Charlie Puth lança o aguardado álbum “Charlie”; ouça!

O cantor Charlie Puth lançou o terceiro álbum de estúdio, Charlie, via Atlantic Records, uma distribuição nacional Warner Music Brasil. Neste álbum, produzido inteiramente por Puth, o artista revela todos os lados de sua personalidade, além de quebrar regras e expressar sua vulnerabilidade, confiança e senso de humor pela primeira vez em sua carreira. O projeto é acompanhado pelo clipe de Loser. Dirigido por Phillip R. Lopez, Puth assume todas as personalidades de um velho faroeste de Hollywood, até que ele é levado ao limite. O tão esperado álbum é a vitrine mais autêntica de Puth até hoje. “Faço isso há oito anos, mas Charlie finalmente sou eu”, diz Puth. “Por muito tempo, eu estava tentando ser ‘o cara legal’, mas isso era um pedaço de vidro embaçado na frente do mundo. Agora, o vidro está quebrado. Não há janela. Você pode chegar direto.” Ao longo do álbum, Puth infunde momentos de humor em narrativas honestas, selecionadas de experiências com sua vida e relacionamentos nos últimos anos. Como resultado de sua vulnerabilidade e autenticidade, ele confessa: “essa é sonoramente minha personalidade. O álbum acabou sendo o corpo de trabalho mais pessoal. É como se o som se transformasse em um ser físico”. Embora seus fãs tenham tido um vislumbre em primeira mão do próximo projeto via TikTok, Puth lança 12 faixas e mostra a evolução de Charlie, abrindo com a cativante e emocional That’s Hilarious, co-escrita com o colaborador de longa data JKash. Mais sobre Charlie Apresentando seu single de sucesso Light Switch, Puth mostrou o álbum com um respingo, com o single ganhando ouro em menos de seis meses e provando porque ele é um dos hitmakers mais consistentes da indústria hoje. Faixas adicionais incluem sua colaboração de sucesso Left and Right (feat. Jung Kook do BTS), que serviu como a maior estreia de Puth nas paradas, com mais de 400 milhões de streams e 214 milhões de visualizações de vídeo; o gênero Smells Like Me, pop moderno com sintetizador dos anos 1980, além de I Don’t Think That I Like Her, com Travis Barker na bateria . Liricamente conectando a progressão sonora do álbum com novas faixas como Loser e There’s A First Time For Everything, Puth pinta uma tela expansiva de auto-realização. Fechando com No More Drama, ele encerra a história com o entendimento. “Estou tão feliz por finalmente ter percebido que estou melhor sem você”, pontuado por seu registro hipnótico.

Com show agendado no Brasil, Slipknot lança álbum The End, So Far

Com show agendado no Brasil em dezembro, o Slipknot lançou o álbum The End, So Far, na sexta-feira (30), com 12 faixas inéditas. O disco deve compor parte do repertório do grupo dentro do Knotfest, em São Paulo. Produzido por Slipknot e Joe Barresi, The End, So Far apresenta os singles The Dying Song (Time To Sing) e Yen, ambos com vídeos musicais impressionantes dirigidos pelo próprio M. Shawn ‘clown’ Crahan, além de The Chapeltown Rag. O novo disco segue o amplamente celebrado álbum de 2019 do Slipknot, We Are Not Your Kind, que marcou o terceiro #1 consecutivo da banda na Billboard 200 global, incluindo o Reino Unido, Austrália, Canadá e México.

Com passagem marcada para o Brasil, Pixies lança álbum Doggerel

A icônica banda Pixies lançou seu oitavo álbum de estúdio, Doggerel. O disco caminha entre os extremos sonoros que marcam a carreira do Pixies, só que dessa vez eles mostram uma faceta mais sombria e madura ao lado de melodias pop e momentos folk. A produção é dividida entre Tom Dalgety (Royal Blood, Ghost) e o guitarrista e vocalista Black Francis. “Estamos tentando fazer coisas muito grandes, ousadas e orquestradas. O material punk, eu realmente gosto de tocar, mas você simplesmente não pode criar artificialmente. Há outra maneira de fazer isso, há outras coisas que podemos fazer com essa energia extra que estamos encontrando”, reflete Black Francis. “Desta vez nós crescemos. Não temos mais músicas com menos de dois minutos. Temos pequenas pausas, arranjos mais convencionais, mas ainda nossas reviravoltas”, complementa o guitarrista Joey Santiago. Além dele e de Francis, a banda é formada pelo baterista David Lovering e pela baixista Paz Lenchantin. Em outubro, pouco após o lançamento do álbum, o Pixies chega ao Brasil para um show no Rio de Janeiro e um em São Paulo, como co-headliners do Popload Festival. Ainda há ingressos disponíveis para o Popload Festival. Os interessados podem acessar o site da Tickets For Fun. Os preços variam entre R$ 264,00 e R$ 1.080. Ouça Doggerel, novo álbum do Pixies

