The Hives lança faixa-título do novo álbum e crava: “criamos algo que vai durar para sempre”

Faixa-título e declaração de despedida de seu sétimo álbum de longa duração, The Hives Forever Forever The Hives, que será lançado no dia 29 de agosto, o single novo do The Hives sucede os sucessos anteriores Enough Is Enough, Paint A Picture e Legalize Living. “A música é uma celebração de tudo que é The Hives. Queríamos encerrar o disco com uma sensação de liberação e alívio, finalmente percebendo que criamos algo que vai durar para sempre. Uma rara ocasião para nós olharmos rapidamente por cima do ombro antes de seguir em frente. Como um vencedor de maratona vendo quem está chegando em segundo. Nós dizemos ‘The Hives Forever’, você diz ‘Forever The Hives’. É só isso que basta. Isto é a música rock, isto é a música clássica, isto é para sempre”, comenta a banda em comunicado enviado à imprensa. Pela graça da grandeza artística e da nobre visão, aconteceu também que um vídeo, mais uma vez dirigido por Filip Nilsson, que assinou os clipes de Legalize Living e Paint A Picture, foi o primeiro de seu tipo a ser registrado nos sagrados salões do prestigiado Stockholm City Hall, venerável sede de honra e nobre lar do Salão do Prêmio Nobel. E a cena de abertura utilizou um autêntico navio viking, anunciando uma homenagem mais que apropriada a uma banda de estatura tão grandiosa. E que fique registrado que, além de suas já anunciadas visitas de Estado, incluindo uma visita à América do Sul no início do próximo ano como convidados do My Chemical Romance, The Hives também embarcará em uma turnê por cidades do Reino Unido, onde se apresentarão a convite das mais importantes lojas de discos de cada município. Outras lojas também sediarão festas de audição do álbum. Ouça a faixa-título do novo álbum do The Hives
Megadeth anuncia fim da banda com turnê e álbum de despedida

O fim de uma era. Dave Mustaine confirmou que o próximo álbum de estúdio do Megadeth será o capítulo final de uma das bandas mais influentes do thrash metal. Previsto para o início do próximo ano pelo selo Tradecraft, em parceria com a Frontiers Label Group e sua subsidiária BLKIIBLK, o disco virá acompanhado de uma turnê mundial de despedida. Em mensagem aos fãs, o líder do Megadeth disse que muitos músicos chegam ao fim da carreira de forma acidental ou intencional, e que a maioria não consegue se despedir no auge e por conta própria. Ele afirmou que este é o momento certo para encerrar esse ciclo e que este será o último álbum de estúdio do Megadeth. Pediu que o público não fique triste, mas que comemore junto nos próximos anos. “Fizemos muitos amigos ao longo dos anos e espero ver todos vocês em nossa turnê global de despedida. Começamos um estilo musical, começamos um revolução, mudamos o mundo da guitarra e a forma como ela é tocada, e mudamos o mundo. As bandas em que toquei influenciaram o mundo. Amo todos vocês por isso. Obrigado por tudo”, completa. O primeiro single será lançado ainda neste segundo semestre, junto com o início das pré-vendas globais. No próximo ano, o vocalista do Megadeth também lançará um novo livro de memórias, ainda na esteira do fim da banda.
Novo single do Riviera mistura indie-folk e MPB em clima de contemplação

Riviera, projeto musical de Vinícius Coimbra, abre um novo ciclo com “Laços”, faixa que dá início ao EP Passado/Presente, primeira parte do álbum Com o Passar dos Anos. O lançamento chega acompanhado de um videoclipe que também serve como prólogo para o curta-metragem Molduras, previsto para estrear em 2025. A canção mistura piano, synths graves, batidas eletrônicas sutis e camadas vocais que constroem um clima de serenidade e contemplação, em uma estética que conecta indie-folk internacional e MPB contemporânea. Inspirada por um momento simples, a primeira música composta ao piano recém-comprado enquanto a companheira dormia depois do almoço, “Laços” fala sobre o amor em seu estado mais tranquilo: sem excessos, ruídos ou conflitos. O videoclipe segue essa essência, conduzindo o espectador por cenas do cotidiano de um casal, revelando o afeto nos gestos mínimos e nos silêncios compartilhados. Essa abordagem intimista contrasta com as passagens mais oníricas do curta, criando um jogo entre o concreto e o imaginado, entre o presente vivido e o que só existe na lembrança. A nova fase do Riviera marca um distanciamento da energia crua de Aquário (2018) e se aproxima de uma sonoridade mais etérea e detalhista. Passado/Presente ainda reúne as já conhecidas “Futuro” e “A Dor e a Cura”, compondo um retrato poético sobre tempo, memória e afeto. O trabalho é a primeira metade de uma obra maior, que se completará com Presente/Futuro. Juntos, os dois capítulos conversam entre o que já foi, o que é e o que ainda está por vir.
Apnea retorna com o EP Beyond City Limits; ouça!

