Christine Valença une Brasil e França no novo single “Sur Ton Île”

A cantora, compositora e multi-instrumentista carioca Christine Valença prepara o lançamento de seu novo single, Sur Ton Île, que chega às plataformas digitais em 22 de maio e inaugura uma nova etapa em sua trajetória autoral. Após apresentar no início do ano a faixa Coco do Recado, em parceria com a pernambucana Caetana, a artista agora amplia suas conexões musicais em uma colaboração internacional com os artistas parisienses Félicien Adam, Verso e Luazó, aproximando Brasil e França em uma composição marcada por encontros criativos, memória afetiva e experimentação sonora. Com uma trajetória que atravessa gêneros como soul, MPB, folk e pop alternativo, Christine Valença vem consolidando uma obra guiada por escrita intimista e reflexões sobre pertencimento, deslocamento e identidade cultural. Em Sur Ton Île, essas referências ganham novos contornos a partir de experiências vividas durante sua circulação pela Europa, além de um vínculo afetivo com a França que dialoga com memórias familiares ligadas a Paris. Segundo a artista, o single representa um momento de maior apropriação de seu processo criativo e serve como ponto de partida para um novo EP, previsto para o segundo semestre, impulsionado pelo desejo de explorar novas sonoridades e fortalecer a potência da música brasileira em diálogo com outros universos musicais.

Daniela Aedo traz ao Brasil nova fase musical após sucesso em Carinha de Anjo

A atriz e cantora mexicana Daniela Aedo, eternizada no Brasil como a Dulce Maria da primeira versão de Carinha de Anjo, retorna ao país neste mês de maio com a turnê Aedo Experience. A nova passagem pelo Brasil contará com três apresentações: Rio de Janeiro, no dia 29 de maio, São Paulo, em 30 de maio, e Curitiba, no dia 31. O show na capital paulista terá um ingrediente especial: a gravação oficial do novo DVD da artista no Teatro YouTube. A agenda brasileira também inclui uma participação ao vivo no programa Domingo Legal, no próximo dia 24 de maio. A Aedo Experience marca um reencontro de Daniela com o público que acompanhou sua trajetória desde a infância na televisão mexicana. Revelada ainda criança em Carita de Ángel, exibida no Brasil como Carinha de Anjo, a atriz se tornou um dos rostos mais populares da dramaturgia infantil latina entre os brasileiros nos anos 2000. Agora, a artista apresenta uma nova fase da carreira, voltada para a música autoral, explorando influências do pop latino, folk e baladas intimistas. Nos últimos anos, Daniela Aedo lançou trabalhos como “Vacío”, de 2025, além de singles como “Monstruo” e “Niña Prodigio”, divulgados em 2024. O EP “Cicatrizte” também consolidou essa fase mais madura da artista, reunindo faixas como “Voy a Ti”, “Invisibles”, “Tinta Negra” e “Frágil”. A cantora ainda participou recentemente do projeto ao vivo “Homenaje a Tatiana: Carita de Ángel/Gotita de Amor/Azul Como El Cielo”, ligado ao universo nostálgico das novelas infantis mexicanas, além de integrar a trilha do filme “Desastre en familia” com a música “Una vez más”. No Brasil, a proposta da turnê é justamente unir memória afetiva e presente artístico. O espetáculo revisita a conexão construída com fãs que cresceram acompanhando sua carreira na televisão, ao mesmo tempo em que apresenta ao público brasileiro a atual identidade musical da artista mexicana. A turnê é apresentada pela Blast Stage Records & Fan Experience. Os ingressos para as apresentações no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba estão disponíveis no site oficial da cantora. Daniela Aedo Brasil

