Beyoncé lança impactante Renaissance; ouça!

O sétimo álbum de estúdio de Beyoncé já está disponível em todas as plataformas de streaming. De sua própria gravadora Parkwood Entertainment/Columbia Records/Sony Music Entertainment, Renaissance chega seis anos após o elogiado Lemonade ter sido lançado como uma completa surpresa. A criadora do formato de álbum visual e artista visual proeminente, decidiu lançar o álbum sem recursos visuais, dando aos fãs a oportunidade de serem ilimitados em sua jornada de escuta expansiva. É uma chance novamente de ser ouvinte e não espectador, enquanto aprecia cada joia da produção intocada. Enquanto Break My Soul, o primeiro single, chegou com um lyric vídeo minimalista, o lançamento de Renaissance é outro movimento de mudança de cultura da artista que definiu uma era com reinvenção. Renaissance foi o álbum mais esperado do ano, já que Beyoncé mudou de marcha e notificou seus fãs sobre novas músicas em 15 de junho por meio de uma atualização em sua biografia em suas redes sociais, act i Renaissance 29 de julho. Ela continuou o lançamento não convencional com o primeiro single do álbum, Break My Soul, que chegou à meia-noite no solstício de verão do hemisfério norte. Instantaneamente viciante com uma batida pulsante, com letras que incitam os ouvintes a reivindicar alegria e “liberar o movimento”. Embalado com hinos empolgantes que ressoam em todos, Renaissance é uma culminação de liberdade e fuga que incentiva júbilo inimaginável e movimento com abandono. A intenção singular de Renaissance é mostrar música que mexe com você na alma e incentiva seus pés dançantes. É uma celebração de uma era de clube em que qualquer um que se sentia como um forasteiro se procurava e formava uma comunidade de buscadores de liberdade para se expressar criativamente através do ritmo, que ainda hoje celebramos.
De malas prontas para o Brasil, Jack White lança Entering Heaven Alive

Após se aventurar por um clima mais pesado e elétrico, cheio de experimentos sonoros no álbum Fear of the Dawn, Jack White apresenta outra faceta de seu trabalho, mais acústico e focado em melodias blueseiras, em Entering Heaven Alive, seu segundo disco deste ano. Este é um lançamento da Third Man Records. Aliás, ele se prepara para trazer sua nova turnê para o Brasil, com uma apresentação marcada em São Paulo no dia 12 de outubro, no Popload Festival. Fundada por White em 2001 e baseada em Detroit, a Third Man Records se consolidou como um sinônimo de inovação e bom gosto ao buscar alternativas para experiências exclusivas e analógicas em um meio digital. Os novos lançamentos de Jack White podem ser garantidos em múltiplos formatos físicos e digitais pelo selo.
Nobat potencializa seu sincretismo musical em Mestiço; ouça!

