em locais históricos como Morrison, CO’s Red Rocks Amphitheatre (7 de setembro), Chicago, IL’s Byline Bank Aragon Ballroom (14 de setembro), Toronto, ON’s Massey Hall (21 de setembro) , Radio City Music Hall de Nova York (26 de setembro), Brooklyn, Kings Theatre de NY (28 de setembro), Nashville, Ryman Auditorium de TN (3 de outubro) e Atlanta, GA’s Fox Theatre Atlanta (6 de outubro), até o encerramento da turnê em Inglewood, YouTube Theater da CA (18 de outubro).

Afro-X lança álbum de ‘love songs’; ouça Motivos

Afro-X lançou hoje, Dia dos Namorados, o álbum Motivos, em uma proposta diferente do que o rapper tem feito durante toda a sua consolidada carreira.  Com o início do processo de composição no último ano, o artista se inspirou em diferentes sentimentos de suas vivências e produziu, durante seis meses, o que considera um divisor de águas em sua carreira. “Falar de amor sempre está na moda, e o rap também de certa forma, ironicamente ou não, fala de amor através de um conselho para um parceiro superar as dificuldades do dia a dia. É muito legal você estar apaixonado a essa altura do campeonato. É muito louco ter essa rica oportunidade de amar”, comenta o artista, que teve como uma de suas grandes inspirações sua esposa Roberta, com quem construiu uma relação que já completa três anos. Para além do amor romântico retratado nas ‘love songs’, Afro-X também aborda o amor à vida, como na faixa Gratidão. “Consegui superar aquele inferno [Carandiru] que é a ineficiência do Estado, e 20 anos depois a gente vê que o sistema só está piorando as pessoas, porque quem está lá dentro sai pior”, analisa o rapper, em homenagem ainda a seus companheiros do 509-E e à transformação musical que conseguiram instaurar dentro do extinto presídio.  Para tratar de temas tão profundos e universais, Afro-X explorou outros gêneros para as canções inéditas, apostando nas sonoridades da black music. “Fui um dos primeiros rappers a fazer essa fusão com a música clássica. Neste trabalho quis aliviar não só os discursos, mas também as músicas, trazendo leveza. É um projeto de love songs que tem toda essa possibilidade de dialogar com diversos públicos porque a batida vai continuar sendo a pesada do rap, mas traz uma viagem por outros gêneros, como o soul, funk, R&B, jazz, reggae, samba, com a visão de fazer as pessoas dançarem também”, completa.  “Eu precisava fazer um álbum desses, totalmente autoral, onde escrevi todas as letras. É só um spoiler de muitas coisas boas que estão por vir!”. A faixa, que leva o nome do disco, chega com videoclipe, que traz participação de Roberta, sua esposa há três anos. “Fui pega de surpresa ao saber que ele gostaria que eu participasse, é uma história nossa que conta um pouco sobre o nosso amor. Não sou uma pessoa tímida, mas também não vivo uma vida de figura pública como ele, então, tentei interpretar do meu jeito, mostrar um pouco do nosso carinho e, claro, amei contracenar com ele, meu marido, meu companheiro, parceiro. Sou fã, admiro muito o trabalho e a pessoa que ele é”, completa.

Christine And The Queens lança Paranoïa, Angels, True Love; ouça

Christine and the Queens está de álbum novo! Já está disponível em todas as plataformas digitais o aguardado disco Paranoïa, Angels, True Love. Inspirado na peça icônica de Tony Kushner, Angels in America, este álbum é a segunda parte de um gesto operístico que já percorreu o Coachella e a Europa. Com 20 faixas, vale destacar a participação de ninguém menos que Madonna e 070 Shake ao longo do repertório. A faixa-foco, A day in the water, a quarta canção do álbum, é uma balada suave em uma batida cuidadosamente esculpida com Mike Dean (Lana Del Rey, Beyonce). No topo de um autotune poético e uma chamada e resposta comovente, Chris reflete sobre um sentimento de invulnerabilidade momentânea. “Este novo disco é a segunda parte de um gesto que também inclui meu disco de 2022, Redcar les adorables étoiles. Partindo da inspiração na dramaturgia gloriosa de clássica peça de Tony Kushner, Angels in America, Redcar era colorido e absurdo feito o Prior (personagem central da peça, um homem com aids que é visitado por um anjo) em seu espaço de sonho insano. Seu sucessor, Paranöia, Angels, True Love, é a chave para uma transformação que abre o coração, uma oração para o eu que respira por todos os amores de que é feita. A agonia real de Prior em Angels in America é um processo profundo e doloroso, um derramar de águas e memórias que permite aos anjos uma profunda imersão e que proporciona um amor também profundo, um amor que muda a narrativa, um descanso no amor de verdade”, comenta Chris. Das 20 faixas de Paranoïa, Angels, True Love, Christine and the Queens já haviam divulgado três singles: To Be Honest, True Love e Tears Can Be Soft.