Michale Graves confirma turnê brasileira para setembro

Michale Graves, ex-vocalista do Misfits, desembarca no país em setembro para uma série de cinco shows que celebram tanto sua fase áurea na banda quanto sua produtiva carreira solo. A turnê, realizada pela Caveira Velha Produções, passará por quatro capitais e contará com apresentações em formatos elétrico e acústico. Graves foi a voz que apresentou o Misfits a uma nova geração na década de 1990. Com uma pegada mais melódica e refrões potentes, sua entrada na banda resultou em dois álbuns que se tornaram clássicos instantâneos do gênero: American Psycho (1997) e Famous Monsters (1999). Legado Para os fãs, ouvir Graves é revisitar hinos como Dig Up Her Bones, Scream! e Saturday Night. Foi sob seu comando vocal que o Misfits rompeu a bolha do underground via MTV e selou parcerias históricas, como o clipe dirigido pelo mestre do terror George A. Romero (A Noite dos Mortos-Vivos). Além do material do Misfits, a tour também deve contemplar faixas de sua carreira solo, como as presentes nos discos Illusions e Lost Skeleton Returns, onde o músico explora desde a agressividade punk até baladas sombrias e introspectivas. Turnê no Brasil * Serviço: Michale Graves no Brasil

Entrevista | American Football – “É sobre convidar as pessoas certas e confiar nelas”

​Os gigantes do math rock e do midwest emo estão de volta. O American Football lançou o aguardado LP4, um trabalho que mergulha nas complexidades da maturidade e nas “duras realidades da vida” sob uma perspectiva de meia-idade. Com uma sonoridade mais encorpada e camadas rítmicas profundas, o novo álbum reafirma a posição do grupo como arquitetos de uma melancolia sofisticada, equilibrando a precisão técnica que os consagrou com uma entrega emocional ainda mais direta e visceral. ​Em entrevista exclusiva ao Blog n’ Roll, o baterista e trompetista Steve Lamos abriu o jogo sobre o processo de criação no estúdio e a busca por uma sonoridade autêntica. Lamos revelou como a parceria com o produtor Sonny DiPerri foi fundamental para reconstruir sua confiança atrás do kit, resultando em performances que ele considera as mais honestas de sua carreira até hoje. Entre compassos quebrados e melodias de trompete, o músico descreve o novo disco como um retrato fiel de quem a banda é no momento. ​Um dos pontos altos da conversa foi o clima de celebração em torno das colaborações de peso no álbum, que conta com nomes como Brendan Yates (Turnstile) e Beth Orton. Steve detalhou como a banda deu liberdade total para que esses artistas deixassem suas marcas, transformando as faixas em diálogos orgânicos entre diferentes gerações do rock alternativo. O resultado é um disco que, embora denso, encontra momentos de alívio em faixas mais solares, como o single Wake Her Up. ​A conexão com o público brasileiro também ganhou destaque no papo. Mesmo a milhares de quilômetros de distância, Lamos descreveu a recepção dos fãs na América do Sul como “mágica” e confessou que a banda está ansiosa para retornar. Ele relembrou a última passagem por São Paulo e expressou o desejo genuíno de explorar outras cidades brasileiras na próxima turnê. * O material de divulgação do LP4 menciona que o American Football enfrentou realidades duras da vida sob uma perspectiva de meia-idade. Como o seu processo criativo na bateria e no trompete refletiu esse clima mais denso e introspectivo deste novo disco? Uau, essa é uma ótima pergunta, eu agradeço. Uma perguntinha fácil para começar, né? Nossa, sabe, acho que estamos todos mais velhos, fazemos isso há