“Um álbum que celebra a música brasileira de todos os tempos”. É assim que o cantor e compositor mineiro Nobat descreve seu quarto disco solo, Mestiço, que chega às plataformas digitais nesta quinta-feira (21). A obra potencializa o sincretismo musical do artista mesclando um registro inédito na voz de Elza Soares com samples e citações a mestres da música brasileira, como Cartola, Clara Nunes e Tom Jobim. “É resultado de uma pesquisa profunda sobre a cultura do Brasil, a qual acendeu um lugar que sempre pareceu ser meu, porém nunca tinha ganhado sua devida importância na minha discografia. A música brasileira, meu maior campo de referências desde a infância, sempre esteve no meu trabalho, mas aqui ocupa um lugar de centralidade inédito”, conta Nobat. Concebido entre março de 2020 e maio de 2022, Mestiço é um álbum de encontros, criado por muitas mãos e mentes em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. “Cada faixa tem praticamente uma banda diferente. Foram mais de 20 músicos e musicistas participando do processo, sem contar os técnicos, produtores de mixagem e a galera do selo”, afirma Nobat. Menina Erê e Jovem exemplificam o caráter colaborativo do disco, pois os músicos foram um por vez ao estúdio para respeitar o então isolamento social em vigor. O repertório segue com Me Deixa Sambar, que conta com as vozes de Elza Soares e BNegão; Aqueles Homens, parceria com Mariana Cavanellas; Fortaleza, feita com o bloco carnavalesco Então, Brilha!; e Beira do Mar, feat de Nobat com a esposa, Lulis. Esta última canção ainda conta com uma citação à Água de Beber, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. A faixa-título, por sua vez, faz referência à Canto das Três Raças, de Paulo César Pinheiro e Mauro Duarte, eternizada nas vozes de Clara Nunes e Elza Soares. Já no fim da tracklist, entre Quarta-feira de Cinzas e Montanha Russa, Cadência das Horas traz um sample de Preciso me encontrar, de Cartola. Antes de apresentar Mestiço na íntegra, Nobat ilustrou o álbum com uma trilogia de clipes: Menina Erê e Me Deixa Sambar, ambos dirigidos por Natacha Vassou e Lucas Espeto, e Aqueles Homens, assinado por Tiago Tereza. “Foi a forma que encontrei de salvar o Brasil que amo e que está sob o ataque total de uma ala conservadora e intolerante no país. Um Brasil que reconhece na sua ancestralidade a chave para seu futuro e que celebra sua principal vocação: a diversidade”, explica Nobat. “É um projeto que fala da mistura e das conexões. Estamos todos conectados, mas vemos e vivemos o mundo por abas distintas e foi justamente isso que eu quis levar para o estúdio”.
Lizzo lança álbum Special; ouça!
Aos 17 anos, Cainã Mendonça lança álbum de estreia, Paisagens Invisíveis

Mostrando a força e a inventividade da nova geração da música instrumental, o pianista, baterista e compositor paulistano Cainã Mendonça faz de seu primeiro disco um convite a um olhar renovado para a música latina, a brasileira, o jazz e a bossa nova. Paisagens Invisíveis reúne instrumentistas de referência e novos nomes da cena nacional, em um encontro de gerações guiado por arranjos sofisticados e uma forte personalidade de seu autor. Embora tenha 17 anos atualmente, Cainã gravou o álbum entre seus 14 e 15 anos de idade – durante o auge do distanciamento social motivado pela pandemia. Agora, o disco chega no momento de compartilhá-lo com o público. “No princípio a ideia de gravar as músicas foi para fazer algo bonito e divertido no período de isolamento, mas a gente ficou empolgado com o resultado e foi levando em frente. O meu primeiro instrumento foi e é a bateria, mas o piano foi me encantando também e aí apareceram as composições. Gosto de compor e ficar buscando caminhos, inspirado em tudo que ouço e sinto. Agora eu vou ter de resolver no show se toco o piano ou a bateria”, se diverte o multi-instrumentista. As composições surgiram a partir dos dois instrumentos de Cainã e ao longo de mais de um ano de escrita, gravação e finalização do álbum. Foi tempo suficiente para amadurecer o conceito e a estética que se tornaram Paisagens Invisíveis. “Meu processo criativo se dá através de brincadeiras rítmicas e melódicas na bateria e no piano, depois da ideia vou buscando os caminhos. As composições foram saindo no período de um ano e, quando eu tinha sete músicas, resolvemos ir pro estúdio pra gravar só o piano. Não havíamos pensado nos outros músicos e instrumentos, mas como gostamos do resultado resolvemos ir acrescentando o baixo e bateria e depois os sopros”, revela o músico. O disco celebra uma vivência musical intensa. Cainã passou a infância presenciando e participando de diversas atividades musicais, apresentações e gravações de estúdio. Trajetória de Cainã Mendonça Ganhou uma pequena bateria aos 2 anos e logo se encantou pela música de João Bosco, Beatles, Zé Menezes, música popular e instrumental brasileira. Teve em casa, junto à família e amigos, ambiente e formação musical, tendo contato com grandes instrumentistas e vivência direta com grupos de cultura regional do Maranhão (boi e tambor de crioula) e do sudeste (jongos, batuques e congados). Estudou por conta própria o repertório dos discos gravados por Edu Ribeiro, Kiko Freitas, Marquinho Mendonça (seu pai), Zé Menezes, Hamilton de Holanda, David Holland, dentre outros. Atualmente, Cainã segue aperfeiçoando seus talentos em estudos de bateria com Edu Ribeiro e piano com Heloísa Fernandes. Faz parte de jovens grupos de canção e música instrumental. Na sua já longa experiência musical, Cainã Mendonça participou de shows com músicos como Adylson Godoy, Filó Machado, Zé Pitoco, Vanessa Moreno, Marcos Paiva, Christianne Neves, Adriana Godoy, Bruna Black, Felipe Machado, Josyara, Renato Anesi, Renato Bras, Ana Maria Carvalho, Gabriel Levy, Marquinho Mendonça, Daniel Grajew, Edu Ribeiro, Lisandro Massa, Tião Carvalho, e outros. Hoje, participa de jams sessions onde já tocou com Laércio de Freitas, Arismar do Espírito Santo, Fabio Perón, Daniel Alcântara, Léa Freire, Trio Corrente, Camille Bertault e tantos outros. Agora, Cainã está pronto para mostrar seu lado de compositor com um disco onde estabelece uma forte voz autoral. Na bateria, piano e composições do álbum, ele recebe os instrumentista Nailor Proveta (saxofone tenor e clarinete), Vitor Alcântara (saxofone soprano), Daniel Allain (flauta), Vitor Lopes (gaita), Marquinho Mendonça (guitarra), Rubinho Antunes (flugelhorn) e Noa Stroeter (baixo). “Os convidados que tocaram os sopro são grandes mestres da música. A presença deles deu ao álbum uma atmosfera de música universal e uma sonoridade colorida”, comemora Cainã. Sem deixar de lado as inspirações que o trouxeram até aqui, o músico faz de Paisagens Invisíveis uma reverência ao passado com foco no presente e futuro da música instrumental brasileira.
Balara apresenta segundo álbum de estúdio; ouça Aponte Para o Amor