McFly lança álbum com influência oitentista; ouça Power to Play!

Com muitas guitarras e uma sonoridade bem diferente, a banda inglesa McFly lançou o álbum Power to Play. O sétimo disco de estúdio do grupo traz inspirações fortes do rock dos anos 80, que influenciou a formação musical dos artistas. Os singles Where Did All The Guitars Go? e God of Rock & Roll anteciparam a novidade, que nasceu no McFly HQ: primeiro espaço exclusivo para composição da banda em todos esses anos. Um dos principais nomes de sua geração, o McFly é formado por Tom Fletcher (vocal/guitarra), Danny Jones (vocal/guitarra), Harry Judd (bateria) e Dougie Poynter (baixo). Focando na diversão, o McFly buscou, no novo álbum, uma sonoridade que brinca com o glam rock e heavy metal, inspirado em nomes como Van Halen, Mötley Crüe, Poison e Def Leppard. A produção ficou por conta de Danny em parceria com Jason Perry. Após um período de hiato e a pandemia, a banda finalmente pôde se conectar com o antigo estilo de escrever suas músicas. “Guitarras, honestidade, energia, todos os traços que trazem identidade à banda”, diz Danny. Dougie acrescenta: “Queremos fazer um álbum para sentir vontade de pegar uma guitarra e pular na própria cama. É um álbum que conta uma história, pura felicidade.” Ouça Power to Play abaixo

Jully lança álbum SOS; ouça!

Depois de chamar a atenção para os problemas do planeta através de nove canções lançadas entre o final de 2020 e 2023, a cantora e compositora Jully apresenta o álbum SOS em sua versão final: além dos singles, sete novas faixas trazem temas que só uma ativista como ela conseguiria colocar em pauta no mercado da música. A própria faixa-título já começa dando um recado e, com a parceria da cantora franco-brasileira Virginie Boutaud (mais conhecida pelo início da carreira junto à banda oitentista Metrô), deixa claro em duas línguas que é preciso cuidar do mundo todo: O planeta pede paz, recita Jully já na introdução. “O álbum SOS é um pedido de socorro do planeta e dos outros animais que aqui habitam, os quais estão sendo dizimados por nós, seres humanos. Está na hora de entendermos que somos todos animais moradores deste planeta, e todos merecemos ter nossos direitos básicos respeitados, independente da espécie ou qualquer outra classificação que nos defina. Fazemos parte da Terra, e precisamos entender que, sem a natureza, não somos nada”, afirma Jully, recém-premiada na categoria Música Eletrônica do Prêmio Profissionais da Música 2023, realizado entre os dias 2 e 3 de junho. A cantora e compositora já trouxe a questão dos animais à tona em Somos Todos Um, cantou a morte e a apatia vivenciada no Brasil da pandemia em Distopia, convidou o ouvinte para uma mudança individual em Tears of Fireflies e chamou a atenção para a covardia de humanos com os animais em Milk e em Stolen Babies. Humanizar deu um feedback sobre o impacto do que tem sido feito com o planeta e The Begining falou sobre cuidar da Terra e buscar outras formas de interação com o planeta. Em Libertação, Jully enfatizou que todos os seres deveriam ter seus direitos básicos respeitados. Em Out of Time, avisou que o tempo para impedirmos maiores catástrofes na Terra está acabando. Músicas lançadas em português, em inglês e agora em francês, para o mundo ouvir e refletir, já estão disponíveis nas plataformas formando uma narrativa completa em plena Semana Mundial do Meio Ambiente (5 a 9 de junho). “Durante a pandemia senti um forte chamado para trazer, através da música, mensagens de consciência e transformação, em prol de um mundo mais ético e justo para todos os seres. Quando produzi Somos Todos Um0, primeiro single que lancei deste álbum, senti um chamado a elevar a voz dos animais e dar visibilidade para eles. A sexta extinção em massa está em andamento e continuamos nos ocupando com valores superficiais e ultrapassados.” Com as novas faixas – Atualidade, Alma, Temptation, Veneno, Guardian, Prelúdio e SOS – o álbum poliglota SOS também veio acompanhado de diversos clipes, todos tocantes. Das novas, a faixa-título chega com clipe dirigido por Levindo Carneiro no qual pode-se ver Virginie Boutaud, ativista como Jully, cantando em francês: “Un cataclysme, un brouillard, un tremblement de terre, une balle dans la poitrine”, versão em francês do refrão cantado pela parceira (Um cataclisma, um nevoeiro, um terremoto, um tiro no peito). Além dessa participação e da do paranaense Marano – na já divulgada faixa Out of Time – Jully divide Temptation com o cantor norte-americano Johnny O. O álbum tem produção musical e arranjos do sul-africano radicado no Brasil Grenville Ries: todas as músicas do álbum, com exceção de SOS – que é parceria com Virginie Boutaud – são assinadas por Jully, que compõe ao piano e violão. Carlos Trilha assina a mixagem e a masterização. A imagem da capa foi feita pelo filho da cantora Marcus Beretta. O assunto é tão potente e tem tão poucas vozes no mundo artístico levando essa mensagem à frente que o resultado do trabalho da artista vem alcançando outros países, como a Rússia. “Não cabe mais nos dias de hoje, com tanta riqueza de informação e tecnologia, vivermos às custas da exploração alheia. A Terra nos dá fartura de alimento e todo tipo de matéria-prima para que possamos desenvolver um mundo pacífico sem dominação do mais fraco e vulnerável, e sem poluirmos o solo, a água e o ar com os restos de seus corpos violentados”, resume a cantora e compositora, cuja estética é muito particular e a torna, sem dúvida, a primeira e maior representante dos direitos do planeta Terra no mundo da música.

