Segunda parte de projeto de Amy Winehouse na BBC chega ao streaming

A segunda parte do projeto Amy Winehouse At The BBC, de Amy Winehouse, chegou às plataformas de streaming nesta sexta-feira (2). Em resumo, traz as músicas Take The Box, gravada durante o Mercury Prize em 2004, Rehab e Just Friends. Aliás, o álbum completo tem lançamento previsto para 7 de maio. Em síntese, é uma coleção de muitas performances notáveis por indiscutivelmente uma das maiores e mais genuínas artista a surgir na música britânica em décadas. Pela primeira vez, este lançamento atualizado oferece versões apenas de áudio das canções apresentadas em A Tribute To Amy Winehouse de Jools Holland e BBC One Sessions Live at Porchester Hall, sendo que grande parte dessas faixas é inédita nos serviços de música digital. Ademais, o álbum ainda inclui as primeiras sessões de Amy na BBC Radio. São músicas de suas primeiras apresentações na TV, bem como joias inéditas, raridades e covers exclusivos. Também há espaço para versões ao vivo de canções clássicas dos álbuns Frank e Back To Black. Anteriormente, a primeira parte trouxe Stronger Than Me, Tears Dry On Their Own e You Know I’m No Good. Muitas das canções presentes em At The BBC podem ser encontradas no YouTube ou na plataforma de vídeos da BBC. São apresentações memoráveis da cantora.

Keane revela preciosidade com o álbum “Live at Largo”, gravado em 2008

Nesta sexta-feira (2), o Keane liberou um presente para os fãs, o álbum ao vivo Live At Largo, recentemente mixado pelo baixista Jesse Quin. Em resumo, um registro para matar saudade dos clássicos repaginados. Gravado originalmente em 2008, o disco conta com dez faixas do show acústico intimista da banda em um dos clubes mais lendários de Los Angeles. Aliás, Jon Brion, que produziu You Haven’t Told Me Anything on Perfect Symmetry, juntou-se à banda no palco para uma noite inesquecível de música. Posteriormente, depois de assistir às fitas por anos, o Keane finalmente decidiu lançar, pela primeira vez, as gravações como um presente para seus fãs.

Safra Sativa: ouça álbum de estreia do F.Snipes

Nesta sexta-feira (2), F.Snipes lançou o álbum Safra Sativa. Em síntese, o primeiro álbum do projeto de Felipe Medeiros traz dez faixas lançadas nos EP’s Sol e Satori, além da inédita Feliz Mundo Novo. “A letra de Feliz Mundo Novo aborda o auto-descobrimento e evolução através da atenção plena a pequenos detalhes presentes no nosso dia a dia”, comenta Felipe. Safra Sativa é um convite aos amantes do punk rock melódico. Em resumo, o álbum traz melodias radiofônicas e carrega forte influência da cena punk rock dos anos 1990, especialmente de nomes como Green Day, Rancid e Descendents. Aliás, as letras vêm com mensagens positivas, que promovem a reflexão sobre igualdade de gênero e respeito à diversidade. Gravado no Hill Valley Studios, em Porto Alegre, e no Brisa Studios, em Miami, Safra Sativa foi produzido por Davi Pacote. O álbum conta com as participações especiais de Henrike Baliú (Armada/Blind Pigs) e Paulo Rocker (Gramofocas) na faixa Manifesto. O projeto F.Snipes nasceu durante a pandemia quando Felipe Medeiros, artista multidisciplinar pernambucano radicado em Miami (EUA), voltou a se conectar com a música. Contudo, Felipe tem um longo histórico na cena punk rock/hardcore brasileira, atuando como músico, produtor e agitador cultural. Ademais, F.Snipes logo ganhou grande repercussão na cena brasileira e mundial, com participação em coletâneas nos EUA e Europa e destaque em playlists do mundo todo. Cristiano Suarez, artista que ganhou projeção com o cartaz realizado para a turnê brasileira do Dead Kennedys, é o autor da capa.