Incrível! Mulamba recria álbum “Será Só Aos Ares” em libras

Depois de lançar mais um álbum elogiado, Será Só Aos Ares, a banda Mulamba tornou suas canções ainda mais impactantes com maior acessibilidade às suas narrativas. No Setembro Azul, mês da conscientização sobre a visibilidade da comunidade surda, as artistas revelaram nove visualizers com tradução em libras, já disponíveis no canal de YouTube do grupo. Os novos vídeos se unem a Bença, que já havia ganhado um visualizer com tradução acessível em abril, quando o single – um feat com Luedji Luna – foi lançado. Agora, Mulamba reafirma seu compromisso com uma música diversa e inclusiva. Todo o conteúdo foi traduzido e coordenado por Jonatas Rodrigues Medeiros, da Fluindo Libras, uma produtora cultural bilíngue de arte surda e estúdio de tradução audiovisual. Cerca de metade dos intérpretes que aparecem nos visualizers são surdos. “A importância é a de juntar o máximo possível de almas numa mesma intenção, a intenção de comunicar. A importância de agregar a diversidade é urgente e necessária para que a sociedade ‘normativa’ entenda que no mais somos todes diferentes”, explica Cacau de Sá. Além dela, a banda é formada por Amanda Pacífico, Érica Silva, Caro Pisco, Fer Koppe e Naíra Debértolis. O lançamento dos vídeos amplia o impacto de Será Só Aos Ares, segundo disco da Mulamba. Desde sempre cantando as complexidades e lutas do cotidiano, a banda mostra um outro lado da sua sonoridade, incorporando elementos da música brasileira à potência do rock que guiou seu primeiro e aclamado álbum homônimo. Agora, as novas canções amadurecem estética e sonoramente a atuação de artistas que têm muito a dizer e fazem da sua arte uma oportunidade de provocar e resistir. Exemplo disso é a iniciativa de transformar quase todas as canções do novo disco em narrativas acessíveis. O lançamento dos visualizers em setembro mostra a importância de uma sociedade mais inclusiva, somando à pauta do mês que inclui o Dia Mundial da Língua de Sinais (10/09), o Dia Internacional da Língua de Sinais (23/09), o Dia Nacional dos Surdos (26/09) e o Dia Internacional do Surdo e Dia Internacional da Tradução e do Tradutor/Intérprete (30/09). “Na língua de sinais, o álbum Será Só Aos Ares recebe corpo, imagens e desenhos performáticos. A Libras é uma língua que explicita o que quer mostrar. As performances surdas que co-traduzem as faixas não são a tradução da letra, mas sim a tradução do corpo, sentimento, ritmo e ação do que cada palavra cantada evoca. Na língua de sinais, corpo é texto, imagem, performance, ritmo e melodia. É suavidade e fúria. A música sinalizada é expressão facial, expressão corporal, ritmo da pulsão dos sinais, explosão de dedos, encontro de braços, olhares rápidos, expressões ágeis, marcantes, mãos e seguras da imagem que se sustenta no corpo”, resume o coordenador do projeto, Jonatas Rodrigues Medeiros. Os vídeos estão disponíveis no canal de YouTube da banda, e o álbum, nas principais plataformas, através do selo PWR Records. Representatividade importa Fluindo Libras é uma produtora cultural bilíngue de arte surda e estúdio de tradução audiovisual em Libras. A equipe de intérpretes, tradutores, artistas e produtores ouvintes e surdos atuam no cenário teatral, audiovisual e literário, traduzindo e produzindo conteúdo artístico em Libras. A produtora circula em diversas estéticas surdas, bilíngue e bicultural, propondo uma olhar atravessado pelos saberes surdos e o traduzir como espaço de transformação.