A banda santista Apnea está de volta com o EP Beyond City Limits, gravado no Dissenso Studio em São Paulo. Para esse disco, os integrantes fizeram questão de trabalhar com uma mulher na produção, convidando Muriel Curi, que produziu e mixou as quatro músicas do EP. Já a masterização foi feita pelo Fernando Sanchez. O baterista Maurício Boka conta como foi o processo de composição e o trabalho com Muriel Curi. “Tínhamos os 4 sons já bem prontos como comentei antes, então quando pensamos em fazer um EP, queríamos gravar em um estúdio diferente e com uma capacidade de recurso mais abrangente. Também procuramos uma produtora. Pensamos que uma mulher teria uma leitura e uma visão diferente do que a gente pensa de música, outra sensibilidade. Quando apareceu o nome da Muriel Curi que comanda o estúdio Dissenso, não tivemos dúvida e o resultado foi maravilhoso”. Beyond City Limits representa um amadurecimento tanto em termos de composição e execução das músicas, como na produção, na qualidade de tudo. “Somos uma banda que ensaia com bastante frequência e compomos constantemente. Com as quatro músicas já bem resolvidas, entendemos que um EP após o álbum de estreia seria uma boa ideia. Em termos de discografia, pensamos que com um compacto, um álbum e um EP lançados ‘completaria’ todos os tipos de formatos convencionais de lançamento dentro da nossa trajetória até o presente momento”, conta Maurício Boka. Este trabalho é o mais pesado da banda, mostrando sua evolução e fincando sua identidade no cenário nacional. Com proposta de apresentar um som influenciado pela música dos anos 70 e 90, mesclando grunge, heavy metal e stoner rock, Apnea construiu seu som com diversas influências. “O som ficou mais pesado e mais ‘rockão’ do que no álbum”, conta Maurício Boka. “E as letras são bastante subjetivas. Elas abordam temas como o meio ambiente, a luta de classes, o cotidiano, a cidade de Santos, etc, porém de uma maneira indireta e meio psicodélica. Acho que somente lendo algumas letras, fica difícil entender a mensagem diretamente, podendo soar como uma ‘viagem’ total. Também queremos que as pessoas conheçam e entendam o som. Gostaríamos de expandir nossa música para o mais longe possível. A qualidade da produção e das composições refletem um novo momento, um degrau acima”. O show de lançamento de Beyond City Limits será no Sesc Santos, no dia 27 de agosto. O show será gratuito com retirada de ingressos 1h antes do espetáculo.
Venda geral do Lollapalooza Brasil 2026 começa nesta quinta

O Lollapalooza Brasil abrirá a venda geral de ingressos nesta quinta (14), às 12h, na plataforma Ticketmaster. O festival acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no autódromo de Interlagos, em São Paulo. As atrações ainda não foram divulgadas. As entradas disponíveis são para o Lolla Pass, que garante acesso aos três dias de evento. A seguir, confira os valores divulgados -sem taxas de serviço para compras online na venda geral do Lollapalooza Brasil 2026. LOLLA PASS
Entrevista | Epica – “Não queremos que as pessoas sintam que esquecemos nossa história”

