Crítica | V – Taurus

Quem viveu a época ou é simplesmente um adepto daquele período, os anos 1980 foram realmente inesquecíveis para o metal. Afinal, tanto no Brasil como no resto do mundo, brotavam bandas do estilo em cada esquina. E, entre inúmeros álbuns clássicos, podemos citar Signo de Taurus (1986) e Trapped In Lies (1988) dos cariocas do Taurus, que marcaram os fãs de speed/thrash da época. Em 2020, celebrando os 35 anos de carreira, o grupo lançou seu quinto álbum, sugestivamente nomeado de V. O petardo conta com a participação de diversos convidados, como Alex Camargo (Krisiun, na faixa Existe Um Lugar?), Luiz Louzada (Vulcano, em Dark Phoenix) e Beto de Gásperis, ex integrante do próprio Taurus, em Mãos de Ferro e Mutations. E o grupo não quis saber de inventar muito. Se speed metal é o gênero que está no sangue, o melhor é seguir os instintos. Com isso em mente, o Taurus entrega ótimas faixas em V, como as citadas Dark Phoenix e Mãos de Ferro, as tipicamente heavy Nove Vidas e O Pior Pesadelo e o grande destaque do álbum, Existe Um Lugar?, em que a participação de Alex Camargo transformou a música em uma hecatombe thrash metal. Um excelente álbum, indispensável para qualquer banger. E que não demore mais dez anos para um novo trabalho de estúdio. VAno de Lançamento: 2020Gravadora: Dies Irae RecordsGênero: Speed/Thrash Metal Faixas:1-Nova Vidas2-O Pior Pesadelo3-Dark Phoenix4-Gap5-Mãos de Ferro6-Distopia7-Existe Um Lugar8-Mutation
The Neighbourhood toca hits e inéditas em show virtual exclusivo para o Brasil

Os fãs brasileiros do The Neighbourhood puderam matar a saudade da banda na última sexta-feira (11). Em um show virtual pago, o quinteto de Los Angeles fez uma performance que mesclou grandes sucessos de álbuns anteriores, e ainda apresentou canções de seu novo disco, Chip Chrome & The Mono-Tones, lançado em setembro. Mesmo à distância e sem o calor que o público proporciona em um show ao vivo, The Neighbourhood fez uma apresentação fiel ao que costuma mostrar nos palcos pelo mundo. Liderado pela intensidade do vocalista Jesse Rutherford, o grupo tocou de forma intimista e, ao mesmo tempo, enérgica, se aproveitando dos efeitos que a internet proporciona para tornar a performance ainda mais conceitual. E todo esse conceito começou com a disposição de cores para cada música. Em preto e branco, a banda tocou sete faixas de seus quatro primeiros álbuns. Foram elas: How, Afraid e Sweater Weather, do I Love You (2013), Warm, do #000000 & #FFFFFF (2014), R.I.P. 2 My Youth e Daddy Issues, do Wiped Out! (2015), além de Stuck With Me, do Hard to Imagine The Neighbourhood Ever Changing (2018). Em todas, Jesse interagiu com os demais membros da banda e se pendurou diversas vezes em um microfone suspenso, como ele costuma fazer nos shows. Até esse ponto, a apresentação mantinha o padrão do que o grupo mostrou em São Paulo, no ano passado. Chip Chrome & The Mono-Tones em cena Porém, a partir da oitava música, o álbum Chip Chrome & The Mono-Tones entrou em cena. Já em cores, mas com efeitos oitentistas, Jesse Rutherford deu espaço a Chip Chrome, seu alter ego. Inspirado no lendário Ziggy Stardust, do David Bowie, Chip Chrome é o complemento que Jesse precisava para encontrar sua total identidade. Anteriormente, em entrevista ao Spotify, inclusive, o vocalista afirmou que seu personagem o ajudou a definir a própria voz. Assim, pintado de tinta prateada dos pés à cabeça, juntamente com Brandon, Zach, Jeremy e Mikey, Jesse… ou melhor, Chip Chrome tomou conta dos holofotes e engatilhou seis faixas do novo álbum. Entre elas, destaque para Lost in Translation e Devil’s Advocate, que são potencialmente as melhores canções do disco. Ao vivo, então, deverão agradar ainda mais. Logo depois, The Neighbourhood voltou aos clássicos e tocou Cry Baby e The Beach, para delírio dos bem aventurados que desembolsaram US$ 7 (cerca de R$ 36 na cotação atual) para acompanhar o show virtual. Aliás, nas redes sociais, as poucas críticas eram destinadas à instabilidade do site onde a apresentação foi exibida e ao fato da performance não ser ao vivo. Tiro curto Assim como nos shows que já fez pelo Brasil, The Neighbourhood não apresentou um longo repertório. Com apenas 55 minutos de exibição, a banda fez o básico para agradar, mas ficou longe de encantar. O fato de ter sido apenas um show virtual torna a duração compreensível, mas é importante que, com cinco bons álbuns de estúdio lançados, o grupo passe a aumentar seu repertório para não frustrar os fãs em futuras apresentações, principalmente no cenário pós-pandemia. Versão deluxe Também na sexta-feira, além do show, The Neighbourhood lançou a versão deluxe do álbum Chip Chrome & The Mono-Tones. A extensão contém quatro faixas extras, e está disponível nas principais plataformas de streaming. Setlist HowR.I.P. 2 My YouthAfraidWarmSweater WeatherDaddy IssuesStuck With MeMiddle of SomewherePreety BoyCherry FlabvouredLost in TranslationHell or High WaterDevil’s AdvocateCry babyThe Beach
Netflix anuncia início das gravações de Maldivas, com Marquezine e Manu Gavassi

