No Fun At All e Authority Zero anunciam turnê conjunta pelo Brasil

Os suecos do No Fun At All se unem aos norte-americanos do Authority Zero para uma turnê explosiva que passará pelo Brasil com cinco datas confirmadas entre o final de setembro e o início de outubro de 2026. Os shows acontecem em Porto Alegre (RS), Cricíuma (SC),Florianópolis (SC), Curitiba (PR) e São Paulo (SP). Os ingressos já estão à venda na 101 Tickets. No Fun At All Surgido em 1993 na pequena cidade de Skinnskatteberg, na Suécia, o No Fun At All (nome que brinca com as bandas Sex Pistols e Sick Of It All) foi um dos grandes responsáveis pela explosão do punk e hardcore sueco que invadiu o mundo nos anos 90. Acelerando riffs e refrões melódicos em clássicos absolutos como os álbuns No Straight Angles (1994) e Out Of Bounds (1995), a banda provou que o punk europeu tinha força de sobra para bater de frente com a cena da Califórnia. Hoje, o grupo liderado por Micke Danielsson é uma verdadeira máquina de matar nos palcos, entregando shows frenéticos e nostálgicos. Authority Zero Para deixar o pacote ainda mais imperdível, o Authority Zero desembarca no Brasil celebrando nada menos que 30 anos de estrada. Liderados por Jason DeVore, a banda do Arizona aproveitará a turnê para divulgar seu mais recente EP, 30 Years: Speaking to the Youth. Escrito e gravado no calor do Arizona, o novo trabalho reflete sobre a jornada da vida e a importância de lutar pelo que se acredita. “É essencialmente sobre acreditar em si mesmo e lutar pelo que você crê. É a gente conversando com nós mesmos quando éramos crianças e com as gerações futuras” explica DeVore. 🎫 Serviço: Turnê NFAA + Authority Zero no Brasil (2026) Ingressos: As vendas para todas as datas no Brasil já estão abertas através da plataforma [101 Tickets].

Hirax confirma turnê pelo Brasil em julho com dez shows

Formado em 1984 no sul da Califórnia, o Hirax retorna ao Brasil em julho para uma nova série de apresentações. A turnê, realizada pela Xaninho Discos em parceria com a Caveira Velha, passará por dez cidades brasileiras entre os dias 3 e 18, incluindo as capitais Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Liderada desde o início pelo vocalista Katon W. De Pena, a banda surgiu no mesmo circuito underground que revelou nomes como Metallica, Slayer e Exodus, quando o thrash metal ainda consolidava sua identidade nos Estados Unidos. Desde então, o Hirax construiu uma trajetória marcada pela fidelidade ao estilo e pela reputação sólida dentro do metal extremo. Os primeiros lançamentos ajudaram a estabelecer esse status. O álbum de estreia Raging Violence, de 1985, e o EP Hate, Fear and Power, lançado no ano seguinte pela Metal Blade Records, se tornaram cultuados entre fãs de thrash e speed metal. Em 2025, a banda lançou Faster Than Death, celebrando quatro décadas de atividade. A história do grupo também se cruza com momentos importantes do underground. O Hirax participou da coletânea Metal Massacre VI com a faixa “Bombs of Death”, uma das vitrines mais relevantes para bandas de metal nos anos 1980. O grupo também aparece em Anglican Scrape Attic, apontado pela própria banda como o primeiro lançamento da Earache Records e que contava com o Hirax como único representante norte-americano. Nos palcos, a reputação segue intacta. Resenhas recentes da imprensa especializada destacam apresentações intensas, repertório que mistura clássicos com material recente e a forte presença de palco de Katon W. De Pena. Mesmo em sets mais curtos, o grupo costuma ser descrito como uma atração capaz de dominar o palco com energia de headliner. Na discografia, Raging Violence ainda é lembrado pela agressividade direta e pelas músicas curtas e velozes, enquanto Immortal Legacy, de 2014, foi apontado pela crítica como um trabalho que resgata com convicção o espírito do thrash dos anos 1980. Já o recente Faster Than Death reforça essa permanência, mantendo a sonoridade old school que acompanha o Hirax desde sua origem. Com quatro décadas de estrada e um catálogo respeitado dentro do metal underground, o retorno da banda ao Brasil reforça a conexão duradoura do Hirax com o público local. Serviço 03/07 • Belo Horizonte/MG — Caverna04/07 • Rio de Janeiro/RJ — Areninha Hermeto Pascoal05/07 • São Paulo/SP — local a ser anunciado 07/07 • Ponta Grossa/PR — Capivaras BarIngressos: https://101tickets.com.br/events/details/Hirax-em-Ponta-Grossa 08/07 • Curitiba/PR — BasementIngressos: https://101tickets.com.br/events/details/Hirax-em-Curitiba 09/07 • Florianópolis/SC — Célula ShowcaseIngressos: https://101tickets.com.br/events/details/Hirax-em-Florianopolis 10/07 • Porto Alegre/RS — Espaço MarinIngressos: https://101tickets.com.br/events/details/Hirax-em-Porto-Alegre 11/07 • Belém/PA — Teatro GasômetroIngressos: https://101tickets.com.br/events/details/Hirax-em-Belem 13/07 • Macapá/AP — programação do Dia Mundial do Rock 18/07 • Limeira/SP — Mirage