A banda holandesa Epica retorna ao Brasil em setembro com uma turnê que promete momentos inéditos para os fãs. Ao todo, serão seis shows no país, passando por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília. Esta nova visita integra a turnê mundial de divulgação do álbum Aspiral, lançado em abril. Com mais de 20 anos de carreira, o Epica mantém uma relação especial com o público brasileiro, conhecido pela energia e paixão em frente ao palco. Para esta série de apresentações, o grupo traz como convidado especial o Fleshgod Apocalypse, reforçando a promessa de noites intensas e inesquecíveis para os fãs de metal sinfônico. Conversamos com Mark Jansen, guitarrista e fundador da banda, sobre a expectativa para a turnê, os bastidores da escolha das músicas e curiosidades sobre a conexão com o Brasil. O Brasil está no radar da banda desde os primeiros dias, e agora vocês voltam para seis shows. O que os fãs podem esperar desta nova visita? Mark Jansen: Para cada turnê que fazemos com um novo álbum, mudamos a lista de músicas. Então, haverá surpresas. Se alguns fãs conferirem setlists de outras turnês, verão que esta será diferente. Inclusive, vamos tocar uma música que nunca apresentamos ao vivo antes. É assim que gostamos: manter interessante para os fãs e também para nós mesmos. O Fleshgod Apocalypse será o ato de abertura. Como surgiu o convite? Mark Jansen: Nós já os conhecemos bem, são grandes amigos e ótimos músicos. Já tocamos juntos no passado e até gravamos uma música no Alchemy Project. Quando surgiu a opção, fomos direto com eles. Vi um spoiler do Setlist FM e percebi que o setlist está bem diversificado entre os álbuns. E agora, vocês estarão em Brasília pela primeira vez, como é tocar em cidades novas, mesmo após tantos anos de estrada? Mark Jansen: É sempre emocionante, especialmente quando nunca tocamos em uma cidade. Há fãs que não conseguem viajar para outros lugares, então você acaba alcançando pessoas que nunca te viram. Além disso, é a chance de conhecer um lugar totalmente novo. Gosto de aproveitar para andar pela cidade e ver coisas diferentes. É uma combinação de emoção pelo show e pela descoberta. No setlist atual há músicas de quase todos os álbuns. Como vocês equilibram clássicos e novidades? Mark Jansen: É difícil agradar a todos. Procuramos equilibrar a promoção do novo álbum com músicas clássicas, inclusive dos primeiros discos, que muitos fãs amam. Não queremos que as pessoas sintam que esquecemos nossa história. Vocês levam em conta dados de plataformas como Spotify e YouTube para montar o repertório? Mark Jansen: Sim, às vezes. Nosso empresário envia relatórios, e também fazemos enquetes no Epica Universe com os fãs mais dedicados. No fim, buscamos um setlist que agrade tanto os mais antigos quanto quem está nos vendo pela primeira vez. Depois de mais de 20 anos de banda, ainda se surpreende com a reação dos fãs? Mark Jansen: Sim. Continuo curioso para saber o que as pessoas pensam, mas hoje não me deixo afetar emocionalmente por críticas. Aprendi a ler, processar e seguir em frente. O novo álbum Aspiral foi pensado para ser ouvido do início ao fim. Qual a ideia por trás disso? Mark Jansen: Queríamos criar uma jornada musical, com as faixas na ordem certa para manter o fluxo. É a experiência ideal, embora cada um possa ouvir como preferir. Para encerrar, tem alguma história curiosa sobre o Brasil? Mark Jansen: Lembro de um show em São Paulo em que havia muito mais público do que o esperado. O promotor ficou tão feliz que fez uma festa particular no escritório e saiu sorrindo de orelha a orelha. Foi inesquecível. Datas da turnê do Epica no Brasil06/09 – Porto Alegre (Bar Opinião)07/09 – Curitiba (Ópera de Arame)09/09 – Belo Horizonte (Grande Teatro BeFly Minas Centro)11/09 – Brasília (Toinha)13/09 – Rio de Janeiro (Sacadura 154)14/09 – São Paulo (Terra SP) Ingressos em: http://www.fastix.com.br/
Entrevista | Cícero – “Pode começar o disco pela quinta música que vai fazer sentido do mesmo jeito”