Até onde as pessoas são capazes de ir para proteger seus segredos? Quantas histórias escondem insuspeitos vizinhos da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro? A nova série de dramédia da Netflix acompanha a vida dos moradores do Condomínio Maldivas, que dá nome à obra. Aliás, é rodeada de mistério e intrigas. No entanto, também traz muito deboche e humor ácido. Em Maldivas, o enredo começa quando a goiana Liz (Bruna Marquezine) se muda para o Rio com o objetivo de reencontrar sua mãe, que morre em um incêndio misterioso. Portanto, tentando buscar respostas para a repentina morte de sua mãe, ela terá que se esconder do investigador Denilson (Romani), e se infiltrar em um universo cheio de personagens peculiares. Entre eles, estão Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo); e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Já Kat (Carol Castro) é uma mãezona cujo marido, enquanto Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. Ainda na trama estão Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas e Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz. No vídeo lançado nesta segunda (30) pela Netflix, atores e atrizes embarcam no tom sarcástico de Maldivas para brincar com o início das gravações. Ademais, fazem piada dos constantes vazamentos de informação, que criaram especulações e muita expectativa sobre a série.
Primero lote do festival Knotfest no Brasil é esgotado em minutos

A venda de ingressos para o Knotfest, um dos maiores festivais do mundo, é um sucesso no Brasil. Iniciada nesta quinta-feira (26), a venda dos primeiros lotes foi encerrada em minutos. A compra foi aberta por volta de 10h, contudo, diversos fãs já estavam na fila aguardando para realizar a compra. Com isso, todos os ingressos do primeiro lote estavam vendidos em cerca de cinco minutos. Ademais, quem quiser curtir o festival que acontece pela primeira vez no Brasil em dezembro de 2021 pode adquirir as entradas ainda. Os ingressos estão disponíveis no site da Eventim.
Mulher-Maravilha 1984 inicia venda de ingressos nesta quinta

Enfim, chegou a hora! A venda antecipada de ingressos para as sessões do esperado longa Mulher-Maravilha 1984 tem início nesta quinta-feira (26). Aliás, o longa, que chega aos cinemas do Brasil no dia 17 de dezembro, vai oferecer aos fãs mais apressados a oportunidade de assistir ao filme um dia antes, em sessões antecipadas. A compra dos ingressos para todas as sessões, incluindo as antecipadas, pode ser realizada pelo site do filme. No entanto, você também pode apontar a câmera do seu celular para o QR Code abaixo e ir direto para o site. Em resumo, avançando para a década de 1980, a próxima aventura da Mulher-Maravilha nos cinemas a coloca frente a dois novos inimigos: Max Lord e Mulher-Leopardo. Com a diretora Patty Jenkins de volta ao comando e Gal Gadot novamente no papel-título, Mulher-Maravilha 1984, da Warner Bros. Pictures, é a sequência da estreia da super-heroína da DC como protagonista nas telas de cinema com o filme Mulher-Maravilha. Anteriormente, em 2017, quebrou recordes e arrecadou US$ 822 milhões nas bilheterias mundiais. O filme também tem em seu elenco Chris Pine como Steve Trevor, Kristen Wiig como Mulher-Leopardo, Pedro Pascal como Max Lord. Assista abaixo ao trailer oficial do filme:
Metallica adia shows no Brasil novamente
A pandemia estragou os planos de inúmeros produtores de shows e eventos. Com o Metallica não foi diferente: a banda viria ao Brasil no primeiro semestre de 2020, em abril. Logo depois, o adiamento foi anunciado para dezembro deste ano, e agora, a turnê foi adiada e não tem datas certas pra acontecer. O anúncio foi feito nesta quarta (11) no Instagram da banda, que afirmou: “Estamos trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros promotores locais para reprogramar esses shows, esperançosamente no final de 2021”. Os ingressos para os shows, que contariam com a abertura do Greta Van Fleet, valerão para as futuras novas datas.
Entrevista | Mike Kerr (Royal Blood) – “Estávamos livres para trabalhar”