Entrevista | Pennywise – “Muitas pessoas usam Bro Hymn em funerais e nem precisa ser punk para se conectar com ela”

A edição de 2026 da We Are One Tour chega à América do Sul com o Pennywise como um de seus grandes protagonistas. Referência absoluta do skate punk e do hardcore melódico desde os anos 1990, a banda californiana lidera a turnê ao lado do Millencolin e Mute em uma sequência de shows que passa por cinco cidades brasileiras após iniciar a rota em Santiago e Buenos Aires. Em São Paulo, a procura foi tão grande que a primeira apresentação esgotou em apenas três dias, levando ao anúncio de uma data extra na Audio, no dia 31 de março. O line-up ainda conta com a banda paulistana The Mönic na abertura. O Pennywise ainda retorna em maio para o Porão do Rock em Brasília. Formado em 1988 em Hermosa Beach, na Califórnia, o Pennywise se consolidou como uma das forças do skate punk nos anos 1990, ao lado de nomes como Bad Religion, NOFX e The Offspring. Com riffs rápidos, refrões feitos para o coro coletivo e letras que misturam atitude positiva e crítica social, o grupo construiu uma carreira de mais de três décadas. A formação atual reúne Jim Lindberg (vocal), Fletcher Dragge (guitarra), Byron McMackin (bateria) e Randy Bradbury (baixo). Antes da passagem pelo país, o guitarrista Fletcher Dragge conversou com o Blog n’ Roll sobre a evolução do Pennywise desde os primeiros shows em festas de quintal na Califórnia, comentou o peso político do clássico “Fuck Authority” no atual cenário dos Estados Unidos e relembrou o impacto de “Bro Hymn”, homenagem ao baixista Jason Thirsk que se transformou em um dos maiores hinos do punk. A entrevista encerra a série especial do Blog n’ Roll com os headliners da We Are One Tour 2026. Anteriormente falamos com o Mute e o Millencolin. Pennywise tem mais de três décadas de história. Como você vê a evolução da banda de Hermosa Beach para palcos ao redor do mundo? Uau! Sim, muita história. Obviamente começamos em Hermosa Beach, uma pequena cidade da Califórnia. Surfávamos, nadávamos e o punk rock chegou por volta de 1979, 1980. Tínhamos bandas como Black Flag, Red Cross, Descendents e Circle Jerks tocando na nossa cidade, muitas vezes em festas de quintal. Crescer vendo essas bandas nos primeiros anos da nossa adolescência foi muito legal. Quando começamos o Pennywise, também tocávamos em festas de quintal. Depois fomos tocar no Arizona, depois em Tijuana. Ai lançamos nosso disco e alguém disse para irmos para a Europa. Então fomos para a Europa, depois para a Austrália e para a América do Sul. Foi tudo muito rápido, né? Foi louco perceber que nossa música estava indo para fora de Los Angeles. Quando começamos a ver fãs em lugares como Brasil, América do Sul, Austrália, Europa e Japão, graças à Epitaph Records e a bandas como Bad Religion abrindo caminho, foi surreal. Pensar que alguém no Brasil estava ouvindo um disco do Pennywise e dizendo “vocês precisam vir tocar aqui”. Demorou muito tempo para chegarmos ao Brasil, e eu nunca fiquei feliz com essa