Sheryl Crow celebra 30 anos de carreira com álbum ao vivo cheio de hits

Queridinha dos anos 1990, a cantora Sheryl Crow lançou nesta sexta-feira (13) o álbum Live From The Ryman And More. Ela celebra sua ilustre carreira, que se estende por quase três décadas, mas também inclui algumas versões cover cuidadosamente selecionadas de algumas de suas faixas favoritas. O disco foi gravado em um período de cinco noites no Ryman, no Newport Jazz Festival, e no ACE Theatre, em Los Angeles. “Quando eu estava fazendo o álbum só queria poder ter novas experiências com pessoas que amo. Eu amo o que eles fazem e são eles que me inspiram a continuar”, disse Sheryl sobre o novo trabalho. Entre as canções mais esperadas está a versão ao vivo do mega hit If It Makes You Happy, que foi lançado originalmente em 1996. Com 26 músicas, o álbum Live From The Ryman And More traz ainda as participações de Brandi Carlile, Emmylou Harris, Jason Isbell, Lucius, Maren Morris, Natalie Hemby, Amanda Shires e Stevie Nicks, que tornam esse trabalho ainda mais especial.

The Wandering Hearts, enfim, lança álbum autointitulado

A banda folk inglesa The Wandering Hearts lançou seu tão aguardado e autointitulado segundo álbum, junto a um novo clipe de On Our Way. Rico em harmonias vocais lindamente elaboradas, reflexão de rock enraizado e composições com toques de folk, o álbum é o culminar de uma longa jornada durante a qual o mundo inteiro mudou. O projeto começou em 2019 com sessões de escrita em seu estúdio em Hackney, antes de seguirem para Catskills para gravar com os produtores Simone Felice (The Lumineers) e David Baron. Os toques finais vieram no início de 2020, quando colaboraram com Marty Stuart em Dreams na Cash Cabin em Hendersonville, Tennessee. Sobre o disco, The Wandering Hearts comentou sobre a emoção de colocar para audição depois de tanto tempo. “Não podemos acreditar que finalmente chegou a hora! Nosso álbum está disponível agora e estamos muito orgulhosos dele. Estamos muito felizes que ele esteja no mundo para que todos possam ouvir.” O resultado é um disco vivaz que celebra a vida, novos começos e brilhando em um mundo cada vez mais escuro. Notavelmente, suas canções adquiriram uma nova relevância desde que foram escritas, com temas sinceros sobre os poderes da positividade, da comunidade e sempre buscando lutar contra nossos problemas. É uma qualidade que prevalece especialmente no single atual On Our Way, com a letra central We’re on our way now, this broken moment is a fracture in time (estamos no nosso caminho agora, este momento quebrado é uma fratura no tempo) resumindo perfeitamente onde o mundo está agora. The Wandering Hearts está pronto para compensar o tempo perdido com uma extensa turnê em um futuro próximo. A In Harmony: An Intimate Tour deste mês é a primeira em aproximadamente dois anos e está quase totalmente esgotada. Eles então farão os maiores shows de sua carreira até o momento com a On Our Way UK Tour 2022 em maio próximo. Os destaques da turnê anterior incluíram se tornar a primeira banda britânica a fazer sua estreia nos EUA no icônico Ryman Auditorium de Nashville e, em seguida, tocar no Grand Ole Opry na mesma semana, bem como shows como suporte para Tom Petty, Lukas Nelson e Justin Townes Earle.

Luz: Canzone traz mensagem de esperança em novo álbum

Canzone - Luz

Todos passam por momentos turbulentos e difíceis em algum momento da vida. E para enfrentá-los, é preciso ter força e esperança. Este é o tema do segundo álbum da Canzone. Intitulado Luz, o disco conta com oito faixas que se remetem principalmente à sonoridade do emocore. O repertório inclui as canções Verde, Fantasista, Aposta, Naufrágio, Ir, Interferências e Claridade, além de uma faixa instrumental de abertura.  Anteriormente, em 2016, a banda lançou o disco Labirinto com uma veia mais ácida no que diz respeito ao instrumental, que trazia elementos de hardcore. Agora, o duo que é atualmente formado pelo vocalista e guitarrista Lucas Arruda e pelo baterista Otávio Dutra amadurece à medida que também se inspira em nomes como The 1975, The Japanese House e American Football. As sessões de gravação ocorreram no Studio Digital, em Bagé (RS). Lucas e Otávio produziram o álbum com o suporte do produtor Roger Dutra e dos ex-membros Augusto Dutra e Marcos Pereira, que respectivamente gravaram linhas de guitarra e baixo. Na oportunidade, ainda contaram com o tecladista de apoio, Igor Sousa. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de Elias Sodré. Para o vocalista, Luz é uma espécie de mensagem de apoio para as pessoas. “É sobre caminhar em direção daquilo que nos faz vibrar e lutar pelos nossos sonhos.  Todas as canções, de alguma forma, falam sobre o quanto precisamos ter isso em mente para enfrentar os períodos sombrios”, frisou Lucas. 