Quase quatro anos depois, Death From Above 1979 retorna com tudo

O duo de dance punk canadense Death From Above 1979 está de volta após anos com um novo álbum completo de estúdio. Is 4 Lovers conta com dez faixas e traz a sonoridade impactante do duo, como se ouve em You’re A Woman, I’m A Machine, de 2004. Em suma, o disco foi totalmente produzido pelo duo, dando espaço para a liberdade criativa e muito espaço para reflexão. O clima político atual influencia fortemente o álbum, como se percebe nas faixas Modern Guy e N.Y.C. Power Elite, Part 1, que são bastante diretas em suas mensagens. Aliás, o disco ainda traz o já apresentado single One + One, com sua mistura perfeita de riffs de hiper rock e a energia das pistas de dança. Formado por Sebastien Grainger e Jesse F. Keeler, o Death From Above é um duo que segue apresentando sua pioneira musicalidade.

Going To Sin City: Ícone do Hard Rock, Thunder divulga novo single

A banda Thunder disponibilizou nesta sexta-feira (15), o singe Going To Sin City. Ademais, a faixa é o segundo trecho divulgado do disco All The Right Noises. Formado em 1989, o grupo é até hoje lembrado como os verdadeiros gigantes do hard rock inglês. Ademais, All The Right Noises será o 13º trabalho em estúdio do grupo. O projeto será lançado ainda este ano.

Passenger lança álbum para os bêbados de corações partidos

O cantor e compositor Passenger (Mike Rosenberg) lançou o aguardado Songs for the Drunk and Broken Hearted, álbum composto por personagens bêbados e de corações partidos, com faixas que foram criadas por Rosenberg quando ele ficou recentemente solteiro. O álbum estava originalmente planejado para maio de 2020, mas quando a pandemia virou o mundo de cabeça para baixo, Rosenberg chegou a decisão que o álbum ainda não estava completo afinal. Algumas músicas não pareciam mais fazer tanto sentido e foram retiradas. Aliás, três novas canções foram adicionadas, incluindo a abertura do álbum Sword from the Stone, que ele escreveu durante a quarentena e a apresentou pela primeira vez durante uma de suas YouTube Isolation Sessions no começo do ano. Passenger recentemente lançou uma trilogia de músicas acompanhadas por clipes para introduzir ao público diferentes personagens de seu universo de bêbados com corações partidos. A série começou com A Song for the Drunk and Broken Hearted, que se passa em um bar quase vazio, com apenas algumas pessoas afogando mágoas. Em seguida, veio Suzanne, que coloca em foco uma mulher mais velha sentada sozinha refletindo sobre o tempo que passou. Posteriormente, foi a vez de Remember To Forget, que é sobre o homem que bebeu demais e se recusa a aceitar que a noite acabou. Enquanto não pode viajar com sua turnê, Passenger convida fãs para uma tarde intimista no Royal Albert Hall em Londres. Ele fará uma apresentação de uma gravação exclusiva que será transmitida neste domingo (10), às 23h (horário de Brasília). Ingressos podem ser adquiridos aqui.