demora. Sempre havia planos, mas a vida acontecia. Quando finalmente fomos, foi incrível. As pessoas sabiam todas as letras, estavam enlouquecidas. Isso mostra o quanto a música é poderosa. É, o Brasil é muito intenso nos shows… Exatamente. E eu sempre falo que às vezes você pergunta a um garoto qual é sua banda favorita e ele responde Slayer. Aí você pergunta quem é o vice-presidente dos Estados Unidos e ele não sabe. Muitas vezes a música é mais importante para os jovens do que política ou escola. As bandas se tornam parte da identidade deles. Então ter influência no mundo todo, inclusive no Brasil, e ouvir pessoas dizendo que a música ajudou em momentos difíceis da vida, é algo enorme. Quando alguém diz que estava passando por um momento muito duro e que um disco do Pennywise ajudou a seguir em frente, isso é uma evolução gigantesca para nós como músicos. É uma honra saber que pessoas em todo o mundo se conectam com o que fazemos. Vocês sempre trouxeram política para a música. Como é ter o hino “Fuck Authority” em um cenário atual de tendências autoritárias nos Estados Unidos? É incrível, porque você pode subir ao palco e dizer “foda-se essa administração, foda-se Trump, foda-se o ICE” e tocar “Fuck Authority”. O público sabe exatamente o que fazer. Essa música foi escrita sobre um sistema policial abusivo em Los Angeles que estava envolvido em corrupção, assassinatos e tráfico de drogas. Quando isso veio à tona, foi a inspiração para a música. Todos ajudaram a escrever, mas a ideia começou ali. No fim das contas, todos têm alguém abusando de autoridade. Pode ser polícia, pais, professores ou governo. Muitas pessoas usam o poder que têm para explorar os outros, e é disso que a música fala. Agora, com o que está acontecendo nos Estados Unidos, a música parece ainda mais relevante. É como “Killing in the Name”, do Rage Against the Machine. Essas músicas continuam importantes porque sempre haverá pessoas lutando contra abuso de poder. Realmente é muito atual, minha irmã também mora na Califórnia e ela está bem preocupada com a atuação do ICE. Olha, eles falam sobre pegar criminosos e estupradores e toda essa merda. Primeiro de tudo, nem todos são criminosos e nem todos são estupradores. É assim que o Trump tenta classificar todo mundo e isso é besteira. Ninguém vai reclamar se você pegar criminosos. Mas quando você pega o cara que trabalha na construção, o cara que trabalha no restaurante, as mulheres que trabalham em hotéis ou os caras que trabalham no campo, aí estamos falando de pessoas muito trabalhadoras. Eu cresci na construção civil e metade dos trabalhadores comigo eram indocumentados. E eles eram as melhores pessoas: ótimos pais de família, pessoas muito honestas. São trabalhadores muito fortes. Atacar essas pessoas na rua é doentio. É simplesmente doentio. É fascista. Se você vier na minha casa, bater na minha porta usando máscara e sem identificação, vai ter

Entrevista | Kadavar – “Eu só quero ser um som. Não quero ser um personagem público. Prefiro apenas ser um som”