Bem-vindo ao Clube, álbum novo de Day, chega ao streaming

“É sobre uma jovem sonhadora que é testada pela realidade ao seu redor e pelas suas autossabotagens. É sobre se frustrar, mas também sobre se manter em pé”. Em resumo, é assim que Day apresenta seu novo álbum, Bem-vindo ao Clube. Aliás, com 12 faixas, sendo uma delas uma parceria com Lucas Silveira, vocalista da Fresno, o novo projeto da cantora acaba de chegar a todos os aplicativos de música. Encabeçado pelo single Clube dos Sonhos Frustrados – composição de Day, Tiê Castro e Los Brasileiros, Bem-Vindo ao Clube acompanha a jornada de alguém tentando entender os movimentos de altos e baixos, de amores e desamores, de começos e finais; da vida como ela é. Todas as 12 faixas trazem histórias vividas pela cantora antes e depois de se assumir LGBT, além dos novos sentimentos trazidos pela pandemia, sonhos e frustrações de diferentes momentos de sua vida. Além de Clube dos Sonhos Frustrados que inspirou todo o álbum e inclusive seu nome, outra canção que promete se destacar é Isso não é Amor com Lucas Silveira, única parceria do projeto. Para quem é indicado o Bem-vindo ao Clube “Acho que talvez o álbum esteja um pouco mais pessimista do que eu gostaria, até porque, foi um álbum produzido em meio a uma pandemia sobre momentos caóticos que já passei em minha vida. Revivi antigas e vivi novas frustrações durante o processo e isso tornou tudo MUITO mais intenso. O álbum é tudo que eu precisava botar pra fora, basicamente. Me expresso dessa forma para poder inspirar outras pessoas a se expressarem também. Agora, com tudo pronto, mais do que nunca eu só quero me conectar com o público”. “Pesquisas mostram que jovens brasileiros de 15 a 29 anos – maior parte dos meus fãs – se encontram mais tristes, pobres e preocupados, então espero que ouvindo essas músicas se sintam inspirados, amados, compreendidos, e que não se sintam sozinhos”. Day As novas sonoridades também traduzem esses sentimentos controversos presentes nas canções. Com referências do pop, pop punk, punk rock, rock, emocore, trap e rap, o álbum cria quase que um estilo musical próprio. Em resumo, algo como Pop Emo. “Tudo que as pessoas viram e ouviram de mim faz parte da minha verdadeira essência. Me redescubro todos os dias. Isso é o que tenho dentro de mim hoje, o que quero hoje, o que sinto que preciso fazer hoje. Tenho dificuldade de me aprisionar e de me limitar em qualquer sentido da vida, e musicalmente não seria diferente. Hoje, me vejo como infinitas possibilidades e quero poder me sentir livre pra viver testando cada uma delas sempre quando quiser”, completa a cantora.

Look For The Good, com versões ska de Jason Mraz, chega ao streaming

O cantor Jason Mraz lançou, em todas as plataformas digitais, a edição deluxe de seu mais recente álbum Look For The Good. Essa edição inclui as tão conhecidas músicas Make It Mine, I’m Yours e Lucky (feat. Emily King) na versão reggae/ska, além de trazer três faixas inéditas. Uma delas é Be Where Your Feet Are – uma música feliz e alto astral com uma mensagem de positividade, entregue do melhor jeito Jason Mraz de ser. No fim de julho, Mraz dará início à turnê Look For The Good Live! em Austin, no Texas, com sua banda de reggae de 13 integrantes. Antecipando as datas, Jason Mraz lançou uma versão ska de sua faixa vencedora do Grammy Make It Mine. Em resumo, foi a primeira música de uma série de clássicos do Mraz repensados, que ele vem compartilhando antes do início da turnê. Os clássicos atualizados e algumas canções novas farão parte de uma reedição deluxe de Look For The Good, em 16 de julho. Look For The Good, lançado em junho do ano passado, conta com participações de convidados especiais, como a atriz e comediante Tiffany Haddish e a estrela do reggae Sister Carol. Por fim, Jason Mraz anunciou no dia do lançamento do álbum que todos os lucros do álbum, incluindo o adiantamento de sua gravadora e os royalties subsequentes, seriam doados para ONGs que promovem oportunidades e igualdade para vidas negras.