muito tempo e acho que a única razão para continuar é fazer música nova que pareça, sabe, autêntica de alguma forma. ​Não sei se entramos nessas músicas pensando deliberadamente: “Ah, vamos fazer um hino adulto” ou algo assim, mas acho que todos querem fazer música que soe sincera ou autêntica. Algumas dessas músicas vieram de partes de bateria que eu talvez estivesse… eu amo ir para a garagem e fazer barulho, e às vezes penso “ah, gostei desse barulho”, gravo e tento desenvolver algo. Então algumas faixas foram geradas assim. ​O trompete é meu amigo e meu inimigo; sempre que crio uma melodia nele, eu o trato como — em inglês dizemos frenemy [amigo-inimigo], certo? — trato o trompete como meu frenemy. Uma dessas melodias o Mike [Kinsella] escreveu para mim, mas no “meu estilo”, e foi impressionante. Eu pensei: “Meu Deus, é exatamente o que eu teria tocado”. No final da música chamada Wake Her Up, ele escreveu aquela melodia e eu fiquei tipo… foi estranho ter algo escrito por outra pessoa que fosse tão certeiro. Mas a primeira música, a do meio chamada Patron Saint of Pale e a última são especiais para mim, porque todas vieram de levadas de bateria que eu tinha guardadas há muito tempo. No fim, acho que só queremos criar coisas interessantes; se as acharmos interessantes, esperamos que pareçam sinceras para as outras pessoas. Trabalhar com o produtor DiPerri trouxe um som mais encorpado, mais “carnudo” para o álbum. De quais formas a colaboração dele influenciou a maneira como você estruturou as camadas rítmicas desta vez? ​Puxa, outra ótima pergunta. Eu não conhecia o Sonny. O Mike e o Nate conheceram o Sonny quando eu saí do American Football por um tempo para lidar com outras coisas. Eles o conheceram para trabalhar no disco do Lies [projeto paralelo]. Então o Mike e o Nate fizeram um disco juntos, em dupla. E quando voltamos, eles disseram: “Ei, ele é ótimo, né? É muito fácil trabalhar com ele”. E eu não o conhecia. No fim das contas, ele trabalhou em discos que eu conhecia, só não sabia que era ele. ​É difícil expressar o quanto gostei de trabalhar com ele. Ele também é baterista e está muito interessado, durante a gravação, em takes que soem autênticos. Mesmo que não sejam perfeitos, há alguns erros neste disco. Eu os ouço e penso: “Ah, cara…”. Mas foram erros que, espero, façam parte de algo maior; eu não quis descartar a performance. Tudo pareceu muito… esse foi o disco que mais pareceu com o primeiríssimo álbum, talvez até melhor que o primeiro no sentido de que me senti muito confiante. Me senti bem com o que estava fazendo, me senti pronto para gravar. E acho que isso transparece. ​Eu amo este disco, talvez seja o meu favorito. E espero que as pessoas gostem. Elas têm todo o direito de não gostar, eu entendo. Mas já disse isso antes: se alguém pedisse “ei, me toque uma coisa que represente quem você acha que é como baterista”, eu daria este disco com certeza. Porque acho que este soa mais autêntico em relação a quem eu sou no momento. Talvez pela maturidade que você construiu na sua carreira. ​Espero que sim. E disse ao Sonny também: senti que, depois que saí, tinha perdido um pouco da confiança. Não me sentia eu mesmo atrás da bateria. E acho que ele foi muito encorajador. Foi muito significativo para mim ele dizer: “Ei, apenas confie em si mesmo, não fique preso dentro da sua própria cabeça”. Às vezes eu ficava frustrado e ele dizia: “Ei, vá fazer uma pausa”. ​Estávamos perto do oceano. Eu estava contando para a última pessoa com quem falei: estávamos em um estúdio com vista para uma baía linda.