O Kadavar retorna ao Brasil neste mês trazendo no setlist seus dois últimos álbuns lançados no ano passado. Será show único no país, dia 21, no Carioca Club em São Paulo. A realização é da Agência Sobcontrole. Os ingressos estão à venda no Clube do Ingresso. Formada em Berlim em 2010, a banda alemã construiu uma trajetória marcada pelo resgate da estética do rock setentista, combinando riffs pesados, psicodelia e uma abordagem fortemente inspirada na gravação analógica. Com o passar dos anos, porém, o grupo ampliou seu alcance sonoro, incorporando novas texturas e explorando caminhos mais experimentais dentro do rock. Ao longo de mais de uma década de carreira, o Kadavar passou de uma promessa da cena stoner e retrô para um nome consolidado no circuito internacional. Álbuns como Abra Kadavar e Berlin ajudaram a definir a identidade inicial da banda, enquanto trabalhos mais recentes mostram um grupo disposto a expandir suas referências e testar novas direções criativas. Essa evolução também aparece no palco, onde o quarteto costuma equilibrar peso, psicodelia e longas improvisações. Em conversa com o Blog n’ Roll, o guitarrista Jascha Kreft e o baixista Simon Bouteloup falaram sobre o processo que levou à criação de dois discos em sequência, a origem da frase “I Just Want To Be A Sound” e a relação da banda com redes sociais e algoritmos. Acaba de completar quatro meses desde o lançamento do último álbum. Como foi a recepção do público até agora? Foi a reação que vocês esperavam enquanto gravavam o álbum? JASCHA KREFT: Nós estávamos em uma situação muito oportuna de trazer esse álbum com a gente em uma turnê antes do seu verdadeiro lançamento. Tocamos muitas músicas ao vivo, então foi muito legal experimentá-las dessa forma e ver as pessoas segurando o álbum nas mãos antes mesmo de ele estar oficialmente disponível. E eu acho que o público também ficou feliz em levar para casa algo que ainda não estava disponível nos serviços de streaming. Quando vocês perceberam que tinham material suficiente para dois discos diferentes? E por que decidiram lançar separadamente em vez de fazer um álbum duplo? JASCHA KREFT: Nós terminamos o álbum I Just Want To Be A Sound, que levou bastante tempo. Acho que algo como um ano e meio, ou dois anos, trabalhando nela quase constantemente. Depois disso, a máquina da criatividade começou a funcionar e sentimos vontade de continuar. Estávamos em um momento em que ainda havia algumas músicas que sobraram das sessões de I Just Want To Be A Sound. Ao mesmo tempo, continuávamos gravando por conta própria e ficamos surpresos com o quão fluido o processo estava. Então chegamos a um ponto em que percebemos que estávamos praticamente terminando outro álbum. Também tivemos a sorte de ter o apoio do nosso selo para fazer algo assim, o que nem sempre é comum. Eu estou aqui com o autor da frase “I Just Want To Be A Sound”. Essa frase é muito poderosa. Quando ela surgiu e quando você percebeu que poderia virar o título de um álbum? SIMON BOUTELOUP: Acho que essa frase apareceu cerca de dez anos atrás. Um antigo baterista me perguntou por que eu não estava nas redes sociais. E ainda não estou. Eu disse a ele diretamente que, se pudesse escolher, preferiria não estar. Eu só quero ser um som. Não quero ser um personagem público. Prefiro apenas ser um som. Então foi assim que surgiu. Durante o processo do álbum, ela apareceu novamente e naquele momento simplesmente ressoou com todos nós e com o que queríamos fazer com o disco. Ela apareceu dessa forma e todos concordamos com a ideia de que primeiro seria uma música e depois um tema para o álbum. Tem uma frase parecida do Jaron Lanier, que trabalha na Microsoft. Ele disse: “Eu evito as redes sociais assim como evito as drogas”. SIMON BOUTELOUP: Essa é boa. Sim, é verdade. Também pode ser muito viciante. Hoje muitos artistas pensam primeiro em singles e playlists antes de pensar em um álbum. Para vocês, o formato do álbum ainda é essencial para contar uma história? JASCHA KREFT: Definitivamente. Eu acho que escolher qual música será um single ou não é algo secundário. Primeiro existe o álbum, e tudo vem depois. Para nós isso é algo muito natural. Também não fazemos edições de singles para aumentar as chances de entrar em playlists. A maioria dos nossos singles ainda tem quatro minutos ou mais. E, na maioria das vezes, os algoritmos não gostam muito disso. A banda começou muito associada ao revival do rock dos anos 70. Em que momento vocês perceberam que precisavam ir além dessa identidade? JASCHA KREFT: Eu não acho que precisávamos necessariamente ir além disso. A banda também poderia ter continuado fazendo isso e alguns fãs ficariam felizes. Talvez outros fãs também gostassem de ouvir o mesmo álbum repetidamente. Falando sobre o público de rock, ele costuma reagir muito quando uma banda muda de som. Como foi lidar com a recepção de fãs mais conservadores durante essa evolução? JASCHA KREFT: Acho que sempre estivemos muito conscientes de que isso poderia acontecer e de que alguns fãs mais conservadores talvez não gostassem. E acho que isso também é completamente normal. Obviamente você acaba vendo algumas reações ou comentários. Mas eu acho que não há razão para ser rude ou muito agressivo. Às vezes isso acontece, mas faz parte. A última visita da banda ao Brasil foi em 2018. Nessa nova turnê, o setlist vai misturar material clássico com músicas recentes, certo? Vocês podem dar algum spoiler sobre o que os fãs brasileiros podem esperar? SIMON BOUTELOUP: Nós sempre tentamos incorporar todos as fases da banda no setlist, especialmente quando temos tempo para isso. Em um show completo você consegue desenvolver um pouco mais toda a discografia. Com certeza vamos tocar algumas músicas novas, talvez cinco ou seis, mas também as antigas e algumas coisas mais psicodélicas. JASCHA KREFT: Também temos uma versão de 15 minutos de Purple Sage, que fecha o