Kosmovoid, o krautrock caiçara com cara de trilha sonora de filme de ficção

De tempos em tempos, o cenário musical da Baixada Santista nos surpreende com novidades sonoras. É assim desde os anos 1970, quando o Recordando o Vale das Maçãs marcou época, enquanto Vulcano e Harry chamaram a atenção do mercado europeu na década seguinte. E nem tínhamos Spotify e YouTube para facilitar o alcance a outros países. A boa nova da vez é o Kosmovoid, que transporta o ouvinte para uma viagem pelo mundo com canções “climatizadas”. Com trabalho instrumental de alto nível, a banda parece ter sido criada para fazer trilhas sonoras de filmes cult, de ficção científica e até ação. Impressionante! Formado no ano passado, o grupo não perdeu tempo durante a pandemia e finalizou um material rico que havia sido gravado entre o fim de 2019 e o início de 2020. Em resumo, todo esse conteúdo foi dividido em dois álbuns: Crisálida e Escapismo, com um total de 22 faixas. A divisão dos álbuns “Tínhamos muito material quando entramos em estúdio, em 2019. Durante o processo que foi até fevereiro deste ano, ainda gravamos extras, encerrados às pressas com a explosão da pandemia. Com toda essa loucura de covid-19 e o mundo de pernas para o ar, o sentimento de dúvida de quando iríamos tocar ao vivo nos inspirou a escolher essa estratégia kamikaze de lançar o disco de estreia duplo”, comenta Edu Pereira, sintetizador, guitarrista e vocalista. “As faixas de Crisálida traduzem as fases de transição, nossa transmutação musical e linguagem artística, e se comunica com Escapismo no sentido que antes gestando, no casulo, agora transformado ele tem N possibilidades e liberdade para explorar mundos musicais de estilos distintos e sem regras”, completa Edu. A banda, por sinal, começou como um duo: Eduardo e Enrico Bagnato (bateria, percussão), que já são parceiros na música de longa data. Ambos eram integrantes, anteriormente, da seminal shoegaze guitar band A Sea of Leaves. Em seu início, a Kosmovoid optou por uma formação mais enxuta. Porém, ao longo das gravações e colaborações, Marcelo Garcia (baixo e guitarra barítono), acabou se tornando um membro honorário. O álbum também contou com Mateus Novaes (Erudite Stoner), que já destacamos no Blog n’ Roll, com contribuições no processo de composição e participações especiais na guitarra em algumas das músicas, e Robert Silva, com um spoken-word na faixa Ugatz. Influências Para os já iniciados nas vertentes exploradas pelo Kosmovoid, certamente influências de Tangerine Dream, Kraftwerk, Can, Dead Can Dance, Goblin, Mogwai e John Zorn ficarão mais perceptíveis. Tendo o experimentalismo como seu norte, o Kosmovoid explora gêneros como o krautrock alemão, “kosmisches Musik”/ música cósmica dos anos 70 e a transgressão do rock pós-industrial e gothic das décadas de 1970 e 1980, e estabelece uma comunicação desses gêneros com o minimalismo da música drone e ambient, além de estilos contemporâneos como o post-rock, e shoegaze. “Nossa música traz uma experiência diferente ao ouvinte. Por ser uma banda instrumental, os temas trabalham muito com o imagético, é muito audiovisual, são como trilhas sonoras de filmes. Esse tom cinemático evoca sentimentos de melancolia e poesia, paisagens distópicas e desoladoras, um amalgama de mitologia e folclore de diferentes culturas. É uma viagem cósmica e visitas a mundos desconhecidos”. Repercussão internacional Eduardo conta que a repercussão com os álbuns do Kosmovoid tem sido ótima. “Além do feedback direto que recebemos de fora e dentro do Brasil por meio de nossas mídias sociais e Bandcamp, também tivemos a sorte do nosso selo, Dissenso Records, ser capitaneado pela experiente dupla Erick Cruxen e Muriel Curi, ambos da banda Labirinto. Eles possuem muitos contatos com blogs europeus e americanos. Dessa forma, conseguimos obter ótimas resenhas prévias ao lançamento”.

Artistas trans recriam último álbum de Alanis Morissette

A cantora Alanis Morissette lançou o EP Such Pretty Forks In The Mix nesta sexta-feira (11). Em resumo, o registro foi criado por um grupo diverso, trans-inclusivo e totalmente feminino de artistas que reimaginou o último álbum de Alanis. Lançado em julho passado, Such Pretty Forks In The Road marcou o retorno da canadense ao topo da parada de álbuns de rock da Billboard. Ademais, já ganhou mais de 40 milhões de streams até o momento. Such Pretty Forks In The Mix traz remixes de Lauren Faith, MUNA, Girlpool, Muhsinah, Eris Drew e MNDR. Além dos remixes, o EP também inclui duas gravações inéditas de Smiling e Reasons I Drink. Em suma, ambas as faixas foram gravadas ao vivo em março de 2020, no show Live from London’s O2 Shepherd’s Bush Empire, em Londres. Aliás, uma parte dos lucros do EP será direcionada para a Safe Place International, organização com foco em ajudar refugiados LGBT na Turquia e na Grécia.