Entrevista | Dave Fenley – “Acho que temos algumas das canções mais incríveis guardadas”

Dave Fenley não é apenas uma voz que ecoou nos palcos do The Voice e do America’s Got Talent, ele é um contador de histórias que encontrou o equilíbrio exato entre a crueza do Texas e a suavidade do soul. Após anos lançando coleções menores de canções, o artista agora apresenta seu álbum mais robusto e pessoal, Rest of My Life, um projeto que serve como uma fotografia nítida de sua maturidade artística e pessoal. Neste novo disco, Dave Fenley mergulha em uma sonoridade que ele define como um “soulful country”, quase beirando o gospel. O álbum não apenas compila singles de sucesso, como a impactante releitura de Stuck On You, mas também apresenta cinco faixas inéditas que revelam um lado mais profundo do cantor. Segundo ele, o processo de curadoria das faixas foi guiado por uma nova percepção de mundo, agora moldada pela família e pela espiritualidade. A paternidade, inclusive, é o fio condutor que trouxe calor e novas camadas à sua voz. Dave Fenley reflete com honestidade sobre como a chegada da filha transformou sua compreensão sobre o amor incondicional, influenciando diretamente a forma como ele compõe e se apresenta. Para o músico, cada verso gravado hoje é um legado que sua filha poderá acessar no futuro, o que elevou sua responsabilidade com a integridade de sua obra. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Dave Fenley também detalhou o impacto de sua passagem pelos grandes reality shows americanos e como o aprendizado nessas vitrines moldou sua gestão de carreira independente. Com um olhar generoso sobre a cultura brasileira, ele revela planos de trazer sua turnê ao país em 2027, prometendo uma experiência que vai além dos covers virais que o tornaram um fenômeno nas redes sociais. * Dave, seu novo álbum se chama Rest of My Life. Esse título traz um senso de longevidade e compromisso. O que este disco representa para sua vida e carreira neste momento? É algo realmente impactante, porque ao longo dos anos fiz muitos EPs pequenos, coleções de seis músicas, porque costumava escrever sobre algo que estava acontecendo na minha vida e lançava aquilo. Mas, desde o meu último álbum, me casei, tive um bebê e muita coisa aconteceu. Participei de diferentes programas de TV e minha carreira tomou rumos diferentes. Então, realmente quis lançar algo que parecesse: ok, aqui está um momento no tempo onde tudo me trouxe para quem e onde estou agora. E, a partir deste ponto, quem sabe como será a vida. Mas o “resto da minha vida” é tão empolgante por causa da música, da família e do meu Senhor. Simplesmente tudo parece estar dando tão certo agora que estou realmente ansioso pelo que o próximo capítulo reserva. Queria ter algo agora que transmitisse esse momento específico. O álbum tem 11 faixas, mas seis delas já haviam sido lançadas como singles. Como foi o processo de criação das outras cinco faixas inéditas? Elas seguem a mesma sonoridade ou trazem surpresas? Sabe, este álbum inteiro acabou se transformando em um disco de country com alma (soulful country), quase gospel. Eu sempre fiz o que chamaria de álbuns “mais country”. Mas, assim que começamos a olhar para as canções e escolher o que colocar no disco, ele pareceu um pouco mais voltado para o soul. Por isso, algumas músicas tiveram que ser completamente mudadas em relação à forma como as escrevi. Estamos muito empolgados com o que ainda não lançamos, porque meio que instigamos o público com as primeiras cinco ou seis músicas para ver se as pessoas ficariam animadas com o que viria. Mas acho que temos algumas das canções mais incríveis guardadas. Nunca estive tão animado com nada na minha vida. Sim, isso é incrível. Stuck On You tem sido um marco na sua jornada desde o The Voice. Por que você decidiu lançar uma versão com banda completa agora, sete anos depois? E como sua interpretação dessa letra mudou com a maturidade que você tem hoje? Sabe, não tinha ideia de que, quando cantei essa música no The Voice, ela teria tanto impacto. Como qualquer outra coisa na indústria musical ou qualquer obra artística que você cria, você a coloca no mundo e espera que alguém preste atenção. E, pela graça de Deus, fomos tão afortunados de ter tido essa resposta. Mas o motivo de termos feito uma versão com banda completa foi, em parte, porque as pessoas a estavam usando em casamentos. E eu pensei: “Quero dar a eles uma versão mais polida do que apenas um violão acústico”. Então, lançamos uma versão completa com a banda para dar aos belos casamentos a bela canção que eles merecem. Acho que liderar com o coração primeiro, sabendo que tínhamos um motivo, uma motivação de amor, foi o que guiou o álbum todo. Oh, isso é tão lindo. Imagino que muitas pessoas cheguem até você para dizer que se casaram ao som da sua versão de Stuck On You. Absolutamente! É uma loucura! Já viajei o mundo todo cantando essa música em casamentos também, porque as pessoas simplesmente a amam. Isso é um testamento ao Lionel Richie, que escreveu a canção. Uma música atemporal assim é perfeita. Acho que não importa quem a cante, será um sucesso. Só fico muito orgulhoso de poder ser uma das vozes para ela. Você é frequentemente rotulado como um artista “country soul”. Como você equilibra a crueza do country com a suavidade e o groove do soul ao compor músicas autorais? Eu não foco muito no que “fui”, foco em quem sou. E quando estou compondo, nem penso no estilo de música que estou escrevendo. Porque, hoje em dia, qualquer música pode ser de qualquer gênero. Se a música é boa, ela é boa. Stuck On You é um ótimo exemplo. Originalmente, era um R&B puro, uma música linda do Lionel Richie. Quando chegou nas minhas mãos, eu a tornei mais country. Acho que as fronteiras entre os gêneros estão muito borradas agora. Então, apenas tento escrever uma boa música e