Amorphis anuncia três shows no Brasil em outubro

Celebrando uma das fases mais ambiciosas e expansivas de sua carreira, a instituição finlandesa do metal Amorphis confirmou três apresentações no Brasil em outubro de 2026. Os shows fazem parte da turnê mundial que promove Borderland, álbum de estúdio lançado pelo grupo em 2025. O itinerário da banda pelo país passará pelas seguintes capitais: Era “Borderland” e a mitologia nórdica Famoso por sua fusão impecável de metal melódico com paisagens sonoras progressivas, o Amorphis consolidou uma nova e poderosa etapa artística com Borderland. Concebida para traduzir todo o universo lírico e pesado do disco para os palcos, a nova turnê aposta em uma experiência ao vivo absurdamente imersiva. Os fãs podem esperar por ambientações visuais inspiradas na mitologia, na natureza e na melancolia nórdica. O setlist promete ser um presente para os fãs de longa data, equilibrando os clássicos absolutos de uma carreira que já ultrapassa três décadas com os arranjos expandidos das composições mais recentes. Conexão com o Brasil Não é segredo para ninguém que o Amorphis possui uma relação fortíssima com o público brasileiro. Construída ao longo de décadas de turnês regulares e presenças constantes em grandes festivais, a afinidade musical da banda encontrou no Brasil um dos mercados mais fiéis e receptivos do mundo para o metal progressivo e melódico. 🎫 Serviço: Amorphis no Brasil A realização é da Bangers Open Air com produção da Honorsounds. Garanta o seu ingresso nos links oficiais: 📍 Curitiba (PR) 📍 Belo Horizonte (MG) 📍 São Paulo (SP)

Drowning Pool traz o peso do nu metal para três datas no Brasil

A banda Drowning Pool, um dos nomes mais representativos do nu metal desde o início dos anos 2000, confirmou uma turnê pela América Latina em maio de 2026, com três apresentações no Brasil, reforçando a permanência do estilo que dominou rádios, MTV e a cultura pop no início do milênio. Formada em Dallas, no Texas, em 1996, a Drowning Pool alcançou projeção mundial com o álbum Sinner, lançado em 2001. O disco apresentou ao mundo a faixa Bodies, que rapidamente se transformou em um hino do Nu Metal, recebendo certificação de platina nos Estados Unidos e se tornando presença constante em arenas esportivas e eventos de grande porte. Desde então, a banda manteve uma trajetória consistente, atravessando mudanças de formação e consolidando uma base fiel de fãs ao redor do mundo. Na América Latina, a turnê começa em 20 de maio, em Bogotá, na Colômbia, e segue por outros países até desembarcar no Brasil no fim do mês. Por aqui, os shows acontecem no dia 29 de maio, no Mister Rock, em Belo Horizonte; no dia 30 de maio, no Carioca Club, em São Paulo; e no dia 31 de maio, no Tork n’ Roll, em Curitiba. A realização da turnê é da Vênus Concerts, com produção local em São Paulo da ND Productions e Powerline. Em todas as datas na América Latina, a banda paulista Válvera participa como atração de abertura. O grupo vem promovendo o álbum Unleashed Fury, trabalho que combina elementos do thrash metal tradicional com uma abordagem contemporânea. Com um repertório que deve passear pelos principais momentos da carreira, a Drowning Pool retorna ao país apostando na força de clássicos que ajudaram a moldar o nu metal e mantêm o público em sintonia duas décadas depois do auge do gênero. Serviço Drowning Pool no Brasil29 de maio – Mister Rock – Belo HorizonteIngressos: ingressomaster.com/evento/56/drowning-pool-south-american-2026 30 de maio – Carioca Club – São PauloIngressos: fastix.com.br/events/drowning-pool-eua-em-sao-paulo 31 de maio – Tork n’ Roll – CuritibaIngressos: ingressomaster.com/evento/55/drowning-pool-south-american-2026