A banda santista Balara comemora o Dia Mundial do Rock com o lançamento do álbum Aponte Para o Amor. Este é o segundo disco de estúdio da banda e traz 12 faixas de estilos como o rock nacional, pop, MPB, faixas instrumentais e um remix. Com um repertório autoral, a banda mostra que é possível mesclar uma sonoridade moderna com letras inspiradoras e melodias que grudam no ouvido sem soar clichê. “Cada verso, cada melodia, cada arranjo desse álbum foi feito com muito amor. Aponte Para o Amor é uma ponte que nos transporta para um universo difícil de encontrar nos charts musicais de hoje em dia. Apontando para um futuro que se faz cada vez mais presente, provando que música pop pode sim ser edificante e inspiradora”, conta Luccas Trevisani, vocal, piano, violão e guitarra da banda. A faixa de destaque do álbum é a inédita Grão (escrita por Luccas Trevisani e Mateus Cristovão) que traz um rock nacional com sonoridade moderna. “Esse single tem uma letra inspiradora e muita energia, fazendo jus ao estilo musical que se celebra no Brasil inteiro todo dia 13 de julho”, comenta. A música chega acompanhada de videoclipe. O álbum conta com 12 faixas, são elas: Aponte Para O Amor; Grão; Coração; É amando que se aprende; Algo Me diz; Quem nunca?; Desfechos que não fecham; Sonhos; Recomeço; Se Eu Morasse em Você e Deixa Ela Voar – Remix. A banda Balara surgiu para o público no início de 2018 após ter sido descoberta pelo produtor Lamps (Lampadinha), vencedor de cinco Latin Grammys. Os integrantes intitulam o gênero musical da banda santista como “pop inspirador”, visto que o intuito do grupo é transmitir mensagens inspiradoras e edificantes em suas músicas. Formada por Daniel Debski (guitarra e backing vocal), Danilo Almeida (bateria) e Luccas Trevisani (vocal, piano, violão e guitarra), em quatro anos de carreira, a banda foi contemplada com dois prêmios internacionais na Espanha: “Melhor Mensagem Social em Videoclipe Musical” e “Melhor Produção em Videoclipe Musical” no renomado Festival de Cinema Prémios Latino com o single Guarde na Mente.
The Faim revela segundo álbum de estúdio; ouça Talk Talk