No ano em que encerra um hiato de cinco anos sem inéditas, Cícero está de volta com Uma Onda em Pedaços, álbum lançado na última quinta-feira (7) que mergulha em fragmentações pessoais, estéticas e existenciais. O trabalho, o sexto de sua carreira solo, chega meses após Concerto 1, disco lançado em janeiro com releituras da carreira, e confirma a fase mais prolífica do cantor e compositor carioca. Pela primeira vez, ele entrega dois álbuns num mesmo ano, reflexo de um período marcado por recolhimento, recomeços e inquietações criativas. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Cícero detalhou como atravessou os últimos anos, da pandemia, que o forçou a adiar turnês e lidar com perdas pessoais, à retomada dos palcos com novos formatos de show. Também revelou como o conceito de fragmentação não apenas nomeia o disco, mas estrutura seu conteúdo e sua forma de narrar: canções que funcionam como peças soltas, com diferentes sons, histórias e possibilidades de leitura. Musicalmente, Uma Onda em Pedaços é plural. Vai do forró ao jazz, passando por rap, indie rock e MPB experimental. Essa diversidade é acentuada pelo fato de que, desta vez, Cícero cedeu espaço para que músicos convidados contribuíssem com ideias próprias nos arranjos — imprimindo uma estética mais orgânica e colaborativa. As participações de Duda Beat, Tori e Vovô Bebê também ajudam a ampliar o espectro sonoro e afetivo do trabalho. Além do álbum, Cícero também vai excursionar pelo Brasil a partir de outubro. E espera vir a Santos pela primeira vez. Confira abaixo a entrevista completa. Foram quase cinco anos desde seu último álbum de inéditas. Como foi esse período pra você? Chegou a colaborar com outros artistas, ficou mais recluso ou já vinha trabalhando nesse disco? Foram as três coisas que você falou. Nesses últimos cinco anos fiquei mais recluso no período da pandemia, um pouco depois também, porque foi difícil pra todo mundo, tive perdas familiares. Arrastou também um tempo de luto, e após isso comecei a tocar, fiz a turnê do disco que lancei na pandemia (Cosmo, de 2020), saiu no dia do lockdown. Estava planejado para 2019, mas por força do destino caiu do disco ser lançado no mês que a pandemia estourou, e a turnê toda que estava marcada para 2020 foi cancelada. Adiada, depois adiada de novo, depois adiada de novo, até que foi cancelada. Então só fui fazer o show dessa turnê no final de 2022. Ou seja, já foram dois anos aí que comeu de vida total, porque a gente ficou no modo bunker, tentando entender o que estava acontecendo, eu pelo menos fiquei. Depois disso teve essa turnê de 2022, e uma outra em 2023 com uma ideia de tocar as músicas no formato live pra câmera na época da pandemia, projetados numa parede. Pensei assim: ‘e se a gente ficar trancados para sempre em casa? Como é que será o show? Vai ser tudo via transmissão online. Essa ideia começou a nascer, de projetar sei lá, uma orquestra na parede, tocar na frente e tal. Quando a pandemia abriu em 2023, decidi levar essa ideia para os palcos. Aí fiz o Concerto 1, que era eu tocando violão com uma orquestra projetada num telão atrás, tocando os arranjos. Acabou que a galera gostou muito do show e permaneceu. Em 2024 comecei a fazer o disco, porque tinha ficado um bom registro, e lancei no início deste ano. Só que quando acabei o Concerto 1, também vi que já tinha um apanhado muito grande de músicas novas e senti que já tinha um motivo ali, o álbum já existia, a ideia. Acabei lançando dois discos num ano, nunca tinha feito isso. O título do álbum sugere fragmentação. De que forma você se sentiu “em pedaços” e como isso influenciou a composição das músicas? Tinha um projeto de mim muito central. O que queria fazer, onde queria chegar, o que queria construir, o que queria executar, uma relação com a sua vida como se fosse um projeto mental seu. Da pandemia pra cá, as circunstâncias se mostraram muito mais fortes no que é o eu e a minha vida do que as minhas decisões. As minhas decisões se mostraram menores do que as circunstâncias. Por exemplo, uma pandemia, um parente que morre, enfim, as circunstâncias. E aí comecei a ver que existem fragmentos de vida, que você consegue organizar eles de alguma forma, mas eles são fragmentados em um caos. Tem o você jornalista, tem o você filho, tem o você amigo, tem o você cidadão, tem o você namorado, tem vários vocês, né? E você toma algumas decisões em relação a essas pessoas, mas as circunstâncias definem também muito para onde essas pessoas vão. Acho que o disco fala disso. Ele é um disco que não tem uma narrativa central, um projeto central de história, ou um começo, meio, fim, ou não fala uma… São fragmentos, pedaços de narrativas soltas que você pode organizar da forma que você quiser. Você pode começar o disco pela quinta música e ele vai fazer sentido do mesmo jeito. O disco tem muitas referências e estilos diferentes: forró, rap, jazz, música eletrônica, experimental. Como essas influências surgiram no processo de criação? Foi algo planejado ou mais intuitivo? Isso é uma evolução meio que do que venho fazendo desde o meu primeiro disco, só que acho que dessa vez, o diferencial é a ideia de que cada música tem uma natureza diferente. De ter uma música que é um baião, um forró, uma eletrônica, uma é um indie rock, a outra é uma marchinha, isso já vinha. Mas nesse disco sinto que isso ficou mais ressaltado porque chamei pessoas para terem as ideias delas para os arranjos da música num lugar muito de criação. Por exemplo, o pianista tocou o piano que ele pensou ali na hora conhecendo a música, o baixista criou a linha de baixo ouvindo a música, o baterista idem, entendeu? Chamei pessoas que tinha muita admiração, carinho e amor para que elas
Machine Gun Kelly mergulha fundo em sonho americano com álbum “lost americana”