Banda inglesa Shame retorna ao Brasil em junho

O quinteto inglês Shame retorna ao Brasil em data única, apresentando um repertório inédito, com canções de seu novo álbum Cutthroat, além de sucessos de seus três discos anteriores. O show acontece no dia 20 de junho, sábado, no Cine Joia, em São Paulo. Essa será a terceira visita da banda ao país desde 2019, após uma série de shows esgotados, gerando imenso buzz pelas performances marcantes do grupo, liderado pelo intenso e carismático vocalista Charlie Steen. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, nos setores Pista e Camarote. Para quem deseja comprar sem taxa de conveniência, o Takkø Café é o ponto de venda físico oficial, no bairro Vila Buarque. Confira os dias e horários de funcionamento do estabelecimento. O show é uma produção da Balaclava. Considerados um dos principais nomes que trouxeram à tona a sonoridade punk do Reino Unido, ao lado de IDLES, Fontaines D.C e High Vis, o Shame segue expandindo seu público e consolidando sua reputação como uma banda que transforma inquietação em catarse coletiva. Formado no sul de Londres em meados da década de 2010, o grupo rapidamente chamou atenção pela energia crua de suas apresentações ao vivo e por uma abordagem visceral que dialoga com a tradição pós-punk britânica, mas com identidade própria. Desde os primeiros lançamentos, construíram uma trajetória marcada por urgência política, inquietação geracional e uma entrega performática explosiva. Seu álbum de estreia, Songs of Praise (2018), marcou a essência do pós-punk inglês e trouxe clássicos elementos do britpop, soando Stone Roses e The Fall ao mesmo tempo, com um som direto, barulhento e provocador. Drunk Tank Pink (2021) já mostra uma enorme evolução do quinteto, soando mais grandioso e ambicioso, sob produção de James Ford. Aqui, as referências principais foram Gang of Four, Talking Heads, ESG e Talk Talk. No terceiro disco, Food for Worms (2023), a banda aprofundou sua exploração emocional, equilibrando agressividade e vulnerabilidade com maior sofisticação instrumental. Agora, com o lançamento de Cutthroat (2025), Shame reafirma sua capacidade de evolução sem abrir mão da própria essência. O novo trabalho apresenta sonoridade ainda mais afiada e expansiva, em temas como alienação, ambição, frustração e sobrevivência emocional em tempos de instabilidade social.  Lampião é uma das faixas que evidenciam o interesse da banda por imagens fortes e personagens simbólicos, além da conexão evidente dos integrantes com o Brasil. O título evoca imediatamente a figura histórica do cangaceiro brasileiro Virgulino Ferreira da Silva, associado a narrativas de rebeldia, violência e mito popular. Na canção, essa referência funciona mais como símbolo do que como retrato biográfico: a ideia de marginalidade, confronto com estruturas de poder e sobrevivência em ambientes hostis. Ainda na casa dos vinte anos, os cinco amigos de infância, Charlie Steen, os guitarristas Sean Coyle-Smith e Eddie Green, o baixista Josh Finerty e o baterista Charlie Forbes – evoluíram exponencialmente, com ideias sonoras ambiciosas e habilidade técnica para executá-las. * Balaclava apresenta: Shame (UK) em São Paulo  Data: 20 de Junho de 2026, sábado Local: Cine Joia Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Horários: Portas 20h / Show 21h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos: https://ingresse.com/shame-sp