Mike Ness revela câncer e Social Distortion adia turnê e gravação de álbum

O vocalista do Social Distortion, Mike Ness, foi diagnosticado com câncer de amígdala em estágio um e está se recuperando de uma cirurgia. Como resultado, o Social Distortion adiou sua próxima turnê nos Estados Unidos e interrompeu a gravação de seu oitavo álbum de estúdio. “No meio da pré-produção, fui diagnosticado com câncer de amígdala em estágio um”, disse Ness em um comunicado divulgado na quarta-feira. “Eu estava me sentindo bem o suficiente para continuar gravando no estúdio até o dia anterior à cirurgia. A banda e eu estávamos muito inspirados e empolgados para gravar essas faixas, que por sinal soam INCRÍVEIS!”. “A recuperação da cirurgia é um processo diário e em três semanas começamos a radioterapia e essa deve ser a última terapia de que preciso”, explicou Ness. “A equipe de médicos está certa de que, uma vez terminado este curso, poderei iniciar o processo de cura e recuperação. Esperamos uma recuperação completa que me permita viver uma vida longa e produtiva.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Social Distortion (@socialdistortion)

Doralyce caminha por sua afrodiáspora em novo disco, Dassalu

Como um ensaio entre gêneros, temáticas e sonoridades, a cantora e compositora Doralyce convida o público para a experiência de Dassalu. O quarto disco da artista abraça o afrofuturismo da pernambucana, também conhecida como Miss Beleza Universal. Selecionado pelo Rumos Itaú Cultural, o projeto é distribuído pelo selo Colmeia22 (encabeçado pela própria Doralyce), via Altafonte. Dassalu, em sua forma inicial — antes de se tornar um disco —, é um manifesto criado como parte do ativismo de Doralyce, com o objetivo de estabelecer um código de sobrevivência para pessoas negras e incentivar as pessoas brancas a refletirem e modificarem seu comportamento. Esse manifesto evoluiu para um projeto multimídia que resultou no lançamento de um disco, acompanhado da disponibilização das partituras musicais de suas nove faixas, buscando democratizar o acesso e promover a disseminação das mensagens contidas nesse trabalho. O estilo particular deste disco, com influência do “Olinda Original Style” e mangue beat, explora uma mescla de referências afropop, pop latino, nova MPB, pagotrap, R&B, pop, hip hop, salsa bregadeira, trapfunk, downtempo e chill out. “O meu disco tem uma influência house nagô, uma influência árabe, muçulmana. É um disco afro diaspórico, por isso as mensagens que esse disco traz vêm com uma ideologia e uma sonoridade de uma revolução afetuosa, afro centrada e feminista”, afirma a pernambucana. Ao longo de nove faixas, a artista explora em suas composições a sua ancestralidade, ao utilizar palavras do idioma iorubá, sua relação com orixás e reflexões sobre os problemas sociais homenageando outras mulheres que fizeram diferença por meio de palavras, ações e pensamentos. Entre elas estão Rosa Parks, Bell Hooks, Lélia Gonzales e Marielle Franco. A produção musical é de Guilherme Kastrup, um dos principais nomes da música brasileira, que produziu os discos A Mulher do Fim do Mundo e Deus é Mulher, de Elza Soares. Segundo Doralyce, Dassalu aponta para uma revolução diversa e isonômica que valoriza, preserva a multiplicidade das populações marginalizadas pelo Estado – entre elas, pessoas pretas, indígenas, latinas, LGBTQIAPN+, pobres, pessoas com deficiência, vítimas da opressão, por estarem fora do padrão patriarcal, branco, cis- heteronormativo, ocidental. “Quando unimos o conceito dentro de um ensaio manifesto, atravessamos a marginalidade do apagamento dessas ideias para manter acesa a esperança de que outras companheiras vão ler e se rebelar”, finaliza.