Machine Gun Kelly (mgk) lançou seu sétimo álbum de estúdio, lost americana, pela Interscope Records. O álbum, com 13 faixas, é uma escavação pessoal do sonho americano — uma jornada para reencontrar o que foi perdido. Ao longo do projeto, mgk reafirma sua sonoridade característica do alt-pop rock, com guitarras carregadas de emoção e elementos sonoros cinematográficos, com a ajuda de colaboradores e amigos de longa data como SlimXX, BazeXX, Nick Long, No Love To The Middle Child, Travis Barker, entre outros. Lost americana também chega acompanhado do videoclipe oficial da faixa outlaw overture, dirigido por Sam Cahill e Hunter Simmons.
The Black Keys libera álbum No Rain, No Flowers; ouça!

No Rain, No Flowers, o décimo terceiro álbum de estúdio da dupla The Black Keys, já está disponível em todas as plataformas digitais, via Easy Eye Sound/Warner Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. Produzido pela própria banda e gravado no Easy Eye Sound Studios, estúdio de Dan Auerbach em Nashville, o álbum conta com um time de colaboradores de peso, incluindo os compositores premiados com Rick Nowels, Daniel Tashian e Desmond Child, além do lendário tecladista e produtor Scott Storch (Dr. Dre, The Roots). Com No Rain, No Flowers, Dan Auerbach e Patrick Carney mostram que, mais de duas décadas depois, continuam inovando, misturando gêneros, confiando em seus instintos criativos e se divertindo no processo. O single principal do álbum, The Night Before, já alcançou o primeiro lugar na parada Alternative e garantiu à banda seu nono topo no ranking Adult Alternative Airplay, consolidando ainda mais seu lugar entre os grandes nomes do rock moderno. “O último ano nos levou a fazer o que sempre fazemos diante da adversidade… fomos para o estúdio, começamos a fazer música e simplesmente criar. Estou muito empolgado com a música que temos feito. Todo esse álbum foi cuidadosamente trabalhado com muito amor. A cada ano que passa, nosso vínculo como banda fica mais forte. E a cada ano percebemos o quanto isso é especial”, comenta Dan. “Já fazemos isso há mais de 20 anos. Hoje temos uma valorização ainda maior do que construímos juntos. Passamos por muita coisa e conseguimos superar muita coisa também. A única coisa que nos restava era fazer mais música e tentar tirar o melhor disso tudo. Entramos nesse álbum com uma ética de trabalho muito forte. Fizemos uma lista de pessoas com quem queríamos colaborar e começamos a ligar — estar no estúdio com o Scott e o Rick foi a primeira vez em que escrevemos com tecladistas. Conseguimos trabalhar com pessoas que realmente admiramos, e esse processo abriu nossos olhos para uma nova forma de criação”, complementa Patrick. O lançamento de No Rain, No Flowers chega na hora certa para o próximo trecho da turnê norte-americana dos The Black Keys, que começou no último fim de semana, em Atlantic City. Após uma bem-sucedida passagem pela Europa e mais de 80 mil ingressos vendidos na primeira parte da turnê nos EUA, a banda está de volta à estrada, apresentando faixas do novo álbum e sucessos do catálogo, entregando o tipo de show eletrizante que os fãs já esperam. Esta etapa inclui ainda uma parada especial em casa, no Blossom Music Center, em Ohio.