Em 2014, logo após lançar o seu álbum de estreia, homônimo, o duo britânico Royal Blood foi festejado por grandes nomes do rock. Dave Grohl, Tom Morello, Metallica e o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page, enalteceram o poder sonoro da dupla. Mas foi o comentário do último deles que mais combina com o atual momento de Ben Thatcher e Mike Kerr. “Eles são grandes músicos. O álbum deles elevou o nível do gênero musical”, comentou Page, em entrevista ao site britânico NME, logo após assistir a um show do Royal Blood em Nova Iorque. Agora, prestes a lançar o terceiro álbum de estúdio, ainda sem nome definido e previsto para 2021, o Royal Blood mostra que seguirá elevando o nível do rock sem amarras ou seguindo fórmulas batidas. Trouble’s Coming, divulgada recentemente, traz grooves inspirados por Daft Punk, Justice e Phillipe Zdar. “Acho que essa música é um reflexo do álbum inteiro. Para nós, a influência veio de tudo que amamos. Nos primeiros álbuns, estávamos nervosos em expor essas influências. Nesse álbum, permitimos que essas influências se tornassem mais óbvias. Fomos influenciados por diferentes músicas francesas dançantes, além de músicas dos anos 1970, como o Bee Gees. Ficamos empolgados em fazer música dançante que, ao mesmo tempo, tivesse riffs de rock. É uma combinação bem legal”, comenta o vocalista e baixista, Mike Kerr, que conversou com o Blog n’ Roll via Zoom. O músico revela que não costumava ler comentários sobre o seu trabalho, mas passou a fazer isso recentemente pois acredita ser a melhor forma de interagir com os fãs. “Acho que tem sido uma resposta muito positiva ao single. As pessoas parecem estar animadas. Não sabia que já tínhamos passado de 6 milhões (streams). É muita gente”. Videoclipe de Trouble’s Coming Trouble’s Coming ganhou um videoclipe no último dia 23. Segundo Kerr, a dupla precisou esperar bastante para registrar a produção. “Gravamos com uma equipe bem menor do que o comum, com muito mais segurança. Tudo foi feito em um estúdio também. Tivemos limitações, mas isso nem sempre é algum ruim”. O trabalho audiovisual teve Dir. LX como o responsável por capturar um novo toque em seu estilo visual. O diretor, mais conhecido por seu trabalho em ícones do rap e do grime do Reino Unido, como Dave, Bugzy Malone e Kojo Funds, seguiu as pistas das letras misteriosas de Kerr para criar um vídeo que pulsa com uma atmosfera sinistra e um toque cinematográfico neo-noir. Produção caseira de Mike Kerr e Ben Thatcher Se nos dois primeiros álbuns a dupla dividiu a produção dos discos com Tom Dalgety e Jolyon Thomas, agora é quase 100% independente. A exceção é uma das canções. “Foi uma experiência diferente, porque estávamos livres para trabalhar. Parecia que nossos pais tinham viajado e a gente pôde dar uma festa. Deram uma Mercedes na nossa mão sem limite de velocidade. Foi uma experiência bem divertida, diferentemente de outros álbuns que gravamos”. A liberdade, no entanto, não significa a morte da sonoridade marcante dos britânicos. Kerr afirma que isso está mantido. “São as mesmas características, mas em diferentes formas. Algumas têm mais batidas e outras têm mais riffs”. Posteriormente, quando o covid-19 permitir, Mike Kerr já sabe onde quer apresentar suas novas músicas. “Brasil, claro! É o melhor lugar do mundo para tocar. Minha melhor memória é da gente tocando no Lollapalooza (2018). Foi incrível!” *Texto e entrevista por Caíque Stiva e Lucas Krempel
Soul: nova produção da Pixar ganha data de estreia

A animação Soul, nova produção da Pixar, ganhou data e casa para sua estreia. Será dia 25 de dezembro, no Disney+. Nesta sexta-feira (23), o filme ganhou mais um trailer incrível. Em Soul, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que ganha a grande chance de sua vida, tocar no melhor clube de jazz da cidade. Mas um pequeno passo em falso o leva das ruas de Nova York para um lugar fantástico onde novas almas obtêm suas personalidades, peculiaridades e interesses, antes de irem para a Terra. Determinado a retornar à sua vida, Joe se une a uma alma precoce, chamada “22”, que nunca entendeu o apelo da experiência humana. No entanto, ao tentar desesperadamente mostrar para “22” o que há de bom em viver, Joe descobre respostas para perguntas importantes. Ademais, vale ressaltar que o Disney+ estreia no Brasil em 17 de novembro.
Entrevista | Alaina Castillo: “música me faz sentir como uma borboleta antissocial”