O The Faim disponibilizou seu segundo álbum, Talk Talk, em todas as plataformas digitais, na última sexta-feira (8). Gravado entre Los Angeles, Melbourne e Perth, The Faim trabalhou com os produtores Zakk Cervini (Yungblud), Erik Ron (Panic! At the Disco), e Matthew Pauling (5SOS) para mostrar sua gama de estilos e tons. O álbum inclui as faixas The Hills e Me Because of You, ambos subindo nas paradas de rádio internacionais junto com a faixa-foco Flowers, uma faixa pop rock otimista que mostra as personalidades por trás de cada um dos membros da banda através de seu instrumento.
Mulamba alça novos voos no intenso segundo disco, Será Só Aos Ares

Será Só Aos Ares é o novo álbum do grupo Mulamba. Desde sempre cantando as complexidades e lutas do cotidiano, a banda mostra um outro lado da sua sonoridade, incorporando elementos da música brasileira à potência do rock que guiou seu primeiro e aclamado disco homônimo. Agora, o segundo trabalho amadurece estética e sonoramente a canção de artistas que têm muito a dizer e fazem da sua arte uma oportunidade de provocar e resistir. O lançamento do álbum em todas as plataformas digitais é do selo PWR Records. Será Só Aos Ares é um respiro. O segundo álbum de inéditas da Mulamba surge a partir de fluxos internos, ao entender a importância de olhar para si, redescobrir as próprias raízes e se permitir descansar. A proposta é perceber a leveza e o deslocamento que o ar propicia. O título é um palíndromo, uma palavra ou frase que mantém o mesmo sentido quando lida de trás pra frente. “É uma libertação que estamos tentando alcançar ao fazer música. É a música feita com tempo, que acontece quando olhamos para dentro e nos permitimos ouvir o silêncio enquanto todo mundo espera o nosso grito”, como definem as artistas. Com 12 faixas, o disco expressa identidades musicais diferentes, trazendo uma presença mais marcante de ritmos brasileiros. A concepção foi influenciada por diversas manifestações culturais originadas na diáspora africana. A intenção foi propor um resgate estético, revisitando a sonoridade das décadas de 1990 e 2000 e somando linguagens contemporâneas. Além da estabilidade do orgânico, das peles, das cordas, dos instrumentos de sopro e da voz, a banda abraça os elementos eletrônicos com os beats, os synths, os efeitos e as texturas sintéticas. A obra tem produção musical de Érica Silva e Leo Gumiero; e conta com a participação de artistas renomados e expoentes da nova safra nacional: Luedji Luna, Kaê Guajajara e BNegão. Embora busque a calmaria em um mergulho interno, Mulamba faz de suas canções um manifesto. Cada faixa evoca a realidade brasileira e, em Será Só Aos Ares, isso não seria diferente. Sem pedir licença para cantar seu prazer (Phoda, Lascívia), elas também se despedem dos relacionamentos tóxicos (Samba pra nunca mais), denunciam a falta de acesso à saúde (Pachorra do dotô), a prece materna que teme o destino dos filhos num país violento (Mãe do corre, Bença), a morte das florestas, dos animais e do povo indígena (Bagatela, Barriga de peixe) e a perseguição a quem ousa questionar os padrões (Levante). Sem deixar de abordar as lutas diárias, o grupo convida a respirar para alçar novos voos.
Journey lança Freedom, primeiro álbum de inéditas em 11 anos

A banda Journey lançou Freedom, seu primeiro álbum de inéditas em 11 anos. Explosivo e pensado para palcos e arenas com a conexão com o público que é referência na história do grupo, o álbum é um lançamento BMG. Freedom se torna o 15º registro de estúdio do Journey e marca o retorno da banda desde Eclipse, de 2011. Além do tecladista e compositor Jonathan Cain e do vocalista Arnel Pineda, mais um membro foi recrutado para a gravação – o baixista Randy Jackson. Ele havia tocado no álbum Raised on Radio (1986). Essa é mais uma página para uma carreira com mais de 100 milhões de álbuns vendidos, clássicos imortais – Don’t Stop Believin é a música com mais downloads da história – e presença no Hall da Fama do Rock n’ Roll.