Shawn James confirma turnê no Brasil em agosto de 2026

Shawn James, o músico norte-americano que viu sua carreira atingir um novo patamar global após a faixa Through The Valley protagonizar o universo de The Last of Us (game e série), anunciou três apresentações no Brasil para agosto de 2026. Nascido na zona sul de Chicago e forjado no gospel das igrejas e no trabalho duro, Shawn James construiu uma carreira sólida como artista independente. Sua sonoridade ignora fronteiras: é uma mistura densa de folk, blues, R&B e rock, sempre entregue com uma carga emocional que exige atenção total dos ouvintes. Ccaminho para “Passage” A turnê brasileira acontece em um momento estratégico. Shawn está prestes a lançar seu novo álbum de estúdio, intitulado Passage, com estreia marcada para o dia 12 de junho. O novo trabalho já vem sendo antecipado pelos singles Icarus, My Juliet e It’s Alright, que mostram um amadurecimento na escrita confessional do artista. Ao vivo, Shawn James avisa que o público deve estar preparado para o inesperado. “Se você vier me ver esperar apenas um estilo, pode se decepcionar. Nossos shows são uma montanha-russa de intensidade e energia. Traga seus protetores de ouvido, só por precaução”, brinca o músico. Turnê no Brasil As vendas gerais para as três capitais começam nesta quinta-feira, 14 de maio, às 10h. Ingressos e experiência VIP Cidade Setor Inteira Meia-Entrada / Social São Paulo / POA Pista Lote 1 R$ 360,00 R$ 180,00 Curitiba Pista Lote 1 R$ 320,00 R$ 160,00 VIP Experience (R$ 600,00) Atenção: Não inclui o ingresso para o show, que deve ser comprado à parte.

Testament, Municipal Waste e Immolation anunciam turnê conjunta pelo Brasil em dezembro

As bandas Testament, Municipal Waste e Immolation desembarcam no Brasil em dezembro para uma das turnês mais pesadas do calendário do metal em 2026. Realizada pela Liberation Music Company, a excursão passará por Curitiba, São Paulo, Limeira, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, reunindo três gerações diferentes da música extrema em um mesmo pacote. A venda de ingressos começou nesta nesta sexta-feira (8), ao meio-dia. Antes de chegar ao Brasil, a turnê também passa por México, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Chile, Argentina e Uruguai, reforçando a importância do mercado latino-americano para as três bandas. O encontro entre Testament, Municipal Waste e Immolation oferece um panorama amplo do metal pesado contemporâneo. De um lado, o Testament carrega o legado histórico do thrash metal da Bay Area. Do outro, o Municipal Waste representa a explosão crossover do século 21, enquanto o Immolation sustenta há décadas uma das discografias mais respeitadas do death metal norte-americano. A passagem do Testament pelo país acontece dentro da turnê de “Para Bellum”, 14º álbum de estúdio da banda e um dos trabalhos mais elogiados de sua trajetória recente. Formado na Califórnia nos anos 1980, o grupo se consolidou como um dos pilares do thrash metal com discos clássicos como “The Legacy”, “The New Order” e “Practice What You Preach”. Atualmente, a formação reúne Chuck Billy, Eric Peterson, Alex Skolnick, Steve DiGiorgio e Chris Dovas. Já o Municipal Waste retorna ao Brasil em apresentações em casas de shows pela primeira vez em 15 anos. Formada em Richmond, na Virgínia, a banda ajudou a reacender o interesse global pelo crossover thrash com álbuns como “Waste ’Em All”, “Hazardous Mutation” e “The Art of Partying”, disco que se tornou referência dentro da retomada do thrash nos anos 2000. O grupo segue divulgando o álbum “Electrified Brain”, marcado pela combinação entre velocidade, humor ácido e energia hardcore. Completa o pacote o Immolation, um dos nomes mais importantes da história do death metal. Surgida no fim dos anos 1980, em Nova York, a banda construiu uma identidade própria baseada em riffs densos, atmosferas opressivas e temas ligados à ruína humana, religião e decadência moral. Em 2026, o grupo lançou “Descent”, 12º disco de estúdio e mais um capítulo da trajetória marcada por brutalidade técnica e consistência artística. Serviço 05/12 – Curitiba/PRTork n’ RollIngressos: Clube do Ingresso 06/12 – São Paulo/SPCarioca ClubIngressos: Clube do Ingresso 08/12 – Limeira/SPMirageIngressos: Fastix 10/12 – Belo Horizonte/MGMister Rock BHIngressos: Clube do Ingresso 13/12 – Rio de Janeiro/RJSacadura 154Ingressos: Clube do Ingresso