Após sete anos, Tulipa Ruiz lança álbum Habilidades Extraordinárias

Para sobreviver nos dias atuais, as pessoas precisam ser extremamente engenhosas, resistentes, hábeis. Rompendo um jejum de sete anos, Tulipa Ruiz lançou nesta sexta-feira (23), em todas as plataformas digitais, o álbum Habilidades Extraordinárias, seu novo disco com composições inéditas. Como diz Tulipa, “Habilidades Extraordinárias é um disco pós confinamento, com os hematomas e as dores decorrentes de tanta violência social, política, ambiental, nos relacionamentos, trabalhista. Um disco que tenta expurgar o agora, cultivando a coragem em meio a tanta falta de estímulo. Sobre estar viva e presente, sobre renascer a cada dia. Não é à toa que está chegando no primeiro dia de primavera. Sinto que carrego um cajado comigo – literalmente ganhei um de presente, achado nas montanhas de Minas Gerais – que me abre os caminhos e me traz equilíbrio em meio a tantos atravessamentos e desvios.” Habilidades Extraordinárias, quinto álbum de Tulipa, a exemplo dos premiados Efêmera (2010), Tudo Tanto (2012), Dancê (2015) e TU (2017), também foi produzido por Gustavo Ruiz, guitarrista e parceiro de várias músicas do repertório da cantora. O álbum, gravado no Estúdio Brocal, de Tulipa e Gustavo, é cercado de cuidados especiais, começando pela captação analógica. “Decidimos gravar o disco na fita ao invés de computador. Utilizamos um gravador Tascam de 8 canais em ½ polegada. O teste definitivo foi Samaúma, a primeira música gravada que norteou a sonoridade do disco”, diz Gustavo.

Vanguart lança Oceano Rubi, álbum de estúdio com sete faixas inéditas

Uma das bandas mais importantes da cena independente nacional, o Vanguart lançou o álbum Oceano Rubi, completando uma jornada iniciada em Intervenção Lunar (2021). Ambos foram gravados no mesmo período, em meio à pandemia, mas cada um representa um momento e, assim, Oceano Rubi traz uma continuação de uma narrativa iniciada no álbum anterior. Se antes as canções anunciavam uma mudança emocional, desta vez a vida já parece ter se modificado na via sentimental, com partidas e chegadas, encontros e despedidas. O Que Eu Vou Levar Quando Eu For, primeiro single, toca no tema do Alzheimer, com abordagem delicada e paciente. Amorosidade revive a esperança pós-pandêmica com versos como “O carnaval já vai chegar / e os seus amores / saltam de tanta vontade / de tirar os pés do chão / pra ser feliz mais vezes”. A faixa-título, Oceano Rubi, narra a confissão da chegada de uma nova pessoa na vida de um casal e de todas as modificações que isto irá causar. Ao fim do álbum, Fogo-fátuo leva o ouvinte em uma viagem por regiões do Brasil e sutilmente afirma que a presença pode ser algo relativo, portanto, perene. Oceano Rubi foi gravado no estúdio 12 Dólares em São Paulo entre 2020 e 2021, foi produzido pela banda e por Fabio Pinczowski e é um lançamento da gravadora Deck.

Incrível Der Baum lança terceiro álbum de estúdio; ouça!

Com nove anos de trajetória musical, diferentes formações e performances magnéticas, a banda Der Baum lançou seu terceiro disco cheio, autointitulado, nesta sexta-feira (23), em todas as plataformas de streaming. Passando pelo post punk, new wave, synthwave e industrial, o álbum carrega o espírito faça você mesmo desde a produção assinada pelo próprio grupo. Depois de mostrar The Architecture of the City, que traz à tona a levada de música concreta que orientou a fase inaugural da banda, We already live in the future, Veronika Robótika, Guarujá Nights e DB93, Der Baum se volta a sua fase mais pessoal com o novo trabalho. Der Baum, ou “A Árvore” em alemão, foi formada em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, maior polo industrial do país a partir da década de 1950. Dali eclodiram os movimentos sindicais, a consciência de classe e, musicalmente, o punk à brasileira. Nesse contexto, a banda – atualmente um trio composto por Fernanda Gamarano (guitarra e vocais), Ian Veiga (teclas e vocais) e Cesar Neves (bateria e vocais) – moldou sua estética própria, que vai da Europa oitentista à América Latina futurista em letras que transitam entre o inglês e o português. Em seu novo disco, estão realmente íntimos. Composição e arranjos foram produzidos pelo trio.Tudo captado no incrível Estúdio BTG pela engenheira de som e mixagem Gabi Lima (Far From Alaska). A masterização foi feita por Katia Dotto. Sobre o conceito, a banda solta que se trata de “uma viagem pelos sentimentos, dúvidas, frustrações e descobertas que passamos durante os últimos anos”. Sonoramente, as referências oitentistas estão ainda mais presentes, de uma forma integrada e contemporânea: “mais pop, indie e dançante”. Destaque para a eletrizante faixa Dreamers in the night, que ganhou videoclipe lançado conjuntamente com o disco. A banda volta aos palcos no dia 7 de outubro, apresentando Der Baum no Sesc Av. Paulista. Em sua fase mais performática, contando com figurino customizado pela estilista Fernanda Cerantola, projeções e cenas de clipes e animações complementares ao disco. Der Baum é um lançamento viabilizado pelo edital ProAc n.º 16/2021 – Música/ Gravação. Realização Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – ProAc. Apoio: Inova com Cultura.