O Grilo anuncia a turnê comemorativa “Você (Ainda) Não Sabe de Nada”

Parece que foi ontem, mas o disco que consolidou o nome da banda O Grilo no cenário nacional está completando meia década. Para celebrar esse marco, o grupo acaba de anunciar a turnê nacional Você (Ainda) Não Sabe de Nada. Lançado originalmente em um período de retomada dos palcos após a pandemia, o álbum Você Não Sabe de Nada apresentou a banda a um público muito mais amplo. A repercussão do hit Serenata Existencialista gerou um crescimento rápido de público e rendeu apresentações emblemáticas, incluindo um show inesquecível no Cine Joia (São Paulo) que reuniu mais de mil pessoas. Celebração para todos os fãs da banda O Grilo A nova série de shows foi pensada tanto para quem acompanha O Grilo desde os primeiros ensaios quanto para os novos ouvintes que chegaram após o aclamado disco Tudo Acontece Agora. “O disco não será tocado na ordem, mas todas as músicas irão fazer parte do repertório. Resolvemos intercalar as faixas do Você Não Sabe De Nada com outras de diferentes momentos da nossa carreira”, explica o vocalista Pedro. “Esse álbum tem um lugar muito importante na história da banda e poder revisitar esse momento tanto sonora quanto esteticamente será inesquecível.” O frontman também fez questão de exaltar o papel do público na construção dessa trajetória: “Só nos tornamos o que somos por causa dos nossos fãs. Esse show será uma celebração de um disco que deixou de ser só nosso faz 5 anos. Ele é de todo mundo que guarda essas 13 músicas dentro de si”, celebra. 🎸 Rota da turnê e o retorno ao Cine Joia A turnê passará por 14 cidades brasileiras de maio a agosto de 2026. Um dos pontos altos será o retorno catártico ao Cine Joia, em São Paulo, no dia 30 de maio. 📅 Agenda completa: Turnê “Você (Ainda) Não Sabe de Nada” Data Cidade Local 17/05 Curitiba (PR) Tork’n’ Roll 23/05 Porto Alegre (RS) Opinião 30/05 São Paulo (SP) Cine Joia 05/06 Goiânia (GO) Martim Cerere 06/06 Brasília (DF) Infinu 14/06 Belo Horizonte (MG) Distrital 19/07 Florianópolis (SC) John Bull 26/07 Fortaleza (CE) Valentina 07/08 Manaus (AM) Teatro Manauara 09/08 Belém (PA) Teatro do Gasômetro 21/08 Maceió (AL) Rexbar 22/08 Recife (PE) Estelita 23/08 Natal (RN) Whiskritorio 29/08 Campinas (SP) Brasuca

Chococorn and The Sugarcanes lança álbum e anuncia mega turnê com parada em Santos