Alceu Valença lança álbum audiovisual “Meu Querido São João”; assista

Alceu Valença lançou o álbum Meu Querido São João – Ao Vivo na Fundição Progresso, registro na íntegra da turnê de forró que o cantor realiza todos os anos no período das festas juninas. A gravação foi registrada em 1 de julho de 2022, dia do aniversário do artista, disponibilizada pela Deck também em audiovisual em todas as plataformas. Com sua performance explosiva, Alceu enfileira sucessos no palco da Fundição Progressso, no Rio de Janeiro, sob o imenso guarda-sol do forró e seus congêneres. E tome xote, xaxado, baião, coco de embolada, em temas que aliam hits de sua autoria – Como Dois Animais, Anunciação, Tropicana, Girassol, Belle de Jour, Pelas Ruas que Andei, entre elas – a clássicos do repertório de Luiz Gonzaga, como Baião, Vem Morena, O Xote das Meninas e Sabiá. A música de abertura do espetáculo, Pagode Russo (João Silva), outra do repertório de Luiz, foi lançada como single de estúdio por Alceu no ano passado. A versão garantiu para o artista o troféu de “melhor cantor” no Prêmio da Música Brasileira em 2023. Ao vivo, o tema ganha em animação e organicidade, onde a vibração do público funciona como combustível extra pra lá de aditivado. A canção que dá título ao álbum, Meu querido São João, foi inicialmente composta para o filme A Luneta do Tempo, escrito e dirigido por Alceu Valença, realizado em 2015. Em maio de 2023, Alceu catapultou uma versão em estúdio da canção, cantada por ele em dueto com seu filho Juba. O primeiro single do novo álbum, Táxi Lunar – recriação turbinada do hit atemporal composto por Alceu, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho na década de 1970, já decola em todas as plataformas – irresistível como sempre, mais espacial do que nunca. Alceu Valença é acompanhado em cena por André Julião (sanfona), Zi Ferreira (guitarra), Tovinho (teclados), Nando Barreto (baixo), Cassio Cunha (bateria).

Avenged Sevenfold lança oitavo álbum de estúdio, Life is But a Dream

A banda Avenged Sevenfold lançou o aguardado oitavo álbum, Life Is But a Dream, pela Warner Records – uma distribuição nacional Warner Music Brasil. É o primeiro álbum completo do grupo desde 2016 e traz o single Nobody, que já alcançou o Top 5 na Rock Radio, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Escrito e gravado ao longo de quatro anos, Life Is But a Dream foi inspirado na filosofia de Albert Camus. Por isso, as letras estão enraizadas no existencialismo e no absurdo. Entre as palhetas acústicas leves que abrem Game Over e os sons teatrais de piano da faixa-título de encerramento, Avenged Sevenfold torce, vira e se contorce através de compassos variados. A tensão, o groove e a dinâmica do single Nobody refletem a intensidade que alimenta cada uma das 11 faixas emocionantes do álbum. O melodismo da banda brilha no transcendente prog-metal épico Cosmic, enquanto seus impulsos experimentais iluminam (O)rdinary e a poderosa (Death). Em um outro lugar, a banda apresenta uma produção esmagadora e guitarras lamentosas na emocionante canção We Love You. A música retrata o sentimento forçado que a sociedade nos leva a consumir, esticar e esvaziar tudo o que pudermos, resultando possivelmente em nossa própria queda. E isso é apenas um pouquinho dos sons e tons que fazem dos Avenged Sevenfold os deuses do rock. Com Life Is But a Dream, a banda continua a provar que está bem à frente, em mais do que apenas no som. Sempre na vanguarda da música e da tecnologia, o grupo fez parceria com a Berify para incluir uma etiqueta NFC com conteúdo bônus em todos os CDs, vinil, cassetes e mercadorias oficiais vendidas no A7XWorld. Além disso, a arte da capa e a embalagem são do renomado artista Wes Lang. Na última semana, o grupo organizou uma galeria de arte no Beyond The Streets Los Angeles, nos Estados Unidos, apresentando uma coleção de 20 desenhos originais de Wes Lang e as obras criadas para o álbum Life Is But A Dream, incluindo a imagem dessa capa icônica. Durante dois dias, a galeria teve mais de mil participantes e um painel de discussão especial entre M. Shadows, Synyster Gates, Wes Lang e Roger Gastman. Além disso, Avenged Sevenfold trabalhará o lançamento do novo álbum com dois grandes shows, ao vivo, ainda este mês. O primeiro será no Kia Forum, em Los Angeles, no dia 9 de junho, e o outro no Madison Square Garden, em 23 de junho.