Scalene apresenta novas possibilidades para o último álbum L A B I R I N T O

Uma obra nunca está acabada e já virou tradição para o Scalene lançar desdobramentos dos seus álbuns de estúdio. Este movimento, inclusive, passou a ser esperado pelos fãs da banda. Seis meses após apresentar o disco L A B I R I N T O, o grupo disponibilizou nos aplicativos de streaming de áudio o que preferiu chamar de “expansão” do seu mais recente trabalho. Em L A B I R I N T O, Gustavo Bertoni (vocal e guitarra), Tomás Bertoni (guitarra) e Lucas Furtado (baixo) propõem uma ordem diferente para a tracklist, além de incluírem três faixas inéditas à expansão. São elas: ANTI-HERÓI, PENDULAR e MERGULHO. Esta última ganhou um videoclipe no canal de YouTube da banda. “Quando você acha a saída de um labirinto, você pode entrar em outro ainda maior, mais difícil e complexo. Parte da narrativa é essa, além da ideia do desapego da ordem das faixas”, comenta Tomás Bertoni. “O caminho é aberto pelas canções inéditas e é seguido pelas outras músicas rearranjadas, tudo como um reflexo da jornada de autoconhecimento do grupo, que, agora, se encara no espelho por diferentes pontos de vista”, ele complementa. ANTI-HERÓI, PENDULAR e MERGULHO foram escritas no mesmo momento em que surgiram as faixas de LABIRINTO, entre o meio de 2019 e o início de 2021. “Isso dá uma perspectiva muito legal. É muito interessante ouvir o disco de trás pra frente com essa expansão de três novas faixas. A gente encerra falando o que a gente começou falando. Quem topar entrar nessa pira com a gente pode ter percepções e reflexões bem legais e experiências maneiras, auditiva e mental”, finaliza Tomás.

Bom humor e protesto voltam ao rock com Antonio Vieira e Seus Nascimentos

Um rock pulsante, que dialoga com o seu tempo, é o que move Antonio Vieira e seus Nascimentos, projeto capitaneado pelo cantor, compositor e multi instrumentista Max Nascimento. O lançamento do primeiro álbum, Contemporaneidade, é um convite a se reconectar com o lado sarcástico e bem humorado, ácido e pungente do rock n’ roll, dialogando com temas atuais em nove canções irreverentes. Antonio Vieira e seus Nascimentos faz um mergulho na poética e na estética do rock n’ roll, indo da psicodelia ao indie, com inspiração na música orgânica dos anos 60 e 70 para criar canções atemporais. Incorporando elementos circenses e bom humor nas letras “aristotéticas e sarcásticas”, como define Max, o projeto usa do DNA contestador do rock para desafiar as expectativas e trazer um olhar crítico e atual. Essa identidade foi apresentada pelo single Contemporaneidade, uma amostra da irreverência de Antonio Vieira e seus Nascimentos que ecoa às melhores canções de Raul Seixas. O primeiro disco apresenta a musicalidade que Max Nascimento vem construindo ao longo de mais de uma década. Natural de Belo Horizonte, ele começou seu despertar para a música ao herdar um violão e uma guitarra após a morte de seu irmão. Desde 2008 compõe canções de cunho social e, em 2014, se aproximou mais desse universo como instrutor de música na Fiemg, onde esteve por cinco anos à frente de projetos e apresentações diversas. Max também atua no projeto musico-educacional Undversos, uma escola de música virtual que integra as diversas modalidades populares e eruditas. Em 2020, iniciou a composição das canções que viriam a se tornar o álbum Contemporaneidade. A pessoalidade e a personalidade do músico estão presentes em cada acorde do disco. Não por acaso, Antonio Vieira são os outros dois sobrenomes de Max Nascimento, que dá o título ao projeto. No entanto, o compositor não está sozinho nessa. O álbum contou com participação de Jorge Continentino (Norah Jones, Roberta Sá, Gilberto Gil, Jorge Ben, Adriana Calcanhoto), além dos produtores musicais Marcelinho Guerra, na canção Contemporaneidade, e Bruno Medeiros, nas outras oito canções. O disco ainda contou com um time de músicos renomados: Felipe Continentino e Ricardo Linassi nas baterias; Cristiano Caldas e Bruno Medeiros no acordeom e teclados; Marcelinho Guerra, Jonatah Cardoso e Egberto Brant nas guitarras e baixos; Diogo Gomes e Marlon Sette nos trompetes e trombones; Jorge Continentino nos arranjos, saxofones alto e tenor, clarinete, flauta transversal e piccolo. Partindo de uma perspectiva pessoal para dialogar com temas universais e atuais, Max faz de Antonio Vieira e Seus Nascimentos um renascer para a música e a arte, e um caminho de volta para o que nos torna mais humanos – inclusive o bom humor.