A banda Chococorn and The Sugarcanes, originária de Santa Bárbara d’Oeste (SP), acaba de anunciar o passo mais ambicioso de sua carreira até aqui: o lançamento do segundo álbum de estúdio, Todos Os Cães Merecem o Céu, e uma turnê massiva com mais de 50 shows pelo Brasil, Argentina e Uruguai. O novo disco chega a todas as plataformas digitais no dia 9 de março. A banda, formada por Alexandre Luz (bateria), Filipe Bachin (guitarra base), Pedro Guerreiro (guitarra solo) e Pietro Sartori (baixo), transita com maestria entre o midwest emo, o rock alternativo, o pop e o indie. Amadurecimento e experimentação sonora do Chococorn and The Sugarcanes Em atividade desde 2021, o Chococorn and The Sugarcanes vem de uma crescente impressionante. Apenas no ano passado, com o álbum Siamês, eles percorreram 14 mil quilômetros em 12 estados, tocando em palcos lendários do underground como Hangar 110 (SP) e Audio Rebel (RJ). Todos Os Cães Merecem o Céu chega para expandir essa sonoridade. O álbum combina sintetizadores, experimentações rítmicas e misturas de gêneros para abordar temas existenciais de uma geração imersa nas tensões do século 21: transformações pessoais, questões ambientais, gentilezas perdidas e luto, sempre equilibrando o melodrama característico do emo com mensagens de esperança. 🎸 ChocoTour 2026 chega a Santos! A banda desembarca em Santos no dia 27 de março (sexta-feira), para um show intimista e intenso no Espaço 14, contando com a abertura da banda Capote. 📅 Agenda completa: ChocoTour 2026 Confira por onde a banda vai passar nos próximos meses: Data Cidade Local Atrações Adicionais 12/03 São Paulo Rockambole Hidio 13/03 São José dos Campos Hocus Pocus Capote, Cidade Curupira 14/03 Rio Claro Sujinhos Bar Jonabug 15/03 Americana Porão Skatepark Jonabug, Império Contra-Ataca! 27/03 Santos Espaço 14 Capote 28/03 Mogi das Cruzes Overdrive Heresia 29/03 Taubaté Lapa Zero to Hero 02/04 Piracicaba Nomades Beer Garden Pré/Sal 03/04 Jundiaí Hangar 111 Este Lado Para Cima 05/04 Campinas Tetriz Chard, Link, Swin e Loopcinema 09/04 Marília Cão Perere Jonabug 10/04 Maringá Tribus Sidewalk e Serena 11/04 Londrina Rocha’s Bar Serena 12/04 Ponta Grossa Hangar 48 Ultraleve 14/04 São Paulo Casa Rockambole Vitor Brauer 16/04 Joinville Zeit Cervejaria Vitor Brauer, PlanoReal 17/04 Blumenau Ahoy Vitor Brauer, Sorosoro 18/04 Balneário Camboriú ArtHouse Vitor Brauer 19/04 Criciúma Meteoro Estúdio Vitor Brauer 23/04 Porto Alegre Ocidente Vitor Brauer 24/04 Passo Fundo Babel Studio Bar Vitor Brauer 25/04 Santa Maria Gárgula Vitor Brauer 26/04 Caxias do Sul Pub Veio Loco Vitor Brauer, PontoNemo 30/04 Pelotas Satolep Vitor Brauer 01/05 Montevideo (URU) Casa Pindorama Vitor Brauer 02/05 Buenos Aires (ARG) El Emergente Vitor Brauer 08/05 Florianópolis Desgosto Vitor Brauer 09/05 Curitiba Basement Vitor Brauer 21/05 São Carlos Mess Bar CTC MOB 22/05 Ribeirão Preto Toca Pub Underground Vagos Sonhos, Pillow Chair 23/05 Goiânia Jupiter 9 Idos de Março, Sussurros Noturnos 24/05 Brasília Infinu Saturno 28/05 Uberaba Laboratório 96 – 29/05 Belo Horizonte Original Pub Escadacima 30/05 Mariana Sagarana Escadacima 31/05 Vitória Motor Rocker Maré Tardia 05/06 Juiz de Fora Maquinaria Clube Silêncio 06/06 Rio de Janeiro Audiorebel Ouriço 07/06 Volta Redonda Taverna The Dragon’s Roost Moth, Ogna e MiniSaia 12/06 Campo Grande Mirante Stage – 13/06 Cuiabá A definir – 14/06 Rondonópolis A definir – 19/06 Manaus O Condado Blush 20/06 Belém Na Figueredo O Cinza 25/06 Fortaleza Esconderijo Rock Pub Canil, Vazio de Existir 27/06 Natal Do Sol – 28/06 João Pessoa Vila do Porto – 02/07 Recife Darkside Studio – 03/07 Maceió Rex Bar Quarto Vazio 04/07 Aracaju Freedom Boa Noite Jorge, Sérgio Sacra 05/07 Salvador Discodelia Amélia Nos Observa 16/07 São Paulo Casa Natura Musical Bella e o Olmo da Bruxa 17/07 Sorocaba Asteroid Bella e o Olmo da Bruxa