Natural do Texas, nos Estados Unidos, a cantora Alaina Castillo, de 20 anos, viu sua vida mudar completamente do ano passado para cá. Os covers no YouTube deram espaço para um trabalho autoral original, com foco maior no R&B contemporâneo. De lá para cá já foram lançados dois EPs, Antissocial Butterfly e The Voicenotes. O segundo, inclusive, recebeu uma versão inteiramente em espanhol. Em suma, a artista é uma apaixonada por línguas e sempre estudou sobre a cultura mexicana (é filha de mexicano). Em conversa com o Blog n’ Roll, Alaina Castillo falou sobre a carreira, os dois EPs, paixão pelo México, pandemia, transição do YouTube para a carreira autoral, entre outros assuntos. Confira o resumo abaixo. Antissocial Butterfly “Esse foi meu primeiro EP, e foi minha mensagem para o mundo de quem sou e como minha música se parece. Foi o estágio inicial da minha carreira, dizendo que sou antissocial, mas que quando tenho música, eu não me preocupo e nem me estresso. Foi um EP para dizer que a música me faz sentir como uma borboleta antissocial”. The Voicenotes “Esse EP foi mais fácil de gravar. Durou uma semana, no máximo, e escrevi a maior parte das músicas no período da noite, que é quando refletimos e ficamos mais próximo dos nossos sentimentos. A diferença entre Antissocial Butterfly e Voicenotes é que, no primeiro, fiz um trabalho para mostrar quem sou. Já no segundo, percebi o que a música pode fazer quando coloco meus sentimentos nela. É um trabalho onde falo sobre minha vida e tudo que passei. Além disso, o EP foi gravado em inglês e espanhol, porque meu pai é mexicano. E isso é muito legal”. Gravar em espanhol “Acho que é importante, porque representa minha família e as pessoas com quem cresci. Não entendo 100% de espanhol, mas tenho uma conexão enorme com o México. Tem muito a ver com se conhecer e representar o que você é e de onde você vem”. Importância da internet na carreira “Acho que a internet é muito boa para ajudar as pessoas, assim como aconteceu comigo. É fácil aparecer e mostrar para as pessoas quem você é, e ainda dá para receber feedback delas”. Transição dos covers para a carreira autoral “Acho que isso ainda está acontecendo, porque tenho ficado em casa e no estúdio pelos últimos seis meses. Então, não sei muito bem o que se passa no resto do mundo (risos). Eu ainda estou mostrando quem eu sou para as pessoas, e leva um tempo”. Inspirações “Eu cresci ouvindo músicas dos Beach Boys e do Elvis. Às vezes também escutava algo mais clássico. Acho que hoje me inspiro muito na Rihanna, no Drake, Janelle, Adele… todos esses cantores pop. Eu tento pegar referências de todos eles para colocar nos meus trabalhos”. México “Eu fui para o México duas vezes quando era pequena, e tenho muitas memórias boas. Acho muito legal que todos da família são muito unidos e conectados, e isso é uma das coisas mais legais que sempre carrego na memória”. Desafios de gravar clipe de Tonight na pandemia “Foi durante a pandemia, mas nós cumprimos todos os protocolos contra a Covid. Todo mundo estava de máscara, mas todos conseguiram trabalhar muito bem. Foi divertido poder sair um pouco de casa e fazer um vídeo”. Quarentena de Alaina Castillo “Tenho ficado sozinha em casa, e de vez em quando vou para o estúdio. Então, todo dia tem sido trabalho. Antes disso tudo, achei que ficaria tranquila com essa situação, mas não poder ver minha família e meus amigos é difícil. Queria estar fazendo shows e me divertindo. É um pouco frustrante”. Pós-pandemia “Quero fazer shows, ir a lugares novos, ver meus amigos… Mas ainda não sabemos quando isso vai acontecer, então vou continuar trabalhando”. Maior sonho “Acho que meu maior sonho é tocar em uma arena lotada. Parece ser um sentimento inigualável. Eu quero muito poder viver isso. Estou muito empolgada para conquistar isso”. Brasil “Já ouvi um pouco da música brasileira, mas não lembro de nomes. Ainda não sei quando, mas com certeza vou tocar aí”.