Myrath anuncia turnê latino-americana com três shows no Brasil em dezembro

A Myrath confirmou oficialmente a turnê “Wilderness Of Mirrors: Third Strike 2026”, que passará pela América Latina em dezembro com apresentações no Brasil, Argentina, Chile e México. A excursão marca o retorno do grupo tunisiano ao país após a estreia lotada realizada em São Paulo, em 2023, novamente em parceria com a produtora Dark Dimensions. Reconhecida como uma das bandas mais criativas do metal contemporâneo, a Myrath construiu uma identidade própria ao combinar heavy metal, power metal, rock progressivo e música árabe tradicional em um estilo que a própria banda define como “blazing desert metal”. O resultado mistura riffs pesados, melodias orientais e elementos sinfônicos que ajudaram o grupo a se consolidar como um dos principais representantes do oriental metal no cenário mundial. A nova turnê promove o álbum “Wilderness Of Mirrors”, lançado em março de 2026. O disco sucede “Karma”, de 2022, e aprofunda ainda mais a combinação entre atmosferas épicas, arranjos sofisticados e influências orientais que se tornaram assinatura da banda ao longo da carreira. Formado em 2001, na cidade de Ez-zahra, na Tunísia, inicialmente sob o nome X-Tazy, o grupo adotou oficialmente o nome Myrath em 2006. Em árabe, a palavra significa “legado”. Ao longo dos anos, a banda ampliou sua relevância internacional com discos como “Shehili” e apresentações em grandes festivais e turnês ao lado de nomes importantes do metal mundial. Em 2022, o grupo também ganhou destaque ao participar do FIFA Fan Festival durante a Copa do Mundo do Catar, levando o metal oriental ao palco do Al Bidda Park, em Doha, diante de milhares de pessoas. Atualmente, a formação da Myrath conta com Zaher Zorgati, Malek Ben Arbia, Anis Jouini, Kevin Codfert e Morgan Berthet. A expectativa para a nova passagem pela América Latina é de uma experiência cinematográfica, reunindo músicas do novo álbum e clássicos da carreira. Serviço – Myrath no Brasil 04/12 – Belo Horizonte/MGMister Rock 05/12 – São Paulo/SPVip Station 06/12 – Curitiba/PRStage Garden Ingressos disponíveis em:Ingresso MasterArticket

The Varukers e Asfixia Social iniciam turnê conjunta pelo Brasil nesta semana

A lendária banda britânica The Varukers, um dos pilares do punk rock global desde 1979, inicia mais uma turnê no Brasil nesta semana. A grande novidade é que o quarteto liderado pelo icônico Anthony “Rat” Martin terá como companhia constante em dez apresentações a banda paulista Asfixia Social. Mais do que uma sequência de shows, este encontro celebra uma afinidade ideológica profunda. Enquanto o Varukers carrega o estandarte do D-beat e da resistência anarcopunk, o Asfixia Social traz o sotaque das periferias de São Paulo, fundindo rap, punk, ska e hardcore em uma batida implacável de denúncia e transformação. A conexão entre as bandas se consolidou em 2024, quando o Asfixia Social abriu os shows dos britânicos por aqui. O convite foi retribuído com apresentações memoráveis na Inglaterra, incluindo um show histórico em Nottingham, cidade natal do Varukers. Agora, essa rede internacional de resistência cultural volta a ocupar os palcos brasileiros, com destaque para a estreia no tradicional festival Goiânia Noise. Lançamento do Varukers A turnê será o palco perfeito para o lançamento de Mess Bigger, o novo álbum do Asfixia Social. O disco promete ser um manifesto da sonoridade híbrida da banda, que une a urgência do asfalto à cadência dos ritmos periféricos. Singles como Walls Won’t Make You Safe e Revolutionary Rapport já estão nas redes, este último trazendo um registro visual da turnê europeia de 2025. “A gente faz um som pra unir todas as vertentes da cultura de rua e reverenciar sua raiz de luta”, explica o vocalista e trompetista Kaneda Mukhtar. Turnê