Amaro Freitas se consolida como revelação do jazz nacional no disco Sankofa

O artista pernambucano Amaro Freitas, divulgou na última sexta-feira (25), o seu terceiro disco de estúdio, intitulado Sankofa. Aliás, já chega como um dos melhores discos da temporada. “Em Sankofa, trabalhei para tentar entender meus ancestrais, meu lugar, minha história como homem negro. A história dos povos originários, das diversas etnias que ocuparam este território, de como somos plurais. O Brasil não nos disse a verdade sobre o Brasil”, conta. Ademais, Amaro se consolida ainda mais com uma das maiores revelações do jazz nacional com o lançamento do novo álbum. Em síntese, Sankofa, símbolo Adinkra dos povos acã, da África Ocidental, representa um pássaro com a cabeça voltada para trás. Contudo, quando se deparou com o símbolo em uma bata à venda em uma feira africana no Harlem, em Nova York, compreendeu a importância do significado. Então, Amaro fez dele o conceito fundamental do disco. Contudo, como todos os álbuns do pernambucano, Sankofa levou cerca de três anos para ser feito. Em resumo, com o trio passando oito horas por dia, quatro dias por semana no estúdio. “Valorizamos o processo criativo. Sabemos que leva tempo para chegar a um lugar diferente, para entendê-lo e traduzi-lo. É dedicação, disciplina e sabedoria. Meses se passam e as ideias começam a se encaixar. O tempo é o mais importante. Não podemos chegar aonde queremos sem ele. Tenho o desejo de dizer às gerações futuras: vamos desacelerar, vamos nos dar mais tempo, vamos fazer coisas mais profundas. Vamos parar de nadar na superfície, vamos mergulhar”, diz Amaro Freitas. Em resumo, o trabalho conta com a colaboração de Jean Elton (baixo) e Hugo Medeiros (bateria), que formam o Amaro Freitas Trio desde seu início.

Danilovers, banda de punk rock de Sampa, lança álbum “Para Poucos”

Para Poucos, primeiro trabalho completo dos Danilovers, enfim, chegou ao streaming. Em resumo, o álbum conta com dez faixas autorais que falam sobre a vida noturna, rolês, amores e amizade. Ele foi gravado em 2020 no Estúdio V8, por Denis Gomes, e mostra um amadurecimento da banda em relação aos seus lançamentos prévios. Trabalhando nos sons desde 2016, a banda conseguiu incorporar muitos elementos de outros estilos no seu som. Aliás, influências dos sons jamaicanos em Garota do Laptop Curte Ska, presente na primeira demo dos Danilovers e regravada com uma nova roupagem, inclusive, com a inserção de alguns metais. O disco conta também com a gravação da música Classe Média Falida, um som escrito por Fernando Hound para a banda paulista Fox Hound. A banda também teve a participação do guitarrista Adaílton “China”, da banda Demock PRS, que trouxe seus arranjos para a música Becos Escuros. Por fim, o disco encerra com a instrumental Osasco, que brinca com as histórias que a banda já teve na cidade da Grande São Paulo, lar do guitarrista Luca. Por fim, o lançamento faz um questionamento sobre a ideia de se produzir um álbum atualmente. Para Poucos além de estar disponível em todas as plataformas digitais, também sairá no formato físico, com um trabalho focado no encarte, que contará com artes do baterista Eduardo Vidiabos.

Após cinco anos, Garbage libera disco de inéditas. Ouça “No Gods No Masters”

Um dos principais nomes de rock dos últimos 30 anos, o Garbage lançou seu primeiro trabalho de inéditas em cinco anos, No Gods No Masters. Em resumo, o álbum é incisivo e politizado e casa com as bandeiras que a banda levanta nos palcos e fora deles desde o início. O título No Gods No Masters vem de uma expressão anarquista, ligada à libertação pessoal de viver “sem deuses ou mestres” que chegou aos EUA no início do século passado e se tornou uma das bases para o movimento feminista americano. Em síntese, o disco passa por críticas ao materialismo, ao individualismo, racismo e sexismo, além de se inspirar nas convulsões sociais e lutas políticas por direitos humanos na América Latina. “Esse é o nosso sétimo disco e esse número e seus múltiplos significados afetaram o DNA do conteúdo do trabalho. As sete virtudes, as sete dores da religião, os sete pecados capitais. Foi nosso modo de tentar achar algum sentido nessa loucura que é o mundo e esse caos sem limites que nos metemos”. Shirley Manson, vocalista do Garbage Além de Shirley, o Garbage conta as guitarras e baixos de Duke Erikson, as guitarras e teclados de Steve Marker e as baterias de Butch Vig. Contudo, desde sua fundação, em 1993, o grupo acumula 25 milhões de discos vendidos em todo mundo e verdadeiros hinos geracionais como Only Happy When It Rains, Push It e I Think I’m Paranoid. Covers e participações em No Gods No Masters O lançamento marca uma nova página na sua história e foi produzido pela banda com o colaborador de longa data Billy Bush. Aliás, o disco chega às plataformas em uma edição dupla reunindo uma série de singles e compactos que o Garbage tem lançado nos últimos anos. Entre os destaques estão a versão para Starman, de David Bowie, e Because the Night, de Patti Smith (com a banda Screaming Females).

Céu surpreende fãs com acústico repleto de sucessos

Depois de estrear em grande estilo com a Warner ao lançar o remix de O Golpe Tá Aí, Céu brindou os fãs com um álbum acústico. Acústico, com 15 faixas, chegou nesta sexta-feira (11), em todas as plataformas digitais, como um verdadeiro presente para o público. Contudo, o material faz ainda aquecimento para um álbum de regravações em versões inéditas que está sendo preparado pela artista. Aliás, tem previsão de estreia para o segundo semestre deste ano. Enaltecendo o trabalho, que tem raízes e influências da MPB, samba, jazz e R&B, Céu imprime todo o poder vocal em sucessos. Em suma, o disco inclui versões de Vira Lata, Amor Pixelado, Varanda Suspensa e Chegar em Mim.